SF Jazz Festival

calendar-sfjf33-2015

 

O festival reúne nomes do jazz como Snarky Puppy, Julian Lage and Chris Eldridge, Goapele, Shelby Lynne, Campbell Brothers, John Scofield Quartet with John Medeski, Robert Glasper Trio, Wil Blades & Dr. Lonnie Smith, Pedrito Martinez, Tribute to Ernesto Lecouno with Chucho Valdes, Gonzalo Rubalcaba & Michel Camilo dos dias 9 a 21 de junho.

Os shows acontecerão em três locais diferentes: SFJAZZ Center’s Robert N. Miner Auditorium, Joe Henderson Lab e no Davies Symphony Hall.

SF Jazz Festival

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O festival reúne nomes do jazz como Snarky Puppy, Julian Lage and Chris Eldridge, Goapele, Shelby Lynne, Campbell Brothers, John Scofield Quartet with John Medeski, Robert Glasper Trio, Wil Blades & Dr. Lonnie Smith, Pedrito Martinez, Tribute to Ernesto Lecouno with Chucho Valdes, Gonzalo Rubalcaba & Michel Camilo dos dias 9 a 21 de junho.

Os shows acontecerão em três locais diferentes: SFJAZZ Center’s Robert N. Miner Auditorium, Joe Henderson Lab e no Davies Symphony Hall.

SF Jazz Festival

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O festival reúne nomes do jazz como Snarky Puppy, Julian Lage and Chris Eldridge, Goapele, Shelby Lynne, Campbell Brothers, John Scofield Quartet with John Medeski, Robert Glasper Trio, Wil Blades & Dr. Lonnie Smith, Pedrito Martinez, Tribute to Ernesto Lecouno with Chucho Valdes, Gonzalo Rubalcaba & Michel Camilo dos dias 9 a 21 de junho.

Os shows acontecerão em três locais diferentes: SFJAZZ Center’s Robert N. Miner Auditorium, Joe Henderson Lab e no Davies Symphony Hall.

CALIFORFUN, no canal OFF

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Um ótimo jeito de conhecer um pouco mais da cultura do skate e programar sua ida as melhores pistas e cenários para a prática do esporte na Califórnia é assistir aos episódios de Califorfun, no canal OFF.

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A série – que está na segunda temporada – tem formato de documentário e roda a costa oeste de norte a sul, mostrando a importância desse cenário para todas as gerações.  Depoimentos e performances de grandes ídolos do skate californiano – como Tony Alva, Tony Hawk e Steve Caballero – se juntam a perspectiva de um grupo de jovens brasileiros que se divertem pelas pistas, piscinas e ruas de cidades como Santa Cruz e Los Angeles.

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Um dos últimos da temporada, o episódio 12 foi sensacional e mostrou a sede da NHS, grupo que  fabrica marcas pioneiras no esporte como Santa Cruz, Independent e Road Ride Wheels, entre outras. Recentemente, a NHS criou um museu do Skate dentro da sua sede e o documentário gira em torno da história contada nele.

Vale a pena conferir o site da série que conta com teasers dos episódios e bastante informação bacana .

CALIFORFUN passa todas as quartas, as 21h, no canal OFF.

O que faltou fazer em Los Angeles

O Gui não gostou de Los Angeles. Eu amei. Queria muito voltar e vivenciar um pouco mais da cidade, por que acho que foi isso que faltou durante nossa estadia. Dos quatro dias que ficamos lá, dois nós passamos em parques e, apesar de eu achar divertido, não acho que esse tipo de passeio contribua muito para fazer uma viagem inesquecível e passar aquela sensação deliciosa de amor por um lugar. O parque não tem cultura, não tem sentimento, e o bacana quando você vai para um lugar tão longe, é sentir exatamente isso.

Talvez não seja tão fácil achar esse sentimento em LA, ela não é uma cidade que encanta os turistas. Mas a partir do momento que você achar, vai querer voltar muitas vezes. Eu sinto Los Angeles: pra mim a cidade reúne toda energia cultural e criativa que se expande pelo resto do estado. A Califórnia não seria a mesma sem ela.

