De San Diego a Los Angeles

Saímos de San Diego por volta da uma tarde com destino a Los Angeles. Dessa vez, ao invés de ir pelo litoral, utilizamos a I-5, que a partir de San Clemente, faz o trajeto pelo interior.


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Pegamos um trânsito bem chatinho na região de Anaheim e o que nos salvou foram as Carpool Lanes, já que estávamos em dois. Para quem não sabe, a Carpool Lane é uma faixa reservada só para quem está levando alguma carona, ou seja, está em dois ou mais no carro.  Deixamos bastante gente pra trás percorrendo a estrada por essas faixas.

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Chegando em Los Angeles também havia trânsito para entrar na cidade, apesar de ainda não ser hora do rush. Demoramos quase três horas para percorrer todo trajeto, que normalmente demora duas.

No próximo post: Nosso apartamento em Bervelly Hills (ou quase!)

De Los Angeles ao Orange County

Saímos da casa do George em Santa Mônica pela manhã, depois de um ótimo café com nosso anfitrião.

Nosso próximo destino seria o Orange County, mais conhecido como OC. A cidade tem muitas praias lindas e famosas, como Huntington Beach, Newport, Laguna e Trestles.  Por essa quantidade de lugares legais foi bem difícil escolher especificamente em qual deles se hospedar. Mais pela hospedagem e nem tanto pela localização, decidimos ficar em Newport e nos próximos posts vou falar mais sobre isso.

O que importa agora é que de Santa Mônica decidimos não ir direto para o lugar que iríamos dormir e optamos por fazer uma parada em Huntington para surfar e almoçar.

De SM até lá, demoramos cerca de uma hora sem trânsito e a viagem foi bem tranqüila. Nós fizemos o trajeto mais rápido, parando só em Sunset Beach, a primeira praia do OC. Se fosse hoje, eu faria o trajeto todo pelo litoral e daria uma paradinha em Long Beach para conhecer o Queen Marry.

Chegando em Sunset.

Chegando em Sunset.

A praia é infinita.

A praia é infinita.

As casas pé na areia. Raridade nos EUA.

As casas pé na areia. Raridade nos EUA.

 


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Chegando em Huntington, estacionamos o carro no estacionamento público ao lado do famoso píer e fomos curtir a praia – deixamos o carro com as coisas dentro sem se preocupar.

No próximo post vou contar como foi nossa paradinha por lá.

Roteiro Resumido Santa Barbara

Nossa passagem por Santa Barbara chegou ao fim. Abaixo segue o nosso roteiro resumido. É só clicar nas palavras em vermelho para ser redirecionado ao post correspondente.

Dia 10 – 19/08 – Sexta-feira
Chegada a Santa Barbara por volta das 16h
Check in no Hotel e descanso
Pizza na casa do Thiago
Dia 11 – 20/08 – Sábado
Surf em Jalama Beach
Jantar na super Rica Taqueria
Dia 12 – 21/08 – Domingo
Passeio de Bike por East Beach
Visita ao Surfing Museum
Almoço no Pascucci
Compras na State Street.
Dia 13 – 22/08 – Segunda-feira
Compras Love Culture.
Ida a Rincon.
Almoço na Pacific Coast Deli.
Compras no Camarillo Outlets.
Jantar no In-N-Out.
Dia 14 – 23/08 – Terça-feira
Manhã no Hotel arrumando as malas.
Almoço na Deli.
Seguimos para Los Angeles.

 

 

Nos próximos posts vamos falar sobre os points de surf da região e o que faltou por aqui. Depois seguimos com direção a Los Angeles e vamos contar como foi nosa passagem por Malibu, Santa Mônica e Venice Beach.

Chegando em Santa Bárbara: Motel 6 Carpinteria South

Santa Barbara é linda e entra no roteiro de muita gente que vai pra essa região da Califórnia. Para nós a parada era obrigatória e o motivo foi um amigão que morava na cidade a quase seis anos e incentivou pra caramba a nossa ida pra Califa.

Por estarmos na companhia desse amigo, a nossa visita fugiu um pouco dos programas mais comuns e lugares turísticos.

Começando pela localização do hotel que escolhemos. Não precisava ser no centro, na praia ou próximo a restaurantes: só queríamos ficar perto da casa do Thiago! E a casa dele ficava na Carpinteria, um subdistrito 20 milhas ao sul de SB.


