Kitesurf: a gente quer velejar também – Surf na Taíba

O objetivo principal da viagem era o Kitesurf, mas se o pico tivesse umas ondinhas não seria nada mal. E na Taíba tem. Se você der sorte pode se deparar com ótimas condições – o que eu já adianto, não foi o nosso caso – e pegar ondas realmente boas.  Os  dois picos principais – Morro do Chapéu e Taibinha – costumam ser palco de competições amadoras e profissionais e deixam os cearences orgulhosos da sua terra.

page1

Taíba tem potencial para o surf e é palco de diversos campeonatos.

O Morro do Chapéu fica no canto direito, bem em frente ao Taíba Beach Resort, onde estávamos hospedado.

As ondas quebram em cima de uma bancada de corais – é bom tomar cuidado na hora da vaca –  e ficam melhores na maré baixa. Se estiver ventando – o que acontce 99% do tempo – a melhor opção é surfar bem cedo ou no fim da tarde quando o vento está mais fraco, pois apesar de ser terral pode dar uma segurada nas ondas.  Nós não pegamos um bom swell, e as ondas estavam bem pequenas, mas o pico tem potencial para receber ondulações de até um metro e meio e proporcionar um bom surf para quem der sorte.

O Waves tem uma câmera ao vivo que mostra as condições do mar.

page4

Lívia e Mau: primeiro em ondas separadas e depois quase trombando e atropelando a Janine.

page3

Caru e Gui Saindo do mar. Janine em uma das muitas ondas do dia.

Taibinha fica no meio da praia. As ondas também quebram numa bancada de corais e funcionam melhor do que o Morro do Chapéu na maré cheia. O pico é ótimo para prática de Kitewave pois além das boas ondas, a direção do vento em relação à praia é excelente.

page2

Os meninos até tentaram fazer um Kitewave, mas as condições realmente não ajudaram.

Nossa rotina durante a semana que passamos lá era surf de manhã e kitesurf depois do meio dia. Quando a gente volta pra lá mesmo?

*** Algumas das fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos autorais de alguma das imagens e deseja que ela seja creditada ou retirada por favor contate-nos.

De Half Moon Bay a Santa Cruz

O caminho entre Half Moon Bay e Santa Cruz é lindo. A partir desse trecho começamos a nos deparar com paisagens maravilhosas e o Oceano Pacifico com seu azul sem igual passou a ser nosso companheiro inseparável.

Além do oceano, as plantações também estão por toda parte e dão um ar diferente a paisagem.

Levamos cerca de 1 hora e meia – com as paradas – para percorrer o trecho. Direto acredito que leve cerca de 1 hora. Mas venhamos e convenhamos, uma “Road trip” é feita desses momentos que na nossa opinião devem ser curtidos ao máximo.

Nossa primeira parada foi no Pigeon Point Lighthouse, o farol mais alto da costa oeste, construído em 1871.

O  Pigeon Point Lighthouse é lindo de morrer e funciona como um parque estadual.

Adoramos!

Ventando pouco!

Placa indicando perigo de Tsunami!! / Barril fofo / Na casinha do farol funciona um museu que conta toda a sua história.

No local funciona um hostel e ficamos com muita vontade de se hospedar por ali. Deve ser muito legal passar a noite no farol ao som das ondas.

Que delícia passar a noite no farol!

Dica: se você estiver por aqui e bater aquela fome de uma passadinha em Pescadero – 8km ao norte do farol –  para se deliciar na Duarte’s Tavern – 202 Stage Road. Dizem que o caldo de alcachofras do lugar é incrível,  me dá água na boca só de pensar!!

Quase chegando em Santa Cruz resolvemos fazer mais uma parada: vários Kitesurfs no céu chamaram nossa atenção.

A praia se chama Waddell Creek, fica 12 milhas ao norte de Santa Cruz e é um dos principais points de Kite wave da região. Os ventos rolam o ano todo, mas é de abril a outubro que a prática é mais comum. Se você topar encarar a água congelante fique sabendo que o pico fica dentro do Red Triangle, a área da Califórnia com mais concentração de mamíferos como leões marinhos e lontras. Com alimentação abundante é aqui que os tubarões brancos se concentram também. Vai encarar?

Kites Bombando!

No próximo Post: Nossa CASA em Santa Cruz! Sim, CASA!