Roteiro do Jairo com dicas fresquinhas

Sempre deixo claro para quem comenta aqui no blog que a coisa que me deixa mais feliz de todas é quando vocês voltam para contar como foi a viagem, o que mais gostaram e agradecer a ajuda do Destino Califórnia. Quando esse relato vem cheio de dicas para os outros leitores  então, dá vontade de sair dando pulinhos por aí!

O Jairo foi um leitor super bacana, fez várias perguntas durante a sua fase de planejamento, sempre trazendo assuntos relevantes e que com certeza ajudaram outras pessoas que passaram por aqui. Ele voltou a menos de um mês e me enviou esse texto, que compartilho com vocês.

Aproveitem as dicas fresquinhas do Jairo!

DICAS GERAIS ANTES DE VIAJAR:

– POR ONDE COMEÇAR?

Há tanta fonte de informação que você pode passar dias lendo tudo o que encontrar na internet e em guias de viagens e se perder no meio de tantas dicas e sugestões de roteiros. Para se ter uma ideia mais abrangente do roteiro, sugiro começar pelo link abaixo do “Viaje na Viagem”, do Ricardo Freire. 

http://www.viajenaviagem.com/2012/03/california-las-vegas-yosemite-grand-canyon/ 

Esse é pra mim o “marco zero” ideal de quem quer planejar a viagem pela costa da Califórnia e tomar pé das distancias a percorrer e cidades a visitar. Não compre sua passagem aérea antes de acessar esse link!

Já para dicas mais específicas, achei o “Destino California” o blog mais completo de todos (Caru falando: “Uuuuhuuuu! Que orgulho!”). Mesmo que você não goste de surf, os inúmeros relatos, recheados de fotos, ajudaram muito na escolha dos meus roteiros. A dona do blog, Caru Valverde, responde rapidamente qualquer dúvida que você tenha. Dê uma olhada no link abaixo: 

http://destinocalifornia.com/nosso-roteiro/

Vale ainda conferir as dicas dos seguintes sites: 

http://www.voali.com.br/
http://hotelcaliforniablog.com/
http://www.topensandoemviajar.com/
http://ideiasnamala.com
http://www.spicyvanilla.com.br/
http://www.aprendizdeviajante.com/ 

 

Sugiro baixar no seu celular o App City Guides do Trip Advisor e ai selecionar os Apps específicos das cidades de Los Angeles, San Francisco e Las Vegas. A grande vantagem desse App pros demais similares é que ele funciona off-line – sendo muito útil para escolher um restaurante quando bater a fome, embora ele possua também informações sobre os pontos turísticos da região (nota: dicas de restaurantes dependem muito do gosto de cada um e de certa sorte na escolha dos pratos, então peguem essas e demais dicas que receberem com ressalvas).

Além das atrações fixas de Las Vegas, você pode aproveitar a sua passagem pelos EUA para assistir a algum show. Cheque o calendário de eventos nos links a seguir e já compre os que quiser (diretamente nos sites oficiais dos eventos escolhidos):

http://www.pollstar.com/
http://www.lasvegas.com/shows-and-events/live-music/
http://sanfrancisco.eventful.com/concerts
http://eventchimp.co/losangeles/concerts

 

– QUANDO FAZER, QUANTOS DIAS, POR ONDE COMEÇAR E COMO FAZER O TRAJETO?

– Na internet é muito comum achar diversos roteiros “fechados” e sugestões de números de noites em cada cidade visitada para essa viagem pela costa da Califórnia. Na minha opinião, isso depende muito do que cada um gosta de ver, de como gosta de fazer as coisas, se tem disposição para andar muito, etc. Eu fiz a viagem em 16 noites, assim distribuídas: 5 em San Francisco, 2 em Carmel, 1 em San Luis Obispo, 1 em Santa Barbara, 3 em Los Angeles, e por fim 4 em Las Vegas. Uma viagem um pouco maior permite incluir San Diego, Yosemite e/ou Lake Tahoe, que eu acabei não fazendo mas tinha vontade de conhecer. Fica para uma próxima! Eu não faria tudo isso em menos que 15 dias se você incluir Las Vegas nesse roteiro. Diz-se ainda que a melhor época para ir é entre setembro e outubro (fiz minha viagem de 22/10 a 07/11 e peguei temperaturas da ordem de 20 graus). Sempre faça a costa de carro, descendo no sentido San Francisco a Los Angeles (e não Los Angeles a San Francisco), porque desta forma você dirige acompanhando o lado da costa (que fica à sua direita) e não perde nenhum dos inúmeros mirantes que existem pelo caminho. Isso impacta na escolha dos voos e no aluguel do carro, o que discuto mais pra frente. Vai por mim, independente de suas outras escolhas, faça a costa neste sentido, ou seja, pegue a Highway 1 South! 

– Em geral, quem faz a costa acaba aproveitando a proximidade para ir a Las Vegas na mesma viagem, e fica a questão de deixa-la pro começo ou pro final. O que há para se considerar nessa escolha:

1- preço das passagens aéreas na época da sua viagem, considerando as diferentes opções de rota e as eventuais promoções para um certo trecho (monitore pelo site “Melhores Destinos” alguns meses antes).

2- o trajeto Las Vegas – San Francisco é mais longo para ser feito de carro. Já o trajeto Los Angeles – Las Vegas é um pouco menor, aproximadamente 450km, e cruzar o deserto com sua paisagem árida é uma experiência que eu achei interessante e não tão cansativa.

3- Os voos domésticos entre cidades dos EUA por aquelas companhias aéreas menores são baratos mas cobram um valor extra por mala. Como eu aproveitei a viagem para fazer compras, já sai do Brasil com as 4 malas que tinha direito, o que ia diminuir a eventual economia dessa opção. Em termos de tempo, considerando as perdas que se têm no processo de check in, retirada de malas, ida e volta dos aeroportos, etc., o ganho indo de avião não é grande coisa.

4- imagine que você comprou voos separados, por exemplo a ida São Paulo – Los Angeles pela United e um voo baratinho Los Angeles – Las Vegas pela Virgin America. Se o voo da United atrasar muito e você perder a conexão, o problema será todo seu. Comprar trechos fechados pela mesma companhia, já com todas as escalas (opção “multi-ponto” nos buscadores), ajuda num eventual problema desses (a companhia passa a ser responsável por te encaixar num voo subsequente).

 5- defina onde você pretende fazer suas compras, se no Outlet Camarillo (o melhor deles, entre Santa Barbara e LA), em Las Vegas (há 2, o Outlet Premium North dizem ser o melhor desses), ou em ambos (ou seja, avalie com quantas malas você estará ao pegar o avião). 

Considerando tudo isso, deixei Las Vegas para o fim e fiz Los Angeles – Las Vegas de carro, em umas 4h30min, e comprei ida São Paulo – São Francisco (via Houston, duração de aprox. 15hs no total, sem contar a diferença de fuso) e volta Las Vegas – São Paulo (novamente via Houston, com as mesmas 15hs), pela United.

– COMO ESCOLHER A HOSPEDAGEM?

Para a escolha dos hotéis, nada é mais confiável que o Trip Advisor. Além de acompanhar a opinião de centenas de hóspedes, existe uma ferramenta interessante que poucos usam (e que me ajudou bastante) que é a possibilidade de você mandar uma mensagem para quem escreveu o comentário (troca direta de informações de forma privada). Como durante a escolha dos hotéis fiquei na dúvida entre alguns, mandava uma mensagem para alguns dos autores dos comentários mais recentes perguntando itens específicos, como limpeza do quarto, eventual custo do estacionamento, como é a vizinhança do hotel, se é seguro andar à noite na região, etc.