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Os preços dos hotés na cidade não são dos mais baixos, por isso já corremos para o site do Motel 6 e lá encontramos duas opções: o Motel 6 Carpinteria North– mais perto da casa e mais barato, porém com a configuração padrão mais antiga – e o Motel 6 Carpinteria South – mais longe e caro, porém totalmente renovado. Escolhemos a segunda opção.

Era uma sexta feira e a fila pro check in estava grande, mas o atendimento atencioso não nos deixou ligar para a demora. O quarto era pequeno e simples, mas confortável e limpo.

Os quartos renovados do Motel 6 contam com Tv de LCD, frigobar, microondas e uma decoração bem mais bacana.

Com as diárias dos hotéis em Santa Barbara por volta dos $200, pagar $120,00 aqui valeu a pena.

Haviam restaurantes e mercearias próximas e o bairro é bem tranqüilo e gostoso. Além disso Rincon fica logo ali, e se você for um surfista que se preze sabe que eu estou falando de direitas perfeitamente longas.

A perfeição das direitas de Rincon.

Mas se Rincon nem o Thiago forem os seus objetivos principais nessa parada, fique mais próximo ao centro. A economia com gasolina vale a pena!

Ficamos descanso um pouco por ali e a noite fomos a casa do Thiago comer uma pizza – a idéia inicial era ir pra balada, mas uma amiga que estava vindo de San Diego nos acompanhar bateu o carro e acabamos ficando sem  ânimo. Ele então nos convidou para ir até umas das suas praias preferidas no dia seguinte. E é sobre ela que vamos falar no próximo post.

Mai informações:

Motel 6 Carpinteria South – 5550 Carpinteria Avenue
Reservas: http://www.booking.com/hotel/us/motel-6-carpinteria.pt-br.html?aid=363621
US 101 at Bailard Avenue/Casitas Pass Road
Carpinteria CA 93013

De San Simeon a Santa Barbara

Saímos do Hearst Castle por volta das duas da tarde e seguimos em direção a Santa Barbara.

No caminho paramos para comer no Mc Donalds de Morro Bay e querem saber? Eu adoro ir no Mc nos Estados Unidos!!!

Vinte nuggets custam só $4,99 e você pode escolher quantos molhos quiser – são mais de 8 tipos diferentes, um mais gostoso que o outro. Um duplo X-burguer sai por um dólar, o refrigerante gigante é refil e também custa isso e a batata enorme custa só $2. Pode não ser a refeição mais saudável do mundo, mas gastamos $11 para os dois e saímos de lá ultra satisfeito.

Pra completar na frente desse Mc tinha uma Dollar Tree, a loja de 1,99 dos Eua. Lá  tudo custa $1 e entre muitas bugigangas dá pra encontrar coisas interessantes. Eu achei bem legal a parte de artigos para festa e a variedade de brinquedos. Há lojas espalhadas por todo o território americano e no site dá pra ter uma idéia do que se encontra por ali.

Tudo por $1.

Daqui até Santa Barbara demoramos mais de duas horas e meia. Era uma sexta feira e o trânsito na cidade estava insuportável. Optamos por ficar em uma área mais ao sul e por isso tivemos que atravessar todos os bairros, já que a Hwy estava em reforma.


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a. Herast Caste       b. Morro Bay        c. Santa Barbara Carpinteria South

 

 

Mas no fim chegamos e no próximo post vou falar sobre o nosso hotel por lá.

O que faltou fazer: Monterey, Carmel, Big Sur e região

Ao final de cada cidade ou região, sempre falamos sobre o que faltou fazer por ali. Por que nosso lema é sempre ter bons motivos para voltar!

Monterey: pra nós foi suficiente conhecer o aquário e dar uma voltinha pela Cannery Row. Alguém aí sabe alguma outra coisa imperdível para fazer aqui?

Carmel: em compensação, em Carmel fizemos tão pouca coisa que fica impossível listar aqui tudo que faltou fazer. Vou indicar um post do Uol Viagens que dá várias dicas bacanas. Quem tiver mais dicas e quiser deixar nos comentários vamos adorar!

Big Sur: Aqui também passamos correndo. Por isso fizemos uma série de Posts só sobre as outras possibilidades dessa região.

San Luis Obispo: Em SLO ficou faltando conhecer a missão, que dizem ser maravilhosa. A Mission San Luis Obispo de Tolosa foi construída em 1772 e foi a quinta da Califórnia.

Mission San Luis Obispo de Tolosa

Queríamos também ter ficado mais na cidade que se mostrou tão bacana nas horinhas que passamos por ali.

