Os Hotéis de Las Vegas

Las Vegas é conhecida mundialmente por seus mega Hotéis Resorts e Casinos com cenários e luzes incríveis que fazem qualquer um ficar de boca aberta. É bem difícil dizer qual deles é mais bacana e são tantos que fica quase impossível conhecer todos de uma tacada só. Uma boa maneira de fazer isso é ir jantar cada dia em um hotel diferente ou ir jogar em um casino por dia. Como não tínhamos muito tempo tiramos uma manhã só para ir parando nos hotéis, de carro. Você pode estacionar o carro no estacionamento – que é sempre grátis – e entrar em qualquer um deles sem problema nenhum.

Começamos pela área do Hotel anexo ao nosso, o Planet Hollywood. O casino é bem bacana e tem uma temática sexy, com meninas em roupas curtinhas  dançando em cima das mesas. O shopping também é bonito, e vou falar melhor sobre ele em um outro post.

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O Paris Las Vegas, logo ao lado, recria as ruas da capital da França. Há uma grande Torre Eiffel de 46 m de altura – aonde você pode subir para apreciar a vista, um mini arco do Triunfo e alguns outros monumentos recriados em pedaços na fachada. No interior há creperias, cafés e dois bons restaurantes – o do Gordon Ramsay e o que fica na Torre.

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De lá fomos para o Bellagio, que tem fama de ser um dos mais luxuosos da Strip. Eu sinceramente não achei nada de mais. O casino é bonito e a grande atração fica mesmo por conta do show das águas que você pode ver de diversos outros pontos e acontece de meia em meia hora durante a tarde e de quinze em quinze minutos de noite.

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A próxima parada foi o Flamingo. Apesar de ser um hotel mais simples e antigo, era um dos que eu mais queria conhecer por ser um clássico – e todo pink. Ele tem diárias bem baratas e fica localizado em um ponto ótimo da Strip.

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O Caesars Palace dispensa apresentações. Ficou famoso através do filme Se beber não case e por conta disso vive lotado. Tem uma das maiores casas de shows de Vegas, que imita o Coliseu e os shows são sempre bacanas. O Forum Shoppings, para mim é um dos melhores e mais bonitos, vou falar só dele em um post depois.

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Para finalizar fomos ao Venetian, sem dúvida o mais impactante de todos. A fachada é extraordinária e os canais adentram o hotel, que tem um teto que recria sempre a luz do dia. É possível passear nas Gondolas e até casar nelas, se você quiser!

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Queria muito ter conhecido ainda o Wynn e seus lindos mosaicos, o Luxor e a esfinge, O MGM e seu leões, o Mirage e seu Vulcão, o Treasure Island e o show das sereias, o Mandala Bay com sua atmosfera mais luxuosa, ter dado uma volta na montanha russa do New York New York e ainda ter visto Las Vegas da torre de 100m de altura do Stratosphere. Já comecei a achar motivos para voltar!!

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Esse post do Viaje na Viagem fala mais detalhadamente de cada um dos hotéis.

* Algumas das fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor, contate-nos.

Nosso Hotel em Las Vegas

Acho que são poucos os lugares no mundo aonde é tão difícil escolher um hotel quanto em Las Vegas. Existem muitos, concentrados quase todos na mesma região e com preços bem acessíveis.

Comece a sua escolha pela localização. Em Vegas, existem basicamente três opções: a Strip – aonde tudo acontece, Downtown – com hotéis menores e mais baratos, e o entorno da Strip – com hotéis como o Rio e o Palms, que tem uma ótima estrutura e normalmente contam com um preço melhor.

