Kite Surf: a gente quer velejar também – Hospedagem na Taíba

Apesar de ser uma cidade pequena a praia é bem extensa e é legal ficar atento a localização na hora de escolher a hospedagem. Como nosso foco principal era o Kite, nossa intenção era ficar o mais próximo da lagoa possível. Porém, após um pouco de pesquisa percebi – e confirmei pessoalmente depois –  que não há nada realmente perto da lagoa. De nenhuma pousada você vai conseguir ir a pé até ela, portanto, optamos por ficar de frente para o pico de surf,o Morro do Chapéu, que fica exatamente na ponta oposta da praia.


Visualizar Sem título em um mapa maior

Estávamos em dúvida entre alugar uma casa e ficar em uma pousada – já que estávamos em sete pessoas. Por fim achamos um lugar que unia os pontos positivos de cada uma dessas opções.

O Taíba Beach Resort é um condomínio de casas e pequenos apartamentos. De frente para a praia conta com uma ótima estrutura – tem segurança, estacionamento, wi-fi, restaurante que serve aperitivos e refeições e uma piscina linda. A maioria das propriedades pertencem a holandeses e talvez por isso, nós eramos praticamente os únicos por ali.

page recepção page piscina page externas

Ficamos em um apartamento que eu achei pelo site Alugue Temporada com uma diária super justa. (O apartamento que nós ficamos não está mais disponível no site. Tentei contato com os proprietários e não obtive retorno. Porém outras unidades do mesmo resort estão disponíveis no site e também através de contato direto com o condomínio.)

Os proprietários, foram bem atenciosos com a gente. Nos deram várias dicas e levaram os meninos para dar uma volta pela cidade, mostrando como fazíamos para chegar até a lagoa, os principais restaurantes e comércio.

Os dois quartos – com ar condicionado e Tv –  e o mezanino,  acomodaram-nos muito bem. O único inconveniente é que os banheiros – são dois no total – ficam no interior dos quartos e se alguém for dormir no mezanino vai ter que de qualquer jeito, entrar nos quartos para usa-los. Democraticamente nos dividimos e combinamos que iríamos sempre dormir de porta aberta, pra ninguém ficar constrangido de entrar.

page sala

A cozinha tem todos os utensílios: cafeteria, bebedouro quente e frio, maquina de lavar louça e até uma máquina de lavar roupa que nós usamos bastante. A sala é grande e tem uma Tv com vários canais. As duas varandas  com rede, super gostosas, foram o lugar que ficávamos a maior parte do tempo.

page cozinha page varandas

A escolha de ficar lá não podia ter sido mais assertiva. Taíba possui poucos restaurantes e foi ótimo poder fazer algumas refeições em casa. Além disso a área comum do apartamento nos permitiu uma socialização maior com nossos companheiros de viagem.

page galera

Fora a área do condomínio que é incrível e o restaurante com preço justo e comida gostosa. Se soubéssemos dele antes, teríamos nos programado para cozinhar menos.

page vistas

Além da diária você paga uma taxa de limpeza, que acontece no dia do check out. Nós contratamos a faxineira mais um dia, no meio da nossa estadia, para dar uma ajeitadinha em tudo.

Para quem vai em menos pessoas, ou simplesmente prefere ficar numa pousada, há algumas opções. Nós conhecemos duas delas.

A Pousada Taiba Blauset – onde os amigos que vieram só passar o fim de semana ficaram – é ok e tem bom preço, mas as fotos do site valorizam bastante a realidade.

page bauset

A Vila Marola é um pouco mais cara, mas mais bonita e bem mantida, além de ser de frente pra praia e possuir uma escola de kite própria.

page vila marola

Mais informações:

Pousada Taiba Blauset
http://www.pousada-taiba-blauset.com/en/index.html
Rua Barra Mar, nº1
pousadablauset@gmail.com
Telefone:  55 (85) 87087512
Diárias a partir de R$85,00

 

Pousada Vila Marola
http://www.vilamarola.com.br/
+55 85 33156392
+55 85 33156357
+55 85 91817734
Diárias a partir de R$200,00

 

Taiba Beach Resort
http://taibabeachresort.com/

Nosso apartamento em Beverly Hills (ou quase!)

