Como planejar sua viagem para a Califórnia em 10 passos

Uma das minhas partes preferidas em uma viagem começa muito antes da chegada ao aeroporto. O planejamento é o momento aonde descobrimos os lugares maravilhosos que iremos visitar e criamos o desejo e expectativa que irá permear todo o momento mágico e inesquecível que é viajar.

Se você está lendo esse blog é muito provável que você esteja vivendo essa fase. Começando pela escolha do destino, passando pela compra de passagens e reserva de hotéis, até a escolha dos passeios e lugares que você vai visitar, o planejamento é, ao menos para mim, fator determinante no sucesso e aproveitamento da viagem.

Não estou dizendo que isso precisa virar uma obsessão e que você deve planejar tudo hora a hora, mas o mínimo de programação e conhecimento sobre o lugar otmiza o tempo, evita gastos desnecessários, perrengues, estresses e decisões de última hora. Esse planejamento já foi motivo de muita discussão aqui em casa, mas depois da segunda vez, o Gui se convenceu que as viagens ficaram bem mais legais e proveitosas assim.

Segue abaixo minhas dicas para como planejar sua viagem para Califórnia em 10 passos, baseada nas perguntas mais freqüentes que recebo por aqui.

1. Decida quantos dias vai durar sua viagem

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Vamos partir do principio que quanto mais dias melhor, mas a realidade as vezes não condiz com a nossa vontade. Se você tem até 5 dias de viagem, se restrinja a uma região  – San Francisco, Los Angeles, San Diego ou Las Vegas. Se você tem de 7 a 10 dias dá para combinar duas regiões próximas  – San Francisco e litoral até o Big Sur, Los Angeles e Las Vegas, San Diego e O.C., Los Angeles e O.C., Los Angeles e San Diego. Entre 10 e 15 dias dá para fazer uma boa parte da costa, como o trajeto de San Francisco a Los Angeles, mas eu ainda acho que fica apertado descer até San Diego. Com mais dias que isso dá pra conhecer de tudo um pouco e o trabalho vai ser só decidir quantos dias passar em cada lugar.

2. Compre as passagens de avião pensando no seu roteiro

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A California é um estado grande e quando você decide fazer uma viagem para lá tem que ter uma coisa em mente: não é como ir para Nova Iorque que você chega e vai embora pelo mesmo aeroporto. Se você pretende ir para SF, LA e LV e comprar passagens de ida e volta para LA, vai gastar bastante tempo e dinheiro tendo que “voltar” a cidade de origem. O ideal é chegar numa ponta do seu trajeto e ir embora pela cidade final. Se você pretende percorrer a HWY 1, a minha dica é chegar pela cidade mais ao norte -normalmente SF – e ir embora pela cidade mais ao sul – que de maneira geral é San Diego, mas vai depender do seu roteiro. Isso porque se você descer a costa, vai ter o Oceano Pacifico do seu lado na estrada e isso além de proporcionar uma melhor visão, facilita bastante na hora das paradas. Se você pretende ir também para Las Vegas, precisa decidir se vai fazer isso no começo ou no fim da viagem – não é muito inteligente sair da California, ir para Vegas – que diga-se de passagem fica em outro estado – e voltar para California de novo.

3. Decida quais cidades vai visitar e quantos dias vai passar em cada uma delas

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Agora que você já sabe quantos dias tem para viajar e por onde vai chegar e partir falta decidir quais cidades vai conhecer. É nesse ponto que entra o SEU planejamento, extremamente pessoal e único. Recebo muitas perguntas referentes a esse tópico e sempre dou a mesma resposta: “Essa decisão só cabe a você.” Porém não é uma decisão fácil. Primeiro você precisa pesquisar quais são essas cidades e o que há de interessante para se fazer em cada uma delas – eu tinha um caderninho divido por regiões (San Francisco e arredores, Monterrey e Carmel, Big Sur, Santa Barbara, Los Angeles, OC, San Diego e Las Vegas) aonde eu anotava cada informação interessante que eu achava. De modo geral, recomendo entre 3 e 5 dias para as cidades maiores – SF, LA, SD e LV – e o restante vai do interesse de cada um.

4. Conheça o mapa da Califórnia

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Você precisa conhecer o mapa da California para planejar com excelência a viagem – no próximo post vou dar dicas de como usar o Google Maps. Não tem como planejar uma Road Trip se você não sabe a localização dos lugares que deseja parar, ou quanto tempo demora para ir de uma cidade para outra. Passe umas duas horas olhando para o mapa que você vai ver como fica mais fácil. San Francisco, Half Moon Bay, Santa Cruz, Monterrey, Carmel, Big Sur, San Simeon, San Luis Obispo, Santa Barbara, Ventura, Morro Bay, Los Angeles, O.C. (Anaheim (Disney), Huntington Beach, Newport Beach, Laguna Beach, San Clemente (Trestles)), San Diego: essa é a ordem das cidades de norte a sul. Mas você precisa saber mais do que isso para montar o roteiro.

5. Reserve os hotéis

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Muitas pessoas me perguntam se reservamos nossos hotéis com antecedência ou se deixamos para decidir lá e fazer uma viagem mais livre. Ficamos com essa dúvida também e acabamos optando pela primeira opção. Acho que reservar os hotéis com antecedência garante opções com melhor custo beneficio, além da economia de tempo durante a viagem. E tempo na viagem é o nosso bem mais precioso. Quem já ouviu alguém falar “Dormir? Não, dormir em dólar é muito caro!” ? O mesmo fale para tomar decisões e procurar hotéis. Atualmente existem centenas de opções para efetuar as reservas: agencias on-line, o Trip Advisor com centenas de reviews, o Air BNB aonde você pode alugar quartos e apartamentos inteiros, além dos sites dos próprios hotéis – a melhor opção para finalizar suas reservas sempre que possível, já que contam com mais flexibilidade nos preços, datas e escolha do quarto.