Faltou fazer muita coisa e eu acho que quanto mais dos programas de turista você fugir, mais vai se apaixonar pelo coração da Califórnia. Da próxima vez que formos a LA não vamos deixar de:

– Conhecer a cena musical de West Hollywood

A Sunset Strip – faixa de 4 km da Sunset Blvd – reúne algumas das mais importantes e notórias casas de shows de rock. O histórico Whisky a GoGo – aberto em 1964, teve The Doors como uma das bandas da casa, o The Roxy – palco de gravações de DVDs e CDs ao vivo de bandas como Bob Marley e NOFX, o The Viper Room – que tem entre os frequentadores assíduos Angelina Jolie e Leonardo Di Caprio, e o House Of Blues – palco da última performance ao vivo de Tupac, estão entre os principais. Nesse site você encontra a programação completa do bairro. Com certeza vale a pena reservar um ou dois dias da sua estada em LA para assistir a shows por aqui. E se você estiver por lá em agosto, aproveite para conferir o Sunset Strip Music Festival, que rola anualmente e traz milhares de expectadores para as ruas.

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– Ir ao Coachella Valley Music and Arts Festival

O festival acontece anualmente nos dois últimos fins de semana de abril e dura três dias. Os palcos e tendas se instalam em meio ao deserto, na cidade de Indio, a cerca de duas horas de Los Angeles. O que faz dele especial, além das bandas e músicos bacanas, é o conceito. Atualmente não há nada mais hype do que ir ao Coachella e os gramados ficam cheios de celebridades em looks hippies e bohos. Dá pra acampar ou ficar em hotéis próximos, vai do gosto de cada um. Além dos palcos a edição passada contou com um mercado orgânico, tendas de massagem e arenas para jogos como queimada.

Esse post aqui tem informações e impressões mais detalhadas.

– Fazer uma tatuagem no Hight Voltage Tattoo 

O Hight Voltage Tatto é propriedade da diva da tatuagem Kat Von D, conhecida mundialmente através do seriado La Ink. É no estúdio localizado em West Hollywood, na esquina da Fountain com a La Brea Ave., que ela e seus companheiros de trabalho rabiscam corpos com tatuagens old schools da melhor qualidade.Se o seu sonho é ter uma tatuagem nesse estilo aqui é o lugar. Só não se esqueça de reservar um horário com antecedência através do site – aonde você encontra uma lista dos artistas que trabalham lá, assim como seus portifólios – e de ter bastante dinheiro guardado para isso – o valor mínimo é de $200. Se você não quiser radicalizar tanto será muito bem recebido para conhecer o espaço e levar um souvenir de lembrança.

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– Se deliciar com os sabores do Farm’s Market

O mercado fundado em 1934 reúne entre suas bancas de frutas e outros alimentos vários pequenos restaurantes com comidas deliciosas. Frequentado pelos locais é um daqueles passeios que fazem a gente se sentir um pouco parte da cidade. É imperdível para quem curte gastronomia e gosta de experimentar vários sabores. Vale a pena conferir o The Gumbo Pot, que oferece comida cajun, típica da cidade de New Orleans e que agrada somente aqueles com apreço pela comida forte e apimentada – como eu. Se você estiver hospedado em um lugar com cozinha, dá pra levar alguns ingredientes pra casa. Anexo ao mercado fica o shopping a céu aberto The Grove, que reúne algumas das mais tradicionais lojas americanas. É um programa para o dia todo  que pode, e deve, ser repetido.

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– Conhecer os bons restaurantes da cidade

Se você gosta de restaurantes descolados e/ou estrelados, LA é sem dúvida um paraíso. Lá estão reunidos alguns dos melhores restaurantes do mundo que ditam tendência para muito do que vemos aqui. É claro que para conhecer vários o seu bolso precisa estar recheado, mas escolher pelo menos um é obrigação de quem está visitando a cidade. A Paulete, do blog Viagens da Paulate, traz uma boa seleção aqui.

