SF Jazz Festival

calendar-sfjf33-2015

 

O festival reúne nomes do jazz como Snarky Puppy, Julian Lage and Chris Eldridge, Goapele, Shelby Lynne, Campbell Brothers, John Scofield Quartet with John Medeski, Robert Glasper Trio, Wil Blades & Dr. Lonnie Smith, Pedrito Martinez, Tribute to Ernesto Lecouno with Chucho Valdes, Gonzalo Rubalcaba & Michel Camilo dos dias 9 a 21 de junho.

Os shows acontecerão em três locais diferentes: SFJAZZ Center’s Robert N. Miner Auditorium, Joe Henderson Lab e no Davies Symphony Hall.

Surf Points em San Francisco

Existem dois points de surf em San Francisco que valem a queda. O Fort Point, que é o pico que fica em baixo da Golden Gate, e Ocean Beach, que fica na parte oeste da cidade, no fim do Golden Gate Park.

Quando estávamos lá os dois picos estavam flats, já que estávamos em agosto, no final do verão, e já sabíamos que dificilmente um swell ia entrar nessas condições.

As informações abaixo são do site surfline.com e podem ajudar a escolher a melhor época do ano se o seu objetivo é surfar na cidade.

FORT POINT

“Um dos lugares mais insólitos para se surfar no planeta, o Fort Point é uma esquerda que quebra exatamente em baixo da Golden Gate. Nos melhores dias, a onda começa bem em baixo da ponte e continua por cerca de 90 graus pela enseada.

O Fort Point é uma experiência segura e perigosa, linda e assustadora, exposta e protegida, fácil e difícil. Todas estas coisas ao mesmo tempo.

É segura durante os dias de sweels gigantes. Quando os outros picos estão insurfaveis aqui podem quebrar ondas de 4 a 6 pés perfeitas.  Fica também protegido do vento, mesmo nas ventanias mais fortes.

É perigosa durante as mais fortes correntezas no inverno, quando a corrente leva para fora da ponte, em direção ao Pacifico, tão forte que fica impossível remar contra. Outro perigo é que as ondas quebram exatamente em cima de uma bancada de pedras e tem uma pedra bem grande no meio do line up. Uma vaca aqui em um dia grande pode ser fatal se você for engolido pelas pedras. Boa parte dos locais usa capacetes. Por fim, pode ser complicado entrar e sair pelas pedras, já que não há praia. E ainda, sempre há o perigo de um louco suicida cair bem em cima da sua cabeça.

É linda porque a vista de dentro da água é de tirar o fôlego: a ponte em cima da sua cabeça,  Tinburton e Belvedere a leste e toda a cidade de San Francisco a sua frente. Em um fim de semana com vento, a baia fica repleta de veleiros e barcos, que cruzam com os navios cargueiros.

É assustadora por que é como surfar na Terra dos gigantes. Tudo ao seu redor é grotescamente fora de escala:  as torres da ponte acima de você e os navios cargueiros. E todas essas coisas gigantes te fazem pensar em algo gigante e branco vindo de baixo da água. Mas não se preocupe… demais. Nunca houve nenhum ataque de tubarão em Fort Point, mas em 1959, um homem foi morto por um tubarão em Baker Beach, a menos de uma milha dali.

O Fort Point pode ser uma boa onda. Com  a direção certa do swell, o vento certo  e a maré certa você verá belas esquerdas: as vezes cavadas, as vezes divertidas, as vezes mexido e desafiador. Essa onda é a definição do inconstante: sensível a maré, sensível ao vento. Não a melhor,nem mais rápida, nem a mais perfeita onda da Califonia, mas definitivamente fica entre as top 5 por ser uma experiência tão incomum.”

(Texto traduzido do original http://www.surfline.com/surf-report/fort-point-central-california_5015/travel/)

Informações Gerais:

Melhor maré: baixa e vazente
Melhor direção do Swell: oeste e noroeste
Melhor Tamanho: meio metro a um metro
Melhor  direção do vento: leste e leve noroeste
Fundo: algumas pedras, carros abandonados, corpos de suicidas (eles são bem humorados no surfline)
Nível de habilidade: intermediário a avançado
Traga seu: pranchinha, botas de neoprene e uma roupa de borracha das boas
Melhor estação: inverno
Acesso: procure pela ponte, siga as placas para o Fort Point e estacione praticamente em cima das ondas
Fator Crowd: sufocante
Vibe local: o caso mais recente de brigas aconteceu em 2000, entre um body boarder e dois surfistas que trocaram alguns socos
Queimação do Biceps: 8, durante a maré vazante (1= 1 pé em Waikiki, 10= 15 pés em Ocean Beach)
Patrulha do esgoto: 5 + , afinal você está na baia de San Francisco ( 1= limpo; 10= cocos boiando no outside)
Perigos: corpos voadores, locais ranzinzas, pedras fatiadoras de pés, navios desgovernados e ser sugado com a maré vazante.

