O retorno ao Brasil

No dia seguinte após o casamento, nós ficamos bem tranquilos e acabamos fazendo a maratona nos Buffets All you Can Eat, que eu contei aqui. Era o último dia da nossa viagem e no dia seguinte, as dez horas da manhã tínhamos que estar no aeroporto para retornar ao Brasil.

Devolvemos nosso carro na Avis do aeroporto, que na verdade fica um pouco distante do mesmo.  Por isso um dos funcionários nos levou até o embarque com as bagagens no próprio carro. Nós não tivemos que fazer nenhum pagamento a parte por isso – mas uma gorjeta é sempre vinda.


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O McCarran Internacional Airport tem um boa estrutura e não deixa você esquecer que está na terra dos casinos.

mccarran internacional airport las vegas

Fizemos o Check In, despachamos as bagagens – 3 malas gigantes e um sarcófago com as pranchas – sem ter que pagar nenhum excesso. Aproveitamos o tempo restante para comprar algumas lembrancinhas Vegas Style – imãs de geladeira em formato de fichas de casino, cartas de baralho, camisetas do filme “Se beber não case” e por aí vai.

Nosso vôo foi bem tranqüilo e com menos escalas do que o da ida – fizemos Las Vegas, Whashington, São Paulo – e chegamos ao Brasil com muitos sonhos realizados na bagagem.

Mas ainda não acabou! Nos próximos posts vou passar o nosso Roteiro Resumido e O que faltou fazer em Las Vegas.

Mais informações:

Avis Rent a Car McCarran Internacional Airport 
7135 Gilespie Street
Las Vegas, NV, 89119, U S A
(1) 702-531-1500
Aberta 24 horas

 

McCarran Internacional Airport 
5757 Wayne Newton Boulevard
Las Vegas, NV 89119, United States
+1 702-261-5211

Passeio a pé pela Strip

Uma ótima opção para um primeiro passeio em Vegas é dar uma volta a pé pela Strip. Para quem não sabe, Strip é como a Las Vegas Boulevard – a principal avenida da cidade – é chamada. É lá que se concentram a maior parte dos hotéis, shoppings e restaurantes. As luzes durante a noite são surreais, mas durante o dia a Strip também tem sua beleza.


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Apesar de parecer, os hotéis não ficam tão próximos uns dos outros e se a ideia for adentrar cada um deles, o melhor é ir de carro ou pelo interior dos shoppings -principalmente se o calor estiver forte – pois quase todos os hotéis são ligados interiormente.

Já se a proposta é ver as fachadas e se divertir com performances na rua, uma caminhada pela calçada é um programa bem bacana e te leva a entender um pouco mais a localização dos lugares. Há algumas lojas pelo caminho e nós paramos em várias delas para fazer compras.

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Fomos desde o Planet Hollywood até o Wynn, uma caminhada longa de 5km no total, e quase que eu quis voltar de Monorail. Aliás, essa é uma ótima opção para se locomover pela Strip para quem não está de carro. O sistema de trens suspensos tem estações interligadas a quase todos os hotéis da região e é possível comprar passes com duração de 1 a 3 dias. Como nós não utilizamos o sistema indico esse post aqui e esse outro aqui para quem quiser saber mais detalhes. Já esse post do Viaje na Viagem aponta os prós de alugar um carro ou não.

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Depois de cerca de duas horas voltamos ao hotel para pegar ao carro e seguir para um dos outlets, mas isso fica pro próximo post.

Alugando um carro

Nosso quarto e último dia em San Francisco começou corrido. Tínhamos que pegar o carro na locadora, arrumar as malas e fazer Check Out no Hotel. Arrumamos tudo e saímos com direção a locadora, que estava lotada e com uma fila gigante. Decidimos então deixar o carro pra mais tarde e fomos resolver mais umas coisas que ficaram pendentes pela Union Square.

Ótima decisão e logo vocês vão entender por que.

Alugamos o carro pelo site da Avis e escolhemos o mais simples, que também era o mais econômico em termos de combustível. No site você já escolhe aonde vai pegar e aonde vai devolver e também opções como seguro e GPS.

Nós pegamos o carro na unidade da 675 Post Street, a mais próxima da Union Square.

Avis da Union Square na Post St.

Quanto a devolução, ficamos em dúvida se devolvíamos o carro logo que chegássemos em Vegas ou só ao final da viagem no Aeroporto.

Fazendo simulações descobrimos o seguinte: para fazer a devolução em um dos hotéis da Strip havia uma taxa de devolução de $100. Ficando com o carro por mais 3 dias e devolvendo no aeroporto o total ficava mais barato em mais de $150. Além da taxa de devolução não ser cobrada, havia também um desconto pelo número de dias alugados.