Morro Bay: A cidade fica entre San Simeon e San Luis Obispo e não tem como não ver a Morro Rock da estrada, que parece estar dentro do mar. A pedra é a última de uma linha de nove vulcões extintos a mais de 20 milhões de anos atrás que vem de San Luis Obispo até aqui. A paisagem é linda e o vilarejo de pescadores parece ser bem simpático e acolhedor, estilo Half Moon Bay.

A Morro Rock vista de vários ângulos diferentes.

Além disso, costumam rolar umas ondinhas no pico – mais informações aqui. Com certeza vai estar no nosso próximo roteiro.

Boas ondas rolam ao pé da pedra vulcânica.

Solvang: A cidadezinha, que mais parece um pedaço da Dinamarca na Califórnia, não entrou no nosso roteiro. Ela fica entre San Simeon e Santa Barbara e a gente podia ter visitado-a com uma pequena mudança no trajeto. Na próxima, vai entrar na nossa lista também.

Você não vai mais saber se está na Europa ou na Califórnia.

Como sempre, motivos é que não faltam pra voltar né?

* As fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor contate-nos.

Ir ou não ao Hearst Castle

Ir ou não ir ao Hearst Castle?

Essa dúvida rondou o nosso planejamento por um bom tempo. Qual a finalidade em visitar uma casa de um ricaço excêntrico – para não dizer doido – que nem sabiamos quem era?

Mas a curiosidade bateu mais forte e lá fomos nós.

Gente, o cara era muito doido! Nos dias de hoje já seria uma loucura construir uma “casa” daquelas no meio do nada, em 1919 então nem se fala. Peças trazidas diretamente de Roma e do Egito, obras renascentistas, art noveaus, influências arquitetônicas do mediterrâneo e espanha, um zoológico, 58 quartos, 60 banheiros, 41 lareiras, duas piscinas  e está feita a maior mistura de estilos EVER!

Chegamos no Hearst Castle por volta das 11 horas e conseguimos comprar um ingresso para o tour das 11 e 40 – se você quiser pode reservar pela internet, o que é altamente recomendável nos fins de semana. O estacionamento está incluso no valor de $22.5 que pagamos.

O Tour começa com um passeio de ônibus que leva até o castelo. De lá o nosso guia Billy – super bem humorado, inteligente e sem dúvida apaixonado pelo estilo de vida do Hearst – nos levou pelo interior das salas e foi contando um pouco da história do lugar.  Depois disso você pode ficar a vontade para conhecer as piscinas, que na nossa opnião, foram o ponto alto do passeio.

Chegando no castelo, o ônibus que nos levou até lá em cima e o castelo visto lá de baixo.

Suvenir vendidos na lojinha e o filme que conta a história da vida do milionário.

Nossa guía Billy mostrando a vista lá de cima e a fachada da casa principal.

As salas no interior da casa são ricamente decoradas.

O ponto alto da visita: a Netuno Pool tem templo grego vindo diretamente da Grécia.

Mas o lugar mais lindo de todos sem dúvida é a Roman Pool. Imagina relaxar com os amigos nesse lugar maravilhoso? Coisa de princesa né?

Se você gosta de arte vá. Se você se interessa por histórias de gente doida vá também. Se nenhum desses é seu caso só vá se tiver tempo sobrando e lembre-se: você não está indo a um castelo europeu conhecer parte da história do mundo e sim a uma mansão no meio da Califórnia idealizada e concretizada por alguém completamente deslumbrado e maluco.

Ah, o tour demorou mais ou menos uma hora e meia com o trajeto de ônibus incluso.

Hearst Castle: 750 Hearst Castle Road, San Simeon, CA 93452-9740

$22,50 por pessoa – recomendamos fazer reserva em meses de alta temporada e fim de semana

Mais detalhes do tour: http://www.hearstcastle.org/tours/tour/grand-rooms-tour

As outras possibilidades do Big Sur: Praias – Parte II

Continuando na direção sul pelo Big Sur vindo de Carmel, temos mais TRÊS praias que podem valer a visita:

Sand Dollar Beach – o acesso é fácil e da estrada você consegue ver o estacionamento. A placa “Los Padres NaTional Forecast – Picnic and Beach Area – Sand Dollar” indica a entrada.


