Cinco de Mayo: a cultura mexicana na Califórnia

cinco-de-mayoCinco de Mayo, 1862. Data em que o exército Mexicano derrotou as forças armadas francesas na batalha de Puebla. No México o feriado é só reconhecido na própria cidade de Puebla. Já no território americano o dia é de festa e por todo o canto os descendentes de mexicanos aproveitam para celebrar sua herança e cultura.

A tradição se iniciou em cidades com grande número de imigrantes mexicanos – como Chicago, Houstoun, San Diego e Los Angeles –  e foi se espalhando até que em 2005 o Congresso Nacional declarou o dia oficialmente, solicitando que todos os lugares celebrassem a data.

A Califórnia – como um dos estados com maior número de imigrantes vindos do México – é sem dúvida o melhor lugar pra conhecer a tradição.  Já falamos aqui como várias cidades são influenciadas pela cultura do país vizinho e incorporam ao cotidiano a culinária, a arte, as cores, a música, a dança e a maneira de ser dos mexicanos.

Se você está com viagem programada para a data tente encaixar alguma visita a um dos eventos que acontecerão.  Com certeza você encontrará muitas cores e muita alegria.

Em San Francisco a festa acontece no bairro de Mission District – já fizemos post sobre o bairro aqui. A festa é bem familiar e o local tem capacidade para receber mais de 3000 pessoas.  Esse ano acontecerá no Sábado, dia 3 de maio, das 10 am as 6 pm, na Valencia Street, entre a 21th e a 24th St.

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Mais informações: http://www.sfcincodemayo.com/

Em Los Angeles o local da celebração é a Olvera Street, em Downtown. A rua é famosa por abrigar festivais e eventos da cultura Mexicana. O evento dura o fim de semana todo e mais a segunda feira – de 3 a 5 de maio de 2014 das 10am as 10 pm.

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Mais informações: http://www.olvera-street.com/Calendar/calendar.html

Em San Diego o evento também dura três dias, e é o maior do sul da Califórnia. Serão quatro palcos com musica ao vivo, duas cantinas com comidas e bebidas, além de uma área especialmente reservada para crianças. Toda a estrutura será montada na Old Town – post aqui – a partir da sexta feira, dia 2 de maio, até domingo. Vale a pena conferir a programação, que é bem extensa e parece ser a mais organizada das opções.

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Mais informações: http://www.oldtownsandiegoguide.com/cinco_de_mayo/cinco_de_mayo.html

Quem comparecer pode vir aqui contar no blog como foi!

Happy Cinco de Mayo!

 

O que faltou fazer em Las Vegas

Pra mim Las Vegas é uma daquelas cidades da qual você nunca se cansa, se tiver dinheiro e uma boa companhia.

Como já disse aqui, as opções de entretenimento – restaurantes, shows e etc – são infinitas e fazer a combinação de compras + relax na piscina ou cassino + jantar em restaurante estrelado + show incrível é possível por dias a fio.

Algumas dessas opções são essenciais e nós acabamos deixando muito coisa de lado por causa do casamento. Não quis comprar shows com antecedência, nem fazer passeios mais longos por exemplo. A lista do que faltou fazer é enorme, mas listei aqui o Top 10:

1. Assistir a um show do Cirque Di Soleil

São oito espetáculos em cartaz na cidade no total. O “O” – que dizem ser um dos mais bonitos e que acontece na água, o “Michael Jackson One” – uma homenagem ao rei do pop, o “Mystére” – criado especialmente para Las Vegas, “The Beatles Love” – que traz as famosas músicas da banda britânica, “Zumanity” – uma versão sensual e mais apimentada, “Criss Angel – Believe” – um espetáculo de ilusionismo com o famoso mágico, “Zarkana” – a mais recente das produções e “KÀ” – que mistura artes marciais, inclusive capoeira, as incríveis acrobacias.

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Difícil é escolher entre tantas opções.

Vale lembrar que mesmo sendo mais fácil conseguir ingressos do que em outros lugares, vale a pena comprar com uma certa antecedência. Nós não conseguimos comprar pra o “O”, por exemplo. Os ingressos variam de $59 a $180 dependendo do espetáculo e do setor.

Mais informações: http://www.cirquedusoleil.com/en/destinations/las-vegas/cirque-vegas-shows.aspx

 2. Ir ao Grand Canyon

Considerado umas das sete maravilhas do mundo, o canyon de 446km fica no estado do Arizona. Há muitas maneiras de se chegar até ele partindo de Las Vegas, mas sem dúvida a mais inesquecível – e também a mais cara – é de helicóptero. Existem vários pacotes que podem incluir pouso com direito a parada para um picnic com champanhe, ida a Sky Walk – uma passarela de vidro localizada dentro de uma reserve indígena, passeio de barco pelo Colorado River, traslado em limousine e até mesmo uma pernoite em uma típica cabana indígena. Os preços variam entre $250 e $650.

