Maritime Museum

Tiramos nosso terceiro dia em San Diego para conhecer a parte mais central da cidade. Havia uma previsão de swell para entrar nos próximos dias e enquanto ele não vinha deixamos as ondas de stand by. Encontramos o Lukas – a Ana não pode ir por que estava trabalhando – e saímos em direção ao Navy Pier.

Região central de SD:


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San Diego tem grande tradição e importância na história da marinha dos Estados Unidos, a maior e mais poderosa do mundo. É lá que fica a maior Base Naval da Costa Oeste, com 54 navios. A população total de 20 mil militares e seis mil civis ocupa uma área de 4 km² com 13 piers espalhados pelo território.

Existem alguns museus e atrações turísticas que abordam o tema pela cidade e nós decidimos começar nossa jornada conhecendo o Maritime Museum. O museu, fundado em 1948, tem uma das melhores coleções de embarcações históricas do mundo. Em exposições permanentes e temporárias o visitante é convidado a embaracar – literalmente – na história naval. São sete embarcações que ficam atracadas em um píer a beira da North Harbor Drive. Você pode entrar em todas elas e conhecer o interior das fragatas, submarinos e até da balsa que costumava fazer a travessia da baia de San Francisco no século 19.


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Chegamos por volta das nove e compramos nossos ingressos no guiche. Além de conhecer os navios atracados é possível também viver uma Sailing Adventure e velejar em uma das fragatas pela baía de San Diego por quarto horas – a partida acontece diariamente ao meio dia. Como tinhamos outros planos para tarde, decidimos pelo ingresso normal.

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Da entrada do museu você já consegue visualizar as embarcações.

Começamos nossa jornada pelo HSM Surprise, uma réplica da fragata da Royal Navy, Rose, do século XVIII, construído em 1970. Inicialmente usada para passeios e testes, em 1991 foi transformada em um veleiro escola. Em 2003 foi usada como cenário no filme Mestre dos Mares: O lado mais distante do mundo, antes de ser comprada em 2004 pelo Maritime Museum.

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O HSM Surprise, lindo do lado de fora.

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O interior funciona como museu e tem objetos e móveis ligados a história da navegação.

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É permitido tocar em quase tudo, dá até pra brincar de pirata!

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O timão, o bote salva vidas e a proa do navio.

Nosso segundo tour foi pelo submarino B-39. Constuído pela marinha soviética em 1970, foi utilizado por mais de 20 anos. Com trezentos pés de comprimento e pesando mais de 20 mil toneladas, está entre os maiores submarinos já construídos. Projetado para localizar navios de guerra dos Estados Unidos o submarino era letal: carregava 24 torpedos e uma tripulação de até 78 homens. Foi tomado pelos EUA após a Guerra fria e hoje ironicamente está atracado entre seus antigos adversarios. O filme Phanton, que conta a história dos submarinos soviéticos, acabou de ser lançado nos Eua e a maior parte dele foi gravada no interior do B-39.

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Antes de entrar no submarino você tem que fazer um teste para ver se vai passar pelas “portas”.

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Lá dentro, tudo é escrito em russo. Imaginem ter que dormir nessas camas a vários metros de profundidade??

Depois fomos pra a Ferry Berkeley, a balsa que de 1868 até 1958 fez a travessia da baía de San Francisco. Seu interior é tão grande que abriga uma completa bibblioteca sobre o assunto, o escritório do museu e ainda as exposições temporárias. No seu deck superior são realizados diversos eventos, inclusive casamentos. Imagine que charme casar numa balsa tão importante?

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Na balsa, é possível visitar a sala de máquinas.

Depois de uma pausa para o almoço – que eu vou contar no próximo post – continuamos a visita pelo museu no Uss Dolphin, mais um submarino. Construído em 1962 pelo governo americano, contrasta bastante com o B-39 em termos de tecnologia, começando pela profundidade que atinge, a maior do mundo até os dias de hoje.

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O Uss Dolphin, bem mais moderno do que o B-39. Tinha até máquina de gelo.

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As instalções eram limpas e confortáveis. Tinha até chuveiro.

Visitamos também o pequeno Yach Medea, de 1904. Construído na Europa originamelnte como uma embarcação para eventos sociais e viagens de pesca, foi usada pela marinha inglesa durante a segunda e a primeira guerra mundial.

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O Yach era luxuoso por dentro, com direito a sala de estar e jantar.