OCEAN BEACH

Fica do lado Oeste da cidade, no fim do Golden Gate Park. Foi aqui que esse ano aconteceu o Rip Curl Pro Seach, e o nosso Gabriel Medina venceu  Kelly Slater pela segunda vez.

Informações Gerais

Melhor maré: varia de acordo com o swell, os bancos de areia e a parte da praia
Melhor direção do swell: noroeste, oeste e sudoeste
Melhor tamanho: meio metro a 10 pés
Melhor direção do vento: leste
Fundo: areia
Nível de habilidade: intermediário a Iron Man
Traga seu: pranchinha e roupa de borracha
Melhor estação: outono e inverno
Acesso: Estacionamentos nas pontas norte e sul. Estacione na avenida para o resto.
Fator Crowd: Apesar da praia ter 3 milhas de extensão, o crowd aumenta a cada dia.
Vibe local: nos dias pequenos é mais complicado.
Queimação do Biceps: 10, se estiver grande. As vezes é difícil mesmo quando está pequeno (1= 1 pé em Waikiki, 10= 15 pés em Ocean Beach)
Patrulha do esgoto: 3 ( 1= limpo; 10= cocos boiando no outside)
Perigo de tubarão: O último ataque a um surfista aconteceu em 2005
Perigos: cabeças congeladas, braço mole, pranchas quebradas. E, como de costume, tubarões. Mas isso é o norte da California, você já devia saber disso.

Além dessa informações, você encontra no site – www.surfline.com – as previsões completas e imagens ao vivo de Ocean Beach.

10 motivos para voltar para San Francisco

Nós aproveitamos bastante a cidade, mas com certeza tiveram muitas coisas legais que não conseguimos fazer. Ótimas desculpas para um retorno breve.

1. Alamo Square

Não fomos até lá por que não quisemos mesmo, mas a praça é uma paisagem tãooo San Francisco, que eu senti falta de pelo menos dar uma olhadinha. Fica perto do Twin Peaks e do Haight, então se você estiver passando de carro por ali vale a pena. Agora pegar um ônibus só para ir até lá ver casinhas victorianas, no way!

As casinhas vitorianas da Alamo Square!

 2. Alcatraz 

Esse é um dos passeios que me fazem querer muitooo voltar. Não fizemos por que ficamos na dúvida daqui e chegando lá só tinha ingressos pra dali uma semana. Ouvi dizer que o Tour pela Ilha que um dia foi um presídio é super legal com direito a Audio Tour “a la” filme de terror. Tem também um tour que acontece a noite e deve ser demais. Esse seria meu escolhido! O tour completo dura de 2 a 2 horas e meia e os ingressos custam entre $28 e $35.Compre seus ingressos por aqui.

A ilha que funcionava como presidio.

As celas da prisão!

 3. Velejar pela baia

Essa idéia vem de um post do Blog Hotel California, e deve ser realmente incrível. A Maryanne e um grupo de amigos alugaram o velereiro em uma marina em Sausalito e velejaram pela baia, com direito a passagem por baixo da Golden Gate. Um sonho! Porém, se você não tiver um grupo de amigos para dividir as despesas, deve ficar meio pesado. A mesma empresa oferece velejos em grupo que saem $45 por pessoa. Super razoável né? Só não esqueça o casaco, por que ela disse que dá pra congelar em baixo da ponte!

Dizem ventar bastante em baixo da ponte!

4. Civic Center 

A área fica ao norte da Market St, um pouco mais a leste do Mission District. É lá que ficam a maioria das instituiçãoes culturais e governamentais da cidade. Bacana para quem gosta de arquitetura clássica! É lá também que fica o Asian Art Museum.

City Hall, na Civic Center Plaza.

 5. Asian Art Museum

Como o nome já diz, o museu possui um acervo bem bacana sobre arte asiatica e apresenta boas exposições temporárias. Fica na área do Civic Center.

6. Legion of Honor

Esse museu é do mesmo grupo do de Young e a entrada para um da direito aos dois. Conta com um acervo de pintura Européia do século XIV ao XX, algumas antiguidades e objetos decorativos. Mas o melhor é a localização do museu, dentro do Lincon Park, que é lindo e é aonde fica também o passeio abaixo.

O Legion of Honor é lindo.