6. Pesquise por restaurantes

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Como disse em um dos tópicos acima, criei um caderno, dividido por regiões, aonde eu anotava todas as informações bacanas que conseguia, e isso incluía os restaurantes. Depois que você já sabe a região que irá se hospedar é legal pesquisar por restaurantes próximos. Seu hotel serve Café da manhã? Se não, procure opções pela região. Anote opções de almoço próximo aos pontos que você pretende visitar e também restaurantes bacanas para o jantar. É sempre bom já ter essas cartas na manga na hora de decidir aonde ir. Se quer visitar restaurantes concorridos, baixe o app do Open Table no celular e se programe para fazer a reserva com pelo menos um dia de antecedência, assim você não amarra sua programação.

 

7. Faça uma lista com os pontos de interesse e passeios

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Nessa fase do planejamento você já tem quase tudo decidido e chegou a hora de curtir. Pesquise os lugares que você gostaria de visitar e reserve os passeios mais concorridos – como shows em Las Vegas e o tour de Alcatraz em SF. Veja quais os possíveis Outlets a serem visitados e imprima os cupons de descontos disponíveis nos sites. Monte seu roteiro dia a dia e tenha em mente que não é preciso segui-lo minuciosamente durante a viagem, mas é muito bom acordar e já ter idéia do que fazer. Lembre-se de agrupar os passeios por região: se você vai para o bairro x, tente fazer o que há por lá de uma só vez.

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8. Decida como você vai se locomover por cada cidade

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Em San Francisco por exemplo, não vale a pena alugar um carro, pois o transporte público é excelente e os estacionamentos muito caros. Em Los Angeles, é praticamente impossível ficar sem carro. Depois de pesquisar e decidir quais serão suas opções reserve o carro e os shuttles.

9. Pesquise os itinerários e trajetos

Depois de decidir como se locomover em cada cidade é hora pesquisar os itinerários e trajetos. Se a opção for transporte público, pesquise se é melhor ir de ônibus, metro, taxi. Anote cada informação como o ponto, a linha e o tempo de viagem estimado. No caso de aluguel de carro, fique mais tranqüilo, já que o GPS vai fazer o trabalho. Porém, de uma olhada no trajeto, tempo de viagem e no caso das viagens mais longas, como a da costa, qual a melhor opção de trajeto. Se você quer ir de San Francisco direto pra Santa Barbara por exemplo e colocar isso no GPS, ele ira te mostrar o caminho pela I-5, e você vai perder todo o Big Sur e as paissagens lindas das praias. Você tem que armar uma estratégia para “enganar”seu GPS e fazer o trajeto que você quer e é mais interessante.


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10. Monte o seu próprio Guia

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Com todas as informações já coletadas, monte um livrinho com o seu roteiro final. Nele coloque informações dos vôos, reservas de hotéis e alugueis de carro. Monte o roteiro dia a dia, separe os pontos de interesse e restaurantes por cidade ou região. Anote as opções de itinerários do transporte público para cada lugar e dicas de como programar o GPS para cada trajeto. Imprima seu guia num formato reduzido, de maneira que fique fácil você carrega-lo pra cima e pra baixo, anexe os cupons de descontos e vouchers a ele.

BOA PLANEJAMENTO e BOA VIAGEM!

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Buffets All You Can Eat: a maratona gastronômica de Las Vegas

Em Las Vegas tudo é possível e essa afirmação é válida também em termos gastronômicos. Você pode ter uma experiência inesquecível em um dos restaurantes de chefs estrelados, comer um Hot Dog na esquina por $0.99 ou ainda fazer uma maratona de comilança pelos Buffets All You Can Eat. Nós ficamos com a última opção.

Os Buffets All You Can Eat, como você já deve ter percebido pelo nome, são buffets aonde você come a vontade pagando um valor único. Praticamente todos os hotéis de Las Vegas tem um e a qualidade e serviço de cada local varia bastante.

Você vai encontrar centenas de reviews na internet com relação aos buffets e diversos rankings e tops 10. Pesquisando, decidimos conhecer o Village Sea Food no Rio, especializado em frutos do mar e com uma bela estação de comida japonesa. Pesquisando mais descobrimos o Buffet of Buffets, um combo que dá direito a 24h continuas de acesso ilimitado a seis buffets pertencentes ao grupo do Caesars –  Le Village Buffet (Paris), Spice Market Buffet (Planet Hollywood), Paradise Garden Buffet (Flamingo), Flavors (Harrah’s), Emperor’s Buffet (The Quad Las Vegas) e Carnival World Buffet (Rio) – e por valores adicionais inclui também o Bacchanal at Caesars Palace – que figura entre diversos Tops 10 – e o Village Sea Food, nosso escolhido.

Embarcamos na maratona de comilança durante nosso ultimo dia em Vegas. O valor do passe é de $49,99 mais o upgrade para o Village por $15, totalizando $65 por pessoa – se você quiser o upgrade para o Bacchanals tem que pagar mais $15 e acho que só vale a pena se você optar por dois jantares dentro das 24h.