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Também é possivel percorrer todo o interior e visitar todos os comodos.

E finalmente chegamos a última e mais esperasa embarcação, o Star of India, o barco a vela mais antigo do mundo em funcionamento. A fragata foi construída em 1863 na Europa e ganhou esse nome pela quantidade de viagens que fez a India. Desde então já deu a volta ao mundo 21 vezes.

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Visto de fora, o Star of India já é lindo.

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Meu deus! Pra que tanto cabo? Imaginem a confusão.

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O navio também tem uma espécie de museu no interior. Em uma das alas é possível se vestir de imigrante e fingir estar atravessando o Atlântico em direção ao Novo Mundo.

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O Lukinhas foi um ótimo fotógrafo.

Depois de finalizarmos nossa visita ao Maritime Museum, a idéia era ir visitar o Uss Midway, o maior porta aviões aberto a visitação do mundo, uma das mais famosas e aclamadas atrações turisticas de San Diego.

Mas não dava, a gente já tinha visto muito barco para um dia e acabamos desistindo. Fomos até ele só para ter uma idéia do tamanho, do lado de fora mesmo.

Se você quiser saber mais sobre o porta aviões, acesse esse post do Mau Oscar Blog , super completo e cheio de fotos.

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A magnitude do porta aviões.

Ah! E não podia faltar a clássica foto na Uncondicional Surrender, a famosa escultura que retrata um marinheiro beijando cinematrograficamente uma enfermeira. A estátua, criada pelo artista Seward Johnson, foi baseda em uma foto e possui diversas versões ao redor do mundo.

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A clássica foto do beijo e depois, os meninos fazendo graça com a moça. Na última foto, a imagem que inspirou a escultura.

As três atrações ficam bem pertinho uma da outra, dá pra fazer tudo de uma vez!

A. Maritime Museum B. USS Midway C. Uncondicional Surrender


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Mais informações:

Maritime Museum – 1492, North Harbor Drive – San Diego, CA
Abre diariamente das 9am as 8pm
Ingressos: $16
Sailing Adventures: $60

 

USS Midway – 910, North Harbor Drive – San Diego, CA
Abre diariamente das 10am as 5pm
Ingressos: $19

O que faltou fazer em Santa Barbara

Santa Barbara é uma cidade bem bacana. A gente não fez tanta coisa por lá. Estavamos viajando há mais de 10 dias e decidimos curtir o lado menos turístico, ficarmos mais tranqüilos, sem programações e roteiros planejados. Por isso temos vários motivos pra voltar, como de costume.

Santa Barbara Museum of Art – O museu tem um bom acervo, com destaque para as obras do período impressionista – é o museu da costa oeste que possui mais obras de Monet.  As exposições temporárias costumam ser bacanas.

Santa Barbara Museum of Art.

Santa Barbara Museum of Art.

Mais informações: www.sbmuseart.org

1130 State Street
Santa Barbara CA 93101-2746
Tel: 805.963.4364

Ingressos: $10

Abre de Terça a Domingo das 11h as 17h

Courthouse Tower – O prédio do tribunal da cidade de Santa Barbara construído em 1929 já é bonito por si só. Cercado por gramados e por um jardim submerso tropical, seu interior é repleto de tetos pintados a mão, murais e lustres de ferro. Dificilmente uma tarde de domingo passa sem que um festival, concerto ou algo do gênero abuse do maravilho cenário para ficar ainda melhor. Mas o “Must-see” está na vista 360° da cidade que se tem da torre do edifício. As fotos explicam melhor.

O prédio e seu interior.

O prédio e seu interior.

Uma das facetas da vista da torre.

Uma das facetas da vista da torre.

Mais informações: http://www.santabarbaracourthouse.org/sbch/

1100 Anacapa Street, Santa Barbara, CA 93101, Estados Unidos

Telefone:+1 805-962-6464

De Segunda a Sexta das 8h as 17h (a torre costuma fechar mais cedo)

Sábado e Domingo das 10 as 16:30h

Channel Islands – O arquipelogo tem oito ilhas que se dividem entre os distritos de Santa Barbara, Ventura e Los Angeles.  A mais próxima da costa fica a cerca de      duas horas de barco de Ventura. Você pode fazer um passeio de um dia para ver as baleias ou acampar em uma delas e explorar melhor o local. A fauna das ilhas é bem variada e em alguns lugares rolam até umas ondinhas. Com certeza entra no nosso próximo roteiro com direito a acampamento. A empresa Island Packers faz variados passeios para o destino. Para saber mais accese essa matéria da Folha em português.