Nós ficamos em dúvida entre escolher um hotel na Strip e pegar uma suíte básica, ou escolher um dos hotéis do entorno e pegar uma suíte melhor. Os hotéis de Vegas já tem preços bem mais acessíveis do que hotéis semelhantes de outras cidades e um upgrade de suíte não fica tão mais caro assim. É possível, por exemplo, alugar a suíte presidencial do Rio – que tem sala de jantar, vista de 180 graus da cidade e jacuzzi – por cerca de $250 a diária. Nada de outro mundo não é? Por isso leve em conta também o tipo de quarto que você quer ficar.

Outro ponto importante na hora de reservar o hotel é checar se será cobrada Resort Fee – uma prática comum entre os hotéis da cidade. Eles dizem que a taxa da direito a serviços extras, mas na verdade, não é opcional. Isso as vezes acaba enganando o hóspede, que pensa que irá pagar x na diária e acaba pagando x+y. Na época da nossa estada toda a rede de hotéis pertencente ao grupo Caesars Entertainement- Caesars Palace, Planet Hollywood, Paris, Flamingo, Rio, Harrah`s Bally`s e Nobu –  não cobravam essa taxa, e faziam campanha para que a mesma fosse abolida. Mas parece que eles não aguentaram a pressão, e desde primeiro de março desse ano, passaram a cobrar também. Portanto acredito ser difícil achar algum hotel isento da taxa – esses posts aqui e aqui tem listas com os hotéis que cobram e os que não cobram as taxas.

Por último é sempre bom ficar ligado nos combos oferecidos pelos hotéis. Se você vai querer assistir o show ou jantar em um restaurante de determinado hotel, as vezes vale a pena se hospedar nele para conseguir descontos.

Depois de bastante pesquisa chegamos ao PH Towers, pertencente a rede de hotéis Westgate e anexo ao Planet Hollywood. O hotel ficava em uma rua transversal a Strip e não tinha cassino, mas contava com acesso interno para toda a estrutura do Planet Hollywood.

Eu digo tinha por que o Hotel foi vendido cerca de 8 meses após nossa estada – parece que as dividas dos proprietários passavam dos nove milhões – para a rede Hilton e mudou de nome. O Elara, a Hilton Grand Vacations Hotel, parece ter conservado totalmente a estrutura do PH Towers e acredito que nossa experiência ainda seja legitima. O serviço pode ter mudado um pouco devido a administração diferente, mas quanto a estrutura e localização, tudo o que relatarmos aqui se aplica totalmente ao novo hotel.

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Optamos por um Guest Room, a mais simples das acomodações – há apartamentos com até duas suítes, sala de jantar e cozinha para famílias.  O quarto tinha uma pequena cozinha com frigobar, microondas e máquina de lavar louça – o que motivou bastante nossa escolha, já que gostamos de tomar café da manhã feito por nós. Além disso a janela do chão até o teto deixava a vista ainda mais especial e a decoração moderna, com itens inspirados em Hollywood era bem bacana.

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O lobby é lindo com colunas de luzes que mudam de cor, bem ao estilo Vegas e a piscina super bacana – foi só uma pena que não conseguimos aproveita-la nenhum dia, apesar do calor, por falta de tempo.

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O acesso ao Miracle Shopping e ao interior do Planet Hollywood é bem conveniente e não fez diferença alguma para nós estar em um hotel sem cassino. Conseguimos inclusive desconto para o show do Planet Hollywood e para os restaurantes. O consierge também foi super atencioso e nos deu vários Vips e contatos de promoters para entramos nas melhores baladas da cidade.

Pagamos $100 a diária, o estacionamento e a internet foram gratuitos (acho que atualmente há uma taxa para ambos) e o hotel não cobra Resort Fee, mesmo hoje em dia.

Se fossemos voltar a Vegas, com certeza nos hospedaríamos de novo por lá.

Mais informações:
Elara, a Hilton Grand Vacations Hotel
80 EAST HARMON AVENUE, LAS VEGAS, NEVADA, 89109, USA
TEL: 1-702-669-6700 FAX: 1-702-669-6948

 

Reservas e tarifas: clique aqui.

 

 

Nosso apartamento em Beverly Hills (ou quase!)