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Se o seu bolso não estiver cheio você pode ir de ônibus – o trajeto demora cerca de quarto horas – e passar o dia por lá por $70. Uma outra boa opção para quem tem mais tempo é ir com o próprio carro e passar a noite em uma das pousadas do parque. Essa opção permite que você conheça melhor o lugar e faça algumas das lindas trilhas.

Mais informações sobre os pacotes: http://www.alllasvegastours.com/grand-canyon-tours/c-952?sortBy=4

3. Conhecer Las Vegas Downtow e a Freemont Street

Eu sempre me interessei por Las Vegas e sua história – cheguei até a estudar como a arquitetura é usada para persuadir os visitantes – e por isso visitar o lugar onde tudo começou era primordial. Infelizmente não deu tempo. Mas se você é como eu e deseja conhecer um pouco da história da cidade não deixe de ir a Downtown.

Hotéis como o Golden Nugget, construído em 1946, se espalham pela Freemont Street, que abrigava os principais hotéis e casinos antes da Strip surgir. O lugar é um paraíso para quem gosta de neons e luzes ao estilo vintage.

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Em 2004 uma grande tela foi construída acima do boulevard e faz parte hoje do Freemont Street Experience, que une as imagens a músicas e sons.

Um pedacinho da cidade diferente do que a gente costuma ver por aí.

Mais informações:

Hotéis:http://www.lasvegas.com/hotels/downtown/

História: http://en.wikipedia.org/wiki/Downtown_Las_Vegas

Freemont Street Experience: http://www.vegasexperience.com/

4. Participar de uma Pool Party

De maio a setembro as piscinas de muitos hotéis de Las Vegas se transformam. Deixam de ser simples piscinas para abrigarem festas diurnas com muita gente bonita, pouca roupa e muita música. O conceito já é conhecido aqui no Brasil atualmente, mas Vegas é Vegas não é mesmo? Existem coisas que você só vai ver por lá e por isso acho o programa no minimo interessante, mesmo para casais! Só não vale ser ciumento(a), por que com tantos corpos sarados passando fica difícil não dar uma olhadinha!

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Mais informações: http://www.vegaspoolparties.co.uk/

5. Assistir a um dos Shows de Mágica

Atualmente a cidade possui mais de dez shows de mágica em cartaz e eles vão dos mais básicos aos mais surpreendentes. Mas o que importa é que alguns dos ilusionistas mais conhecidos do mundo, como Criss Angel e David Copperfield, estão sempre se apresentando por lá. Os valores dos ingressos vão de $20 a $90.

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Mais informações: http://www.vegas.com/mytrip/app/Products/show?5&searchCat=Genre:genre+-+Magic

6. Assistir ao Show de alguma Diva

Celine Dion, Sher, Shania Twain  e outras divas estão sempre se apresentando na cidade e sua visita é uma ótima oportunidade para assistir a um show incrível em um lugar pequeno e super confortável. Os preços podem ser bem bacanas e é sempre bom acompanhar a programação para as datas da sua viagem.

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Mais informações: http://www.ticketmaster.com/lasvegas

7. Perder – ou com sorte ganhar – alguns dólares no cassino

Gente, como alguém pode ir pra Las Vegas e não arriscar sequer $1 em algum cassino? Nós conseguimos realizar essa façanha e olha que eu amoooo um jogo. Por isso jogar na roleta, no Black Jack e nos caça níqueis – o pôquer acho que vai ficar pra próxima encarnação porque não conseguimos apreender ainda – está na nossa lista de motivos pra voltar! Imagine acontece como no filme “Jogo de amor em Las Vegas”?? Mas sem a parte da separação! rs

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8. Experimentar as iguarias de pelo menos um dos restaurantes de chefs consagrados

Las Vegas pode ser considerada a cidade com mais restaurantes de chefs consagrados do mundo. Lá é possível experimentar o tempero de Wolfgang Puck, Emeril Lagasse, Gordon Ramsay, Joel Robuchon, Alain Ducasse e muitos outros por preços até que não tão altos – dá pra gastar $150 por casal e comer muito bem. Eu que amo comer considero esse um motivo muito forte pra voltar.

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Mais informações: http://www.forbes.com/sites/larryolmsted/2013/06/07/vegas-celebrity-chefs-2-0-the-next-wave/

9. Ver Las Vegas de cima da torre do Stratosphere

Da altura de um prédio de mais de 100 andares, a torre do Stratosphere oferece uma das mais lindas e completas vistas da Strip. O ingresso custo $18 para os adultos, mas vai render uma foto linda – na minha opinião mais linda ainda durante a noite. Além disso lá em cima ainda existe um restaurante que gira 360° e um Bug Jump bem emocionante.