O mapa mostra s oito ilhas pertencentes ao arquipelogo. Abaixo, algumas das praias.

O mapa mostra as oito ilhas pertencentes ao arquipelogo. Abaixo, algumas das praias.

Camino al mar – 1000 Steps Beach – Muitos dizem que a praia é uma das mais bonitas de Santa Barbara. Com certeza é uma das mais privadas e tranqüilas. O nome se refere a escada – que não tem 1000 e sim 150 degraus – construída nos anos 20 que dá acesso a pequena enseada da onde é possível se ter uma bela vista das ilhas e do mar. Quando a maré está baixa dá pra passear também pelas “Low Tide Pools” e observar parte da vida marinha. Fica em East Mesa, ao norte de East Beach. Acho um passeio bem romântico: descer os degraus, apreciar a vista, pegar conchinhas…

A beleza da praia depois de descer os 150 degraus.

Mais informações: http://cartas.typepad.com/main/2009/03/camino-al-mar-1000-steps-a-santa-barbara-beach.html

Lotus Land – Uma coleção de lindos jardins, a propriedade tem cerca de 37 acres. Construído por uma cantora de ópera rica e exêntrica nos anos 40, o lugar foi aberto ao público após a sua morte nos anos 80. Por causa da vizinhaça, o lugar é bem discreto, e só aceita visitantes mediante reserva. O valor da entrada é alto – $35 por pessoa – mas o tour guiado te leva a conhecer espécies de plantas bem diferentes do mundo todo.

os jardins da Lotus Land.

Mais informações: www.lotusland.org

695 Ashley Rd
Santa Barbara, CA 93108

Santa Barbara Mission – Já falamos da importância das missões na história da Califórnia antes – aqui, aqui aqui. A Santa Barbara Mission é conhecida como a Rainha das Missões e foi a décima a ser construída em 1786.

A rainha das missões.

A rainha das missões.

Mais informações: http://www.santabarbaramission.org/

2201 Laguna Street, Santa Barbara, CA 93105

Tours a partir de $5

Ver os picos de surf funcionando – A gente foi até alguns lugares em que rolam umas ondas, mas o swell não entrou. O próximo post vai ser só sobre os points de surf da região.

Altas ondas em Santa Barbara.

Altas ondas em Santa Barbara.

* Algumas das fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor contate-nos.

SB Surfing Museum

O Surfing Museum de Santa Barbára é pequenininho, mas cheio de relíquias bacanas. Imagine você ficar frente a frente com uma prancha usada em 1933 ou um legitimo skate Hobie Vita Pak? Tem tudo isso lá.

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A entrada  é grátis.

O museu foi fundado em 1992 por James O’Mahoney, surfista nascido em Long Beach em 1945. James promoveu a maior parte das competições de skate na Califórnia até 79 e publicou a primeira revista de Skate da época, com uma única edição.

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Capa da primeira e última revista publicada por O’Mahoney.

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Todos os tipos de prancha.

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Prancha de madeira maciça, com acabamento em madre pérola. Reynolds Yater e Kevin Ancell.

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Cartaz dos anos 50, anunciando os primeiros voos para o Hawaii.

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Itens e ornamentos da terra do Ula Ula.

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Guitarras havaianas.

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Violão com acabamento em madre pérola.

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Festa em Venice Beach.

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Além do surfe, o museu conta com um acervo bacana de skate.

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Muitos shapes antigos estão expostos.

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Além de fotos e cartazes.

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“A foto de skate mais publicada da história. A primeira foto que mostra que você pode ficar  parcialmente vertical.” Tirada por James O’Mahoney em 1975.

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Cartaz de 1976: Professional Skateboard Championship promovido pela Free Former.

Ao lado do Museu do Surf James havia recém inaugurado outro museu com o restante de seu acervo que tem de tudo um pouco. Mas principalmente objetos que ajudam a contar a história da Califórnia, principalmente de SB. O próprio estava lá, convidando as pessoas para entrar e distribuindo adesivos para quem assinava o livro de visitas.

A fachada dos museus.

A fachada dos dois museus: um ao lado do outro.

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O sino faz parte da história da Califórnia: haviam vários pelo El Camino Real. Esse ficava em Rincon.

