De Los Angeles a Las Vegas

Saímos de Los Angeles por volta das três da tarde depois de um almoço rápido. Nosso próxima e última parada foi Las Vegas, já fora do estado da Califórnia, mas destino bem comum para quem visita o estado. Vale a pena desviar um pouco o trajeto e conhecer a “Disney para adultos”, como muitos costumam descrever a cidade.

O trecho até Las Vegas pode ser feito de avião, mas é uma experiência bem bacana adentrar o deserto de carro. Levamos cerca de cinco horas com paradas, da porta do nosso apartamento em Los Angeles até o hotel – o que eu não acho um trajeto tão longo. Há pessoas que vem direto de San Francisco – nove horas – e também de San Diego – seis horas – portanto, da onde quer que você esteja dentro no estado da Califórnia, é viável seguir para Vegas de carro.

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O mapa mostra o trajeto exato que fizemos. É importante prestar atenção para que sua chegada em LV seja pela Las Vegas Boulevard, e não pela Las Vegas Freeway – que é o trajeto que seu GPS vai indicar e que passa por traz dos hotéis . Chegar pela Strip e passar pelo famoso “Welcome to Fabulous Las Vegas Sign” e todos os hotéis faz toda a diferença. Por isso programe seu GPS como no mapa abaixo:

Estávamos na metade do caminho quando chegamos a Calico Ghost Town. Infelizmente não conseguimos pegar as atrações abertas – o parque funciona só até as cinco da tarde – mas conseguimos entrar sem problema nenhum – e sem pagar a taxa de $8.

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Calico Ghost Town, como o nome já diz, é uma cidade fantasma do condado de San Bernardino, ainda dentro da Califórnia. A pequena cidade, que fica no meio do deserto de Mojave e em cima das Calico Mountains, foi fundada em 1881 após a descoberta de minas de prata na região. Se tornou a maior produtora de prata da Califórnia do período e cresceu rapidamente: logo já contava com correio, um jornal próprio, três hotéis, cinco lojas, açougue, bares, bordeis e três restaurantes. Tinha xerife e cadeia, assim como médicos, advogados e um banco. Entre 1883 e 1885 Calico tinha mais de 500 minas e uma população de 1200 pessoas. Com o declínio do comércio da prata em 1896, o trabalho nas minas não era mais viável economicamente, e sem ter outro meio de arrecadar receita a cidade desapareceu. Os estabelecimentos foram fechando e na virada do século Calico já estava completamente abandonada. Depois de ser comprada e restaurada por Walter Knott – fundador do parque de diversões Knott’s Berry Farm –  em 1950, foi doada a San Bernardino em 1966. Tornou-se Parque Estadual, recebeu a California Historical Landmark #782 e foi proclama em 2005 pelo então atual governador da California, Arnold Schwarzenegger, como a Cidade Fantasma da Corrida da Prata na Califórnia.

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Haviam poucas pessoas no lugar, o que fazia o clima de cidade fantasma parecer mais real. Exploramos bem o espaço, conseguimos entrar em alguns dos museus e tirar várias fotos bacanas.

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Boa parte da cidade é apenas cenário e somente cinco dos prédios são originais: o Lil’s Sallon, o Town Office, o prédio onde está o museu principal (Lucy Lane House) que funcionava originalmente como o correio da cidade, o Smitty’s Gallery e o Joe’s Saloon. A escola é uma replica e fica no exato lugar da original.

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Mesmo assim é bem legal andar pelas ruas e parece mesmo que você está lá na época do Velho Oeste. O entorno e o clima do deserto contribuem bastante e as formações rochosas próximas as minas são lindas.

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Se você conseguir saia mais cedo e pare aqui pra almoçar – existem três restaurantes na cidade – e curta um pouco das atrações – tem passeio pelo interior das minas, volta de cavalo e até um tour mal assombrado durante a noite. É possível ainda acampar por ali ou alugar um das cabanas – $100 por dia. Eu acho esse passeio – com o acampamento – incrível para crianças, especialmente para aquelas que curtem filmes de Velho Oeste.