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Mais informações: http://www.stratospherehotel.com/Tower

10. Assistir ao famoso Show de águas do Bellaggio

Uma das coisas mais simples e fáceis de se ver foi ignorada por nós. Talvez por ser tão acessível, não tenhamos nos preocupado com o horário e acabamos perdendo um do clássicos de Vegas: o famosos show de águas do Bellaggio. O show acontece a cada meia hora durante o dia e de quinze em quinze minutos a noite e é de graça.

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Mais informações: http://www.bellagio.com/attractions/fountains-of-bellagio.aspx

No próximo post vocês vão ficar sabendo qual o destino do Destino Califórnia agora que nossa viagem acabou!

O que faltou fazer em Los Angeles

O Gui não gostou de Los Angeles. Eu amei. Queria muito voltar e vivenciar um pouco mais da cidade, por que acho que foi isso que faltou durante nossa estadia. Dos quatro dias que ficamos lá, dois nós passamos em parques e, apesar de eu achar divertido, não acho que esse tipo de passeio contribua muito para fazer uma viagem inesquecível e passar aquela sensação deliciosa de amor por um lugar. O parque não tem cultura, não tem sentimento, e o bacana quando você vai para um lugar tão longe, é sentir exatamente isso.

Talvez não seja tão fácil achar esse sentimento em LA, ela não é uma cidade que encanta os turistas. Mas a partir do momento que você achar, vai querer voltar muitas vezes. Eu sinto Los Angeles: pra mim a cidade reúne toda energia cultural e criativa que se expande pelo resto do estado. A Califórnia não seria a mesma sem ela.

Faltou fazer muita coisa e eu acho que quanto mais dos programas de turista você fugir, mais vai se apaixonar pelo coração da Califórnia. Da próxima vez que formos a LA não vamos deixar de:

– Conhecer a cena musical de West Hollywood

A Sunset Strip – faixa de 4 km da Sunset Blvd – reúne algumas das mais importantes e notórias casas de shows de rock. O histórico Whisky a GoGo – aberto em 1964, teve The Doors como uma das bandas da casa, o The Roxy – palco de gravações de DVDs e CDs ao vivo de bandas como Bob Marley e NOFX, o The Viper Room – que tem entre os frequentadores assíduos Angelina Jolie e Leonardo Di Caprio, e o House Of Blues – palco da última performance ao vivo de Tupac, estão entre os principais. Nesse site você encontra a programação completa do bairro. Com certeza vale a pena reservar um ou dois dias da sua estada em LA para assistir a shows por aqui. E se você estiver por lá em agosto, aproveite para conferir o Sunset Strip Music Festival, que rola anualmente e traz milhares de expectadores para as ruas.

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– Ir ao Coachella Valley Music and Arts Festival

O festival acontece anualmente nos dois últimos fins de semana de abril e dura três dias. Os palcos e tendas se instalam em meio ao deserto, na cidade de Indio, a cerca de duas horas de Los Angeles. O que faz dele especial, além das bandas e músicos bacanas, é o conceito. Atualmente não há nada mais hype do que ir ao Coachella e os gramados ficam cheios de celebridades em looks hippies e bohos. Dá pra acampar ou ficar em hotéis próximos, vai do gosto de cada um. Além dos palcos a edição passada contou com um mercado orgânico, tendas de massagem e arenas para jogos como queimada.

Esse post aqui tem informações e impressões mais detalhadas.

– Fazer uma tatuagem no Hight Voltage Tattoo 

O Hight Voltage Tatto é propriedade da diva da tatuagem Kat Von D, conhecida mundialmente através do seriado La Ink. É no estúdio localizado em West Hollywood, na esquina da Fountain com a La Brea Ave., que ela e seus companheiros de trabalho rabiscam corpos com tatuagens old schools da melhor qualidade.Se o seu sonho é ter uma tatuagem nesse estilo aqui é o lugar. Só não se esqueça de reservar um horário com antecedência através do site – aonde você encontra uma lista dos artistas que trabalham lá, assim como seus portifólios – e de ter bastante dinheiro guardado para isso – o valor mínimo é de $200. Se você não quiser radicalizar tanto será muito bem recebido para conhecer o espaço e levar um souvenir de lembrança.