Já havíamos passado por Los Angeles nessa nossa viagem, só que ficamos hospedados em Santa Mônica e dedicamos nosso tempo exclusivamente a faixa litorânea da cidade. Decidimos voltar por mais três dias, e dessa vez, conhecer a parte mais urbana.

A decisão do local da hospedagem foi difícil como sempre: Los Angeles é grande, e mesmo eliminando os bairros que tem praias – Malibu, Venice, Santa Monica etc – ainda sobravam algumas opções.

Pesquisa daqui, pesquisa dali, acabamos encontrando uma ótima opção próxima a Beverly Hills.

Dessa vez utilizamos o site Wimdu, que funciona mais ou menos como o Air BNB – que eu expliquei nesse post aqui. A diferença é que no Wimdu você encontra mais estabelecimentos comerciais como pousadas e Bed and Breakfasts, casas e apartamentos inteiros. É sempre bom entrar nos dois sites e comparar as opções.

Nossa escolha foi um apartamento – todinho para nós – localizado em Beverly Hills (ou quase!). Na verdade ele fica no que eles chamam de ‘Beverly Hills Border’, algo como a periferia de Beverly Hills. Mas era bem pertinho, cerca de 10 quarteirões da Rodeo Drive.


View Larger Map

O bairro é relativamente perto de todos os outros principais bairros de LA – West Hollywood, Hollywood Hills e Bel Air – e como estávamos de carro, não tivemos problemas em termos de locomoção. Los Angeles, de maneira geral, é uma cidade na qual você precisa de um carro – o transporte público não é eficiente e andar a pé pelas freeways que dividem os bairros se torna meio difícil.

Chegamos ao apartamento por volta das quatro da tarde e a proprietária Debora havia deixado a chave com a vizinha para nós. O apartamento fica no segundo andar de um predinho de dois andares  – foi um pouco trabalhoso subir a bagagem que nessa etapa da viagem já estava bem pesada – e possui uma vaga coberta, na qual estacionamos o carro.


View Larger Map

O interior era espaçoso e arejado, com um quarto grande, banheiro, sala de estar, sala de jantar e cozinha equipada. O apartamento tem Wi-fi e TV a cabo.

A sala, com Tv e som.

A sala, com Tv e som.

aaaaa

A cozinha e a sala de jantar.

aaaaa

O quarto e o banheiro.

Ficamos muito bem instalados e foi ótimo ter todo aquele espaço só para nós. Pagamos cerca de $100 por noite mais a taxa de limpeza no valor de $50. A proprietária – uma italiana super simpática – pede também $500 como garantia, que ela devolve ao final da estadia.

Não me vejo hospedada em Los Angeles em outro lugar que não seja esse!

Mais informações:

Apartamento da Debora no Winduclique aqui.

Nosso hotel em La Jolla, SD

Como eu já comentei por aqui, San Diego foi uma das partes mais sem planejamento da viagem. Além de não ter achado tanta informação sobre a cidade, nós já estávamos viajando à 20 dias e nossa vontade de fazer passeios para turistas já não era tão grande. Isso influenciou bastante a escolha da localização da nossa hospedagem.  Pra conhecer San Diego mesmo, o melhor é ficar na região do Gaslamp Quarter. Dali você vai ter fácil acesso a todas as regiões, compras e pontos turísticos.

Como essa não era a nossa itenção optamos for ficar em uma das regiões mais charmosa de San Diego. La Jolla (pronuncia-se La Roia) possui um dos m² mais caros da cidade e é cheia de mansões.


Ver mapa maior

Nosso hotel não era tão chique ou charmoso assim, mas foi uma ótima opção custoxbenefício. O Travelodge é uma rede de hotéis e motéis que traz como premissa a melhor tarifa unida a um atendimento cordial e instalações confortáveis e limpas.

A unidade de La Jolla – existem sete na região de San Diego conta com piscina, lavanderia à disposição dos hóspedes, estacionamento e internet wi-fi grátis além café da manhã incluso na diária – bagels, cream chesse, suco de laranja (de caixinha), muffins, leite, cereais, café e bananas – uma raridade nos hotéis americanos. Nosso quarto tinha ar condicionado, frigobar, microondas, cafeteira, secador de cabelo, ferro de passar e era espaçoso e limpo. O atendimento da recepção foi excepcional. Mas o melhor de tudo era a localização: o Travelodge La Jolla Beach fica a um quarteirão da Wind’n Sea Beach, aonde de quebra, rolam umas ondinhas.