7. Land’s End

Fica aonde a baia encontra o Pacífico, dentro do Lincon Park. É daqui que sai a Costal Trail, uma trilha que leva a Cliff House e a Ocean Beach.

Vista da Golden Gate a partir do Land’s End.

A Cliff House, construída em 1863, continua lá e hoje funciona como um restaurante.

8. Exploratorium

É um museum totalmente interativo de ciências. Acho obrigatório para quem está com crianças e deve ser bem diferente para adultos também. Fica no Palace of Fine Arts, ao lado da Marina de San Francisco.

O interior do Exploratorium.

9. Napa Valley

A cidade das vinícolas californianas é visita obrigatória para quem gosta de vinhos, e fica a menos de uma hora de San Francisco. Você pode ir até lá de carro, mas depois das degustações, não sei se é a melhor opção voltar dirigindo. Existem várias excursões que levam até lá.

As vinicolas de Napa.

10. Surfar

Faltou surfar em San Francisco. A cidade não tem as melhores ondas do mundo, mas que deve ser o máximo surfar em baixo da Golden Gate, deve. As ondas rolam mais nos meses de inverno, portanto você tem que encarar uma água bem gelada. O próximo post vai ser sobre os points de surf da cidade.

Bastante gente tem coragem de entrar na água congelante.

 E aí, será que temos bastante desculpa para voltar?

Roteiro Resumido San Francisco

Estava pensando aqui e decidi que ao final de cada série de posts sobre cada cidade, vou colocar um roteirinho resumido do que fizemos. Assim se você quiser pode copiar, fazer suas modificações e levar com você na sua viagem!

No roteiro que utilizei, anexei todas as informações que precisávamos, como telefones, endereços, como chegar do hotel e etc.Como nossa viagem era bem longa, eu imprimi todas as informações em formato A5  e encadernei. Levava o caderninho comigo pra cima e pra baixo e ele nos salvou em várias situações.

Vamos lá então! Aqui vou fazer um resumo. Modifique e faça a sua versão, vai ajudar bastante!

 

Dia 0  – 09/08 – Terça-Feira

1. Chegada ao Hotel e tarde livre para descanso.
2. Compramos o Muni Passaport já no aeroporto e aproveitamos também para comprar uma câmera fotográfica e algumas besteirinhas para tomar café da manhã e beliscar.

 

Dia 1 – 10/08 – Quarta-Feira

1. Passeio de Cable Car com parada na Lombard Street
2. Bike the Bay
3. Almoço no Ferry Building
4.  Parada no Pier 39
5.  Passeio no Fisherman’s Wharf  e retorno ao hotel.

 

Dia 2 – 11/08 – Quinta-feira
1. Mission District 
2. Almoço no Castro e passeio pelo bairro
3. Chinatown
4. Jantar na Union Square
 
Dia 3 – 12/08 – Sexta-Feira
1. Golden Gate Park com visita ao de Young Museum e a California Academy o f Sciences
2. Compras na Union Square e jantar no The Cheesecake Factory
 
Dia 4 – 13/08 – Sábado
1. Aluguel do carro
2. Haight and Ashbury
3. Twin Peaks

 

No próximo post, tudo o que a gente gostaria de ter feito e não fez em San Francisco! Ótima desculpa para um breve retorno!!

Dia 4 em San Francisco – Twin Peaks

Chegamos no Hotel pra buscar nossas coisas, nos despedimos do nosso amigo Ridel – querido recepcionista desse hotel bacana que escolhemos – e monidos do Gps saímos em direção a costa.

No caminho, começamos a nos deparar com algumas placas indicando o Twin Peaks, e apesar de não estar nos nossos planos, decidimos desviar um pouquinho o trajeto e subir para ver a tão famosa vista, já que o dia estava tão lindo. Pois é, nem pense em subir aqui se o dia estiver com o fog, vai ser uma total perda de tempo.

Acho que a única maneira de subir aqui é de carro, alguém sabe se tem ônibus que vai até lá??

Você sobe, sobe, sobe e depois de muita curva, chega a uma vista inesquecível de 360º da cidade.

Antes mesmo de chegarmos a vista já era linda!

Chegando ao topo a vista é quase de 360º mesmo! Começa aqui…

… passa por aqui…

Infelizemente só tirei fotos até aqui, mas a vista continua…

De lá tivemos nossa última visão da Golden Gate… de longe ela continua linda!

Dá pra ver Alcatraz também.

E o Civic Center e os prédios do Financial District.

A Market Street, nosso caminho de todo dia!

E pra terminar nós e essa cidade maravilhosa ! Gui…

… e eu!