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– Se deliciar com os sabores do Farm’s Market

O mercado fundado em 1934 reúne entre suas bancas de frutas e outros alimentos vários pequenos restaurantes com comidas deliciosas. Frequentado pelos locais é um daqueles passeios que fazem a gente se sentir um pouco parte da cidade. É imperdível para quem curte gastronomia e gosta de experimentar vários sabores. Vale a pena conferir o The Gumbo Pot, que oferece comida cajun, típica da cidade de New Orleans e que agrada somente aqueles com apreço pela comida forte e apimentada – como eu. Se você estiver hospedado em um lugar com cozinha, dá pra levar alguns ingredientes pra casa. Anexo ao mercado fica o shopping a céu aberto The Grove, que reúne algumas das mais tradicionais lojas americanas. É um programa para o dia todo  que pode, e deve, ser repetido.

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– Conhecer os bons restaurantes da cidade

Se você gosta de restaurantes descolados e/ou estrelados, LA é sem dúvida um paraíso. Lá estão reunidos alguns dos melhores restaurantes do mundo que ditam tendência para muito do que vemos aqui. É claro que para conhecer vários o seu bolso precisa estar recheado, mas escolher pelo menos um é obrigação de quem está visitando a cidade. A Paulete, do blog Viagens da Paulate, traz uma boa seleção aqui.

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– Garimpar no Melrose Trading Post

Ótima opção para quem busca achados originais com preços razoáveis, a feirinha é hotspot para designers, estilistas e celebridades. Mais conhecida pelos locais como Fairfax Flea Market, tem música ao vivo, comidas típicas, antiguidades, quinquilharias  roupas, sapatos, móveis, artesanatos, bijuterias e o que mais você imaginar. Acontece todo domingo, das 9 as 5pm, na esquina da Melrose com a Fairfaix Ave, mais precisamente no estacionamento da Fairfax High School – que para quem interessar foi aonde Anthony Kiedis e Flea, do Red Hot Chilli Peppers, se conheceram . A entrada custa $2 e o estacionamento é grátis. Vale lembrar que dinheiro vivo é sempre melhor para conseguir descontos.

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 – Aprender um pouco mais sobre astronomia, no Griffith Observatory 

O lugar já vale a visita pela paisagem: fica no topo do Griffith Park, entre as montanhas de LA, com uma vista maravilhosa da cidade e do Hollywood Sign. Mas se isso não é o suficiente pra fazer você ir até lá, o museu de astronomia o planetário com certeza serão.  Além disso é um programa super em conta: o estacionamento é grátis e a sessão no planetário custa só $7 por pessoa. Eu iria lá pra assistir o por do sol e fazer um picnic romântico.

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– Visitar os museus da cidade

Deixamos de conhecer dois dos principais museus da Califórnia, o que eu lamento muito. Realmente não tínhamos tempo, mas dizem que o Getty Center é imperdível, que a arquitetura é linda, os jardins maravilhosos e a vista de tirar o fôlego (posts bacanas aqui, aqui e aqui). Já o LACMA não agrada a tantos, mas como uma artista plástica, não podia ter pulado essa (post com mais detalhes aqui).

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Essas são só algumas das opções, podia citar mais pelo menos dez. Depois dessa, se alguém vier aqui e dizer que não tem o que fazer em Los Angeles vai levar bronca hem?

E eu, como sempre, não vejo a hora de voltar – e podia passar um mês inteiro por lá.

* As fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor, contate-nos.

 

 

 

 

O que faltou fazer em San Diego

Chegou a hora de escrever aquele post difícil, aonde fico tentando arrumar motivos para voltar. E não é que sempre encontro vários?

Balboa Park: Além do famoso Zoológico de San Diego – que é um dos melhores do mundo e um dos únicos a exibir espécies de urso panda na coleção – o parque é lindo e abriga quatorze museus, teatros, diversos jardins e mais um infinidade de coisas bacanas. É visita obrigatória para quem vai a cidade e nos arrependemos muito de ter pulado o passeio.

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Aonde? 1549 El Prado, San Diego, CA 92101
Quanto? O passaporte para visitar cinco dos quatorze museus no mesmo dia sai por $39. O ingresso do zoológico $41.
Mais informações: http://www.balboapark.org/ – http://www.sandiegozoo.org/

 

Sea World: O parque conhecido mundialmente tem sua unidade californiana. Além dos tradicionais shows com animais, você vai poder alimentar golfinhos e dar uma volta na Manta, a montanha russa do parque. Vale a pena para quem não conhece o parque da Disney ou está com crianças.