Fachada, recepção e piscina.

Fachada, recepção e piscina.

O quarto e o banheiro.

O quarto e o banheiro.

O café da manhã e a praia próxima.

O café da manhã e a praia próxima.

O mapa mostra a distância da praia:


Ver mapa maior


Ver mapa maior

O preço também foi excelente, pagamos um total de $265, já com as taxas, por quatro dias de hospedagem.

Confesso que a essa altura da viagem, já não tinha mais muito pique para as fotos. Eu não pretendia escrever um blog na época, deixei a preguiça falar mais alto e não me preocupei em tirar fotos do hotel e do café da manhã – arrependimento mata? As fotos do post são do site, mas prometo, condizem totalmente com a realidade.

Passamos no hotel só para fazer Check In e guardar as coisas. Saímos logo, com destino a Pacific Beach, para encontrar com uma das minhas mais queridas amigas que estava morando por lá. Mas isso eu vou contar no próximo post.

Travelodge La Jolla Beach
6750 La Jolla Blvd, Nautless & La Jolla Blvd, La Jolla, CA 92037 US
Mais informações: http://www.lajollatravelodge.com/

Nossa casa no O.C.

Mais uma vez usamos o site Air BNB para escolher a nossa hospedagem durante a viagem. Já expliquei como ele funciona e contei nossa primeira experiência em Santa Cruz aqui, e também contei como foi se hospedar na casa do George em Santa Monica aqui.

No caso do O.C., a escolha do lugar ocorreu de uma maneira um pouco diferente dos outros. Não sabíamos ao certo em que praia gostaríamos de ficar. Huntington, Newport, Laguna e San Clemente ficam todas dentro do condado e tem muitos atrativos que nos atraem.

A area de Newport.

A area de Newport.

Buscando no site por algum lugar bacana dentre essas possibilidades, me deparei com a casa da Linda e me apaixonei completamente por ela. A casa parecia ter saído de um sonho de verão, toda bem cuidada e cheia de detalhes charmosos. A anfitriã, parecia educada e preocupada com seus hóspedes.

Mas o melhor ainda estava por vir: a localização. O paraíso da Linda fica dentro de outro paraíso e ele se chama Balboa Island.


Exibir mapa ampliado

A pequena ilha artificial – além dela existem mais duas menores –  fica no meio do canal de Newport, uma das comunidades a beira mar mais chiques da Califórnia. A ilha em si, é mais exclusiva ainda. Com uma população de cerca de 3 mil habitantes, é um dos territórios com maior densidade demográfica da Califórnia. As pequenas casas têm preços estratosféricos.

A ligação com o continente é feita através de uma ponte que fica do lado norte da ilha, ou por uma pequena balsa ao sul, que liga o pedacinho de terra a peninsula de Newport.

A ponte que liga Balboa ao continente.

A ponte que liga Balboa ao continente.

O trajeto também pode ser feito pela pequena balsa.

O trajeto também pode ser feito pela pequena balsa.

Apesar da diária de $110 exceder um pouco nosso orçamento, decidimos nos dar o presente de fazer parte por três dias desse lugar que parecia só existir nos filmes.

Chegamos a Balboa – vou fazer um post depois só sobre a ilha, contando mais detalhes de como esse lugar é bacana –  por volta das seis da tarde da quinta-feira, 25 de agosto de 2011. Linda, a anfitriã, estava a nossa espera. Seguindo sua orientação, paramos o carro na rua em frente a casa e fomos conhecer seu paraíso. As fotos falam por si.

A fachada da casa e alguns detalhes do quintal.

A fachada da casa e alguns detalhes do quintal.

A rua da Linda e o quintal da casa.

A rua da Linda e o quintal da casa.

A sala com lareira.

A sala com lareira.

Linda nos surpreendia nos detalhes. Até plaquinha de boas vindas ela fez pra nós.

Linda nos surpreendia nos detalhes. Até plaquinha de boas vindas ela fez pra nós.

Nosso quarto: lindo como todo o resto. O colchão, os travesseiros e os cobertores eram perfeitos.

Nosso quarto: lindo como todo o resto. O colchão, os travesseiros e os cobertores eram perfeitos.

