Nossa casa no O.C.

Mais uma vez usamos o site Air BNB para escolher a nossa hospedagem durante a viagem. Já expliquei como ele funciona e contei nossa primeira experiência em Santa Cruz aqui, e também contei como foi se hospedar na casa do George em Santa Monica aqui.

No caso do O.C., a escolha do lugar ocorreu de uma maneira um pouco diferente dos outros. Não sabíamos ao certo em que praia gostaríamos de ficar. Huntington, Newport, Laguna e San Clemente ficam todas dentro do condado e tem muitos atrativos que nos atraem.

A area de Newport.

A area de Newport.

Buscando no site por algum lugar bacana dentre essas possibilidades, me deparei com a casa da Linda e me apaixonei completamente por ela. A casa parecia ter saído de um sonho de verão, toda bem cuidada e cheia de detalhes charmosos. A anfitriã, parecia educada e preocupada com seus hóspedes.

Mas o melhor ainda estava por vir: a localização. O paraíso da Linda fica dentro de outro paraíso e ele se chama Balboa Island.


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A pequena ilha artificial – além dela existem mais duas menores –  fica no meio do canal de Newport, uma das comunidades a beira mar mais chiques da Califórnia. A ilha em si, é mais exclusiva ainda. Com uma população de cerca de 3 mil habitantes, é um dos territórios com maior densidade demográfica da Califórnia. As pequenas casas têm preços estratosféricos.

A ligação com o continente é feita através de uma ponte que fica do lado norte da ilha, ou por uma pequena balsa ao sul, que liga o pedacinho de terra a peninsula de Newport.

A ponte que liga Balboa ao continente.

A ponte que liga Balboa ao continente.

O trajeto também pode ser feito pela pequena balsa.

O trajeto também pode ser feito pela pequena balsa.

Apesar da diária de $110 exceder um pouco nosso orçamento, decidimos nos dar o presente de fazer parte por três dias desse lugar que parecia só existir nos filmes.

Chegamos a Balboa – vou fazer um post depois só sobre a ilha, contando mais detalhes de como esse lugar é bacana –  por volta das seis da tarde da quinta-feira, 25 de agosto de 2011. Linda, a anfitriã, estava a nossa espera. Seguindo sua orientação, paramos o carro na rua em frente a casa e fomos conhecer seu paraíso. As fotos falam por si.

A fachada da casa e alguns detalhes do quintal.

A fachada da casa e alguns detalhes do quintal.

A rua da Linda e o quintal da casa.

A rua da Linda e o quintal da casa.

A sala com lareira.

A sala com lareira.

Linda nos surpreendia nos detalhes. Até plaquinha de boas vindas ela fez pra nós.

Linda nos surpreendia nos detalhes. Até plaquinha de boas vindas ela fez pra nós.

Nosso quarto: lindo como todo o resto. O colchão, os travesseiros e os cobertores eram perfeitos.

Nosso quarto: lindo como todo o resto. O colchão, os travesseiros e os cobertores eram perfeitos.

O banheiro não fica de fora de todo o cuidado. Adorei os sabonetes líquidos da Bath and Body Works. Comprei um estoque pra minha casa.

O banheiro não fica de fora de todo o cuidado. Adorei os sabonetes líquidos da Bath and Body Works. Comprei um estoque pra minha casa.

Além da hospedagem, Linda nos ofereceu também o café da manhã. Cada dia ela nos surpreendia com algo mais gostoso e reconfortante. Frutas vermelhas com iogurte grego e nozes, english muffins quentinhos, bolos e até uma torta de maçã fresquinha – e quentinha! –  de uma padaria próxima. Infelizmente não tiramos foto do café todos dias mas o cuidado da Linda me impressionou muito. Em um dos dias, ela saiu cedo para dar uma volta de kayak – um dos seus passeios favoritos pela ilha – e deixou tudo prontinho, acompanhado de um bilhete com as instruções. Coisa de mãe!

Linda's note. I love it!

O bilhete fofo da linda!

O café da manhã que linda preparou para nós no primeiro dia.

O café da manhã que linda preparou para nós no primeiro dia.