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O estacionamento custa $5 e a área conta com banheiros e lugares para fazer picnic, alguns inclusive com churrasqueira e vista pro mar. Todas as trilhas saem do lado oeste da área de estacionamento. A trilha até a praia é curta e termina em uma escada que na ida não deve ser grande coisa, mas deve cansar na volta depois de um dia de Surf. Isso por que rolam umas ondinhas na praia mais longa do Big Sur. Do lado norte, direitas rápidas e cavadas e do lado sul esquerdas mais longas e gordas. Mas como em toda a região, a correnteza é forte e tubarões são vistos de tempos em tempos.

A praia é linda e tem esse nome por causa das bolachas do mar que estão sempre pela areia.

Jade Cove: Há duas opções de trilha para chegar a enseada. A primeira e mais longa fica ao norte e vai proporcionar lindas vistas da Plaskett Rock. A segunda e mais curta, a uma milha pro lado sul,  te leva direto até a praia.


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Qualquer que seja sua escolha, antes de pensar em descer até lá tenha certeza que tem um bom tênis para a empreitada. A descida é tranqüila, mas pode ficar perigosa se você escorregar. Leve só o que você realmente vai precisar, para poder ajudar com as mãos. Chegando lá, a brincadeira é de Caça ao Tesouro, e ganha quem achar a maior jade. Esse site tem dicas – em inglês – de como achar a pedra: Jade Hunt. (Atualizando: está fora do ar)

A entrada e as vistas da trilha mais longa.

A praia e as instruções para coletar a pedra.

Willow Creek: O acesso a praia é fácil e não tem como não ver as placas e o vista point.

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As ondas de Willow Creek.

É um dos melhores picos do Big Sur para o Surf e por isso o mais crowd e aonde os locais vão pegar mais no seu pé. O vídeo mostra o que pode rolar por ali.

O próximo post vai ser o último sobre o Big Sur e vamos falar das trilhas e do Point Sur Light Station.

As outras possibilidades do Big Sur: Praias – Parte I

Quando você passa pelo Big Sur de carro vê um monte de praias lindas e desertas ao pé das montanhas. Dá uma vontade imensa de pisar naquela areia branquinha, sentir o vento  no rosto e até de dar um mergulho no mar gelado. Mas a dúvida, pelo menos pra nós foi: “Como a gente faz pra chegar lá?”

E essa dúvida não foi a toa. Muitas das praias não tem acesso público seja por que estão cercadas por propriedades privadas ou por conta do terreno ingrime que as cerca. Mas há outras que escondem suas entradas entre a mata e garantem paisagens deslumbrantes e até boas ondas.

Vindo de Carmel, a cerca de 23 milhas ao sul fica o primeiro pico com acesso livre, o Andrew Molera State Park.  Para chegar a praia você deve entrar no parque pela Hwy 1  nas placas que indicam o local.


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Pague a entrada de $8, pare o carro no estacionamento e siga a pé pela trilha, que demora cerca de 2 horas.

Estacionamento e inicio da trilha.

A trilha margeia, e por muitas vezes cruza, o Big Sur River, que deságua no Pacifico.  A praia é um ótimo lugar para encontrar lontras e observar baleias durante a temporada de migração.

Molera’s Beach

O Big Sur River desaguando no mar.

Fim de tarde.

Se você der sorte pode encontrar também algumas ondas, lembrando que apesar do pico parecer inofensivo, a correnteza é forte.

Direita próxima ao rio.

No video dá pra ver melhor as ondinhas!

No Surfline, você encontra mais informações sobre o mar e a previsão das ondas.

Além da praias, o parque tem um monte de trilhas e também um lugar para acampar – mas infelizmente não é permitido a entrada de motorhomes.

Há também trilhas a cavalo que levam a praia. O tour de duas horas sai $60.

O segundo lugar com acesso é Pfeiffer Beach, com certeza a praia mais famosa do Big Sur, mas que apesar disso, tem a entrada um pouco escondida. Para chegar a ela você tem que pegar a  Scycamore Canyon Road a direita se vc vem do norte – para ser bem sincera mesmo estudando detalhadamente no Google Maps como entrar nessa rua, eu continuei confusa. Dizem que tem uma placa “Caution, Narrow Road”e é aí que vc tem que virar.


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Depois que você conseguir achar a entrada fica fácil: siga por mais duas milhas  até a avenida acabar. Você vai chegar a um estacionamento – $5 por carro – e então seguir por um pequeno caminho até a praia.

Estacionamento da Pfeffeir Beach e a pequena trilha até a praia.

A praia é linda, tem um arco nas pedras que proporciona fotos incríveis, além da areia roxa que eu não sei se é mesmo tudo isso que dizem por aí. Na dúvida, leve um garrafinha para trazer a tal areia de suvenir!