Já havíamos passado por Los Angeles nessa nossa viagem, só que ficamos hospedados em Santa Mônica e dedicamos nosso tempo exclusivamente a faixa litorânea da cidade. Decidimos voltar por mais três dias, e dessa vez, conhecer a parte mais urbana.

A decisão do local da hospedagem foi difícil como sempre: Los Angeles é grande, e mesmo eliminando os bairros que tem praias – Malibu, Venice, Santa Monica etc – ainda sobravam algumas opções.

Pesquisa daqui, pesquisa dali, acabamos encontrando uma ótima opção próxima a Beverly Hills.

Dessa vez utilizamos o site Wimdu, que funciona mais ou menos como o Air BNB – que eu expliquei nesse post aqui. A diferença é que no Wimdu você encontra mais estabelecimentos comerciais como pousadas e Bed and Breakfasts, casas e apartamentos inteiros. É sempre bom entrar nos dois sites e comparar as opções.

Nossa escolha foi um apartamento – todinho para nós – localizado em Beverly Hills (ou quase!). Na verdade ele fica no que eles chamam de ‘Beverly Hills Border’, algo como a periferia de Beverly Hills. Mas era bem pertinho, cerca de 10 quarteirões da Rodeo Drive.


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O bairro é relativamente perto de todos os outros principais bairros de LA – West Hollywood, Hollywood Hills e Bel Air – e como estávamos de carro, não tivemos problemas em termos de locomoção. Los Angeles, de maneira geral, é uma cidade na qual você precisa de um carro – o transporte público não é eficiente e andar a pé pelas freeways que dividem os bairros se torna meio difícil.

Chegamos ao apartamento por volta das quatro da tarde e a proprietária Debora havia deixado a chave com a vizinha para nós. O apartamento fica no segundo andar de um predinho de dois andares  – foi um pouco trabalhoso subir a bagagem que nessa etapa da viagem já estava bem pesada – e possui uma vaga coberta, na qual estacionamos o carro.


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O interior era espaçoso e arejado, com um quarto grande, banheiro, sala de estar, sala de jantar e cozinha equipada. O apartamento tem Wi-fi e TV a cabo.

A sala, com Tv e som.

A sala, com Tv e som.

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A cozinha e a sala de jantar.

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O quarto e o banheiro.

Ficamos muito bem instalados e foi ótimo ter todo aquele espaço só para nós. Pagamos cerca de $100 por noite mais a taxa de limpeza no valor de $50. A proprietária – uma italiana super simpática – pede também $500 como garantia, que ela devolve ao final da estadia.

Não me vejo hospedada em Los Angeles em outro lugar que não seja esse!

Mais informações:

Apartamento da Debora no Winduclique aqui.

Hotel del Coronado

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Do Maritime Museum seguimos em direção a mais uma parte da história de San Diego: o Hotel Del Coronado. Para chegar a ele é necessário percorrer a Coronado Bridge, que atravessa a baia de San Diego até a península que abriga a pequena cidade que dá nome a ponte. Charmosa e tranquila, a comunidade é possuidora daquela beleza típica das cidades de praia da Califórnia: ruas arborizadas, quintais floridos e o azul do mar completando a paisagem.


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No inicio da ponte vale a pena dar uma paradinha, ou ao menos dedicar os olhares, ao Chicano Park. O parque, que ocupa uma área de 8 acres em baixo da ponte, surgiu nos anos 70, depois de uma revitalização da área. A influência da cultura do povo mexicano, que ocupava o lugar em massa,  trouxe para o parque o que é hoje o seu maior trunfo, os murais. O movimento muralista teve inicio em 1910 no México e foi um dos mais importantes movimentos da arte popular do século, tendo como um de seus maiores expoentes o famoso pintor Diego Rivera. Hoje o parque abriga a maior coleção do país de murais ao ar livre – são 72 no total, entre antigos e novos – e você vai poder ver claramente a influência do movimento no graffiti dos dias de hoje.