– VALE A PENA ALUGAR CARRO?

Seguindo a ordem do roteiro que eu fiz (San Francisco – Los Angeles – Las Vegas) optei por alugar o carro no dia que estava de saída de San Francisco (os estacionamentos são caros e o transporte público funciona, por isso você pode dispensar o carro no começo). Mantive o carro em Las Vegas e o devolvi no aeroporto, no dia do embarque pro Brasil – não me arrependi, mas tem aqueles que preferem ficar em Las Vegas sem carro.

Cotei o aluguel do carro no site: https://www.americacarrental.com/ e também tentei uma cotação “personalizada” via e-mail, com o consultor deles, Jill Renton: jill@drive-usa.co.uk (consegui uma boa economia).

Muitas locadoras cobram uma taxa de deslocamento se você alugar o carro numa cidade (no meu caso, San Francisco) e devolver em outra (Las Vegas, ou Los Angeles). Por essa cotação supra, consegui isenção dessa taxa com a Dollar e marquei a retirada do carro numa loja perto da Union Square, do lado do meu hotel.

Além dos seguros obrigatórios, contratei o “Road Assistance“ , já que ia rodar muito de carro (só na costa da California são quase 800 km). Dispensei o GPS pois comprei um chip da T-Mobile em San Francisco (USD 60 te dão direito a 3Gb de dados e ligação ilimitada para telefones fixos, inclusive os do Brasil) e usei o Waze via celular. Em alguns pontos o sinal da internet falha, mas alguns mapas impressos me salvaram nessas situações. Dica: tente ver antes se o seu carro tem entrada USB para carregar o celular/iPad. Não passei por nenhum pedágio a viagem toda, então caso te ofereçam, não compre a versão deles do “Sem Parar”.

Dirigir nos EUA não tem nenhuma dificuldade, mas para os que não estão acostumados, é bom avisar de 3 regras no trânsito que funcionam um pouco diferentes daqui:
1) O pedestre tem sempre prioridade, e muitos deles atravessam a faixa sem se preocupar com os carros admitindo que eles irão parar. Tome cuidado!
2) Conversões à direita estão sempre liberadas (inclusive em cruzamentos com semáforo), exceto quando há uma placa indicando o contrário.
3) Pare completamente o carro ao ver uma placa ou sinalização de “STOP” pintada no asfalto, mesmo que você consiga ver que não tem nenhum carro vindo na outra direção do cruzamento.

 

ROTEIRO:                 

– SAN FRANCISCO

HOSPEDAGEM – Existe uma dúvida geral de qual o melhor local para ficar: perto da Union Square ou do Fishermans Wharf. Apesar de ser um pouco mais caro, optei por ficar perto da Union Square, pois é uma região mais central para todas as atividades que eu pretendia fazer.Fiquei no Hotel Mayflower, que tem excelente custo/benefício para a região. O hotel é antigo, mas bem localizado e com um quarto espaçoso. Detalhe: não faz reservas online pelo site ou por algum parceiro: você precisa mandar um e-mail, eles te passam a cotação dos quartos (preços variam para quartos com vista para a cidade, recém-reformados, com cama king ou queen, etc.) e a confirmação é feita por e-mail mesmo, sem a necessidade de pagamento prévio ou informação do nº de seu cartão de crédito – paga-se somente no momento do check in.

TRANSPORTE – Comprei um passe de transporte público na  Walgreens por USD23 que me deu direito a usar sem limites, por 3 dias (a partir do 1º uso), o Cable Car (o famoso bondinho) e os ônibus comuns. Tenho lá minhas dúvidas se valeu a pena. Para mim, financeiramente compensou porque, como já tinha comprado o passe, usei muito o bondinho (USD 6 por viagem) ao invés dos ônibus (por volta de USD 2).Para se ter uma ideia das distancias e o que é atendido pelo transporte público, veja o mapa da cidade em: http://www.sanfrancisco.net/bus (no seu hotel certamente haverá um similar disponível na recepção).

 Dia 1: Chegada no Hotel + Union Square + City Hall e arredores: 

– Antes de sair para conhecer a cidade note que existe uma área específica de San Francisco não recomendada para turistas, por ser superpovoada de mendigos (veja mais em http://hotelcaliforniablog.com/2012/06/06/onde-nao-ficar-em-sao-francisco/). Peça no hotel para te indicarem no mapa esses bairros. Apesar da cidade ter de fato muitos moradores de rua, não há sensação de insegurança.

– A Union Square nada mais é que um praça (não muito grande) rodeada de lojas e restaurantes de tudo o que é tipo e preço. Você pode fazer nos fins de tarde/noite com facilidade. E ainda sobram algumas outras opções para encaixar no roteiro, como conhecer Chinatown. Pelo menos em um dia, vá comer no Cheesecake Factory, que fica no último andar da Macy´s na Union Square (mesmo que você não queira o famoso cheesecake).

Dia 2:  Fishermans Wharf + Embarcadero + Alcatraz:

– Saindo da região da Union Square, descemos a pé até a Market St e fomos em direção ao Ferry Building (para a esquerda). De lá, andamos pelo Embarcadero, conhecendo os Piers, até chegar em Fishermans Wharf. O Pier mais famoso é o 39, e é onde vimos os leões marinhos. É uma longa caminhada, mas bem agradável.

– Optamos por fazer o tour noturno de Alcatraz (saída do píer 33 por volta das 18hs). Além de ser mais sombrio, acho que é o melhor jeito para otimizar o dia, já que o passeio demora um tempo razoável. Peguamos o áudio em inglês (os fones já estão incluídos no preço) para ouvir as explicações diretamente dos ex-carcereiros da prisão. Tem que comprar com boa antecedência pela internet (aqui no Brasil!), no site oficial.

-Voltamos de Alcatraz para o hotel de bondinho. Andamos pelo Embarcadero do píer 33 até a Bay St. e o ponto de saída do Cable Car fica na Taylor St., a umas 5 quadras de distância. A Bay St. nessa hora é uma rua praticamente deserta e não muito bem iluminada; convém ficar atento.

Dia 3: Marina + Golden Gate + Sausalito:

– Pegamos o Cable Car e descemos na parada da Lombard Street, que é aquela famosa rua sinuosa. De lá, andamos até o Fishermans Wharf e conhecemos a fábrica de chocolates Ghirardelli.

– Alugamos uma bike para cruzar a Golden Gate e ir para Sausalito, passando pelo agradável bairro da Marina. Andamos no trecho final da Chesnut Street, que é cheio de lojas e bons restaurantes. Almoçamos no excelente Pacific Catch.

 – Em Sausalito, fizemos um wine tasting (5 tipos de vinho por uns USD 20) e na sequencia jantamos no Copita (um bom mexicano) antes de retornar de Ferry para SF (fique atento aos horários de volta).

Dia 4: Berkley:

– Pegamos o Bart (Metrô) da Union Square e fomos direto à estação Berkley Downtown. O Bart não faz parte do passe de transporte que citei antes e pagamos o trecho (veja mais em: http://www.sanfrancisco.net/bart).

– Diferente daqui de SP, trens com destinos diferentes passam pela mesma plataforma, ou seja, antes de embarcar, certifique-se que o trem que chegou é o com destino correto (veja painel luminoso quando o trem se aproxima).