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Artesanatos, vestuário e objetos indígenas.

Mocassim todo bordado com miçangas

Mocassim todo bordado com miçangas.

Caveiras.

Kapala Skulls: canecas feitas de caveiras humanas e usadas em rituais budistas no Tibet.

O Santa Barbara Surfing Museum fica próximo a State Street, é grátis e só abre aos domingos do meio dia as 5pm.

Mais informações:

SB Surfing Museum

16 1/2 Helena Avenue: #C
Santa Barbara, California 93101
Phone: 805-962-9048

 

 

 

Monterey Bay Aquarium, lindo de morrer!

O aquário de Monterey é uma coisa de outro mundo. São salas e mais salas de visões surreais, maravilhosas e hipnotizantes.

Pra você aproveitar sua visita chegue cedo –  o aquário fica lotado todos os dias da semana – e não perca de jeito nenhum a ala das águas vivas, o The Open Sea e a parte das Touch Pools, essa última principalmente para quem está com crianças ou é bem curioso, que nem a gente. Você pode tocar nas estrelas, algas, corais e até nas Arraias.

O preço do ingresso é um pouco alto – na época $29,95 por pessoa e atualmente você vai pagar $35 – mas vale cada centavo. Passamos umas 4 horas pelo lugar, mas tudo que vimos por ali vai com certeza ficar pra sempre na nossa memória. Melhor do que descrever é mostrar as fotos que dizem tudo.

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E aí, se convenceu?

Mais informações: http://www.montereybayaquarium.org/

No próximo post: Almoço no Sly Mc’Flys

Santa Cruz Surf City: Steamer Lane

Nosso segundo dia em Santa Cruz começou bem cedinho, afinal estávamos ávidos para conhecer os picos de surf do lugar aonde tudo começou na Califórnia. Disputando o título Surf City, USA  com Huntington Beach – que legalmente detém os direitos do nome – a cidade respira a história do surf.

As primeiras ondas surfadas no continente americano foram percorridas em Santa Cruz pelos irmãos Jonah, David, e Edward Kawananakoa em 1885, príncipes havaianos que estavam passando férias na costa do pacifico. Desde então a cidade tomou o esporte e o modo de vida dos surfistas como um estilo e nunca mais foi a mesma.

Homenagem a família havaiana que levou o surf a Santa Cruz.

Em 2009 a cidade foi eleita pela Surfer magazine como a melhor Surf Town dos Estados Unidos e um artigo bem legal conta o porque disso: http://www.surfermag.com/features/best-surf-towns-no-1/.

Steamer Lane é o pico mais clássico e foi lá que escolhemos como nossa primeira parada. As ondas rolam  próximas aos cliffs que servem quase de arquibancada para expectadores. Infelizmente – e para variar – estava bem flat.

Mapa de localização.

O mar de manhã estava bem flat, só um corajoso encarou a água gelada pra ficar lá boiando.

Não tinha lugar melhor para se instalar o Surfing Museum – um farol bem acima do pico – mas que infelizmente também estava fechado – não estávamos com sorte nesse dia rsrsrs. Restou-nos então ir embora e tentar voltar mais tarde pra ver se rolava alguma coisa.

Surfing Museum.

No meio da tarde as ondas estavam um pouquinho maiores e alguns surfistas com Longboards e Sups se divertiam. O pico é mesmo bem interessante e quando o swell entra deve ser um ótimo lugar para conseguir boas fotos e filmagens. As direitas parecem ser relativamente fáceis, meio gordinhas e longas. O único porém é que a água é congelante, além é claro do local estar dentro do Red Triangle, zona repleta de tubarões brancos. Mas pela quantidade de pessoas que entram na água, acredito que a cadeia alimentar deva ser bem regulada e que eles não atacam humanos normalmente.

No meio da tarde as ondas aumentaram um pouquinho.

Alguns dias depois da nossa passagem um pequeno swell entrou e eu achei esse vídeo no You tube que mostra um pouco do potencial do pico.

http://youtu.be/Q9HzCz6KHWA

Esse outro vídeo, filmado com uma Go Pro dá uma noção de como é estar lá dentro.

http://youtu.be/op17x6SxqWU

Já esse dá uma idéia do que pode rolar quando o swell entra de verdade. Quem encara?

http://youtu.be/mhUOv5Pd1yc

Independente do tamanho das ondas – lembrando que no inverno os swells são mais constantes e a probabilidade de você ver o pico funcionando é maior – Steamer Lane vale a visita pela história. Se você é surfista e vai pra Califa tem que visitar o lugar onde tudo começou né?