Bela maneira de se despedir dessa cidade que vai ficar pra sempre na nossa memória. San Francisco é incrível, imperdível e com certeza merece muitas e muitas idas… Definitely, We left our heart in San Francisco!

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Dia 4 em SF – Haight & Ashbury

O clima por aqui é de paz e amor, mas estacionar pela primeira vez de carro em SF não foi tão paz assim. É meio complicado entender os parquímetros e as faixas coloridas pintadas no chão. Depois de um pouco de confusão e de continuar não entendendo nada, estacionamos, colocamos moedinhas no parquímetro que dizia que o máximo que podíamos ficar ali era uma hora e não pretendendo mesmo fazer isso, saímos para uma volta no bairro.

O cruzamento da Haight com a Ashbury, no bairro chamado The Upper Haight, fica entre o Castro e o Golden Gate Park – motivo pelo qual deixamos o passeio para ser feito de carro.

O bairro surgiu na primavera de 1967, quando grupos de universitários começaram a ir passar as férias por ali em meios a drogas e rock’n roll. As autoridades locais, com o intuito de parar o fluxo de estudantes que migravam para o bairro, começaram a chamar a atenção dos meios de comunicação para o número crescente de hippies que estavam se instalando por ali.  Como resposta as criticas os membros da comunidade criaram o “Concil of the Summer of Love”. O movimento chamou a atenção dos jovens de toda a America e a fama do bairro atingiu seu pico com apresentações de rock psicodélico e grandes astros como Janis Joplin morando próximo ao famoso cruzamento. Nesse mesmo ano a cena do bairro rapidamente se deteriorou – superlotação, número elevado de sem tetos, fome, problemas com drogas e a criminalidade atingiram o lugar. No outono vários dos estudantes simplesmente voltaram para reassumir seus compromissos, e os que ficaram realizaram até mesmo um funeral intitulado “The Death of the Hippie”.

Parece que o funeral não conseguiu matar o espírito do Woodstock. A atmosfera boêmia continua a mesma. Entre vários restaurantes, bares, lojas de discos, boutiques de roupas descoladas, livrarias e smoke shops, circulam pessoas das mais diferentes tribos em um ambiente que mistura um pouco do new age dos anos 60, com a cultura punk rock dos anos 90 e a tecnologia nerd dos últimos tempos.

 

Adoramos! Adoramos mais ainda o nosso almoço, no Menphis Minnies, um restaurante especializado em churrasco de porco. Apesar de pesado, comemos o melhor sanduíche da viagem toda aqui. Não lembramos qual sanduíche pedimos exatamente – acho que o Gui pediu o The Minnies Maxi Burger e eu pedi algum de costela – mas acreditamos que qualquer coisa que você peça ali será realmente incrível. Na dúvida peça ajuda ao dono do local, que fica no caixa e é super solicito.

Há vários desenhos de porquinhos nas mesas. Eu fiz o meu! Se for lá procure por um da Carolina-Brasil. Que pena que esqueci de tirar uma foto do desenho, esse a cima já estava lá!!

Saímos do Haight – depois de correr varias vezes para colocar mais moedas no parquímetro – com algumas comprinhas bacanas, tipo essa camiseta que eu adorei!

Dica: Se você quiser aproveite para ir vistar a Alamo Square e o Twin Peaks, que são bem pertinho daqui.

Fomos direto pro Hotel buscar nossas coisas que estavam no lock room para começar a nova etapa da viagem: nossa tão esperada Road Trip pela Hwy 1!!!

Alugando um carro

Nosso quarto e último dia em San Francisco começou corrido. Tínhamos que pegar o carro na locadora, arrumar as malas e fazer Check Out no Hotel. Arrumamos tudo e saímos com direção a locadora, que estava lotada e com uma fila gigante. Decidimos então deixar o carro pra mais tarde e fomos resolver mais umas coisas que ficaram pendentes pela Union Square.

Ótima decisão e logo vocês vão entender por que.

Alugamos o carro pelo site da Avis e escolhemos o mais simples, que também era o mais econômico em termos de combustível. No site você já escolhe aonde vai pegar e aonde vai devolver e também opções como seguro e GPS.

Nós pegamos o carro na unidade da 675 Post Street, a mais próxima da Union Square.

Avis da Union Square na Post St.

Quanto a devolução, ficamos em dúvida se devolvíamos o carro logo que chegássemos em Vegas ou só ao final da viagem no Aeroporto.

Fazendo simulações descobrimos o seguinte: para fazer a devolução em um dos hotéis da Strip havia uma taxa de devolução de $100. Ficando com o carro por mais 3 dias e devolvendo no aeroporto o total ficava mais barato em mais de $150. Além da taxa de devolução não ser cobrada, havia também um desconto pelo número de dias alugados.