Linda foi a melhor surpresa dessa nossa hospedagem. Apesar de já pelos e-mails perceber que ela era uma pessoa educada e atenciosa, não esperava sentir essa afinidade por ela. Desde o momento em que chegamos sua atenção me encantou. Seu interesse pela nossa história, sua paciência ao nos ouvir falar em inglês e a preocupação em nos deixar informados de tudo – ela chegava a ver a previsão das ondas no jornal pra gente –  são algumas das coisas que posso citar e que muito provavelmente você vai receber também se escolher se hospedar com ela – de uma olhada no reviews sobre ela no site. Já a amizade que construímos, essa eu não posso garantir. É coisa que vai além de fatos, vem do coração.

Nós e a querida Linda.

Nós e a querida Linda.

Linda, saiba que você fez a nossa viagem um pouco mais especial e inesquecível. Eu e o Gilbert – é assim que ela chamava o Gui  – somos muito agradecidos por tudo e pensamos sempre em você.  A gente espera um dia poder te reencontar para compartilhar o que aconteceu com a gente desde aquele verão, que como você sabe, foi um dos mais especiais da nossa vida! Saiba que, se um dia você tiver a oportunidade, será muito bem vinda na nossa casa e na nossa Ilhabela, aqui no  Brasil!

Mantive contato com a Linda por um bom tempo após a viagem, mas faz algum tempo já que não falo com ela. Vou traduzir esse post para o inglês para que ela possa ver.

Se você quiser conferir a versão em inglês, clique aqui.

Link da casa da Linda no Air BNB: https://www.airbnb.com.br/rooms/70701

No próximo post: A arraia de Balboa Island

 

Nossa CASA em Sta Monica – LA

A gente já contou aqui no blog que em alguns dos nossos destinos tomamos uma decisão bem bacana: nos hospedamos em casas ao invés de hotéis. As reservas e contatos foram feitos através do site Air BNB e no post sobre a nossa primeira experiência em Santa Cruz, a gente explica direitinho como fizemos.

O segundo lugar em que optamos por esse tipo de hospedagem foi em Santa Mônica. Decidimos ficar nessa parte de Los Angeles para conhecer melhor a área próxima ao mar: Venice Beach, Santa Mônica e Malibu. Antes de fazermos a reserva pesquisamos bastante as opções de hospedagem nos três lugares e o lugar com melhor custo beneficio que achamos foi esse. Mas tanto Venice, como Malibu, também tem boas opções.

Vou dividir em tópicos as nossas impressões sobre o lugar que nos hospedamos.

– Localização: A casa do George, nosso anfitrião, fica na 14th St no bairro Santa Mônica em Los Angeles. Santa Mônica fica entre Malibu e Venice, ao sul de Hollywood e Bervely Hills. Segundo o George mesmo de ônibus dá pra conhecer a cidade toda facilmente partindo dali, incluse os estúdios da Universal e da Warner.


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O nosso objetivo era conhecer os lugares mais próximos dali, e de carro, chegávamos até Venice em 5 minutos e em  Malibu em cerca de vinte. Até o píer de Santa Mônica e o Palisades Park fomos a pé e apesar dos 14 quarteirões cansarem um pouco, valeu a pena, por que não é fácil estacionar na região. Há várias opções de restaurantes, farmácias e supermercados bem pertinho da casa.

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Da casa até o Píer: 14 quartéirões e quase meia hora de caminhada.

– A Casa: nosso quarto e o banheiro privativo eram confortáveis. O espaço foi sufiente para nossas malas e uma pequena varanda abrigou as pranchas. As toalhas e os lençóis estavam limpos. Além dessa área, George nos permitiu também usar a sala – com Tv e um sofá confortável – e a cozinha – com geladeira, fogão, forno elétrico e uma mesa de jantar.

A sala.

A sala.

A Tv da sala.

A Tv da sala.

A cozinha.

A cozinha.

 

O quarto.

O quarto.

O banheiro.

O banheiro.

– Privacidade: a casa era na verdade o escritório do George. Ele ficava a maior parte do tempo dentro de um dos quartos e por volta das cinco da tarde ia embora pra só voltar no dia seguinte por volta das oito.

– Estacionamento: O estacionamento nas ruas da região só é permitido para moradores. O George nos deu um cartão com a permissão para ser pendurado no para brisa e na maioria dos dias não tivemos problemas pra estacionar.