Outra descoberta: com o preço do aluguel do Gps dava para comprar um, era até mais barato. E ainda mais: o nosso cartão de crédito tinha seguro para automóveis  incluso se pagássemos as despesas do aluguel com ele.

Deu pra economizar bastante no final.

E o melhor: quando voltamos para buscar o carro, todos da categoria econômica já tinham sido alugados e ganhamos um up grade. No fim saímos de lá com um Dodge Avenger com motor 3.6 V6, som mp3, DVD, automático, enfim até o banco do carro esquentava. Adorei!

Nosso carrão!

De lá fomos direto para a Best Buy em busca de um GPS. Pagamos $100 em um Garmin e deixamos o lugar prontos para rodar pela California.

O aluguel do carro ficou $822 com todas as taxas por 27 dias.

No próximo post: o último passeio de San Francisco, Haight, o bairro que parou nos tempos de Woodstock.

DIA 1 EM SF – O primeiro passeio de Cable Car

Como já dizia a queridíssima Maryanne do blog Hotel Califórnia, o primeiro passeio de Cable Car a gente nunca esquece.

Saímos cedo do hotel com direção ao Embarcadero, região ao nível do mar onde ficam os piers e marinas. Pegamos o Cable Car na Powell Street, à dois quarteirões do hotel. O trajeto foi pura diversão do começo ao fim. Um pouco por causa do simpático motorista, um nova yorquino do Brookling, muito simpático e irreverente que brincava com cada passageiro que subia no bonde. E muito pela peculiaridade e simbolismo de estar sendo levado por um pedacinho da historia da cidade. O sistema de bondes foi implantado em San Francisco por volta de 1873, mas com o terremoto de 1906 os trilhos foram completamente destruídos. Atualmente são apenas 25 km e as linhas vão basicamente da Union Square ao Embarcadero.

O ponto alto do trajeto é quando o bonde atinge o alto da colina e você tem a visão das famosas ladeiras de SF com a baia ao fundo.

Esse cenário, tão São Francisco, foi usado em muitos filmes e comercias às vezes de forma genial, como nesse comercial da Sony que eu amoooo!

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=-zOrV-5vh1A]

 

Nós descemos nesse ponto, um pouco antes do nosso destino final, para continuarmos a pé pela Lombard Street. A rua é conhecida como a mais sinuosa do mundo.

 

  

Depois de um começo de dia desses, só podíamos esperar um dia incrível. E o nosso passeio de bike pela baia é o que eu vou contar no próximo post!

PS: Editamos um videozinho desse trecho da viagem, porém, devido a problemas no WordPress, não estou conseguindo postar! Assim que tudo se normalizar, eu posto 😉

CHEGANDO EM SAN FRANCISCO

Chegamos em SF por volta das onze horas da manhã. O aeroporto é grande e do desembarque até o local em que pegamos as malas foi uma longa caminhada.

Já no aeroporto, bem em frente à esteira de bagagem há um quiosque de venda de Muni Passports, um passe que dá direito a viagens ilimitadas no sistema de transporte Muni, que compreende os ônibus e bondes. Ele não inclui o BART, que é o metrô, mas honestamente, não fez a menor falta. Nós optamos por não alugar um carro enquanto estávamos por ali, achamos que poderia ser uma grande roubada, já que os estacionamentos são caríssimos. Foi a melhor opção, pois o transporte público funciona maravilhosamente bem e é um charme ir de bonde pra cá e pra lá!

Você pode comprar o Muni Passport para 1, 3 ou 7 dias. No site http://www.sfmta.com/cms/mfares/passports.htm você encontra mais informações sobre locais de venda e preços. Nós compramos o passe para 7 dias e pagamos $27. Eles aceitam dinheiro ou cartão.

Para ir do aeroporto até o hotel, nós utilizamos o sistema de Shuttle, que nada mais é do que um tipo de “taxi” coletivo. Na verdade, são vans, que vão do aeroporto ao centro da cidade parando nos principais hotéis. As vans ficam paradas do lado de fora do portão de desembarque em um tipo de ponto de ônibus. Você tem que se dirigir até lá e se informar qual van irá para a área do seu hotel.  No nosso caso, tinha uma prontinha para sair no momento em que chegamos, com uma pessoa já esperando. Sobrou espaço de sobra para as pranchas e as malas, já que estávamos em apenas 3. O trajeto demorou cerca de meia hora e você paga para o próprio motorista quando ele te deixa no hotel. Se for o seu caso, você pode até já deixar marcado o trajeto de volta para o aeroporto. O serviço custa $17 por pessoa.

Mais informações: http://www.supershuttle.com/en/SFOAirportShuttleSanFrancisco.html.