Falando nisso você tem que pensar bem como vai aproveitar suas 24h. Nós íamos embora no dia seguinte, por isso começamos pelo café da manhã. Chegamos por volta das 10:30am, o que nos deu direito a entrar nos buffets até a mesma hora do dia seguinte – fizemos um café da manhã, almoço, jantar e café da manhã do dia seguinte. Mas eu acho a melhor opção começar por um jantar tarde – por volta das nove e meia – e terminar com um jantar cedo – antes da nove e meia.

Antes de começar a relatar nossa experiência quero ressaltar que você não pode esquecer que por mais maravilhoso que seja o buffet, ele é um buffet. Não espere que a qualidade dos pratos seja similar a de restaurantes comuns. A comida foi feita em uma quantidade considerável e está lá exposta no balcão a algum tempo,  o que faz a qualidade cair inevitavelmente. Se você quer sabores maravilhosos esqueça, mas se a sua intenção é comer bastante, por um preço bom e uma comida ok, vá em frente.

Como já disse, começamos pelo café da manhã e o escolhido foi o Le Village, no Paris Las Vegas. Com certeza é a melhor opção para o café dentre os buffets participantes. Crepes, quiches, omeletes, ovos pouchets, queijos, croissants, crème brule e bolos todos fresquinhos e gostosos. O preço original durante a semana é de $21,99 e nos fins de semana $23,99. O café da manhã foi na nossa opinião a refeição que mais valeu a pena – o preço é similar ao que você gastaria em outros lugares, e tem mais opções pra quem não gosta de café da manhã americano.

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No almoço seguimos para o Spice Market, no Planet Hollywood. Foi nele também que tomamos o café da manhã, no dia seguinte. O Buffet é relativamente grande e tem estações de vários países. Acho que chegamos um pouco tarde para o almoço – por volta das duas da tarde – e a reposição dos pratos já estava bem lenta. A comida estava ok, as sobremesas estavam boas, mas não achamos que valeu a pena. O café da manhã no dia seguinte foi bom, haviam muitos sabores de cupcakes e vários tipos de bagels diferentes, além de ovos feitos na hora, pães e suco de laranja. Os preços originais são de $21,99 para o almoço e $19,99 no café da manhã.

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O jantar, no Villagge Sea Food Rio, foi um tanto quanto decepcionante. Os reviews falam maravilhas do lugar e nós esperávamos muito. A maioria dos pratos é servido frio, inclusive os camarões e lagostas. Isso é comum lá nos Eua, mas eu particularmente não gosto. O que mais valeu a pena foram as dezenas de patas de King Crab que estavam uma delícia, alguns dos sushis e a lagosta, apesar de ser fria, estava boa. O Buffet custa originalmente $40.99.

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Eu não repetiria a experiência do Buffet of Buffets. A comida não é deliciosa, o que contribui para que você não coma tanto. Sabe aquele ‘Resort All Inclusive’ que tem toda aquela comida que na primeira refeição você acha ótima e depois não consegue mais nem olhar pra ela? Foi meio assim que eu me senti. Acho que com o valor que gastamos em um dia de comilança conseguiríamos comer muito melhor o dia todo – talvez gastássemos um pouco mais pelo segundo café da manhã. Também não pagaria novamente $40,99 pelo jantar do Village no Rio, mas a experiência foi válida – quando eu iria comer tanta pata de caranguejo em um dia só?

Falam super bem do Buffet do Aria, do Bellagio e também do Wynn. Alguém já foi e teve experiências positivas?

No próximo post vou falar sobre os shoppings da Strip e sobre o nosso almoço no meu restaurante preferido e com ótimo custo beneficio, inclusive se comparado aos buffets.

Mais informações:
Buffet of Buffets
Le Village Buffet, Paris  
Spice Market Buffet, Planet Hollywood 
Village Sea Food Buffet, Rio 

Os Hotéis de Las Vegas

Las Vegas é conhecida mundialmente por seus mega Hotéis Resorts e Casinos com cenários e luzes incríveis que fazem qualquer um ficar de boca aberta. É bem difícil dizer qual deles é mais bacana e são tantos que fica quase impossível conhecer todos de uma tacada só. Uma boa maneira de fazer isso é ir jantar cada dia em um hotel diferente ou ir jogar em um casino por dia. Como não tínhamos muito tempo tiramos uma manhã só para ir parando nos hotéis, de carro. Você pode estacionar o carro no estacionamento – que é sempre grátis – e entrar em qualquer um deles sem problema nenhum.

Começamos pela área do Hotel anexo ao nosso, o Planet Hollywood. O casino é bem bacana e tem uma temática sexy, com meninas em roupas curtinhas  dançando em cima das mesas. O shopping também é bonito, e vou falar melhor sobre ele em um outro post.

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O Paris Las Vegas, logo ao lado, recria as ruas da capital da França. Há uma grande Torre Eiffel de 46 m de altura – aonde você pode subir para apreciar a vista, um mini arco do Triunfo e alguns outros monumentos recriados em pedaços na fachada. No interior há creperias, cafés e dois bons restaurantes – o do Gordon Ramsay e o que fica na Torre.

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De lá fomos para o Bellagio, que tem fama de ser um dos mais luxuosos da Strip. Eu sinceramente não achei nada de mais. O casino é bonito e a grande atração fica mesmo por conta do show das águas que você pode ver de diversos outros pontos e acontece de meia em meia hora durante a tarde e de quinze em quinze minutos de noite.

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A próxima parada foi o Flamingo. Apesar de ser um hotel mais simples e antigo, era um dos que eu mais queria conhecer por ser um clássico – e todo pink. Ele tem diárias bem baratas e fica localizado em um ponto ótimo da Strip.