– Em Berkley, tentei almoçar no Chez Panisse, famoso restaurante de lá. Sem reserva, a espera era enorme e acabei indo no Thai Delight Cousine, um dos poucos sem grandes filas: bom, mas nada de especial.

– O passeio se resume a uma rua principal de comércio, bem agradável, e a visita à bela universidade, tudo logo na saída da estação do Bart (faz-se à pé sem dificuldades). Gostei, mas não achei nada demais. Se você tem um roteiro apertado, por mim pode cortar Berkley sem grandes problemas.

Dia 5: Mission + Castro + Golden Gate Park + Alamo Square:

– Comecei indo direto para a Balmy Alley, rua onde os muros são todos grafitados (http://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g60713-d2155273-Reviews-Balmy_Alley_Murals-San_Francisco_California.html#photos). Apesar de ter o passe, achei mais fácil e bem mais rápido pegar o Bart da Union Square e ir até a estação 24th St (comprei só a ida, por volta de USD 2).

– De lá, segui direto para o “Women´s Building”, que não fica muito longe (http://www.womensbuilding.org/twb/). O bairro Mission em si não me agradou tanto, então me restringi a esses dois locais que valem a visita, e na sequencia fui conhecer o bairro Castro, tudo a pé.

– No Castro, tinha a dica de almoçar um sanduiche no Ike´s Place, mas o lugar não tem mesas, você pega a comida pra viagem. Resolvi então ir no restaurante vizinho, Kitchen Story, que apesar da fila enorme, era bem fraquinho (provavelmente nossa pior refeição durante a viagem).

– Saindo de Castro, fizemos todos os trechos subsequentes de ônibus: primeiro para o Golden Gate Park (é um parque enorme, com muita coisa para se ver. Não confunda com a ponte, é bem longe dela!), onde visitei o jardim japonês (entrada paga). Para chegar de Castro, peguei a linha 24 e depois a 71.

-De lá, fomos para a Alamo Square (é só pegar na saída do parque a linha 71 no outro sentido), e no fim do dia voltamos ao hotel (pela linha 24 até a Sutter e depois linha 2/3 até a Powell) para mais um passeio pela Union Square.

– COSTA PELA HIGHWAY 1 – PARTE 1: SAN FRANCISCO A CARMEL 

DICAS GERAIS: 

– Como já citei, sugiro não usar um GPS tipo Garmin e sim o App do Waze no celular, comprando antes um chip americano na T-Mobile e um bom pacote de dados. A agilidade na entrada de dados e as informações em tempo real são incomparáveis. O Waze vai tentar sempre te levar pela auto-estrada, o caminho mais rápido, então é importante dar alguns pontos de parada intermediários para dirigir o seu caminho.

– Em muitos locais da Highway 1 o celular fica sem sinal, mas estando nela, é quase impossível errar a rota. É só tomar cuidado com as paradas que você pretende fazer, pois muitas delas são mal sinalizadas.

– Como uma alternativa ao Waze, para você ter uma referência caso esteja sem sinal, sugiro marcar as paradas que pretende fazer ao longo da Highway 1 no Google Maps, marcando as distancias entre os pontos. Imprima esses mapas trecho a trecho, deixe no carro e fique atento às quilometragens.

– Evite abastecer ao longo da Highway 1, os preços são muito abusivos. Ao alugar o carro, pergunte sobre a capacidade do tanque e mais ou menos quantas milhas seu carro faz com tanque cheio para se programar, tentando sempre abastecer nas paradas principais. 

PARADAS: 

– Half Moon Bay
–  Pigeon Point Lighthouse (o farol em si está fechado para visitação, mas a vista da costa é bacana)
– Davenport
– Santa Cruz (foi onde almocei: El Palomar, mexicano, bom)
– Moss Landing.

                 

CARMEL

Existe uma dúvida geral ao planejar a viagem de onde ficar (Carmel ou Monterey) e quantas noites ficar (1 ou 2). Apesar de ser um pouco mais caro, optei por ficar em Carmel. Pra mim, apenas 1 noite é pouco, já que você aproveita a estada para também conhecer Monterey e o dia em que você chega é em boa parte sacrificado pelas inúmeras paradas que você fez na Highway 1 depois de sair de SF.

– Fiquei num B&B chamado Green Lantern, super bem localizado e excelente. Nada de luxo, obviamente, mas serviço super cortês, café da manhã gostoso e clima intimista.

– Jantei no Dametra Café e no Flying Fish Grill, ambos em Carmel. Ambos excepcionais e próximos do hotel. Se precisar escolher só 1, vá no Dametra.

 – Em Monterey, cheguamos cedo e paramos num estacionamento perto do aquário (algo por volta de USD 10 pelo dia todo), a principal atração do local. Saindo do aquário, almoçamos no First Awakenings, em Pacific Groove (apenas razoável). Conhecemos também a Cannery Row e o Píer.

 – Depois disso, pegamos o carro e fomos até o Lovers Point (há vagas próximas na rua mesmo), que é uma pracinha bem bonita, junto da praia. Na sequência, você fomos direto para a 17-Mile, que é uma estrada paga (USD 10) com uma vista incrível da costa, e de lá voltamos pro hotel (tente ver o pôr do sol estando na praia em Carmel).

– COSTA PELA HIGHWAY 1 – PARTE 2: CARMEL A SAN LUIS OBISPO

– O trecho entre Carmel e San Luis Obispo tem a paisagem mais bonita (Big Sur) e com a pior sinalização dos pontos que você deve visitar. É nesse trecho que aquele mapa do Google Maps que eu citei com a distância em km entre cada parada vai ser muito útil para evitar que você passe lotado por algum lugar.

– Torça para pegar tempo aberto, com sol nos dias que fizer a Highway 1 de San Fransciso a Carmel e de Carmel a San Luis Obispo. O reflexo do sol na água é um bônus na paisagem que não tem preço.

– Saindo de Carmel, marcamos a Highway 1 no Waze (referência: Point Lobos) e seguimos pelas seguintes paradas:

a) Bixby Creek Bridge: não há sinalização antes da ponte, então se você não estiver atento, vai passar sobre ela sem parar num mirante que existe um pouco antes, e que permite uma bela vista de sua estrutura. 
b) Pfeiffer Big Sur State Park: é um parque, pra mim sem grandes atrativos, e a entrada fica à sua esquerda, ou seja, você precisa cruzar a rodovia (a costa está sempre à sua direita, por onde você trafega). Não se perde muita coisa caso resolva passar lotado, mas fique atento à sinalização deste parque porque você já estará muito próximo da Pfeiffer Beach, sua próxima parada!
c) Pfeiffer Beach: Praia espetacular, onde a água passa por dentro de “fendas” nas pedras. Paga-se USD 10 para ter acesso, e a saída que você pega da Highway 1, a mais ou menos 1 km do parque acima, não é sinalizada! A placa que consta na estrada é a da foto abaixo, e a entrada é uma curva bem fechada à direita. Repare que essa será a única foto que coloco no meu texto, para que você se lembre disso e não perca essa parada)

 

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d) Sierra Mar: eventual pausa para um almoço no restaurante no hotel de luxo Post Ranch Inn (bela vista lá de cima; comida boa, preços salgados)
e) Julia Pfeiffer Burns State Park: é onde se vê uma cachoeira que cai nas areias de uma praia. Infelizmente a praia não tem acesso para os turistas e você se limita a uma vista de longe. Observação: cuidado com a confusão de nomes “Pfeiffer”!
f) Seguindo pela Highway 1, antes de San Simeon tem um mirante para observação de dezenas de leões marinhos na areia (com um amplo estacionamento, mas não muito bem sinalizado). Preste atenção na estrada!
g) San Simeon (é onde fica o Hearst Castel. Não me animei a conhecer)
h) Morro Bay

Passamos  por Morro Bay já no fim do dia, e a maioria das vinícolas que estão perto de San Luis Obispo fecham por volta das 17hs. Assim, não consegui visitar nenhuma. Caso pretendam visita-las, se tiverem oportunidade, pense em adicionar uma noite em Passo Robles, Cambria ou outra cidadezinha. Ou então façam a visita no dia seguinte. 