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Aonde? 500 SeaWorld Dr – San Diego, CA 92109
Quanto? O ingresso para adultos sai $88. Eles também tem combos para quem deseja ir a Disney e ao Universal.
Mais informações: http://seaworldparks.com/seaworld-sandiego/

 

Gaslamp Quarter: a área de San Diego, além de ser histórica, reúne a maior parte de lojas, restaurantes, bares e baladas da cidade. Depois de uma fase decadente, a prefeitura resolveu revitalizar o bairro na década de 80, preservando os prédios históricos que hoje funcionam como comércio. São cerca de 4 quarteirões aonde você pode caminhar, fazer compras e ainda se deliciar em algum dos muitos restaurantes. Se o foco da nossa estada em San Diego não fosse o surf, era por aqui que iríamos nos hospedar.


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PageGaslamp

Aonde? No centro de San Diego, entre as ruas Market e Brodway.
Mais informações: http://www.gaslamp.org/

 

Atravessar a fronteira: Para quem não sabe, San Diego é a cidade mais ao sul da Califórnia e faz fronteira com a cidade de Tijuana, no México. Queria muito ter atravessado e conhecido um pouco mais da cultura do país vizinho e ir a um dos clubes de salsa que ficam na redondeza. Dizem também que a cidade é ótima para fazer compras, o Outlet mais popular de San Diego fica bem próximo a linha que separa os dois países.  Porém, fiquei sabendo que Tijuana é uma cidade perigosa e que não era seguro – nem simples –  atravessar sozinho de carro. O melhor jeito é ir de excursão, por isso, acabamos deixando o passeio de lado. Alguém atravessou e pode contar a experiência pra gente?


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PageTijuana

Mais informações: http://viagem.uol.com.br/guia/cidade/san-diego—tijuana.jhtm

Conhecer Oceanside: a cidade fica ao norte do condado de San Diego e respira surf. O Califórnia Surf Museum exibe pranchas, fotos e objetos ligados a história do surfe, além de sediar eventos ligados ao esporte. Se você precisa de uma prancha, a cidade é famosa por ser o lar de muitos shapers talentosos que ocupam a área chamada de Shapers Alley. Veja uma lista aqui. Na hora de botar pra baixo, a praia tem três picos que oferecem ondas consistentes: o porto, o lado norte e o lado sul do píer. Agora, se o mar estiver flat, vale a pena ir conhecer o Skate Park Robb Fiels, conhecida como uma das melhores pistas do sul da Califórnia.

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Wave House: Considerada a melhor piscina de ondas da California, oferece duas opções: a Flowrider se assemelha as piscinas de ondas que são vistas aqui no Brasil e a Flowbarrel recria uma onda tubular. Parece difícil, mas tem uma galera que manda bem no brinquedo, dando várias manobras como aéreos e 360°. Ano passado, Heitor Alves e Gabriel Medina deram uma passada por lá para ver o que conseguiam fazer.

Aonde? 3125 Ocean Front Walk – San Diego, CA 92109
Quanto? Você pode comprar de 5 a 20 sessões em cada uma das ondas e o valor varia entre $75 e $300.
Mais informações: http://www.wavehousesandiego.com/

 

Assistir a um jogo de baseball no Petco Park, o estádio do time local: Já ouvi muitas pessoas dizendo que o jogo de baseball é chato e monótono. Mas acho que ir a um evento como esse é vivenciar a cultura do país, e é isso que sempre buscamos nas nossas viagens. Além do mais, todos sabem que estádio é igual a cachorro quente, e eu amo cachorro quente. Portanto esse sempre será um programa interessante pra mim.

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Aonde? 100 Park Boulevard – San Diego, CA 92101
Quanto? Os ingressos dos jogos custam em média $15.
Mais informações: http://sandiego.padres.mlb.com/sd/ballpark/index.jsp

 

Nos próximos post: De San Diego a Los Angeles

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O que faltou fazer – Praias de LA

Chegamos no post em que ficamos procurando desculpas para voltar naquele lugar que já curtimos tanto. Segue abaixo o que faltou conhecer das praias de LA e o porque de querermos voltar pra lá!

1. Getty Vila – O museu criado por J. Paul Getty aos pés do Pacifico é uma réplica da Villa dei Papiri dos tempos do império romano. A coleção de arte etrusca, romana e grega parece se tornar um mero detalhe diante da arquitetura.

A entrada é gratuita, mas precisa ser reservada pelo site.

Fica em Malibu na 17985 Pacific Coast Highway.

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2. Surfing Cowboys Aberta em 1998, a loja mistura antiquário, surf shop e museu. Entre roupas, acessórios, móveis e pranchas o casal de proprietários traz o que para eles traduz o espírito livre da Califórnia.“Imagine-se na sua casa. Entre pela porta, tire seus sapatos e sorria. Todas as peças a sua volta são inspiradoras…e estão a venda.”

A loja fica em Venice Beach na 12553 Venice Blvd.