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O Caesars Palace dispensa apresentações. Ficou famoso através do filme Se beber não case e por conta disso vive lotado. Tem uma das maiores casas de shows de Vegas, que imita o Coliseu e os shows são sempre bacanas. O Forum Shoppings, para mim é um dos melhores e mais bonitos, vou falar só dele em um post depois.

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Para finalizar fomos ao Venetian, sem dúvida o mais impactante de todos. A fachada é extraordinária e os canais adentram o hotel, que tem um teto que recria sempre a luz do dia. É possível passear nas Gondolas e até casar nelas, se você quiser!

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Queria muito ter conhecido ainda o Wynn e seus lindos mosaicos, o Luxor e a esfinge, O MGM e seu leões, o Mirage e seu Vulcão, o Treasure Island e o show das sereias, o Mandala Bay com sua atmosfera mais luxuosa, ter dado uma volta na montanha russa do New York New York e ainda ter visto Las Vegas da torre de 100m de altura do Stratosphere. Já comecei a achar motivos para voltar!!

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Esse post do Viaje na Viagem fala mais detalhadamente de cada um dos hotéis.

* Algumas das fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor, contate-nos.

De Los Angeles a Las Vegas

Saímos de Los Angeles por volta das três da tarde depois de um almoço rápido. Nosso próxima e última parada foi Las Vegas, já fora do estado da Califórnia, mas destino bem comum para quem visita o estado. Vale a pena desviar um pouco o trajeto e conhecer a “Disney para adultos”, como muitos costumam descrever a cidade.

O trecho até Las Vegas pode ser feito de avião, mas é uma experiência bem bacana adentrar o deserto de carro. Levamos cerca de cinco horas com paradas, da porta do nosso apartamento em Los Angeles até o hotel – o que eu não acho um trajeto tão longo. Há pessoas que vem direto de San Francisco – nove horas – e também de San Diego – seis horas – portanto, da onde quer que você esteja dentro no estado da Califórnia, é viável seguir para Vegas de carro.

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O mapa mostra o trajeto exato que fizemos. É importante prestar atenção para que sua chegada em LV seja pela Las Vegas Boulevard, e não pela Las Vegas Freeway – que é o trajeto que seu GPS vai indicar e que passa por traz dos hotéis . Chegar pela Strip e passar pelo famoso “Welcome to Fabulous Las Vegas Sign” e todos os hotéis faz toda a diferença. Por isso programe seu GPS como no mapa abaixo:

Estávamos na metade do caminho quando chegamos a Calico Ghost Town. Infelizmente não conseguimos pegar as atrações abertas – o parque funciona só até as cinco da tarde – mas conseguimos entrar sem problema nenhum – e sem pagar a taxa de $8.

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Calico Ghost Town, como o nome já diz, é uma cidade fantasma do condado de San Bernardino, ainda dentro da Califórnia. A pequena cidade, que fica no meio do deserto de Mojave e em cima das Calico Mountains, foi fundada em 1881 após a descoberta de minas de prata na região. Se tornou a maior produtora de prata da Califórnia do período e cresceu rapidamente: logo já contava com correio, um jornal próprio, três hotéis, cinco lojas, açougue, bares, bordeis e três restaurantes. Tinha xerife e cadeia, assim como médicos, advogados e um banco. Entre 1883 e 1885 Calico tinha mais de 500 minas e uma população de 1200 pessoas. Com o declínio do comércio da prata em 1896, o trabalho nas minas não era mais viável economicamente, e sem ter outro meio de arrecadar receita a cidade desapareceu. Os estabelecimentos foram fechando e na virada do século Calico já estava completamente abandonada. Depois de ser comprada e restaurada por Walter Knott – fundador do parque de diversões Knott’s Berry Farm –  em 1950, foi doada a San Bernardino em 1966. Tornou-se Parque Estadual, recebeu a California Historical Landmark #782 e foi proclama em 2005 pelo então atual governador da California, Arnold Schwarzenegger, como a Cidade Fantasma da Corrida da Prata na Califórnia.

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Haviam poucas pessoas no lugar, o que fazia o clima de cidade fantasma parecer mais real. Exploramos bem o espaço, conseguimos entrar em alguns dos museus e tirar várias fotos bacanas.

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Boa parte da cidade é apenas cenário e somente cinco dos prédios são originais: o Lil’s Sallon, o Town Office, o prédio onde está o museu principal (Lucy Lane House) que funcionava originalmente como o correio da cidade, o Smitty’s Gallery e o Joe’s Saloon. A escola é uma replica e fica no exato lugar da original.

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Mesmo assim é bem legal andar pelas ruas e parece mesmo que você está lá na época do Velho Oeste. O entorno e o clima do deserto contribuem bastante e as formações rochosas próximas as minas são lindas.

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Se você conseguir saia mais cedo e pare aqui pra almoçar – existem três restaurantes na cidade – e curta um pouco das atrações – tem passeio pelo interior das minas, volta de cavalo e até um tour mal assombrado durante a noite. É possível ainda acampar por ali ou alugar um das cabanas – $100 por dia. Eu acho esse passeio – com o acampamento – incrível para crianças, especialmente para aquelas que curtem filmes de Velho Oeste.