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– Garimpar no Melrose Trading Post

Ótima opção para quem busca achados originais com preços razoáveis, a feirinha é hotspot para designers, estilistas e celebridades. Mais conhecida pelos locais como Fairfax Flea Market, tem música ao vivo, comidas típicas, antiguidades, quinquilharias  roupas, sapatos, móveis, artesanatos, bijuterias e o que mais você imaginar. Acontece todo domingo, das 9 as 5pm, na esquina da Melrose com a Fairfaix Ave, mais precisamente no estacionamento da Fairfax High School – que para quem interessar foi aonde Anthony Kiedis e Flea, do Red Hot Chilli Peppers, se conheceram . A entrada custa $2 e o estacionamento é grátis. Vale lembrar que dinheiro vivo é sempre melhor para conseguir descontos.

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 – Aprender um pouco mais sobre astronomia, no Griffith Observatory 

O lugar já vale a visita pela paisagem: fica no topo do Griffith Park, entre as montanhas de LA, com uma vista maravilhosa da cidade e do Hollywood Sign. Mas se isso não é o suficiente pra fazer você ir até lá, o museu de astronomia o planetário com certeza serão.  Além disso é um programa super em conta: o estacionamento é grátis e a sessão no planetário custa só $7 por pessoa. Eu iria lá pra assistir o por do sol e fazer um picnic romântico.

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– Visitar os museus da cidade

Deixamos de conhecer dois dos principais museus da Califórnia, o que eu lamento muito. Realmente não tínhamos tempo, mas dizem que o Getty Center é imperdível, que a arquitetura é linda, os jardins maravilhosos e a vista de tirar o fôlego (posts bacanas aqui, aqui e aqui). Já o LACMA não agrada a tantos, mas como uma artista plástica, não podia ter pulado essa (post com mais detalhes aqui).

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Essas são só algumas das opções, podia citar mais pelo menos dez. Depois dessa, se alguém vier aqui e dizer que não tem o que fazer em Los Angeles vai levar bronca hem?

E eu, como sempre, não vejo a hora de voltar – e podia passar um mês inteiro por lá.

* As fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor, contate-nos.

 

 

 

 

Universal Studios Hollywood – Parte I: Planejamento

No nosso segundo dia em Los Angeles optamos por conhecer uma das atrações mais populares da cidade, o Universal Studios Hollywood. O parque – o primeiro dos diversos espalhados pelo mundo – é uma versão compacta do de Orlando, porém possui um diferencial de peso: é lá que os filmes e séries são realmente filmados e é possível fazer um tour pelos verdadeiros sets.

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Localização

Localizado ao norte de Los Angeles, na cidade de Burbank, o parque faz parte de um complexo conhecido como Universal City que abriga ainda a City Walk, alguns hotéis e os estúdios da Universal e da NBC. É em Burbank que ficam também os estúdios da Warner, da Disney e da Nickelodeon, fazendo da área uma espécie de “nova Hollywood”, já que o bairro original ficou pequeno para tantas empresas e sets.


View Burbank in a larger map

Demoramos cerca de meia hora para chegar até o nosso destino, já que o lugar fica um pouco afastado do centro:


Estacionamento

Existem duas opções: a primeira que custa $15 e a segunda que custa $20 e permite você estacionar nas vagas mais próximas a entrada. Optamos pela primeira e sem problemas estacionamos o carro em um lugar não muito longe.

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Ingressos

Optamos por comprar os ingressos direto no guichê com dinheiro, para evitar pagar o IOF do cartão de crédito. É possível compra-los pela internet se você tiver pouco tempo ou durante a temporada para evitar a fila.

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O ingresso para um dia custa $84  – na época da nossa visita saiu por $77 – e por apenas mais $5 o ingresso permite a entrada para mais um dia. Não acho essa opção válida – não pelo valor, mas sim pelo tempo perdido – já que o parque é pequeno e é possível conhecer tudo durante uma única visita.