Vista panorâmica da praia.

O tão famoso arco.

E a areia roxa ou “purple sand”

As próximas praias ficam para outro post! É muita beleza para um dia só!

* As fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor contate-nos.

As outras possibilidades do Big Sur: Hospedagem

Hoje vamos começar uma série de posts sobre o Big Sur baseada em informações que surgiram a nós através das pesquisas que fizemos antes da viagem. Coisas que a gente gostaria de ter feito e não fez.

Como dissemos no post anterior, a gente PASSOU pelo Big Sur. Apreciamos a paisagem, sentimos a brisa do pacífico e dirigimos pelas suas curvas sinuosas. Mas ficamos morrendo de vontade de CONHECER o Big Sur de verdade e explorar as outras possibilidades da região que é linda!

Você pode apenas prolongar essa passagem, fazer mais paradas, um picnic ou uma trilha. Mas para realmente conhecer o Big Sur o ideal é se hospedar por lá por pelo menos um dia.

De todos os lugares possíveis, três me chamaram a atenção.

O primeiro foi o Big Sur Camp. Lá você pode tudo: passar a noite em uma suíte confortável com lareira, estacionar um motor home na beira do rio ou acampar.

Essa, claro, é a opção mais bacana em nossa opinião. E não se preocupe se você não vai ter uma barraca em mãos porque há tendas dispostas ao lado do Big Sur River no meio da floresta de Redwoods que contam com camas Queen sizes, roupas de cama e banho e amenites. Do lado de fora há mesas para picnics, firepits e uma casa de banho com chuveiros quentes. Antes de chegar aqui, passe no Bruno’s Market em Carmel, abasteça a mochila com lenha, gelo,queijos, salames, pães, vinhos e o que mais delicioso você encontrar que com certeza você terá uma noite incrível.

O interior das suítes, o rio e os “sites” – espaços demarcados – onde você pode instalar a sua barraca.

As tendas já montadas que possuem cama queen size no interior.

Principalmente se for alta temporada e você quiser ficar próximo ao rio, faça reserva para o camping. Lá não é que nem no Brasil que você chega e vai montando sua barraquinha aonde bem entende! Os espaços são delimitados e numerados e pelo que eu li no Trip Advisor vale a pena entrar para ler os reviews e pegar algumas dicas mais especificas se você estiver mesmo pensando em ficar aqui – o lugar fica bastante cheio e os “sites” são bem próximos uns dos outros. Isso pode ser um inconveniente se você estiver lá em pleno verão e quiser sossego. As tendas custam de $45 a $60 dependendo da época do ano.

Mas se a sua praia não for acampar não se preocupe. Há também inúmeras pousadas ao longo do Big Sur – veja lista aqui.

Gostamos muito do Lucia Lodge e o motivo disparado foi a localização. Os dez chalezinhos charmosos se debruçam no Oceano Pacífico. As vistas são maravilhosas e ter o privilégio de olhar para elas todo o tempo vale o preço. O hotel é um ótimo lugar para avistar baleias, portanto não esqueça seu binóculo.

Um charme passar noite assim no Big sur não é?

As diárias variam de $150 a $275 mais taxa, dependendo do tipo de suíte e da época.

Agora se você quiser arrasar vá para o Post Ranch Inn. Não é a toa que ele é o #1 do Big Sur. Escolha entre ficar em uma casa na árvore, em uma suíte linda com piscina privativa em cima do pacifico, ou em uma das suítes ultra românticas com lareira e vista para as montanhas. Faça uma aula de Yoga pela manhã, saia para uma caminhada guiada a tarde e a noite vá observar as estrelas no telescópio do hotel. As tarifas começam em $675, e eu que não sou muito de gostar de hotéis luxuosos morri de vontade de ficar aqui!

Acima a área comum do Hotel. Abaixo, a casa da árvore.

As suítes são um sonho: espaçosas e lindas por dentro contrastam com a beleza e infinitude da vista!

Mais informações e mapa de localização

A. Big Sur Campground: www.bigsurcamp.com – 47000 Highway 1, Big Sur, CA

B Post Ranch Inn – www.postranchinn.com – 47900 Highway 1, Big Sur, California

C. Lucia Lodge: www.lucialodge.com – 62400 Highway 1, Big Sur, CA,


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Agora que a gente já sabe onde ficar, falta saber aonde ir. No próximo post vamos falar sobre as praias do Big Sur.