No clima do deserto, seguimos viagem. Você terá certeza que saiu da Califórnia e chegou a Nevada – aonde o jogo é legalizado – quando começar a ver os hotéis cassinos, que já começam a aparecer imediatamente na fronteira dos estados. Pessoas que vão em busca apenas da jogatina não se dão nem ao trabalho de ir até Las Vegas, e param por ali mesmo. Mas não se engane, a magnitude de Vegas é incomparável e chegar lá a noite depois de tantas horas no deserto e ver todas aquelas luzes é indescritível. Hipnotizante acho que seria uma palavra adequada também.

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É muito difícil tirar uma foto que capte a beleza das luzes! Essa eu achei pelo Google e consegue passar um pouco do que você vai ver.

É muito difícil tirar uma foto que capte a beleza das luzes! Essa eu achei pelo Google e consegue passar um pouco do que você vai ver.

A dica do Destino Califórnia é: vá de carro para Vegas, vale a pena!

Mais informações:
Calico Ghost Town
36600 Ghost Town Road
Yermo, CA  92398
I-15 na Saída da Ghost Town Road
Abre diariamente das  9:00 a.m. – 5:00 p.m. exceto no dia de Natal
Sobre o parque – http://cms.sbcounty.gov/parks/Parks/CalicoGhostTown.aspx
Sobre as atrações – https://calicoattractions.com/
Sobre a História – http://en.wikipedia.org/wiki/Calico,_San_Bernardino_County,_California

 

O que faltou fazer em Los Angeles

O Gui não gostou de Los Angeles. Eu amei. Queria muito voltar e vivenciar um pouco mais da cidade, por que acho que foi isso que faltou durante nossa estadia. Dos quatro dias que ficamos lá, dois nós passamos em parques e, apesar de eu achar divertido, não acho que esse tipo de passeio contribua muito para fazer uma viagem inesquecível e passar aquela sensação deliciosa de amor por um lugar. O parque não tem cultura, não tem sentimento, e o bacana quando você vai para um lugar tão longe, é sentir exatamente isso.

Talvez não seja tão fácil achar esse sentimento em LA, ela não é uma cidade que encanta os turistas. Mas a partir do momento que você achar, vai querer voltar muitas vezes. Eu sinto Los Angeles: pra mim a cidade reúne toda energia cultural e criativa que se expande pelo resto do estado. A Califórnia não seria a mesma sem ela.

Faltou fazer muita coisa e eu acho que quanto mais dos programas de turista você fugir, mais vai se apaixonar pelo coração da Califórnia. Da próxima vez que formos a LA não vamos deixar de:

– Conhecer a cena musical de West Hollywood

A Sunset Strip – faixa de 4 km da Sunset Blvd – reúne algumas das mais importantes e notórias casas de shows de rock. O histórico Whisky a GoGo – aberto em 1964, teve The Doors como uma das bandas da casa, o The Roxy – palco de gravações de DVDs e CDs ao vivo de bandas como Bob Marley e NOFX, o The Viper Room – que tem entre os frequentadores assíduos Angelina Jolie e Leonardo Di Caprio, e o House Of Blues – palco da última performance ao vivo de Tupac, estão entre os principais. Nesse site você encontra a programação completa do bairro. Com certeza vale a pena reservar um ou dois dias da sua estada em LA para assistir a shows por aqui. E se você estiver por lá em agosto, aproveite para conferir o Sunset Strip Music Festival, que rola anualmente e traz milhares de expectadores para as ruas.

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– Ir ao Coachella Valley Music and Arts Festival

O festival acontece anualmente nos dois últimos fins de semana de abril e dura três dias. Os palcos e tendas se instalam em meio ao deserto, na cidade de Indio, a cerca de duas horas de Los Angeles. O que faz dele especial, além das bandas e músicos bacanas, é o conceito. Atualmente não há nada mais hype do que ir ao Coachella e os gramados ficam cheios de celebridades em looks hippies e bohos. Dá pra acampar ou ficar em hotéis próximos, vai do gosto de cada um. Além dos palcos a edição passada contou com um mercado orgânico, tendas de massagem e arenas para jogos como queimada.

Esse post aqui tem informações e impressões mais detalhadas.

– Fazer uma tatuagem no Hight Voltage Tattoo 

O Hight Voltage Tatto é propriedade da diva da tatuagem Kat Von D, conhecida mundialmente através do seriado La Ink. É no estúdio localizado em West Hollywood, na esquina da Fountain com a La Brea Ave., que ela e seus companheiros de trabalho rabiscam corpos com tatuagens old schools da melhor qualidade.Se o seu sonho é ter uma tatuagem nesse estilo aqui é o lugar. Só não se esqueça de reservar um horário com antecedência através do site – aonde você encontra uma lista dos artistas que trabalham lá, assim como seus portifólios – e de ter bastante dinheiro guardado para isso – o valor mínimo é de $200. Se você não quiser radicalizar tanto será muito bem recebido para conhecer o espaço e levar um souvenir de lembrança.

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– Se deliciar com os sabores do Farm’s Market

O mercado fundado em 1934 reúne entre suas bancas de frutas e outros alimentos vários pequenos restaurantes com comidas deliciosas. Frequentado pelos locais é um daqueles passeios que fazem a gente se sentir um pouco parte da cidade. É imperdível para quem curte gastronomia e gosta de experimentar vários sabores. Vale a pena conferir o The Gumbo Pot, que oferece comida cajun, típica da cidade de New Orleans e que agrada somente aqueles com apreço pela comida forte e apimentada – como eu. Se você estiver hospedado em um lugar com cozinha, dá pra levar alguns ingredientes pra casa. Anexo ao mercado fica o shopping a céu aberto The Grove, que reúne algumas das mais tradicionais lojas americanas. É um programa para o dia todo  que pode, e deve, ser repetido.