No clima do deserto, seguimos viagem. Você terá certeza que saiu da Califórnia e chegou a Nevada – aonde o jogo é legalizado – quando começar a ver os hotéis cassinos, que já começam a aparecer imediatamente na fronteira dos estados. Pessoas que vão em busca apenas da jogatina não se dão nem ao trabalho de ir até Las Vegas, e param por ali mesmo. Mas não se engane, a magnitude de Vegas é incomparável e chegar lá a noite depois de tantas horas no deserto e ver todas aquelas luzes é indescritível. Hipnotizante acho que seria uma palavra adequada também.

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É muito difícil tirar uma foto que capte a beleza das luzes! Essa eu achei pelo Google e consegue passar um pouco do que você vai ver.

É muito difícil tirar uma foto que capte a beleza das luzes! Essa eu achei pelo Google e consegue passar um pouco do que você vai ver.

A dica do Destino Califórnia é: vá de carro para Vegas, vale a pena!

Mais informações:
Calico Ghost Town
36600 Ghost Town Road
Yermo, CA  92398
I-15 na Saída da Ghost Town Road
Abre diariamente das  9:00 a.m. – 5:00 p.m. exceto no dia de Natal
Sobre o parque – http://cms.sbcounty.gov/parks/Parks/CalicoGhostTown.aspx
Sobre as atrações – https://calicoattractions.com/
Sobre a História – http://en.wikipedia.org/wiki/Calico,_San_Bernardino_County,_California

 

De San Diego a Los Angeles

Saímos de San Diego por volta da uma tarde com destino a Los Angeles. Dessa vez, ao invés de ir pelo litoral, utilizamos a I-5, que a partir de San Clemente, faz o trajeto pelo interior.


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Pegamos um trânsito bem chatinho na região de Anaheim e o que nos salvou foram as Carpool Lanes, já que estávamos em dois. Para quem não sabe, a Carpool Lane é uma faixa reservada só para quem está levando alguma carona, ou seja, está em dois ou mais no carro.  Deixamos bastante gente pra trás percorrendo a estrada por essas faixas.

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Chegando em Los Angeles também havia trânsito para entrar na cidade, apesar de ainda não ser hora do rush. Demoramos quase três horas para percorrer todo trajeto, que normalmente demora duas.

No próximo post: Nosso apartamento em Bervelly Hills (ou quase!)

De Orange County a San Diego

Saímos de Balboa Island por volta da uma da tarde com destino a San Diego. O trajeto da casa da Linda até o hotel que ficamos em La Jolla em SD, demorou cerca de uma hora e meia.


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A estrada é ótima, larga e bem sinalizada como a maior parte das estradas americanas. Como saímos na hora do almoço precisavamos parar em um lugar para comer. Não conheciamos nada da estrada e nem tinhamos idéia da onde parar – como eu já comentei por aqui, San Diego foi a parte menos planejada da nossa viagem. Entramos em uma das saídas de Oceanside e ao me deparar com a seguinte placa não tive dúvidas de que era ali que eu queria comer.

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Todos que me conhecem sabem – e quem jé leu esse post do blog também– que eu sou apaixonada por Hot Dogs. Provar o meu “prato preferido” da “maior rede de hot dogs do mundo” era praticamente uma obrigação. Mas fato é que a experiência acabou se tornando uma grande decepção. Não sei se foi a loja, mas o Hot Dog estava horrível, engordurado, o pão seco. Pediamos também o famoso Corn Dog – era meu sonho comer um desses – e também não estava nada bom. Até as batatas fritas estavam ruins.

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Acabei não tirando mais fotos, nem calculando quanto gastamos. Saímos de lá correndo querendo chegar logo no Hotel.

Alguém já comeu no Wienerschnitzel – duvido você conseguir pronunciar!-  e teve uma experiência diferente?

No próximo post: Nosso Hotel em La Jolla, San Diego

De Los Angeles ao Orange County

Saímos da casa do George em Santa Mônica pela manhã, depois de um ótimo café com nosso anfitrião.

Nosso próximo destino seria o Orange County, mais conhecido como OC. A cidade tem muitas praias lindas e famosas, como Huntington Beach, Newport, Laguna e Trestles.  Por essa quantidade de lugares legais foi bem difícil escolher especificamente em qual deles se hospedar. Mais pela hospedagem e nem tanto pela localização, decidimos ficar em Newport e nos próximos posts vou falar mais sobre isso.

O que importa agora é que de Santa Mônica decidimos não ir direto para o lugar que iríamos dormir e optamos por fazer uma parada em Huntington para surfar e almoçar.