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3. Queen Mary – O transatlântico, que serviu o exército britânico durante a segunda guerra mundial, funcionou também como cruzeiro fazendo o serviço expresso semanal entre os portos de Southamptom e Nova York. Construído em 1936, navegou pelas águas do atlântico norte até 1967. Desde então está ancorado permanentemente em Long Beach e funciona como museu e hotel. A melhor parte é a lenda que diz que o navio é mal assombrado. Existe inclusive um tour, intitulado “Haunted Encounters”,  no qual a tripulção do navio te leva para comprovar a teoria. As diárias ficam entre $109 e $250. Eu quero me hospedar lá!

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Ver mapa maior

4. Praias e points de surf – De Los Angeles até o Oc existem algumas praias bacanas que deixamos de conhecer. Escolhi aquelas nas quais eventualmente rolam umas ondinhas. Ao sul de Venice ainda podíamos visitar El Porto, Manhatan Beach, Hermosa Beach, Redondo Beach e Lunada Bay. Mais informações: http://www.surfline.com/travel/index.cfm?id=2951.

Prais citadas, respectivamente.

Prais citadas, respectivamente.

No próximo post: Roteiro Resumido – Praias de LA

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O que faltou fazer em Santa Barbara

Santa Barbara é uma cidade bem bacana. A gente não fez tanta coisa por lá. Estavamos viajando há mais de 10 dias e decidimos curtir o lado menos turístico, ficarmos mais tranqüilos, sem programações e roteiros planejados. Por isso temos vários motivos pra voltar, como de costume.

Santa Barbara Museum of Art – O museu tem um bom acervo, com destaque para as obras do período impressionista – é o museu da costa oeste que possui mais obras de Monet.  As exposições temporárias costumam ser bacanas.

Santa Barbara Museum of Art.

Santa Barbara Museum of Art.

Mais informações: www.sbmuseart.org

1130 State Street
Santa Barbara CA 93101-2746
Tel: 805.963.4364

Ingressos: $10

Abre de Terça a Domingo das 11h as 17h

Courthouse Tower – O prédio do tribunal da cidade de Santa Barbara construído em 1929 já é bonito por si só. Cercado por gramados e por um jardim submerso tropical, seu interior é repleto de tetos pintados a mão, murais e lustres de ferro. Dificilmente uma tarde de domingo passa sem que um festival, concerto ou algo do gênero abuse do maravilho cenário para ficar ainda melhor. Mas o “Must-see” está na vista 360° da cidade que se tem da torre do edifício. As fotos explicam melhor.

O prédio e seu interior.

O prédio e seu interior.

Uma das facetas da vista da torre.

Uma das facetas da vista da torre.

Mais informações: http://www.santabarbaracourthouse.org/sbch/

1100 Anacapa Street, Santa Barbara, CA 93101, Estados Unidos

Telefone:+1 805-962-6464

De Segunda a Sexta das 8h as 17h (a torre costuma fechar mais cedo)

Sábado e Domingo das 10 as 16:30h

Channel Islands – O arquipelogo tem oito ilhas que se dividem entre os distritos de Santa Barbara, Ventura e Los Angeles.  A mais próxima da costa fica a cerca de      duas horas de barco de Ventura. Você pode fazer um passeio de um dia para ver as baleias ou acampar em uma delas e explorar melhor o local. A fauna das ilhas é bem variada e em alguns lugares rolam até umas ondinhas. Com certeza entra no nosso próximo roteiro com direito a acampamento. A empresa Island Packers faz variados passeios para o destino. Para saber mais accese essa matéria da Folha em português.

O mapa mostra s oito ilhas pertencentes ao arquipelogo. Abaixo, algumas das praias.

O mapa mostra as oito ilhas pertencentes ao arquipelogo. Abaixo, algumas das praias.

Camino al mar – 1000 Steps Beach – Muitos dizem que a praia é uma das mais bonitas de Santa Barbara. Com certeza é uma das mais privadas e tranqüilas. O nome se refere a escada – que não tem 1000 e sim 150 degraus – construída nos anos 20 que dá acesso a pequena enseada da onde é possível se ter uma bela vista das ilhas e do mar. Quando a maré está baixa dá pra passear também pelas “Low Tide Pools” e observar parte da vida marinha. Fica em East Mesa, ao norte de East Beach. Acho um passeio bem romântico: descer os degraus, apreciar a vista, pegar conchinhas…

A beleza da praia depois de descer os 150 degraus.

Mais informações: http://cartas.typepad.com/main/2009/03/camino-al-mar-1000-steps-a-santa-barbara-beach.html

Lotus Land – Uma coleção de lindos jardins, a propriedade tem cerca de 37 acres. Construído por uma cantora de ópera rica e exêntrica nos anos 40, o lugar foi aberto ao público após a sua morte nos anos 80. Por causa da vizinhaça, o lugar é bem discreto, e só aceita visitantes mediante reserva. O valor da entrada é alto – $35 por pessoa – mas o tour guiado te leva a conhecer espécies de plantas bem diferentes do mundo todo.

os jardins da Lotus Land.