Em San Luis Obispo não há praticamente nada para se fazer, e chegamos um pouco cansado da viagem. Jantamos no Ciopinot, excelente restaurante de frutos do mar indicado pelo hotel.

Fiquei hospedado no Avenue Inn, um motel super em conta mas com quarto enorme, TV grande de LCD e bem equipado, café da manhã simples e com um pequeno problema de barulho de encanamentos e dos carros da avenida ao lado (nada de muito alarmante). Para apenas dormir, não se precisa mais do que isso. 

Para quem tiver disposição ou tempo mais apertado, pode pular a estada em San Luis Obispo e ir direto para Santa Barbara.              

– COSTA PELA HIGHWAY 1 – PARTE 3: SAN LUIS OBISPO A SANTA BÁRBARA

Cogite parar em Los Olivos e em Solvang. Esta última é uma cidade com motivação dinamarquesa na arquitetura e que possui a famosa panqueca do Paula´s Pancake House (boa, mas nada de excepcional). É uma parada que não leva mais de 1h. 

Visitar uma vinícula dessa região vai depender de como você quer passar pelo Outlet Camarillo conforme já mencionei. O que eu fiz foi sair cedo de SLO para chegar o quanto antes em Santa Barbara e curtir a cidade já nesse primeiro dia, uma vez que pretendia sair cedo no dia seguinte com destino ao Outlet.

Em Santa Barbara fiquei no Eagle Inn, outro B&B com excelente custo-benefício e localização privilegiada (rua calma próxima da praia, pier e da rua principal da cidade). 

Também dei sorte com restaurantes lá: almocei no C´est Cheese (sanduiches) e jantei no Toma (faça reserva). Próximo ao píer existe uma região onde vinícolas instalaram lojas nas quais se pode fazer um wine tasting bem barato (da ordem de USD 10-15), sem a necessidade de pegar carro para ir até uma vinícola.                 

– COSTA PELA HIGHWAY 1 – PARTE 4: SANTA BÁRBARA A LOS ANGELES 

Dia de compras! No caminho para Los Angeles tem o Outlet Camarillo (funciona das 10-21hs) com todas as lojas que você possa pensar num Outlet, dividido em 3 grandes blocos ao ar livre. É um dos maiores da região, então nem cogitei ir por exemplo para o Outlet Gilroy que fica na saída de San Francisco e ia me roubar um tempo precioso da Highway. Para almoçar, como padrão de Outlets, as opções são ruins (o melhor lugar é o Johnny Rockets) 

Algumas dicas sobre o Outlet: 

– no site http://www.couponsherpa.com/printable-coupons/ tem vários cupons legais, até de comida (Olive Garden, etc.). É ir navegando pelas seções e ver o que interessa, caso a data esteja boa para a sua viagem, e imprimir. 

– todo Outlet tem o seu “livrinho de descontos”: você paga em geral USD 5,00 e ganha um livrinho cheio de cupons de desconto (a maioria é de 10%). Antes de viajar, entre no site do Premium Outlets (https://www.premiumoutlets.com/), cadastre-se e imprima os cupons de desconto que deseja usar na viagem, porque os descontos que constam no site em geral não são os mesmos do livrinho – alguns são bem maiores!!! (além disso você ganha um voucher para pegar esse livrinho de graça)

– cadastre-se também nos sites da Gap, Carters e etc. para receber cupons via e-mail antes da viagem. Às vezes essas promoções da loja que você recebe no seu e-mail são melhores que as do próprio Outlet. 

– é bom passar depois num supermercado (em Los Angeles ou Las Vegas) para comprar plástico bolha, fita adesiva, tesoura e aqueles sacos organizadores à vácuo (pegue emprestado o aspirador de pó no hotel) para embalar todas as suas compras. 

– a Disney Store de outlets não é grande coisa. Para quem tem filhos pequenos e quer voltar com roupas, pratos, talheres, bonecas e etc. (principalmente se tiver pedidos específicos), sugiro passar também nas lojas Disney Store da Union Square (San Francisco) e Santa Monica (no piso superior de um mini-shopping no começo da 3rs St. Promenade).

– é comum que, após uma compra, conste na nota fiscal um pedido para que você preencha uma pesquisa de satisfação online para ganhar descontos de 10 a 15% em compras futuras. Fique de olho!

Como sai tarde da noite do Outlet, dispensei o trecho final da Highway 1 e fui direto pela auto-estrada para o hotel em Los Angeles.

– LOS ANGELES 

Ai é onde os roteiros divergem mais. Uns odeiam, uns adoram. O fato é que há sim o que se fazer em LA (e arredores) e você consegue se ocupar ficando de 3 a 5 noites sem problemas (lembre-se que há muitos parques na região, como Disney, Six Flags e Universal). De novo, depende muito do seu gosto…

O que eu mais gostei foi Santa Monica e o Getty Museum. Em Santa Monica, se gosta de frutos do mar, vá comer no Blue Plate Oysterette. 

Fiquei no Hollywood Orchid Suites, numa rua sem saída (e portanto bem tranquila) atrás da caçada da fama. É uma opção barata pra quem busca bom custo/benefício. Numa próxima viagem, avaliaria com mais carinho a opção de gastar um pouco mais e ficar em Santa Monica perto do píer / 3rd St. Promenade.            

– LOS ANGELES A LAS VEGAS

Para quem estiver disposto a dirigir de uma vez 450km (como referência, na costa da CA, parando em SLO como eu fiz, o maior trecho diário é da ordem de 200km, e você ainda faz paradas no caminho), recomendo muito fazer esse trecho da viagem de carro.

Fui na dica do “Destino California” e não me arrependo…as paisagens ao longo do caminho são espetaculares (mas, claro, tem momentos que você não vê a hora de chegar e não aguenta mais ver as montanhas e aquela vegetação árida característica de deserto).

Para um descanso, há 2 paradas opcionais no caminho: a cidade fantasma Calico Ghost Town e a saída pra famosa Rout 66. Como em parte da estrada o sinal do celular cai, caso queira fazer uma pausa na Calico (eu não fiz), por garantia adicione a parada no Waze quando for sair de Los Angeles. A saída pra Rout 66 é super bem sinalizada, não tem como errar caso queira ir por lá. 

Não se preocupe quanto a abastecimento de gasolina. Há postos em número suficiente pelo caminho, mas em alguns pontos da estrada você chega a umas 50 milhas sem pontos de abastecimento. Saia de LA com tanque cheio e acompanhe o seu consumo!

Para chegar com a vista dos hotéis e passar pela famosa placa “Welcome to Las Vegas”, programei no Waze uma parada na “Las Vegas Blvd” antes do endereço do hotel. O Waze nos tirou da auto-estrada (que passa por trás dos hotéis), mas cuidado: logo depois ele tentou nos jogar de volta pra ela! Assim, a partir dai seguimos ignorando-o e fomos direto pela Las Vegas Blvd até passar pela tal placa (que ficará à sua esquerda), e só então voltamos a seguir as instruções do Waze para chegar no hotel.          