De SM até lá, demoramos cerca de uma hora sem trânsito e a viagem foi bem tranqüila. Nós fizemos o trajeto mais rápido, parando só em Sunset Beach, a primeira praia do OC. Se fosse hoje, eu faria o trajeto todo pelo litoral e daria uma paradinha em Long Beach para conhecer o Queen Marry.

Chegando em Sunset.

Chegando em Sunset.

A praia é infinita.

A praia é infinita.

As casas pé na areia. Raridade nos EUA.

As casas pé na areia. Raridade nos EUA.

 


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Chegando em Huntington, estacionamos o carro no estacionamento público ao lado do famoso píer e fomos curtir a praia – deixamos o carro com as coisas dentro sem se preocupar.

No próximo post vou contar como foi nossa paradinha por lá.

De Santa Barbara a LA

Depois de nos despedirmos do Thiago e do sanduiche dele na Deli pegamos a estrada com direção a Los Angeles.

A casa na qual íamos nos hospedar ficava em Santa Mônica, próxima a praia. Por isso programamos o GPS para chegar por Malibu e continuar pela costa até o nosso destino. Eu optaria por esse caminho mesmo se o destino final ficasse mais no centro da cidade. Não tem melhor jeito pra chegar em LA.


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Essa vai ser a primeira, das duas vezes que vamos ficar na cidade. Passamos apenas dois dias hospedados em Santa Mônica e dedicamos nosso tempo à parte mais relax e praiana da cidade – Malibu, Santa Mônica e Venice Beach.  Daqui seguimos para o OC, depois para San Diego e voltamos para LA – dessa vez para ficar mais três dias e conhecer o que faltou – e então seguir viagem para Las Vegas. Optamos por essa lojistica por que iria ser muito cansativo ir de San Diego direto para Las Vegas e Los Angeles é tão plural, que não pareceu sequer que estávamos na mesma cidade.

No próximo post: Nossa casa em Santa Mônica

De San Simeon a Santa Barbara

Saímos do Hearst Castle por volta das duas da tarde e seguimos em direção a Santa Barbara.

No caminho paramos para comer no Mc Donalds de Morro Bay e querem saber? Eu adoro ir no Mc nos Estados Unidos!!!

Vinte nuggets custam só $4,99 e você pode escolher quantos molhos quiser – são mais de 8 tipos diferentes, um mais gostoso que o outro. Um duplo X-burguer sai por um dólar, o refrigerante gigante é refil e também custa isso e a batata enorme custa só $2. Pode não ser a refeição mais saudável do mundo, mas gastamos $11 para os dois e saímos de lá ultra satisfeito.

Pra completar na frente desse Mc tinha uma Dollar Tree, a loja de 1,99 dos Eua. Lá  tudo custa $1 e entre muitas bugigangas dá pra encontrar coisas interessantes. Eu achei bem legal a parte de artigos para festa e a variedade de brinquedos. Há lojas espalhadas por todo o território americano e no site dá pra ter uma idéia do que se encontra por ali.

Tudo por $1.

Daqui até Santa Barbara demoramos mais de duas horas e meia. Era uma sexta feira e o trânsito na cidade estava insuportável. Optamos por ficar em uma área mais ao sul e por isso tivemos que atravessar todos os bairros, já que a Hwy estava em reforma.


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a. Herast Caste       b. Morro Bay        c. Santa Barbara Carpinteria South

 

 

Mas no fim chegamos e no próximo post vou falar sobre o nosso hotel por lá.

San Simeon x San Luis Obispo

Depois de percorremos o Big Sur chegamos a uma cidadezinha chamada San Simeon. O dia tinha sido longo e as seis horas da tarde quando chegamos no hotel estavamos mortos.

Mais uma vez, optamos por passar a noite no Motel 6, que atendeu muito bem as nossas expectativas e foi a melhor escolha custo x beneficio que podiamos ter feito.

Já não podemos dizer o mesmo quanto a cidade que escolhemos para pernoitar.

San Simeon é uma cidade bem pequena, que não tem nada de interessante, a não ser o Hearst Castle, que foi o motivo da nossa escolha. Mas a cerca de 45 milhas de distância, 1 hora e 10 de carro, fica São Luis Obispo, uma cidade super bacana, cheia de lojas, barzinhos e restaurantes. Super vale a pena se hospedar lá e fazer o trajeto para ir pro Heast Castle durante o dia. Pior é fazer como a gente, que teve que viajar a noite, depois de perambular o dia inteiro, até a cidade vizinha para encontrar um pouco de agitação.