O banheiro não fica de fora de todo o cuidado. Adorei os sabonetes líquidos da Bath and Body Works. Comprei um estoque pra minha casa.

O banheiro não fica de fora de todo o cuidado. Adorei os sabonetes líquidos da Bath and Body Works. Comprei um estoque pra minha casa.

Além da hospedagem, Linda nos ofereceu também o café da manhã. Cada dia ela nos surpreendia com algo mais gostoso e reconfortante. Frutas vermelhas com iogurte grego e nozes, english muffins quentinhos, bolos e até uma torta de maçã fresquinha – e quentinha! –  de uma padaria próxima. Infelizmente não tiramos foto do café todos dias mas o cuidado da Linda me impressionou muito. Em um dos dias, ela saiu cedo para dar uma volta de kayak – um dos seus passeios favoritos pela ilha – e deixou tudo prontinho, acompanhado de um bilhete com as instruções. Coisa de mãe!

Linda's note. I love it!

O bilhete fofo da linda!

O café da manhã que linda preparou para nós no primeiro dia.

O café da manhã que linda preparou para nós no primeiro dia.

Linda foi a melhor surpresa dessa nossa hospedagem. Apesar de já pelos e-mails perceber que ela era uma pessoa educada e atenciosa, não esperava sentir essa afinidade por ela. Desde o momento em que chegamos sua atenção me encantou. Seu interesse pela nossa história, sua paciência ao nos ouvir falar em inglês e a preocupação em nos deixar informados de tudo – ela chegava a ver a previsão das ondas no jornal pra gente –  são algumas das coisas que posso citar e que muito provavelmente você vai receber também se escolher se hospedar com ela – de uma olhada no reviews sobre ela no site. Já a amizade que construímos, essa eu não posso garantir. É coisa que vai além de fatos, vem do coração.

Nós e a querida Linda.

Nós e a querida Linda.

Linda, saiba que você fez a nossa viagem um pouco mais especial e inesquecível. Eu e o Gilbert – é assim que ela chamava o Gui  – somos muito agradecidos por tudo e pensamos sempre em você.  A gente espera um dia poder te reencontar para compartilhar o que aconteceu com a gente desde aquele verão, que como você sabe, foi um dos mais especiais da nossa vida! Saiba que, se um dia você tiver a oportunidade, será muito bem vinda na nossa casa e na nossa Ilhabela, aqui no  Brasil!

Mantive contato com a Linda por um bom tempo após a viagem, mas faz algum tempo já que não falo com ela. Vou traduzir esse post para o inglês para que ela possa ver.

Se você quiser conferir a versão em inglês, clique aqui.

Link da casa da Linda no Air BNB: https://www.airbnb.com.br/rooms/70701

No próximo post: A arraia de Balboa Island

 

Nossa CASA em Sta Monica – LA

A gente já contou aqui no blog que em alguns dos nossos destinos tomamos uma decisão bem bacana: nos hospedamos em casas ao invés de hotéis. As reservas e contatos foram feitos através do site Air BNB e no post sobre a nossa primeira experiência em Santa Cruz, a gente explica direitinho como fizemos.

O segundo lugar em que optamos por esse tipo de hospedagem foi em Santa Mônica. Decidimos ficar nessa parte de Los Angeles para conhecer melhor a área próxima ao mar: Venice Beach, Santa Mônica e Malibu. Antes de fazermos a reserva pesquisamos bastante as opções de hospedagem nos três lugares e o lugar com melhor custo beneficio que achamos foi esse. Mas tanto Venice, como Malibu, também tem boas opções.

Vou dividir em tópicos as nossas impressões sobre o lugar que nos hospedamos.

– Localização: A casa do George, nosso anfitrião, fica na 14th St no bairro Santa Mônica em Los Angeles. Santa Mônica fica entre Malibu e Venice, ao sul de Hollywood e Bervely Hills. Segundo o George mesmo de ônibus dá pra conhecer a cidade toda facilmente partindo dali, incluse os estúdios da Universal e da Warner.


Ver mapa maior

O nosso objetivo era conhecer os lugares mais próximos dali, e de carro, chegávamos até Venice em 5 minutos e em  Malibu em cerca de vinte. Até o píer de Santa Mônica e o Palisades Park fomos a pé e apesar dos 14 quarteirões cansarem um pouco, valeu a pena, por que não é fácil estacionar na região. Há várias opções de restaurantes, farmácias e supermercados bem pertinho da casa.