– LAS VEGAS 

Fui em 3 shows: Le Revê – The Dream, Rod Stewart e o Cique du Soleil Michael Jackson. Os 3 foram espetaculares, com a ressalva que o Michael Jackson é mais um espetáculo musical que um circo.

Compramos todos os shows aqui no Brasil para garantir o nosso lugar. Você pode deixar para comprar em Las Vegas, correndo o risco de não conseguir o evento ou o setor desejado, mas com a vantagem de talvez conseguir um desconto nos ingressos que não foram vendidos para o dia nos stands do Tix4Tonight ou similares.

Com disposição para enfrentar mais uma longa viagem de carro, decidimos ir conhecer o Death Valley (paga-se USD 20 para ter direito a andar de carro no parque). 

Colocamos no Waze “Furnace Creek Visitor Center” (é onde você pega o mapa da região e as dicas do que fazer por lá) e encaramos 2h30 de viagem (uns 200km de Las Vegas) para encontrar uma série de paisagens espetaculares (Zabriskie Point, Badwater Basin, Devil´s Golf Course, Artist´s Palette, etc.). Saímos cedo, pois o programa é longo – e levamos muita água porque o calor também é forte. O Waze perde o sinal em boa parte do caminho, tanto para chegar no parque, quanto dentro dele.

Depois de tanto dirigir, eu já estava muito cansado para ir pro Canyon, e ai acabei visitando só a Hoover Dam, que fica a 50km de Las Vegas. Existe no local um estacionamento pago (USD 10), mas sugiro seguir adiante pois existem pontos de parada gratuitos, logo mais à frente (é o que a maioria dos visitantes faz). Não fui no tour que visita a represa – veja mais informações nesse link: http://www.usbr.gov/lc/hooverdam/service/index.html

Novamente, questão de gosto, tem gente que acha o passeio de helicóptero sobre o Canyon o melhor programa de Las Vegas…Para quem não leu nada a respeito, sugiro consultar o Viaje na Viagem para entender as diferenças entre o South Rim (o melhor trecho do Canyon, mas bem mais longe de Las Vegas) e o Grand Canyon West (onde está a passarela de vidro) no link: http://www.viajenaviagem.com/2011/07/vai-por-mim-grand-canyon/

De resto, vai de cada um quanto tempo quer passar conhecendo os hotéis (pra mim, de marcantes mesmo, o Bellagio e sua fonte, Paris, New York New York, Wynn e o Venetian) e/ou curtir a estrutura do seu hotel (cheguei em Las Vegas em novembro e peguei temperaturas da casa de 20 graus, o que não me animou a curtir uma piscina). 

Para a escolha do hotel em Las Vegas, consideramos o quanto queriamos aproveitar o hotel e se queriamos um hotel com ou sem Cassino. Há opções para todos os gostos e bolsos, e Las Vegas é o local onde talvez se pague mais barato por um hotel 5 estrelas. 

Fiquei no Signature MGM. O hotel é composto por 3 torres e é anexo ao MGM. Não tem cassino, fica a duas quadras (uns 15 min andando) da Strip – indo por dentro do MGM demora até mais. É portanto mais reservado, longe do agito, o que parecia ser bom para o meu perfil de viagem (li muito antes de viajar sobre o cheiro de cigarro nos hotéis que tem cassino), mas no final das contas achei que não foi uma boa decisão…Apesar do Signature ser um bom hotel, recomendo ficar em outro. 

Detalhe: cobraram no mínimo USD 7 (dependendo do peso) para receber encomendas (não sei se é um padrão da cidade). Fique atento caso faça algum pedido na Amazon ou outra loja virtual! 

Uma coisa inesperada foi descobrir que grande parte dos restaurantes fecham cedo, a maioria por volta das 23hs. Fui em 2 shows às 21:30 (que duram em média 1h30) e na saída foi um sufoco para achar onde comer (depois do 1º show, consegui reservar o PF Chang no Planet Hollywood para as 23:30; e no outro dia, já comprei à tarde comida num Whole Foods e jantei no quarto do hotel).

Todos hotéis, shoppings e etc. tem serviço de vallet gratuito para visitantes, e espera-se que você dê alguma gorjeta ao retirar o carro na saída (algo a partir de USD 2). Assim, para quem pretende fazer os passeios citados e/ou ir pro Outlet de Las Vegas (dizem que o North é melhor), manter o carro confirma-se ser uma ótima opção (em termos de praticidade e custo). 

DÚVIDAS? Mande um e-mail para jgarten@uol.com.br

Muito obrigada Jairo por todo o cuidado, paciência e dedicação ao descrever sua viagem. Tenho certeza que os leitores do Destino Califórnia vão aproveitar muito suas dicas!

Hurley Pro At Trestles e as reais chances de Gabriel Medina trazer o primeiro Titulo Mundial de Surf para o Brasil

hurley trestles 2014

Começa amanhã a próxima etapa do WCT que será realizada na nossa onda preferida da Califórnia, Trestles. O pico fica em San Clemente, cidade ao sul de Los Angeles e norte de San Diego. Já fizemos um post sobre o lugar aqui.

A etapa será super importante e decisiva para o futuro do surfista Gabriel Medina no tour. Após derrotar o veterano e onze vezes campeão mundial Kelly Slater durante uma final emocionante em Teahupoo, Gabriel – que já estava em primeiro colocado na classificação geral – passou a ter chances reais de conquistar o título mundial, inédito para o esporte no Brasil.

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Restam apenas quatro etapas para o fim do circuito: Trestles, na Califórnia; Hossegor, na França; Peniche, em Portugal e Pipeline, no Havaí. Gabriel tem um bom histórico nas ondas  desde que entrou para o WCT em 2011, com 17 anos.

Hurley Pró At Trestles – San Clemente, Califórnia, USA
2011 – 13° lugar – Derrotado no round 3 por Josh Kerr. (Kelly Slater venceu a etapa)
2012 – 9° lugar – Desclassificado no round 4, em uma disputa contra Joel Parkinson e Josh Kerr.(Kelly Slater foi campeão novamente).
2013 – 13° lugar – Perdeu no round 3 para C.J. Hobgood.

 

Quicksilver Pró France – Hossegor, França
2011 – 1° lugar – Venceu após uma final polêmica contra o australiano Julian Wilson.
2012 – 5° lugar – Foi derrotado nas quartas de final por Joel Parkinson.
2013 – 2° lugar – Perdeu o primeiro lugar para Mick Fanning.

 

Moche Rip Curl Pro Portugal – Peniche, Portugal
2011 – 13° lugar – Derrotado no round 3 por Chris Davidson.
2012 – 2° lugar – Em mais uma final polêmica, Gabriel foi derrotado por Julian Wilson.
2013 – 25° lugar – Perdeu para o também brasileiro Alejo Muniz no round 2.

 

Billabong Pipe Masters – Haleiwa, Hawai, USA
2011 – 5° lugar – Derrotado na quartas de final por Kierren Perrow, vencedor da etapa.
2012 – 9° lugar – Eliminado no round 5 por Yadin Nicol.
2013 – 13° lugar – Derrotado no round 3 por John John Florence, que enfrentou Kelly Slater na final, perdendo para o veterano.

 

Apesar de não ter sido nas etapas principais, Gabriel já venceu em Trestles. A conquista aconteceu em 2012, durante o Nike Lowers Pro, uma etapa complementar do tour. Em contrapartida, Kelly Slater – a maior ameaça ao título de Medina –  tem no currículo sete vitórias na onda que ele chama de “casa”.