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A.Hearst Castle, B.San Simeon e C.San Luis Obispo.

 

Fazer a viagem valeu a pena, chegando na rua principal de SLO uma feirinha animada estava acontecendo e jovens lotavam os barzinhos. Deu até pra fazer umas comprinhas básicas. Pena que não tiramos fotos, pq realmente não esperavamos nada de mais dali e a camera ficou no hotel.

Motel 6 San Simeon: 9070 Castillo Drive, SR 1/Cabrillo Highway at Vista del Mar – San Simeon CA 93452

Reservas e valores: http://www.booking.com/hotel/us/san-simeon-9070-castillo-drive.pt-br.html?aid=363621

No próximo post vou contra sobre a nossa visita ao Hearst Castle na manhã seguinte.

As outras possibilidades do Big Sur: Praias – Parte I

Quando você passa pelo Big Sur de carro vê um monte de praias lindas e desertas ao pé das montanhas. Dá uma vontade imensa de pisar naquela areia branquinha, sentir o vento  no rosto e até de dar um mergulho no mar gelado. Mas a dúvida, pelo menos pra nós foi: “Como a gente faz pra chegar lá?”

E essa dúvida não foi a toa. Muitas das praias não tem acesso público seja por que estão cercadas por propriedades privadas ou por conta do terreno ingrime que as cerca. Mas há outras que escondem suas entradas entre a mata e garantem paisagens deslumbrantes e até boas ondas.

Vindo de Carmel, a cerca de 23 milhas ao sul fica o primeiro pico com acesso livre, o Andrew Molera State Park.  Para chegar a praia você deve entrar no parque pela Hwy 1  nas placas que indicam o local.


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Pague a entrada de $8, pare o carro no estacionamento e siga a pé pela trilha, que demora cerca de 2 horas.

Estacionamento e inicio da trilha.

A trilha margeia, e por muitas vezes cruza, o Big Sur River, que deságua no Pacifico.  A praia é um ótimo lugar para encontrar lontras e observar baleias durante a temporada de migração.

Molera’s Beach

O Big Sur River desaguando no mar.

Fim de tarde.

Se você der sorte pode encontrar também algumas ondas, lembrando que apesar do pico parecer inofensivo, a correnteza é forte.

Direita próxima ao rio.

No video dá pra ver melhor as ondinhas!

No Surfline, você encontra mais informações sobre o mar e a previsão das ondas.

Além da praias, o parque tem um monte de trilhas e também um lugar para acampar – mas infelizmente não é permitido a entrada de motorhomes.

Há também trilhas a cavalo que levam a praia. O tour de duas horas sai $60.

O segundo lugar com acesso é Pfeiffer Beach, com certeza a praia mais famosa do Big Sur, mas que apesar disso, tem a entrada um pouco escondida. Para chegar a ela você tem que pegar a  Scycamore Canyon Road a direita se vc vem do norte – para ser bem sincera mesmo estudando detalhadamente no Google Maps como entrar nessa rua, eu continuei confusa. Dizem que tem uma placa “Caution, Narrow Road”e é aí que vc tem que virar.


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Depois que você conseguir achar a entrada fica fácil: siga por mais duas milhas  até a avenida acabar. Você vai chegar a um estacionamento – $5 por carro – e então seguir por um pequeno caminho até a praia.

Estacionamento da Pfeffeir Beach e a pequena trilha até a praia.

A praia é linda, tem um arco nas pedras que proporciona fotos incríveis, além da areia roxa que eu não sei se é mesmo tudo isso que dizem por aí. Na dúvida, leve um garrafinha para trazer a tal areia de suvenir!

Vista panorâmica da praia.

O tão famoso arco.

E a areia roxa ou “purple sand”

As próximas praias ficam para outro post! É muita beleza para um dia só!

* As fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor contate-nos.

Big Sur, a cereja do bolo da Highway 1

Acho que boa parte da fama da Highway One como uma das mais lindas rotas para se percorrer de carro do planeta se deve a esse trecho da estrada. O Big Sur é lindo.