Ver mapa maior

Da casa até o Píer: 14 quartéirões e quase meia hora de caminhada.

– A Casa: nosso quarto e o banheiro privativo eram confortáveis. O espaço foi sufiente para nossas malas e uma pequena varanda abrigou as pranchas. As toalhas e os lençóis estavam limpos. Além dessa área, George nos permitiu também usar a sala – com Tv e um sofá confortável – e a cozinha – com geladeira, fogão, forno elétrico e uma mesa de jantar.

A sala.

A sala.

A Tv da sala.

A Tv da sala.

A cozinha.

A cozinha.

 

O quarto.

O quarto.

O banheiro.

O banheiro.

– Privacidade: a casa era na verdade o escritório do George. Ele ficava a maior parte do tempo dentro de um dos quartos e por volta das cinco da tarde ia embora pra só voltar no dia seguinte por volta das oito.

– Estacionamento: O estacionamento nas ruas da região só é permitido para moradores. O George nos deu um cartão com a permissão para ser pendurado no para brisa e na maioria dos dias não tivemos problemas pra estacionar.

– O Anfitrião: sempre muito prestativo George esperou a gente chegar pra nos entregar a chave e o cartão do estacionamento. Junto nos deu algumas informações impresas referentes aos restaurantes e comércio próximo, linhas de ônibus e horários. Ele se mostrou também bem interessado no Brasil e conversou bastante com a gente.

– Valor: Pelos dois dias de hospedagem, pagamos $157, com as taxas.

Adoramos ficar na casa do George e super recomendamos. Um casal de amigos aqui do Brasil também se hospedeu lá um seis meses depois e adorou.

Esse é o link da casa: https://www.airbnb.com.br/rooms/24231

No próximo post: Palisades Park

San Simeon x San Luis Obispo

Depois de percorremos o Big Sur chegamos a uma cidadezinha chamada San Simeon. O dia tinha sido longo e as seis horas da tarde quando chegamos no hotel estavamos mortos.

Mais uma vez, optamos por passar a noite no Motel 6, que atendeu muito bem as nossas expectativas e foi a melhor escolha custo x beneficio que podiamos ter feito.

Já não podemos dizer o mesmo quanto a cidade que escolhemos para pernoitar.

San Simeon é uma cidade bem pequena, que não tem nada de interessante, a não ser o Hearst Castle, que foi o motivo da nossa escolha. Mas a cerca de 45 milhas de distância, 1 hora e 10 de carro, fica São Luis Obispo, uma cidade super bacana, cheia de lojas, barzinhos e restaurantes. Super vale a pena se hospedar lá e fazer o trajeto para ir pro Heast Castle durante o dia. Pior é fazer como a gente, que teve que viajar a noite, depois de perambular o dia inteiro, até a cidade vizinha para encontrar um pouco de agitação.


Ver mapa maior

A.Hearst Castle, B.San Simeon e C.San Luis Obispo.

 

Fazer a viagem valeu a pena, chegando na rua principal de SLO uma feirinha animada estava acontecendo e jovens lotavam os barzinhos. Deu até pra fazer umas comprinhas básicas. Pena que não tiramos fotos, pq realmente não esperavamos nada de mais dali e a camera ficou no hotel.

Motel 6 San Simeon: 9070 Castillo Drive, SR 1/Cabrillo Highway at Vista del Mar – San Simeon CA 93452

Reservas e valores: http://www.booking.com/hotel/us/san-simeon-9070-castillo-drive.pt-br.html?aid=363621

No próximo post vou contra sobre a nossa visita ao Hearst Castle na manhã seguinte.

Motel 6 em Monterey

O Motel 6 é uma rede de motéis que existe por todo os EUA. Para quem não sabe motel por lá não tem cama redonda nem espelho no teto. É só um hotel bem simples e mais barato, que normalmente fica em uma cidade pequena ou na beira da estrada.

Dá pra viajar a California toda só ficando no Motel 6. Eles estão inclusive fazendo uma renovação na estrutura de algumas unidades e está ficando bem bacana.

Como íamos passar apenas uma noite em Monterey e os hotéis por lá tem o preço um pouco acima da média, essa foi a nossa opção.