Na semana da vitória de Gabril em Teahuppo, Kelly publicou no seu Instagram: “(…)Ele é o cara mais perigoso no mundo do surf. Por que? Só esse ano ele ganhou em Snapper, uma onda dominada por Regulares a mais de 10 anos. Ele ganhou em Fiji, uma das ondas clássicas do tour. E agora ele ganhou o Billabong Pro Tahiti em ondas gigantes. (…)Mesmo que eu vá fazer de tudo para para-lo esse ano, sou grande fã do seu surf e ele é realmente um ótimo cara.(…)”.

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Pois é Kelly, mas a missão de pará-lo não está das mais fáceis. Matematicamente falando as chances de Medina alcançar seu objetivo são enormes.

Sem título

Para ultrapassar Gabriel nessa próxima etapa, Kelly precisa ficar em primeiro – o que somará 10 mil pontos a seu placar – e Medina precisa deixar a competição no máximo no Round 3 – ficando em 13° lugar e somando apenas 1750 pontos. Se Kelly ficar em segundo –  mesmo que Gabriel não participe da prova por ter se machucado – pé de pato, mangalô, 3 vezes – o fenômeno do surf brasileiro mantém seu lugar no topo. O mesmo acontece caso Joel Parkinson – 3° colocado e atual Campeão Mundial –fique em 1° lugar.

Logo, a possibilidade de Gabriel Medina se manter no topo até a próxima etapa é praticamente certa.

O ideal é que ele pontue bem nas próximas três etapas e chegue ao Pipe Masters – uma das ondas mais temidas do circuito – com folga suficiente para se permitir não ir tão bem. É muito cedo ainda para fazermos todas as previsões, mas é claro que se Slater e Parko não forem tão bem nessas mesmas etapas, a gente fica ainda mais pertinho do título.

Vamos torcer, vibrar e enviar muita energia positiva! As baterias serão transmitidas ao vivo no site a partir do dia 09/09/14. Acompanhe nossa página no Facebook para atualizações.

Vai com tudo Gabriel! O Brasil está com você!

Six Flags: pra quem gosta de Montanha Russa

No nosso terceiro dia em LA, optamos por ir a mais um parque, mas dessa vez radicalizamos um pouco mais. O Six Flags é a maior rede de parques do mundo e possui 19 unidades – 13 parques de diversão e 6 parques aquáticos – espalhadas pelos Estados Unidos e com unidades no México e no Canadá. Os parques de diversão possuem somente montanhas russas e por isso já digo: se essa não é a sua praia, nem pense em ir até um deles. Agora se você gosta da emoção de andar em um carrinho sobre, e muitas vezes sob, trilhos esse é um lugar que você não pode deixar de visitar. Lá você vai encontrar com certeza algumas das melhores montanhas russas do mundo.

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A unidade mais  próxima a Los Angeles é o Six Flags Magic Mountain e fica em Valencia, a cerca de 35 milhas – ou 45 minutos – do nosso apartamento em Beverlly Hills. Para quem tiver interesse, ao lado do Magic Mountain fica o Six Flags Hurricane Harbor, com atrações aquáticas.


View Larger Map

Tente sair antes da hora do rush para evitar o trânsito e você não terá maiores problemas em chegar até lá.

O estacionamento é grande e custa $18 por dia. Marque bem o local aonde você parou, nós ficamos quase meia hora procurando nosso carro na volta.

O ingresso para o parque custa $66,99, mas a melhor opção é comprar on line e ganhar um desconto de $20 por ingresso, que aumenta para $25 se for comprado com pelo menos três dias de antecedência. De quebra, você ainda vai evitar as filas nos guichês e pode ir direto para a fila da entrada.

O horário de funcionamento do parque varia conforme o mês e dia – no nosso caso o parque funcionou entre 10:30am e 8:00pm e mesmo assim não foi suficiente para que conseguíssemos ver tudo. Escolhemos um dia não muito bom para nossa visita, um sábado de sol  no meio das férias de verão. Além disso havia uma excursão gigantesca de muçulmanos que lotaram o parque. Pegamos filas enormes em todas as principais montanhas russas e isso fez do nosso dia bem mais cansativo do que havíamos planejado.

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Nesse caso valeria a pena ter comprador o The Flash Pass, que permite reservar horários na maioria das atrações. Existem três opções de Flash Pass: o Regular – que permite fazer a reserva para o mesmo tempo da fila (Ex: São 70 minutos de espera. Você vai poder embarcar dali 70 minutos, só quem sem ter que ficar na fila), o Gold – que reduz em 50% o tempo de espera – e o Platinum – que reduz o tempo em 90% e ainda permite que você vá a mesma montanha duas vezes. O preço do Flash Pass varia conforme o número de pessoas e a data da visita – você consegue simular tudo no site – e no nosso caso sairia $75, $127 e $187 respectivamente.

Quando gostávamos muito de uma montanha russa, tentávamos esperar por uma vaga de Single Ride: normalmente os carrinhos são triplos e a maioria das pessoas está em número par e querem ir juntas, por isso sempre sobra um lugarzinho. Não é organizado como nos parques da Disney – que muitas vezes possuem uma fila exclusiva para Single Riders – mas se você for esperto, consegue um lugar vago. Aproveitamos essa oportunidade em várias atrações e conseguimos ir até quarto vezes seguidas em atrações bem concorridas como  a Tatsu.

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Com relação a refeições, existem alguns pacotes, mas eu não acho que valem a pena.  Nós optamos por comer novamente no Johnny Rockets que possui duas unidades dentro do parque, com um preço bem superior as lojas de rua. A comida também não estava tão boa, mas nada que fuja dos padrões de parques. Vale a pena comprar uma “Suvenir Bottle”, que sai por $14,99 e permite você beber quanto refrigerante ou água quiser.

Na maioria das atrações, não é possível embarcar com nenhum objeto, por isso é melhor deixar tudo em um armário ou no próprio carro e levar somente o necessário, que você poderá colocar em nichos cada vez que embarca.

São 35 montanhas russas no total, sendo 12 para crianças, 15 de nível médio e 18 com maior intensidade de adrenalina. Nós não conseguimos ir em todas e priorizamos as 18 mais intensas.

Map

Não vou falar de cada uma pois achei um canal no Youtube que tem videos de boa parte das melhores montanhas russas dos Eua – clique aqui para ver todos. Vou postar aqui os das minhas preferidas:

Super Man: Escape from Krypton

Tatsu

X2

Green Lantern

Goliah

Scream

Viper

Nós saímos do parque as 8 da noite muito cansados. Chegando em Los Angeles paramos em uma Pizza Hut, pedimos uma daquelas pizzas gigantes e fomos comer em casa. No dia seguinte nossa missão era tentar conhecer o que faltava de Los Angeles e pegar a estrada com direção a Las Vegas, nosso ultimo destino.

Mais informações:

Six Flags Magic Mountain 

26101 Magic Mountain Parkway
Valencia, CA 91355

* Algumas das fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor, contate-nos.

 

Blogs de viagem: eu leio!

Hoje, a ABBV, a Associação Brasileira de Blogs de Viagem, da qual esse blog faz parte com muita honra, completa um ano de vida!

Para comemorar a data, a entidade criou a campanha Blogs de Viagem: eu leio! na qual blogueiros -associados ou não – foram convidados a trocarem seus avatares por 24h a fim de mobilizar a comunidade que você, nosso querido leitor, faz parte!