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– Conhecer os bons restaurantes da cidade

Se você gosta de restaurantes descolados e/ou estrelados, LA é sem dúvida um paraíso. Lá estão reunidos alguns dos melhores restaurantes do mundo que ditam tendência para muito do que vemos aqui. É claro que para conhecer vários o seu bolso precisa estar recheado, mas escolher pelo menos um é obrigação de quem está visitando a cidade. A Paulete, do blog Viagens da Paulate, traz uma boa seleção aqui.

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– Garimpar no Melrose Trading Post

Ótima opção para quem busca achados originais com preços razoáveis, a feirinha é hotspot para designers, estilistas e celebridades. Mais conhecida pelos locais como Fairfax Flea Market, tem música ao vivo, comidas típicas, antiguidades, quinquilharias  roupas, sapatos, móveis, artesanatos, bijuterias e o que mais você imaginar. Acontece todo domingo, das 9 as 5pm, na esquina da Melrose com a Fairfaix Ave, mais precisamente no estacionamento da Fairfax High School – que para quem interessar foi aonde Anthony Kiedis e Flea, do Red Hot Chilli Peppers, se conheceram . A entrada custa $2 e o estacionamento é grátis. Vale lembrar que dinheiro vivo é sempre melhor para conseguir descontos.

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 – Aprender um pouco mais sobre astronomia, no Griffith Observatory 

O lugar já vale a visita pela paisagem: fica no topo do Griffith Park, entre as montanhas de LA, com uma vista maravilhosa da cidade e do Hollywood Sign. Mas se isso não é o suficiente pra fazer você ir até lá, o museu de astronomia o planetário com certeza serão.  Além disso é um programa super em conta: o estacionamento é grátis e a sessão no planetário custa só $7 por pessoa. Eu iria lá pra assistir o por do sol e fazer um picnic romântico.

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– Visitar os museus da cidade

Deixamos de conhecer dois dos principais museus da Califórnia, o que eu lamento muito. Realmente não tínhamos tempo, mas dizem que o Getty Center é imperdível, que a arquitetura é linda, os jardins maravilhosos e a vista de tirar o fôlego (posts bacanas aqui, aqui e aqui). Já o LACMA não agrada a tantos, mas como uma artista plástica, não podia ter pulado essa (post com mais detalhes aqui).

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Essas são só algumas das opções, podia citar mais pelo menos dez. Depois dessa, se alguém vier aqui e dizer que não tem o que fazer em Los Angeles vai levar bronca hem?

E eu, como sempre, não vejo a hora de voltar – e podia passar um mês inteiro por lá.

* As fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor, contate-nos.

 

 

 

 

Roteiro Resumido Los Angeles

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Como de costume, ao final da nossa estadia em cada cidade publico o roteiro resumido das nossas atividades. Segue abaixo o de Los Angeles:

Dia 23 – 01/09 – Quinta-feira
Chegada ao nosso apartamento em Beverly Hills.
Ida ao Hollywood Sign.
Visita a Amoeba Music.
Jantar rápido no Jack in the Box.
Dia 24 – 02/09 – Sexta feira
Dia no Universal Studios Hollywood (Parte I, Parte II).
Jantar e passeio pela City Walk.
Dia 25 – 03/09 – Sábado
Dia no Six Flags Magic Mountain.
Jantar rápido na Pizza Hut.
Dia 26 – 04/09 – Domingo
Passeio pela Hollywood Blvd: calçada da fama, Chinese Theatre e etc.
Saída para Las Vegas.

 

No próximo post: O que faltou fazer em Los Angeles.

Six Flags: pra quem gosta de Montanha Russa

No nosso terceiro dia em LA, optamos por ir a mais um parque, mas dessa vez radicalizamos um pouco mais. O Six Flags é a maior rede de parques do mundo e possui 19 unidades – 13 parques de diversão e 6 parques aquáticos – espalhadas pelos Estados Unidos e com unidades no México e no Canadá. Os parques de diversão possuem somente montanhas russas e por isso já digo: se essa não é a sua praia, nem pense em ir até um deles. Agora se você gosta da emoção de andar em um carrinho sobre, e muitas vezes sob, trilhos esse é um lugar que você não pode deixar de visitar. Lá você vai encontrar com certeza algumas das melhores montanhas russas do mundo.

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A unidade mais  próxima a Los Angeles é o Six Flags Magic Mountain e fica em Valencia, a cerca de 35 milhas – ou 45 minutos – do nosso apartamento em Beverlly Hills. Para quem tiver interesse, ao lado do Magic Mountain fica o Six Flags Hurricane Harbor, com atrações aquáticas.


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Tente sair antes da hora do rush para evitar o trânsito e você não terá maiores problemas em chegar até lá.

O estacionamento é grande e custa $18 por dia. Marque bem o local aonde você parou, nós ficamos quase meia hora procurando nosso carro na volta.

O ingresso para o parque custa $66,99, mas a melhor opção é comprar on line e ganhar um desconto de $20 por ingresso, que aumenta para $25 se for comprado com pelo menos três dias de antecedência. De quebra, você ainda vai evitar as filas nos guichês e pode ir direto para a fila da entrada.

O horário de funcionamento do parque varia conforme o mês e dia – no nosso caso o parque funcionou entre 10:30am e 8:00pm e mesmo assim não foi suficiente para que conseguíssemos ver tudo. Escolhemos um dia não muito bom para nossa visita, um sábado de sol  no meio das férias de verão. Além disso havia uma excursão gigantesca de muçulmanos que lotaram o parque. Pegamos filas enormes em todas as principais montanhas russas e isso fez do nosso dia bem mais cansativo do que havíamos planejado.