Motel 6 De Monterey.

O atendimento no Front Desk foi perfeito, o quarto era simples, mas limpinho e vamos combinar que é isso que importa. O preço também importa né? $60 a diária com estacionamento. Alguns têm piscina, que é o caso do que ficamos. Não há café da manhã nesses motéis, nem frigobar nos quartos. O máximo que você vai encontrar é wi-fi paga, máquinas de gelo, refrigerante e café pelos corredores e máquinas de lavar roupa que inclusive usamos para lavar as nossas, que depois de 10 dias de viagem já estavam precisando. O sabão em pó vendido na recepção custava $1 e ficha para lavar $2,50.

O quarto.

O Banheiro: pequeno mas limpo.

E a pia, que até que era espaçosa.

Essa unidade tem até piscina! Não sei se tem alguém que encara o frio não!

Deixamos nossas coisas por lá e saímos pra uma volta na Cannery Row, que fica pro próximo post.

Motel 6 – 2124, Freemont Street – Monterey

Reservas e valores: http://www.booking.com/hotel/us/monterey-2124-north-fremont-street.pt-br.html?aid=363621

Nossa CASA em Santa Cruz

Quem aí já ouviu falar do site Airbnb?

Eu nunca tinha até começar a pesquisar sobre essa viagem.

Segundo a definição do próprio site o Airbnb “é um website social que conecta as pessoas que têm espaço de sobra com aquelas que estão procurando um lugar para ficar. Através das experiências no Airbnb, os hóspedes e os anfitriões constroem conexões reais com pessoas de verdade em todo o mundo. Os hóspedes ganham acesso a espaços únicos e originais e mergulham na cultura dos seus destinos. Nós chamamos isso de viajar como um ser humano!”

Teoria linda, mas e na prática, é assim mesmo? Sim!

Utilizar o Airbnb foi uma das melhores decisões que tomamos nessa viagem. Além de ser mais econômico do que a maioria dos hotéis e oferecer mais conforto, a experiência de estar dentro de uma casa é incrível. Optamos por nos hospedar dessa maneira em quatro dos nossos destinos e não nos arrependemos em nenhuma ocasião. Querem começar a entender por que?

Noreen’s house: linda linda!

Essa é a casa que ficamos em Santa Cruz.

Ela pertence a Noreen, uma americana de meia idade que após a saída dos filhos de casa ficou com quartos sobrando e decidiu alugá-los para pessoas do mundo todo. Super atenciosa pelos e-mails, Noreen foi super na dela quando chegamos por lá, nos deixando super à vontade. Não precisamos nem incomodá-la para pegar a chave, já que tudo era aberto por códigos, que ela nos enviou por e-mail. Só encontramos com ela quando já estávamos carregando o carro para ir embora.

A entrada separada garantiu nossa privacidade.

A casa ficava um pouco distante do centro, próxima a Universidade, em um bairro super tranqüilo – optamos por isso, pois estávamos de carro. Nosso quarto ficava em uma espécie de edícula, em cima da garagem e era super gostoso. Todos os dias Noreen deixou pra nós biscoitos caseiros quentinhos, frutas e café. Tudo isso por apenas $60 por dia. Será que vale a pena?

O quarto era espaçoso e aconchegante. As pranchas puderam ficar guardadas na garagem, o que garantiu mais espaço pra gente!

Banheiro: tinha até amenities!

Atenção nos detalhes!

Biscoitinhos caseiros e frutas nos aguardavam ao lado da cafeteira todos os dias.

O pagamento é todo feito através do site por cartão de crédito e é por lá também que você verifica a disponibilidade e pode perguntar aos donos das casas informações mais especificas. Sempre verifique se são fornecidos roupa de cama e banho, se o banheiro é privativo, se o café da manhã está incluso, se há lugar para estacionar o carro – se esse for o seu caso – ou se é fácil se locomover de transporte público do local. Tem pessoas que deixam você ter acesso a toda casa, inclusive a cozinha, outras colocam frigobar no quarto, e por ai vai.

Importante é você ler os reviews de quem já se hospedou e alisar as experiências. Vale lembrar também que é necessário ter um perfil confiável no site para que aceitem as suas ofertas, por isso é sempre legal colocar sua foto e todas as informações corretas.

O Airbnb funciona no mundo todo e é uma ótima dica para qualquer viagem.