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Ter um blog de viagem é uma delicia, mas dá um baita trabalho! A partir do momento em que você se torna um blogueiro suas viagens nunca mais serão as mesma. O processo pré-viagem é extremamente detalhado e  preciso – o que confesso já acontecia antes. Fotos e mais fotos – com direito a muito mico – e anotações minusiosas – que farão você acordar bem mais cedo, ou dormir bem mais tarde – serão parte do itinerário. O pós-viagem então nem se fala: são horas escrevendo e editando fotos, muitos fim de semanas perdidos e noites também. Mas todo esse trabalho, resultado de muito amor e dedicação, é compensado ao sabermos que você gostou, compartilhou, leu, comentou!

Hoje, mude seu avatar também e mostre que você faz parte dessa família que ajuda a gente a fazer do destino – seja ele qual for – um lugar melhor!

O que faltou fazer no O.C.

O Orange County é grande e tem centenas de possibilidades. A gente acha que o melhor a se fazer lá é não fazer nada de mais e simplesmente habitar o lugar, como um morador. Esse já é um motivo e tanto para voltar, mas como motivos nunca são de mais, aqui vai uma lista:

1. Visitar o Internacional Surf Museum, em Huntington Beach

 Surf Museum

A gente já contou aqui que gostaríamos de ter visitado esse museu, mas não tivemos tempo. O museu conta a história do surf na cidade e é dedicado aqueles que fizeram e amam o surf no passado e atualmente. É pequeno: 30 minutos são suficientes para conhecer o acervo que reúne pranchas antigas, uma coleção de parafinas, fotos e até um karaoke para cantar Beast Boys.

A entrada no museu custa $2 – na verdade uma doação opcional.

Internacional Surf Museum, HB
411 Olive Avenue, Huntington Beach 92648
12:00 as 17:00 – segunda, quarta, quinta e sexta
12:00 as 21:00 – terça
11:00 as 18:00 – sábado e domingo

 

Mais informações: http://www.surfingmuseum.org/

 

2. Passar pelo Festival of Arts de Laguna Beach para assistir ao Pageant of the Masters

Laguna é conhecida por seus festivais de arte que acontecem sempre durante o verão. Dentre eles o mais antigo é o Festival of Arts, que surgiu em 1932 e reúne os mais aclamados artistas da Califórnia. Dentre as atrações do festival, o Pageant of Masters se destaca. A exibição dura cerca de 90 minutos e reproduz clássicos da pintura com pessoas e objetos reais em um anfiteatro com orquestra profissional, narração ao vivo, luzes e centenas de voluntarios.

Festival

Esse ano – 2013 – o Festival acontece de 7 de julho a 31 de agosto e o Pageant of Masters é apresentado diariamente as 20:30h. Os valores dos ingressos variam entre $15 e $70, conforme a data e os assentos.

Mais informações e ingressos: http://www.foapom.com/pageant-of-the-masters/

3. Ir ao Cinema mais antigo de Newport em funcionamento, o Lido Theater

O cinema abriu suas portas em 1938 e foi completamente restaurado recentemente. A restauração foi minuciosa e incluiu um belissímo trabalho com os azulejos, feito pela mesma família italiana que havia feito os originais. As caixas dos posters são as mesmas, assim como a bilheteria – que vende os ingressos como antigamente – e o maravilhoso letreiro de neon. A tela possui uma enorme cortina de veludo vermelho que abre e fecha a cada exibição. O sistema de audio e video foi modernizado e hoje é considerado um dos melhores de toda Califórnia. O local é muito usado para locação de filmes, seriados e comerciais de Tv.

Lido

Com 622 lugares, 410 na parte de baixo e 212 em um mezanino, a maior parte dos filmes exibidos são independentes. Por ser a uma quadra do mar, o cinema se tornou também a capital dos filmes de surf no sul da Califórnia e apresenta uma programação de filmes de surf clássicos e novos. Muitos dos principais filmes de surf tem suas estréias e premiers aqui. Filmes de skate, patins e skinboard também são comuns.

Imagina que delicia assistir ao seu filme preferido de surf lá?

Lido Theater
3459 Via Lido
Newport Beach, CA. 92663


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Mais informações e programação: http://www.regencymovies.com/main.php?theaterId=5

4. Explorar as Low Tide Pools de Laguna Beach

Nós chegamos a visitar as “Low Tide Pools” da Fitzgerald Marine Reserve, em Half Moon Bay. Como explicamos nesse post, as “Low Tide Pools” ou “piscinas de mare baixa” se formam quanto a maré diminui e deixa os recifes de corais, antes submersos, a mostra. É possível caminhar por eles e encontrar muita vida marinha como estrelas do mar, polvos, ermitões, carangueijos, lagostas, anemonas e uma infinidade de animais.

Tide Pools

Muitas praias de Laguna possuem Tide PoolsCrescent Bay, Shaw’s Cove, Picnic Beach, RockPile, Bird Rock, Moss Point e Treasure Island. É uma delicía explorar esses lugares, você nunca sabe a sorte que vai ter e o que vai encontar.

Mais informações sobre as Tide Pools de Laguna: http://www.lagunabeachinfo.com/things-to-do/beaches/tidepools/

5. Conhecer a Mission San Juan Capistrano e o bairro historico de Los Rios

A sétima das vinte e uma missões da Califórnia – já falamos sobre elas aqui, aqui e aqui – foi construída em 1776. Em 1806 a missão já tinha mais de mil habitantes, mas depois de um terremoto em 1812, foi vendida e virou propriedade privada. Hoje, toda restaurada, é propriedade da Igreja Católica e pode ser visitada por $9.

Mas o bacana dessa missão é que o bairro em que ela foi construída também foi preservado e restaurado e é hoje um distrito histórico – é lá que fica a rua residencial preservada mais antiga da Califórnia.

Mission

Vale a pena parar para almoçar no Ramos House Café, que fica em uma das casas dessa rua, datada de 1881. O lugar é um charme! O menu muda periodicamente e é inspirado na cozinha Americana Contemporânea. Os preços são super bacanas e a comida de dar água na boca.

Ramos House

A cidade fica a meia hora de Newport, pertinho de Trestles.

Mission San Juan Capistrano
26801 Ortega Hwy, San Juan Capistrano, CA

 

Mais informações:
Missão: http://missionsjc.com/
Los Rios Historic District: http://en.wikipedia.org/wiki/Los_Rios_District
Ramos House Cafe: http://www.ramoshouse.com/

 

6. Dar um role de Skate no Vans Skate Park

A pista fica a 20 minutos de Newport dentro do Outlets at Orange – se você não curte skate pode aproveitar para fazer umas comprinhas enquanto seu namorado se diverte no Skate Park.

Vans

São várias areas divididas em mais de 2 mil metros quadrados:a Main Street Course (area de street com mil e quinhentos metros quadrados, toda feita de madeira), a Combi Pool (o bolw é uma réplica da piscina original, construída em 1980 no Upland Pipeline Skatepark), a Pee Wee Area (para iniciantes, possui os mesmos obstáculos da main street, mas em menor escala),  a Mini Ramps (são duas de tamanhos diferentes) e a Outdoor Street Course (area de street com chão em concreto e ao ar livre). O preço varia de $12 a $15 pelo dia todo. Eles alugam tanto o equipamento de segurança – obrigatorio para menores de dezoito anos – por $5 e o skate pelo mesmo valor. Há também aulas disponíveis – precisam ser reservadas com uma semana de antecedencia – por $40 a hora. Difícil encontrar um skate park assim em outro lugar né?