Por mais $85 é possível também comprar um passe que permite furar filas – esse valor varia, se o passe for comprado diretamente no guichê, conforme a lotação do parque. No dia em que estavamos lá o Front Line Pass estava saindo por $52 e as filas estavam médias. Honestamente, para nós não teria valido a pena, pois só pegamos mesmo uma fila que me fez pensar em desembolsar essa quantia. Mas caso o parque esteja lotado e você tenha dinheiro sobrando, por que não?

Existe também um ingresso chamado VIP Experience no valor de $299. Além da prioridade em todas as atrações, você fará  um tour exclusivo pelos sets com direito a descer do carrinho e caminhar pelos cenários. O almoço, servido em uma área Vip, também está incluso, assim como o estacionamento.  Esse post mostra 10 motivos para você comprar o ViP Experience do Universal Studios  e os reviews do Trip Advisor são todos positivos. Caso você seja um grande fã de cinema acho que vale a pena.

Antes de comprar o seu ingresso pela internet dê sempre uma checada na aba Special Offers, onde ficam as promoções. É comum encontrar combos que incluem Shuttle para Los Angeles e Anaheim, além de combinações com ingressos para outros parques próximos, como o Sea World em San Diego.

Horário de Funcionamento

O horário de Funcionamento do parque varia conforme a data. Normalmente abre as 9am e fecha entre 7pm e 10pm. Aconselho vocês a reservarem um dia todo para o passeio e aproveitar o tempo restante para jantar e passear pela City Walk.

Aonde comer

O parque tem diversas opções de lanchonetes e uma opção de restaurante italiano. Mas não tem como fugir, comida dentro de parque de diversão é quase sempre cara e ruim. Se você mesmo assim quiser fazer refeições no parque vale a pena comprar o All you can Eat Pass que dá direito a um prato principal e uma sobremesa por pessoa cada vez que você entrar na fila dos restaurantes participantes. Na data da nossa visita esse passe estava saindo por $29 cada. Nós optamos por só beliscar durante a tarde e reservar espaço e dinheiro para comer em algum dos bons restaurantes da Citywalk. Compramos um copo do Hommer $14,90, que servia como refil e podia ser completado com refrigerante ou água a qualquer momento nos quiosques e lanchonetes  e comemos um cachorro quente cada no meio da tarde.

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Mais informações:
Universal Studios Hollywood – http://www.universalstudioshollywood.com/
100 Universal City Plaza
Universal City, CA 91608

 

No próximo post: Universal Studios Hollywood – Parte II: As atrações

 

Antony’s Fishette: ao lado do Maritime Museum

Durante a nossa visita ao Maritime Museum bateu uma super fome e tivemos que fazer um intervalo para comer alguma coisa.

Tínhamos um pouco de pressa e a melhor opção foi descer alguns metros até o Anthony’s Fishette, algo como uma versão fast food do famoso restaurante de frutos do mar Anthony’s Fish Grotto, que fica ao lado.


View Larger Map

Mapa

Maritime Museum, Anthony’s Fish Grotto e o Anthony’s Fishette abaixo.

Já ouvi falar maravilhas do Anthony’s, inclusive que ele é um dos melhores restaurantes de frutos do mar de toda a Califórnia. Sua versão “Quick Service” tem um ambiente  relativamente bacana, com mesas externas em cima do mar e uma linda vista da baía. O atendimento foi, como prometido, rápido e eficiente.  O menu conta com saladas, sanduíches, alguns combos com frutos do mar empanados, opções de tacos e burritos, caldos e duas opções de peixe grelhado com acompanhamentos como arroz, salada de repolho, feijão ou fritas. Eu não fui muito feliz no meu pedido – um combo de lulas, peixe e camarões – por que não entendi que eles viriam empanados e não era o que eu queria. Mas acho que se você olhar mais atentamente e pedir um caldinho de entrada e um salmão grelhado com saladinha de repolho – que eu amo! –  como prato principal, vai sair de lá mais satisfeito do que eu. Gastamos cerca de $12 cada um, com as bebidas.