– O Anfitrião: sempre muito prestativo George esperou a gente chegar pra nos entregar a chave e o cartão do estacionamento. Junto nos deu algumas informações impresas referentes aos restaurantes e comércio próximo, linhas de ônibus e horários. Ele se mostrou também bem interessado no Brasil e conversou bastante com a gente.

– Valor: Pelos dois dias de hospedagem, pagamos $157, com as taxas.

Adoramos ficar na casa do George e super recomendamos. Um casal de amigos aqui do Brasil também se hospedeu lá um seis meses depois e adorou.

Esse é o link da casa: https://www.airbnb.com.br/rooms/24231

No próximo post: Palisades Park

Nossa CASA em Santa Cruz

Quem aí já ouviu falar do site Airbnb?

Eu nunca tinha até começar a pesquisar sobre essa viagem.

Segundo a definição do próprio site o Airbnb “é um website social que conecta as pessoas que têm espaço de sobra com aquelas que estão procurando um lugar para ficar. Através das experiências no Airbnb, os hóspedes e os anfitriões constroem conexões reais com pessoas de verdade em todo o mundo. Os hóspedes ganham acesso a espaços únicos e originais e mergulham na cultura dos seus destinos. Nós chamamos isso de viajar como um ser humano!”

Teoria linda, mas e na prática, é assim mesmo? Sim!

Utilizar o Airbnb foi uma das melhores decisões que tomamos nessa viagem. Além de ser mais econômico do que a maioria dos hotéis e oferecer mais conforto, a experiência de estar dentro de uma casa é incrível. Optamos por nos hospedar dessa maneira em quatro dos nossos destinos e não nos arrependemos em nenhuma ocasião. Querem começar a entender por que?

Noreen’s house: linda linda!

Essa é a casa que ficamos em Santa Cruz.

Ela pertence a Noreen, uma americana de meia idade que após a saída dos filhos de casa ficou com quartos sobrando e decidiu alugá-los para pessoas do mundo todo. Super atenciosa pelos e-mails, Noreen foi super na dela quando chegamos por lá, nos deixando super à vontade. Não precisamos nem incomodá-la para pegar a chave, já que tudo era aberto por códigos, que ela nos enviou por e-mail. Só encontramos com ela quando já estávamos carregando o carro para ir embora.

A entrada separada garantiu nossa privacidade.

A casa ficava um pouco distante do centro, próxima a Universidade, em um bairro super tranqüilo – optamos por isso, pois estávamos de carro. Nosso quarto ficava em uma espécie de edícula, em cima da garagem e era super gostoso. Todos os dias Noreen deixou pra nós biscoitos caseiros quentinhos, frutas e café. Tudo isso por apenas $60 por dia. Será que vale a pena?

O quarto era espaçoso e aconchegante. As pranchas puderam ficar guardadas na garagem, o que garantiu mais espaço pra gente!

Banheiro: tinha até amenities!

Atenção nos detalhes!

Biscoitinhos caseiros e frutas nos aguardavam ao lado da cafeteira todos os dias.

O pagamento é todo feito através do site por cartão de crédito e é por lá também que você verifica a disponibilidade e pode perguntar aos donos das casas informações mais especificas. Sempre verifique se são fornecidos roupa de cama e banho, se o banheiro é privativo, se o café da manhã está incluso, se há lugar para estacionar o carro – se esse for o seu caso – ou se é fácil se locomover de transporte público do local. Tem pessoas que deixam você ter acesso a toda casa, inclusive a cozinha, outras colocam frigobar no quarto, e por ai vai.

Importante é você ler os reviews de quem já se hospedou e alisar as experiências. Vale lembrar também que é necessário ter um perfil confiável no site para que aceitem as suas ofertas, por isso é sempre legal colocar sua foto e todas as informações corretas.

O Airbnb funciona no mundo todo e é uma ótima dica para qualquer viagem.

Vocês vão comprovar isso depois que a gente contar todas as nossas experiências!

Esse é o link para a casa da Noreen: https://www.airbnb.com.br/rooms/81528

No próximo post conto sobre a Santa Cruz Board Walk!