Outra descoberta: com o preço do aluguel do Gps dava para comprar um, era até mais barato. E ainda mais: o nosso cartão de crédito tinha seguro para automóveis  incluso se pagássemos as despesas do aluguel com ele.

Deu pra economizar bastante no final.

E o melhor: quando voltamos para buscar o carro, todos da categoria econômica já tinham sido alugados e ganhamos um up grade. No fim saímos de lá com um Dodge Avenger com motor 3.6 V6, som mp3, DVD, automático, enfim até o banco do carro esquentava. Adorei!

Nosso carrão!

De lá fomos direto para a Best Buy em busca de um GPS. Pagamos $100 em um Garmin e deixamos o lugar prontos para rodar pela California.

O aluguel do carro ficou $822 com todas as taxas por 27 dias.

No próximo post: o último passeio de San Francisco, Haight, o bairro que parou nos tempos de Woodstock.

Dia 3 em SF – The Cheesecake Factory e compras na Union Square

Na região da Union Square você vai encontrar praticamente todas as lojas que você pensar e desejar.

Eu e o Gui nos separamos e cada um seguiu seu caminho nas compras, pois era muita coisa pra um dia só. Nós compramos chips para nossos celulares, então podíamos ir nos falando, o que facilitou bastante. Depois vou fazer um post sobre isso.

Victoria’s Secrets, Guess, Gap, Calvin Klein, Forever 21, Nike, Abercrombie, Ed Hardy, Adidas, Oakley, Saks, Apple… enfim, impossível citar e visitar todas. Ambos decidimos dedicar a maior parte do nosso tempo a Macys. A masculina fica em frente a feminina e cada uma tem 8 andares. De todas as cidades que íamos passar, certamente essa seria a melhor Macy’s que iríamos encontrar.

A região da Union Square é repleta de lojas.

Não resisti e tive que tirar uma foto do provador: espelho para se ver de todos os lados e m² de sobra.

 Depois de várias comprinhas, fomos jantar no The Cheesecake Factory, que fica no último andar da Macy’s feminina. O restaurante é queridinho dos brasileiros e realmente é uma delicia, além de ter um preço bem bacana. Conclusão: estava lotado. Esperamos quase duas horas mas valeu a pena.

O Gui pediu a Tomato Basil Pasta: penne com frango grelhado, muzzarela fresca, um toque de alho e tomates frescos.

Eu pedi o Chicken Madeira: peito de frango salteado, coberto com aspargos frescos, queijo muzzarela derretido e cogumelos ao molho madeira servido com purê de batatas.

A espera foi grande mas valeu a pena; na foto ao lado a pasta escolhida pelo Gui!

O delicioso Chicken Madeira e a Union Square vista lá de cima.

Os pratos são bem super bem servidos e nem sobrou espaço pra Cheesecake :(

Conclusão: Depois de vários dias comendo besteiras, nossa melhor refeição dos últimos tempos. Tudo isso por um pouco mais de $50.

Ah se a gente tivesse descoberto isso antes!

Dia 3 em SF – Hot Dog Lover

De volta a região da Union Square precisávamos almoçar. Algo rápido e bom. Eu sou completamente apaixonada por Hot Dog, portanto não podíamos deixar de comer um daqueles que vendem em barraquinhas na rua.

Daqui do Brasil, já tinha pesquisado as melhores barraquinhas de Hot Dog da região e o escolhido foi o Zog’s Dogs. Na esquina da Market com a Montgomery a barraquinha é quase uma lojinha e os cachorros quentes são mesmo uma delicia.

 

ATUALIZAÇÃO: O Zog’s Dogs infelizmente fechou no início de 2014.

 

Esquina das ruas Montgomery e Market.

Fachada do Zog’s Dogs.

Comemos o The Mexico – com bacon, cebolas grelhadas, jalapenos e maionese – deliciosamente apimentado, agora um pouco mais acostumados depois do trauma no Mexicano do Castro.

 

The Mexico: muito jalapeno e cebola!!

Também exprimentamos o The Prop 8 Dog, com duas salsichas e o tradicinal Zog’s Dogs. As batatas fritas são uma delicia e muito boa também estava a limonada grátis que ganhamos com os cupons disponibilizados no site que levei impressos daqui.

 

Lemonades 4 free!!

 

Zog’s Dogs –  1 Post Street, esquina com a Market e a Montgomery
                        De segunda a sexta das 10h as 18h e sábado das 11h as 16h