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Mais informações:

Anthony’s Fishette
http://www.gofishanthonys.com/fishette.html
1360 North Harbor Drive
San Diego, CA 92101
(619) 232-5103
Menu: http://www.gofishanthonys.com/fishettemenu.pdf

 

The Wedge – as bombas do O.C.

Depois do nosso almoço em Crystal Cove, pegamos o carro e fomos voltando em direção a Balboa Island. Entramos no bairro de Corona Del Mar e fomos conhecendo um pouco da vida de Newport. As casas são lindas, as ruas limpas e organizadas. Tudo como nos filmes e seriados da TV.

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As lindas ruas de Newport.

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Corona del mar: uma das praias mais populares da região.

Optamos por seguir um pouco mais pra frente e chegamos até o The Wedge – um dos mais famosos picos de bodysurfing do mundo – que fica no final da península de Balboa, quase em frente a balsa que atravessa para a Ilha, no Jetty View Park.


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O lugar tem ondas impressionantes, que rendem muitas vacas e diversão garantida, pelo menos para a platéia. Funciona assim: a primeira onda da série vem e se choca com o paredão de pedras artificiais do lado esquerdo da praia e volta como uma nova onda que se junta com a próxima da série formando um estilingue com força suficiente para mandar muita coisa pelos ares. Para que isso aconteça é necessário um bom swell de sul e o período certo para que o time do encontro das ondas seja perfeito – um período maior ou menor causa um desencontro.

Apesar da aonda ser tradicionalmente para bodyboards, nos últimos anos prós como Strider Wasilewski, os gêmeos Hobgood, Jamie O’brien  e mais uma longa lista de corajosos tem desbravado o pico. Os skinboads também são presença constante e para eles o melhor é pegar a onda que bate no paredão antes dela se encontrar com a próxima, o que resulta em aéreos insanos, tubos mostruosos e caldos inacreditáveis.

Mas o pico não é pra qualquer um. Todo verão alguém é noticia por ter sido lançado contra as areias e se machucado feio. Por isso, é bom lembrar que apesar da onda ser possível para pranchas, ela é bem mais adequada para bodyboards.

Segundo o surfline “se você está se sentindo suicida ou só quer presenciar surfistas e bodyboars se jogando em dos espetáculos mai  deslumbrantes do sul da Califórnia, esse é o melhor lugar para visitar.”

Como nenhum de nós dois estávamos com intenção suicida, nos limitamos a sentar na areia e ficar observando os surfistas. O swell não estava dos maiores, mas já deu pra imaginar as belas vacas que podem ser precensiadas no pico.

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Assim que chegamos não haviam ondas e aproveitamos para dar um mergulho no mar.

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Mas logo alguns bodyboards entraram na água e garantiram nossa diversão.

Foi um final de tarde super gostoso, a galera na praia era bem bacana e o por do sol estava lindo.

Alguns dias depois o swell entrou um pouco maior e Linda – nossa anfitriã – tirou algumas boas fotos das ondas. Pelas fotos dela, fiquei impressionada com a quantidade de espectadores e imprensa que vão até lá para registrar o que sem dúvida é um espetáculo que vale a pena ser visto.

Por isso achei que o lugar merece uma galeria de fotos e vídeos.

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A onda é perfeita para bodyboards que gostam de fortes emoções.

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alguns surfistas se arriscam nos caixotes.

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As vacas são a grande atração, pelo menos para quem está fora da água.

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Que pode também não ser tão segura assim.

Saímos da praia e seguimos para Huntington para fazer umas comprinhas e jantar. Voltamos cedo, por que no dia seguinte o surf ia ser em uma das ondas mais esperadas da viagem. E é sobre Trestels que eu vou falar no próximo post.

Mais informações e previsão das ondas: http://www.surfline.com/surf-report/the-wedge-southern-california_4232/travel/

* Algumas das fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor contate-nos.