Mais informações: www.lotusland.org

695 Ashley Rd
Santa Barbara, CA 93108

Santa Barbara Mission – Já falamos da importância das missões na história da Califórnia antes – aqui, aqui aqui. A Santa Barbara Mission é conhecida como a Rainha das Missões e foi a décima a ser construída em 1786.

A rainha das missões.

A rainha das missões.

Mais informações: http://www.santabarbaramission.org/

2201 Laguna Street, Santa Barbara, CA 93105

Tours a partir de $5

Ver os picos de surf funcionando – A gente foi até alguns lugares em que rolam umas ondas, mas o swell não entrou. O próximo post vai ser só sobre os points de surf da região.

Altas ondas em Santa Barbara.

Altas ondas em Santa Barbara.

* Algumas das fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor contate-nos.

O que faltou fazer: Monterey, Carmel, Big Sur e região

Ao final de cada cidade ou região, sempre falamos sobre o que faltou fazer por ali. Por que nosso lema é sempre ter bons motivos para voltar!

Monterey: pra nós foi suficiente conhecer o aquário e dar uma voltinha pela Cannery Row. Alguém aí sabe alguma outra coisa imperdível para fazer aqui?

Carmel: em compensação, em Carmel fizemos tão pouca coisa que fica impossível listar aqui tudo que faltou fazer. Vou indicar um post do Uol Viagens que dá várias dicas bacanas. Quem tiver mais dicas e quiser deixar nos comentários vamos adorar!

Big Sur: Aqui também passamos correndo. Por isso fizemos uma série de Posts só sobre as outras possibilidades dessa região.

San Luis Obispo: Em SLO ficou faltando conhecer a missão, que dizem ser maravilhosa. A Mission San Luis Obispo de Tolosa foi construída em 1772 e foi a quinta da Califórnia.

Mission San Luis Obispo de Tolosa

Queríamos também ter ficado mais na cidade que se mostrou tão bacana nas horinhas que passamos por ali.

Morro Bay: A cidade fica entre San Simeon e San Luis Obispo e não tem como não ver a Morro Rock da estrada, que parece estar dentro do mar. A pedra é a última de uma linha de nove vulcões extintos a mais de 20 milhões de anos atrás que vem de San Luis Obispo até aqui. A paisagem é linda e o vilarejo de pescadores parece ser bem simpático e acolhedor, estilo Half Moon Bay.

A Morro Rock vista de vários ângulos diferentes.

Além disso, costumam rolar umas ondinhas no pico – mais informações aqui. Com certeza vai estar no nosso próximo roteiro.

Boas ondas rolam ao pé da pedra vulcânica.

Solvang: A cidadezinha, que mais parece um pedaço da Dinamarca na Califórnia, não entrou no nosso roteiro. Ela fica entre San Simeon e Santa Barbara e a gente podia ter visitado-a com uma pequena mudança no trajeto. Na próxima, vai entrar na nossa lista também.

Você não vai mais saber se está na Europa ou na Califórnia.

Como sempre, motivos é que não faltam pra voltar né?

* As fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor contate-nos.

O que faltou fazer em Half Moon Bay

Sempre ao deixar uma cidade tiveram coisas que a gente gostaria de ter feito e não fez. Se foi por falta de tempo ou por que as condições não eram as mais favoráveis não importa. O importante é ter um motivo para voltar.

Por isso pra toda cidade que a gente passar vai ter um post sobre o que faltou fazer.

Half Moon Bay foi incrivelmente bacana e a gente voltaria pra lá com certeza. Mas voltaríamos no inverno, por que como eu já falei aqui inúmeras vezes é nessa estação do ano que alguém aperta o botãozinho “Mavericks ON” e Mavericks era o nosso principal objetivo na cidade.

Vamos a nossa lista de “o que faltou fazer em HMB” então:

1.Mavericks: estou até parecendo redundante, mas ver Mavericks funcionando é o sonho de qualquer surfista. Pode ser para surfar – para os corajosos – ou só para olhar – para os não tão experientes assim.

Jeff Clark desafia as ondas gigantes de Mavericks desde 1975.

2. Whale Watching: do Pillar Point Harbor partem vários passeios que levam os turistas para uma volta pelo Pacífico com direito a conhecer as baleias que habitam a região. Mas isso só de novembro a março. Com certeza é um motivo para voltar.

Baleia vista na região de Half Moon Bay no mês de março.