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Nesse caso valeria a pena ter comprador o The Flash Pass, que permite reservar horários na maioria das atrações. Existem três opções de Flash Pass: o Regular – que permite fazer a reserva para o mesmo tempo da fila (Ex: São 70 minutos de espera. Você vai poder embarcar dali 70 minutos, só quem sem ter que ficar na fila), o Gold – que reduz em 50% o tempo de espera – e o Platinum – que reduz o tempo em 90% e ainda permite que você vá a mesma montanha duas vezes. O preço do Flash Pass varia conforme o número de pessoas e a data da visita – você consegue simular tudo no site – e no nosso caso sairia $75, $127 e $187 respectivamente.

Quando gostávamos muito de uma montanha russa, tentávamos esperar por uma vaga de Single Ride: normalmente os carrinhos são triplos e a maioria das pessoas está em número par e querem ir juntas, por isso sempre sobra um lugarzinho. Não é organizado como nos parques da Disney – que muitas vezes possuem uma fila exclusiva para Single Riders – mas se você for esperto, consegue um lugar vago. Aproveitamos essa oportunidade em várias atrações e conseguimos ir até quarto vezes seguidas em atrações bem concorridas como  a Tatsu.

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Com relação a refeições, existem alguns pacotes, mas eu não acho que valem a pena.  Nós optamos por comer novamente no Johnny Rockets que possui duas unidades dentro do parque, com um preço bem superior as lojas de rua. A comida também não estava tão boa, mas nada que fuja dos padrões de parques. Vale a pena comprar uma “Suvenir Bottle”, que sai por $14,99 e permite você beber quanto refrigerante ou água quiser.

Na maioria das atrações, não é possível embarcar com nenhum objeto, por isso é melhor deixar tudo em um armário ou no próprio carro e levar somente o necessário, que você poderá colocar em nichos cada vez que embarca.

São 35 montanhas russas no total, sendo 12 para crianças, 15 de nível médio e 18 com maior intensidade de adrenalina. Nós não conseguimos ir em todas e priorizamos as 18 mais intensas.

Map

Não vou falar de cada uma pois achei um canal no Youtube que tem videos de boa parte das melhores montanhas russas dos Eua – clique aqui para ver todos. Vou postar aqui os das minhas preferidas:

Super Man: Escape from Krypton

Tatsu

X2

Green Lantern

Goliah

Scream

Viper

Nós saímos do parque as 8 da noite muito cansados. Chegando em Los Angeles paramos em uma Pizza Hut, pedimos uma daquelas pizzas gigantes e fomos comer em casa. No dia seguinte nossa missão era tentar conhecer o que faltava de Los Angeles e pegar a estrada com direção a Las Vegas, nosso ultimo destino.

Mais informações:

Six Flags Magic Mountain 

26101 Magic Mountain Parkway
Valencia, CA 91355

* Algumas das fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor, contate-nos.

 

Universal Studios Hollywood – Parte II: As atrações

O Universal Studios Hollywood é relativamente pequeno – comparando-o com os parques de Orlando – o que eu até gostei. Você passeia tranquilamente, sem achar que não vai dar tempo de ir em tudo.

Ele está dividido em duas áreas: Upper Lot e Lower Lot. A maioria das atrações, assim como a entrada, ficam no Upper e para acessar o Lower é necessário descer uma escada rolante interminável, mas que vale pela vista da cidade.

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A primeira coisa a se fazer chegando no parque, já que a maior parte das atrações são shows, é pegar um folheto com a programação e horários do dia, além do mapa. Assim você pode já decidir o que irá fazer primeiro. Nós começamos pelo Studio Tour, por ser a atração mais demorada e que tem mais fila, assim, ficamos com o resto do dia livre. Depois seguimos para o Lower Lot  – que costuma ficar mais cheio no fim do dia – e eliminamos todas as atrações de lá, para por fim subir e conhecer o resto.

Vou falar de cada uma das atrações separadamente, mas sem contar muitos detalhes para não estragar a surpresa.

1. Studio Tour incluindo King Kong 360 3D – Upper Lot

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Sem dúvida a melhor e mais especial atração do parque é também a que tem mais fila – demoramos mais de 70 minutos para conseguir embarcar.  O Tour todo demora cerca de 45 minutos e percorre os sets de filmagem reais da Universal. Você embarca em uma espécie de trem, com quarto vagões. Em cada um deles há uma Tv que mostra o guia, que fica no primeiro vagão e vai narrando e explicando todo o trajeto.

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Você passa por galpões fechados aonde estão sendo gravados filmes – as vezes é até instruído a ficar bem quietinho, para não atrapalhar a gravação –  e cenários ao ar livre.

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Além disso vai conhecer também os cenários de Tubarão, Guerra dos Mundos, Desperate Housewifes, Psicose e The Grinch. Também fazem parte do tour a demonstração de cena de ação com carros do Velozes e Furiosos, o terremoto dentro de uma estação de metro e a experiência inesquecível em um túnel 3D que tem como protagonista  King Kong.

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2. Jurassic Park The Ride – Lower Lot

O passeio começa por um trajeto tranquilo, mas que logo fica mais emocionante com a presença de alguns dinossauros. Prepare-se para ficar ensopado depois da grande descida que joga muita água pra cima.