Chegando em Santa Bárbara: Motel 6 Carpinteria South

Santa Barbara é linda e entra no roteiro de muita gente que vai pra essa região da Califórnia. Para nós a parada era obrigatória e o motivo foi um amigão que morava na cidade a quase seis anos e incentivou pra caramba a nossa ida pra Califa.

Por estarmos na companhia desse amigo, a nossa visita fugiu um pouco dos programas mais comuns e lugares turísticos.

Começando pela localização do hotel que escolhemos. Não precisava ser no centro, na praia ou próximo a restaurantes: só queríamos ficar perto da casa do Thiago! E a casa dele ficava na Carpinteria, um subdistrito 20 milhas ao sul de SB.


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Os preços dos hotés na cidade não são dos mais baixos, por isso já corremos para o site do Motel 6 e lá encontramos duas opções: o Motel 6 Carpinteria North– mais perto da casa e mais barato, porém com a configuração padrão mais antiga – e o Motel 6 Carpinteria South – mais longe e caro, porém totalmente renovado. Escolhemos a segunda opção.

Era uma sexta feira e a fila pro check in estava grande, mas o atendimento atencioso não nos deixou ligar para a demora. O quarto era pequeno e simples, mas confortável e limpo.

Os quartos renovados do Motel 6 contam com Tv de LCD, frigobar, microondas e uma decoração bem mais bacana.

Com as diárias dos hotéis em Santa Barbara por volta dos $200, pagar $120,00 aqui valeu a pena.

Haviam restaurantes e mercearias próximas e o bairro é bem tranqüilo e gostoso. Além disso Rincon fica logo ali, e se você for um surfista que se preze sabe que eu estou falando de direitas perfeitamente longas.

A perfeição das direitas de Rincon.

Mas se Rincon nem o Thiago forem os seus objetivos principais nessa parada, fique mais próximo ao centro. A economia com gasolina vale a pena!

Ficamos descanso um pouco por ali e a noite fomos a casa do Thiago comer uma pizza – a idéia inicial era ir pra balada, mas uma amiga que estava vindo de San Diego nos acompanhar bateu o carro e acabamos ficando sem  ânimo. Ele então nos convidou para ir até umas das suas praias preferidas no dia seguinte. E é sobre ela que vamos falar no próximo post.

Mai informações:

Motel 6 Carpinteria South – 5550 Carpinteria Avenue
Reservas: http://www.booking.com/hotel/us/motel-6-carpinteria.pt-br.html?aid=363621
US 101 at Bailard Avenue/Casitas Pass Road
Carpinteria CA 93013

De San Simeon a Santa Barbara

Saímos do Hearst Castle por volta das duas da tarde e seguimos em direção a Santa Barbara.

No caminho paramos para comer no Mc Donalds de Morro Bay e querem saber? Eu adoro ir no Mc nos Estados Unidos!!!

Vinte nuggets custam só $4,99 e você pode escolher quantos molhos quiser – são mais de 8 tipos diferentes, um mais gostoso que o outro. Um duplo X-burguer sai por um dólar, o refrigerante gigante é refil e também custa isso e a batata enorme custa só $2. Pode não ser a refeição mais saudável do mundo, mas gastamos $11 para os dois e saímos de lá ultra satisfeito.

Pra completar na frente desse Mc tinha uma Dollar Tree, a loja de 1,99 dos Eua. Lá  tudo custa $1 e entre muitas bugigangas dá pra encontrar coisas interessantes. Eu achei bem legal a parte de artigos para festa e a variedade de brinquedos. Há lojas espalhadas por todo o território americano e no site dá pra ter uma idéia do que se encontra por ali.

Tudo por $1.

Daqui até Santa Barbara demoramos mais de duas horas e meia. Era uma sexta feira e o trânsito na cidade estava insuportável. Optamos por ficar em uma área mais ao sul e por isso tivemos que atravessar todos os bairros, já que a Hwy estava em reforma.


Ver mapa maior

a. Herast Caste       b. Morro Bay        c. Santa Barbara Carpinteria South

 

 

Mas no fim chegamos e no próximo post vou falar sobre o nosso hotel por lá.