A história está por toda a parte: homenagem a alguns surfistas que já se foram e as regras no mar.

Estatua em homenagem aos surfistas havaianos.

De preferência não vá as terças-feiras, para conseguir visitar o Museu que de fora já é uma graça.

Você encontra a previsão das ondas aqui: http://www.surfline.com/surf-report/steamer-lane_4188/

No próximo post: Mission santa cruz – mais um pedacinho da história da Califórnia

Dia 3 em SF – Golden Gate Park – California Academy of Sciences

A California Academy of Sciences fica bem em frente ao de Young. Nós compramos os ingressos antes de ir ao museu, por que eu ouvi dizer que as filas costumam ficar grandes. O desconto do transporte público também funciona por aqui, mas a entrada é um pouquinho mais cara – $29,95.

Entrada para a academia, bem em frente ao de Young Museum.

A primeira coisa que fizemos assim que entramos foi buscar os nossos ingressos para o Planetário. Só conseguimos para duas horas depois, tempo suficiente para conhecer os aquários, que são bem legais, principalmente se você estiver com crianças.

Uma das janelas para o grande aquário e a moréia nada amigável.

Tubarão e mini anêmonas florecentes.

Gui no grande áquario e o peixinho do aquário tropical.

Água vivas e tunel sob o aquário de água doce com peixes da Amazônia.

Realmente lindo!!! Na foto de baixo, objetos encontrados dentro do estomago de um tubarão tigre!

Dizem que o planetário daqui é um dos mais legais dos Eua. A tela é realmente impressionante, mas nós não curtimos tanto a apresentação, que era em inglês, mas cheia de termos técnicos.

Tela gigante do platenetário.

Além dessas duas atrações que são imperdíveis, ainda tem a Floresta Tropical, alguns esqueletos de dinossauros, o almoço dos pingüins, além de exibições temporárias – pegamos uma sobre cobras e lagartos. Tudo isso com displays interativos super legais e que chamam a atenção de adultos e crianças.

Piscina de arraias e tubarões.

Outras atrações da academia: displays interativos, réplicas de animais em tamanho real e os simpáticos pinguins.

O prédio da academia foi todo construído sob os mais modernos padrões de arquitetura sustentável, com painéis solares que aquecem o interior do prédio, reaproveitamento de água e um telhado vivo.

Living Roof.

Saímos cansados e com fome, o ideal seria visitar um museu em cada dia, mas como eles ficam longe do eixo turístico fica meio difícil né?

Pegamos o Muni 5 de volta a Union Square que fica pro próximo post.

CALIFORNIA ACADEMY OF SCIENCES

55 Music Concorse Drive, Golden Gate Park
De segunda a sábado das 9:30 as 17h
Domigo das 11h as 17h
É de graça na quarta terça-feira do mês

Dia 3 em SF – Golden Gate Park De Young Museum

O de Young fica dentro do Golden Gate Park próximo a entrada da Fulton St com a 8th Ave.

Trajeto entre o ponto de ônibus e a praça aonde fica o museu.

Além da bela arquitetura, o museu tem um acervo considerável e belas exposições temporárias. Na época em que fomos, estava em cartaz a exposição “Picasso: Masterpieces from the Mussé National Picasso, Paris”. Optamos por ver a exposição temporária e não conhecer o acervo permanente.

A arquitetura do museu.

Grande destaque para a exposição de Picasso.

Refletindo.

A entrada para a exposição temporária custava $25 e dava direito a visitar o resto do museu. Se você mostrar um comprovante dizendo que veio de transporte público ganha um desconto de $2 e nossas entradas saíram então por $23 cada.

Preços para a exposição temporária.

DE YOUNG MUSEUM –  50 Hagiwara Tea Garden Drive, Golden Gate Park
                                          De terça a domingo das 9:30 as 17:15
                                          Grátis toda primeira Terça Feira do mês

 

Dica: existe um tipo de combo para alguns passeios de San Francisco, que inclui o de Young – mas atenção, não inclui a exposição temporária, motivo pelo qual nós optamos por não comprar – chamado City Pass. Dependendo dos lugares que você pretende visitar vale a pena. Mais informações aqui.