Vans Skate Park
20 City Blvd W Bldg. A – Suite 2

 

Mais informações: http://www.vans.com/skateparks/

 

7. Dar um oi pro Mickey, no Disney Resorts

Disney

São dois parques, a Disneyland e o Disney California Adventure, um na frente do outro, além da Donwtown Disney, que fica na mesma área. Se você nunca foi pra Disney de Orlando, vale a pena ter um gostinho do que você encontra do lado leste do país. Se já foi, dá pra matar as saudades. Lembrando que esse parque foi o primeiro a ser construído e idealizado por Walt Disney.

O valor do ingresso para visitar os dois parques em dias diferentes é de $170. Já se você optar por visitor os dois no mesmo dia economiza um pouco e paga $125.

Vale a pena se hospedar em um dos hotéis próximos, na cidade de Anaheim.

Mais informações: http://disneyland.disney.go.com/

8. E por que não ir também conhecer o Snoop no Knott’s Berry Farm

Já que você está ali para visitar a Disney, não custa dar um pulinho no parque ao lado – principalmente se você estiver com crianças – o Knott’s Berry Farm. O parque foi inaugurado em 1940 e foi o primeiro do gênero da Califórnia. O mascote é o Snoop e apesar de parecer bem fofinho, tem vários brinquedos e montanhas russas radicais.

Knotts

O parque fica a 15 minutos da Disney. Os ingressos custam $40 por dia.

Mais informações: https://www.knotts.com/

E aí, acho que a gente já pode marcar uma nova viagem para o O.C. não é?

No próximo post: De Orange County a San Diego

* As fotos desse post não são de autoria do blog.  Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor contate-nos.

The Wedge – as bombas do O.C.

Depois do nosso almoço em Crystal Cove, pegamos o carro e fomos voltando em direção a Balboa Island. Entramos no bairro de Corona Del Mar e fomos conhecendo um pouco da vida de Newport. As casas são lindas, as ruas limpas e organizadas. Tudo como nos filmes e seriados da TV.

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As lindas ruas de Newport.

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Corona del mar: uma das praias mais populares da região.

Optamos por seguir um pouco mais pra frente e chegamos até o The Wedge – um dos mais famosos picos de bodysurfing do mundo – que fica no final da península de Balboa, quase em frente a balsa que atravessa para a Ilha, no Jetty View Park.


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O lugar tem ondas impressionantes, que rendem muitas vacas e diversão garantida, pelo menos para a platéia. Funciona assim: a primeira onda da série vem e se choca com o paredão de pedras artificiais do lado esquerdo da praia e volta como uma nova onda que se junta com a próxima da série formando um estilingue com força suficiente para mandar muita coisa pelos ares. Para que isso aconteça é necessário um bom swell de sul e o período certo para que o time do encontro das ondas seja perfeito – um período maior ou menor causa um desencontro.

Apesar da aonda ser tradicionalmente para bodyboards, nos últimos anos prós como Strider Wasilewski, os gêmeos Hobgood, Jamie O’brien  e mais uma longa lista de corajosos tem desbravado o pico. Os skinboads também são presença constante e para eles o melhor é pegar a onda que bate no paredão antes dela se encontrar com a próxima, o que resulta em aéreos insanos, tubos mostruosos e caldos inacreditáveis.

Mas o pico não é pra qualquer um. Todo verão alguém é noticia por ter sido lançado contra as areias e se machucado feio. Por isso, é bom lembrar que apesar da onda ser possível para pranchas, ela é bem mais adequada para bodyboards.

Segundo o surfline “se você está se sentindo suicida ou só quer presenciar surfistas e bodyboars se jogando em dos espetáculos mai  deslumbrantes do sul da Califórnia, esse é o melhor lugar para visitar.”

Como nenhum de nós dois estávamos com intenção suicida, nos limitamos a sentar na areia e ficar observando os surfistas. O swell não estava dos maiores, mas já deu pra imaginar as belas vacas que podem ser precensiadas no pico.

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Assim que chegamos não haviam ondas e aproveitamos para dar um mergulho no mar.

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Mas logo alguns bodyboards entraram na água e garantiram nossa diversão.

Foi um final de tarde super gostoso, a galera na praia era bem bacana e o por do sol estava lindo.

Alguns dias depois o swell entrou um pouco maior e Linda – nossa anfitriã – tirou algumas boas fotos das ondas. Pelas fotos dela, fiquei impressionada com a quantidade de espectadores e imprensa que vão até lá para registrar o que sem dúvida é um espetáculo que vale a pena ser visto.

Por isso achei que o lugar merece uma galeria de fotos e vídeos.

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A onda é perfeita para bodyboards que gostam de fortes emoções.

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alguns surfistas se arriscam nos caixotes.

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As vacas são a grande atração, pelo menos para quem está fora da água.

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Que pode também não ser tão segura assim.

Saímos da praia e seguimos para Huntington para fazer umas comprinhas e jantar. Voltamos cedo, por que no dia seguinte o surf ia ser em uma das ondas mais esperadas da viagem. E é sobre Trestels que eu vou falar no próximo post.

Mais informações e previsão das ondas: http://www.surfline.com/surf-report/the-wedge-southern-california_4232/travel/

* Algumas das fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor contate-nos.

Hi everyoneeee!

Quem somos nós:

Guilherme Assis – Gui
Idade: 27 anos
Profissão: Hoteleiro
Esportes preferidos: Surf, mergulho, skate e jiu jitsu.
 
Anna Carolina Valverde – Caru
Idade: 25 anos
Profissão: Artista Plástica
Esportes preferidos: Bike, corrida, surf e jiu jitsu.
 
 

Objetivo da Viagem: Uma viagem de carro pela costa da Califórnia sempre foi um sonho nosso. Em busca de boas ondas e da história do surf, percorrer lugares tão emblemáticos como Mavericks, Santa Cruz, Rincon, Venice Beach, Trestles e San Diego. Além disso, poder conhecer cidades onde qualquer um gostaria de morar, museus únicos, paraísos de compras e pontos turísticos de tirar o fôlego. De quebra ainda dar uma passadinha em Las Vegas, a cidade do entretenimento. Tudo isso em um mês, em ótima companhia, um carro e muita disposição!

Objetivo do Blog: O objetivo principal do blog é que nossos familiares e amigos possam ter idéia de como foi a nossa viagem. Moramos longe de muitos e nos dias de hoje, é difícil ter tempo, mesmo com os que estão perto, para contar tanta coisa. Vamos tentar fazer um post por semana e contar tudo pra vocês!!!

Mas aproveitando que estamos aqui, resolvemos fazer algo que pudesse também ajudar outras pessoas. Para planejar a nossa viagem, nós usamos vários blogs e isso foi essencial para que tudo desse tão certo como deu. Chegou então a nossa vez de contar a nossa experiência e quem sabe ajudar alguém!

Roteiro da viagem: Saímos de São Paulo com direção a San Francisco no dia 8 de agosto de 2011. Ficamos 4 dias por lá e então alugamos um carro e percorremos a costa em direção ao sul pela Hwy 1. No percurso paramos para surfar e conhecer Half Moon Bay, Santa Cruz, Monterey e Carmel, Santa Barbara, Malibu, Santa Mônica e Venice Beach, Orange County e San Diego. De San Diego seguimos para LA, onde passamos três dias, e depois seguimos para Las Vegas, aonde finalizamos com grande estilo nossa viagem no dia 8 de setembro de 2011.

Incrivelmente inesquecível! Esperamos que vocês possam sentir um gostinho do que foi!

Caru

Gui