Vocês vão comprovar isso depois que a gente contar todas as nossas experiências!

Esse é o link para a casa da Noreen: https://www.airbnb.com.br/rooms/81528

No próximo post conto sobre a Santa Cruz Board Walk!

O hotel em San Francisco

Escolher o hotel em SF não foi tarefa das mais fáceis, já que a cidade é grande e tem muitas opções. Queríamos um hotel com preço acessível, boa localização e claro, instalações confortáveis. Existem muitos albergues pela cidade e eles podem ser uma boa opção para quem viaja sozinho ou com os amigos, mas no nosso caso queríamos algo mais privativo.

A primeira tarefa foi decidir em que área queríamos ficar.

Você pode optar pelo Embarcadero, área próxima aos Piers, cheia de restaurantes e lojinhas. Passando por ali vimos que tem um Hilton, que parece bem legal. Se a idéia é economizar, procure o Hostelling Internacional do Fisherman’s Wharf (http://sfhostels.com/fishermans-wharf/).

Hilton Fisherman's Wharf. Boa localização próxima a bons restaurantes.

Na área hippie de SF, o Haigh, você pode se hospedar na diferente Red Victorian Inn (http://www.redvic.com/), um “bed and breakfast”, que parou nos tempos do Woodstock. A área é muito legal, mas meio longe do eixo turístico.

Red Victorian Inn: opção diferente em area hippie de San Francisco.

Uma boa opção também é o The Good Hotel (www.thegoodhotel.com), um hotel design que tem um conceito sustentável e estimula as boas práticas. Se você for de bicicleta ou carro hibrido, ganha desconto na diária. O problema aqui é a localização. O hotel fica no SOMA, uma área que tem muitos homeless (sem-teto), mas me juraram que eles não fazem nada, no máximo vão te pedir dinheiro. Não acho uma boa opção se você for uma mulher desacompanhada, mas no mais, acho que o hotel vale o esforço.

Um dos quartos do The Good Hotel no SOMA.

Se a idéia for aproveitar a cidade para surfar se hospede próximo a Ocean Beach, mas só se você for no inverno, por que no verão dificilmente rola onda. Essa semana rolou por lá o Rip Curl Pro Search e o surfista Gabriel Medina, estreante no WCT, venceu mais uma vez, passando por Kelly Slater, Taylor Knox e Joel Parkinson.

Gabriel Medina quebrando em Ocean Beach.

Voltando ao assunto do post, nós optamos por ficar próximo a Union Square. A região é repleta de hotéis, para todos os gostos e bolsos, além de todas as lojas que você pode querer. Praticamente todas as linhas de ônibus e cable cars passam por ali e o acesso é um dos melhores.

O escolhido foi o Park Hotel (http://www.paramounthotelsinc.com/). A localização não podia ser melhor, você consegue ir a pé a Union Square, China Town e ao Financial District. O preço é incrivelmente bom. Nós pagamos cerca de $90 a diária já com as taxas, mas você consegue suítes mais baratas com banheiro coletivo. Além disso o hotel possui cozinha, lavanderia e wireless grátis. O nosso quarto era super confortável, arejado e iluminado e grande o suficiente para nós, as pranchas e as malas. Tinha até frigobar, uma raridade nos hotéis americanos. Isso nos permitiu tomar nosso café da manhã típico brasileiro todos os dias no quarto, e abrir mão dos ovos, bacons e panquecas!

Chegando ansiosos no quarto!

O quarto: bem iluminado e arejado.

Vista da nossa janela.

Bathroom

Banheiro: Super limpinho!

Ridel

Nós e o simpático recepcionista Ridel. Sempre disponível para nos dar informações.

Dicas utéis:

– Independente da sua opção, na hora de escolher o hotel vá sempre ao Trip Advisor (www.tripadvisor.com.br) e se baseie nas resenhas de quem já esteve lá para fazer sua escolha. Nós fizemos isso e ficamos 100% satisfeitos com as nossas.

– Durante o planejamento da viagem, principalmente na área de San Francisco, o blog Hotel Califórnia foi fundamental (www.hotelcalifórniablog.com). A responsável
pelo blog é a Maryanne, que mora na cidade a um bom tempo e dá dicas fantásticas.  Lá você encontra diversas dicas de hotéis.