Mais informações: Rip Tide – http://www.riptide.net/

3. Creekside Smokehouse: A casa é especializada em defumados e falam que o salmão defumado daqui é coisa de outro mundo. Além disso, tem também outros frutos do mar, queijos e manteigas. O lugar fecha as segundas feiras e a gente se esqueceu desse detalhe, portanto ficou pra próxima.

Salada de Salmão defumado: dizem ser inesquecível.

Mais informações: http://www.creeksidesmokehouse.com/

280 Ave. Alhambra – Fecha as segundas.

E então? Acho que mais um fim de semana pela cidade não seria nada mal né?

No próximo post: O roteiro resumido de HMB

10 motivos para voltar para San Francisco

Nós aproveitamos bastante a cidade, mas com certeza tiveram muitas coisas legais que não conseguimos fazer. Ótimas desculpas para um retorno breve.

1. Alamo Square

Não fomos até lá por que não quisemos mesmo, mas a praça é uma paisagem tãooo San Francisco, que eu senti falta de pelo menos dar uma olhadinha. Fica perto do Twin Peaks e do Haight, então se você estiver passando de carro por ali vale a pena. Agora pegar um ônibus só para ir até lá ver casinhas victorianas, no way!

As casinhas vitorianas da Alamo Square!

 2. Alcatraz 

Esse é um dos passeios que me fazem querer muitooo voltar. Não fizemos por que ficamos na dúvida daqui e chegando lá só tinha ingressos pra dali uma semana. Ouvi dizer que o Tour pela Ilha que um dia foi um presídio é super legal com direito a Audio Tour “a la” filme de terror. Tem também um tour que acontece a noite e deve ser demais. Esse seria meu escolhido! O tour completo dura de 2 a 2 horas e meia e os ingressos custam entre $28 e $35.Compre seus ingressos por aqui.

A ilha que funcionava como presidio.

As celas da prisão!

 3. Velejar pela baia

Essa idéia vem de um post do Blog Hotel California, e deve ser realmente incrível. A Maryanne e um grupo de amigos alugaram o velereiro em uma marina em Sausalito e velejaram pela baia, com direito a passagem por baixo da Golden Gate. Um sonho! Porém, se você não tiver um grupo de amigos para dividir as despesas, deve ficar meio pesado. A mesma empresa oferece velejos em grupo que saem $45 por pessoa. Super razoável né? Só não esqueça o casaco, por que ela disse que dá pra congelar em baixo da ponte!

Dizem ventar bastante em baixo da ponte!

4. Civic Center 

A área fica ao norte da Market St, um pouco mais a leste do Mission District. É lá que ficam a maioria das instituiçãoes culturais e governamentais da cidade. Bacana para quem gosta de arquitetura clássica! É lá também que fica o Asian Art Museum.

City Hall, na Civic Center Plaza.

 5. Asian Art Museum

Como o nome já diz, o museu possui um acervo bem bacana sobre arte asiatica e apresenta boas exposições temporárias. Fica na área do Civic Center.

6. Legion of Honor

Esse museu é do mesmo grupo do de Young e a entrada para um da direito aos dois. Conta com um acervo de pintura Européia do século XIV ao XX, algumas antiguidades e objetos decorativos. Mas o melhor é a localização do museu, dentro do Lincon Park, que é lindo e é aonde fica também o passeio abaixo.

O Legion of Honor é lindo.

7. Land’s End

Fica aonde a baia encontra o Pacífico, dentro do Lincon Park. É daqui que sai a Costal Trail, uma trilha que leva a Cliff House e a Ocean Beach.

Vista da Golden Gate a partir do Land’s End.

A Cliff House, construída em 1863, continua lá e hoje funciona como um restaurante.

8. Exploratorium

É um museum totalmente interativo de ciências. Acho obrigatório para quem está com crianças e deve ser bem diferente para adultos também. Fica no Palace of Fine Arts, ao lado da Marina de San Francisco.

O interior do Exploratorium.

9. Napa Valley

A cidade das vinícolas californianas é visita obrigatória para quem gosta de vinhos, e fica a menos de uma hora de San Francisco. Você pode ir até lá de carro, mas depois das degustações, não sei se é a melhor opção voltar dirigindo. Existem várias excursões que levam até lá.

As vinicolas de Napa.

10. Surfar

Faltou surfar em San Francisco. A cidade não tem as melhores ondas do mundo, mas que deve ser o máximo surfar em baixo da Golden Gate, deve. As ondas rolam mais nos meses de inverno, portanto você tem que encarar uma água bem gelada. O próximo post vai ser sobre os points de surf da cidade.

Bastante gente tem coragem de entrar na água congelante.

 E aí, será que temos bastante desculpa para voltar?