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3. Revenge of the Mummy The Ride – Lower Lot

A montanha russa no escuro tem um lindo cenário e boas surpresas durante o caminho. Não tem loopings, portanto pode ser classificada como uma montanha russa de nível médio, mas mesmo assim, é bem legal!

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4. The NBC Universal Experience – Lower Lot

Uma espécie de museu, a atração exibe figurinos e objetos de filmes famosos, além de uma estátua do Oscar original.

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5. The Simpsons’s Ride – Upper Lot

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Com certeza o brinquedo mais divertido de todos. Além dos cenários serem lindos e super coloridos, a montanha russa virtual é perfeitamente sincronizada e real. Fomos duas vezes e eu queria muito ir de novo!

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6. The Terminator 2: 3D – Upper Lot

Pelas minhas pesquisas, essa atração não existe mais, mas eu gostei bastante dela. Tudo começa com um filme 3D e de repente as atrações pulam da tela, com direito a moto passando por entre as cadeiras, robôs, tiroteios e explosões.

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7. Universal House Of Horrors

A casa mal assombrada da Universal tem monstros como Jason e Chuck, o boneco assassino. Não assusta muito os adultos, mas deve ser bem apavorante para crianças!

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8. Water World – Upper Lot

O show acontece dentro de um tanque com direito a muitas acrobacias em jet skis e cenas de ação. Achamos bem legal e divertido, só tome cuidado para não sentar na Wet Zone, ou vai sair de lá ensopado.

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9. Universal’s Animal Actors – Upper Lot

Se você gosta muito de animais ou está com crianças vale a pena assistir o show aonde aves, cachorros e macacos mostram suas habilidades como atores. Caso contrário, repita alguma das suas atrações favoritas.

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10. Special Effects Stage – Upper Lot

O show mostra como alguns dos efeitos especiais dos filmes de Hollywood são feitos. Eles escolhem voluntários na platéia e eu fiz de tudo para ser escolhida, mas fui substituída por uma família de indianos. Vou ter que voltar lá de novo.

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11. Shrek 4D

A atração começa em uma sala aonde figuras holográficas dos três porquinhos conversam entre si. Depois o publico é redirecionado para um cinema aonde as cadeiras se mechem, você fica molhado quando o burro espirra e outras surpresas no mesmo estilo. Acho essa atração um pouco ultrapassada e um exagero chama-la de 4D, mas as crianças adoram!

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 12. The Adventures of Curius George (atualizando: Atração desativada)

Playground molhado para crianças calorentas se divertirem.

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13. Transformers The Ride 3D – Upper Lot

A atração foi inaugurada em maio de 2012, data posterior a nossa visita. Mas pelo comentários e reviews deve ser imperdível! Alguém já foi e pode contar pra gente?

Os brinquedos do parque não são as únicas atrações. As ruas do Upper Lot representam diferentes cidades do mundo – Paris, Londres, Mexico, Italia e NY –  e os cenários são lindos.

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Demos sorte e pegamos uma exposição dos carros originais usados no primeiro filme da sequencia de Velozes e Furiosos. Eu era apaixonada por esse filme e adorei poder ver tudo de pertinho.

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Encontramos também diversos personagens pelo parque e assistimos algumas performances bem divertidas.

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Saímos super felizes de lá, mas ainda não acabou. No próximo post vou contar como foi nosso passeio pela Citywalk.

Mais informações:
Universal Studios Hollywood 
100 Universal City Plaza
Universal City, CA 91608

 

No próximo post: Universal Studios Hollywood – Parte III : Citywalk

 

 

Jantar no Jack In The Box

Saímos da Amoeba Music com bastante fome – para variar – e na dúvida sobre qual lugar escolher para jantar demos de cara com um Jack in The Box na outra esquina.


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Apesar de sabermos que Los Angeles possui centenas de boas opções gastronômicas a praticidade falou mais alto e recorremos ao bom e velho Fast Food. Para ser sincera, o que falou mais alto mesmo foi o humor do Gui, que não estava lá essas coisas, já que a todo momento ele pensava no swell que tínhamos deixado pra trás em San Diego. Por isso, sem pestanejar, ao primeiro sinal de que o mau humor estava voltando enchi os olhos e a barriga do meu surfista com hambúrgueres e batatas fritas.

O esquema é bem similar ao de outras cadeias como Mc Donalds ou Burguer King, mas é sempre bom experimentar outros sabores. Eu e o Gui pedimos o Bacon Ultimate Cheeseburguer, acompanhado de fritas e refrigerante. Gastamos menos de $15 os dois.

Mais informações:
Jack in The Box – 6407 W Sunset Blvd  Los Angeles, CA 90028, United States

De San Diego a Los Angeles

Saímos de San Diego por volta da uma tarde com destino a Los Angeles. Dessa vez, ao invés de ir pelo litoral, utilizamos a I-5, que a partir de San Clemente, faz o trajeto pelo interior.


Exibir mapa ampliado

Pegamos um trânsito bem chatinho na região de Anaheim e o que nos salvou foram as Carpool Lanes, já que estávamos em dois. Para quem não sabe, a Carpool Lane é uma faixa reservada só para quem está levando alguma carona, ou seja, está em dois ou mais no carro.  Deixamos bastante gente pra trás percorrendo a estrada por essas faixas.

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Chegando em Los Angeles também havia trânsito para entrar na cidade, apesar de ainda não ser hora do rush. Demoramos quase três horas para percorrer todo trajeto, que normalmente demora duas.

No próximo post: Nosso apartamento em Bervelly Hills (ou quase!)