Pra quem é de São Paulo e está acostumado a percorrer a Rio Santos no trecho entre Maresias e Paraty  fica impossível não fazer uma comparação. As praias lindas ao pé das montanhas vistas lá de cima através de uma estrada sinuosa.

A diferença pra mim está na cor da água: o Pacífico pode ser gelado e ter muitos tubarões, mas a cor não se compara com a do Atlântico que banha esse trecho da costa brasileira. As formações rochosas e a mata também são bem diferentes. E o número de mirantes que te possibilitam apreciar a vista faz com que você perceba mais a beleza do lugar.

O Big Sur foi um dos motivos de termos escolhido começar a nossa Road trip por San Francisco e terminar em San Diego. Vindo do Norte com direção ao Sul as praias e o oceano vão ficar do seu lado. Estacionar fica mais fácil, assim como apreciar a vista durante o trajeto.

Já no comecinho da estrada você consegue ter uma noção do que vem pela frente. O dia estava meio nublado, mas foi abrindo conforme a tarde foi chegando.

A famosa Rocky Creeke Brigde, uma das pontes mais fotografadas do mundo. Primeiro vista de pertinho e depois mais de longe, em um outro trecho da estrada.

A maior parte do Big Sur, principalmente mais ao norte,é inabitada. Mas no meio de tanta natureza, achamos uma casa escondida entre as árvores.

As nuances de azul do Pacífico são lindas! Dá vontade de pular lá dentro. Até você lembrar que a água é gelada.

Essa foi uma das vistas mais lindas na nossa opinião  Fica um pouco a frente da Rocky Creek Bridge, mas não consegui descobrir o nome da praia,nem se há acesso até ela.

Mais pro final do trecho, a mata vai ficando mais fechada, o número de restaurantes campings e logdes vai aumentando, mas as vistas continuam lindas!

Demoramos cerca de quatro horas para percorrer as 90 milhas -140 km – parando sempre que tínhamos vontade. Chegamos em San Simeon – nosso próximo destino – por volta das 7 da noite e ainda estava claro.


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A nossa experiência foi uma passagem pelo Big Sur. Mas o lugar é repleto de trilhas, campings, cachoeiras, lugares bacanas para fazer piqueniques e praias paradisíacas. Nos arrependemos de não ficar mais. E no próximo post eu vou falar sobre as outras possibilidades do Big Sur.

De Monterey a Carmel pela 17 mile Drive

Acordamos cedo para começar uma parte muito esperada da nossa road trip. E ela começa pela 17 mile Drive, a estrada que utilizamos para ir de Monterey até Carmel.

 

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Existe uma estrada bem mais curta e rápida, mas só utilize ela caso você já tenha passado pela outra. Mesmo que você esteja com pressa, passe pela 17 mile drive correndo – sempre respeitando os limites de velocidade, é claro – mas passe.

Conhecida como umas das estradas mais bonitas do mundo a 17 mile drive é curta, tem, como o nome já diz, 17 milhas de extensão. Mais ou menos uns 27 km, que nós demoramos quase uma hora e quarenta para percorrer por que não tem como passar por tanto lugar lindo e não parar.

Saindo de Monterey, você deve pegar  a Sunset Drive e ir percorrendo a costa até que vai se deparar com uma portaria. É aqui que vc paga o pedágio de $9,95, ganha um mapa e começa sua viagem por uma paisagem como nenhuma outra. É só seguir a faixa vermelha no chão e acompanhar no mapa os principais pontos da rota. Nós só paramos nos que achamos interessantes.

 

Bird Rock: Os pontinhos pretos são os pássaros.

O tempo estava bem feio e frio. Para quem puder optar é melhor fazer a estrada no fim de tarde, quando o fog é menor.

Desse ponto você avista diversos “Cypress”, o tipo de árvore mais famoso da região.

A vista lembra é linda.

 

O tempo não estava dos melhores, mas as fotos ficaram com um clima bacana.

O Lone Cypress, uma das árvores mais famosas do mundo.

Mais de perto. É lindo mesmo.

Rara foto do casal junto… viajar em dupla é assim!rs

Alguém sabe o nome desse pássaro lindo?

No fim da estrada estão as Ghost Trees que lembram aquelas árvores vivas e assustadoras dos filmes da Disney.

Tudo impecavelmente lindo!

Vale lembrar que não são permitidas motos na estrada.

No próximo Post: A famosa Carmel by the Sea