Centenas de murais tomam conta da área conhecida como Chicanos Park.

Centenas de murais tomam conta da área conhecida como Chicano Park.

Não tem como não se encantar com as cores.

Não tem como não se encantar com as cores.

A vista de cima da Coronado Bridge – que é super alta para que os navios possam passar por baixo entre os pilares – também merece atenção. A esquerda você tem a visão do porto de San Diego, a sua frente a península cheia de pequenas baías e a direita o skyline da cidade.

Coronado Bridge.

Coronado Bridge.

O Hotel Del Coronado fica bem próximo a ponte, no canto esquerdo da Coronado Beach, eleita uma das mais bonitas da Califórnia.


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Quando foi aberto em 1888, o hotel era considerado o maior resort do mundo, ocupando uma propriedade de 28 acres. Passados mais de cem anos, o lugar mantém o luxo e o requinte, que aliados a aura única criada por sua história, fazem do hotel uma parada obrigatória para quem visita San Diego.

O Hotel, desde 1977, é considerado patrimônio histórico da Califórnia

O Hotel, desde 1977, é considerado patrimônio histórico da Califórnia.

A construção de madeira ao estilo Vitoriano tinha instalações extremamente luxuosas e modernas para época. Todas as dependências eram iluminadas com luz elétrica, havia uma máquina de gelo artificial, um salão de baile amplo e lindamente decorado além de suítes espaçosas e com vista para o mar. Tudo isso chamou a atenção de muitos ricos e famosos e o hotel ficou conhecido por receber hospedes notórios. Dezoito dos quarenta e quatro presidentes do Estados Unidos já hospedaram lá, entre eles Franklin D. RooseveltJohn F. KennedyRichard Nixon,  Jimmy CarterRonald ReaganGeorge H. W. BushBill ClintonGeorge W. Bush, e Barack Obama. Entre os famosos desde Thomas Edson e Charles Chaplin até Madonna, Brad Pitty e Oprah.

O Hotel em 1888, ano de sua inauguração. Foi lá, que a primeira árvore de natal com luzinhas externas foi montada.

O Hotel em 1888, ano de sua inauguração. Foi lá, que a primeira árvore de natal externa com luzinhas foi montada.

Chegando no hotel.

Chegando no hotel.

A famosa fachada.

A famosa fachada.

 

No interior, o luxo é o mesmo. Há restaurantes, uma 'padaria' e uma sorveteria. A aparência dos doces estava ótima.

No interior, o luxo é o mesmo. Há restaurantes, uma ‘padaria’ e uma sorveteria. A aparência dos doces estava ótima.

O hotel foi também cenário de diversos filmes e conquistou boa parte da sua fama através do filme Some Like it Hot (‘Quanto mais quente melhor’), rodado em 1958 e lançado no ano seguinte. Com estrelas como Jack Lemon, Tony Curtis e Marilyn Monroe no elenco, a comédia romântica foi um sucesso de crítica e bilheteria, se tornando um dos maiores clássicos do cinema.

Marilyn e seus companheiros de set.

Marilyn e seus companheiros de set.

Confesso que o fato do filme ter sido rodado lá foi o que mais impulsionou minha vontade de visitar o Hotel. Sou super fã de divas, e a Marilyn está entre as minhas preferidas. Por isso simplesmente AMEI a lojinha de souvenires do Hotel, que entre muitos objetos antigos interessantes, tinha centenas de itens ‘Marilyn Monroe’: desde livros com fotos, porta copos estampados, bolsas, relógios, lenços, esculturas… enfim, uma infinidade de coisas. Eu escolhi um livro de bonecas de papel – sabe aquele em que você recorta a roupa e veste no manequim? – com os figurinos mais lindos, importantes e conhecidos da diva.

Gift Store: Cheia de itens Marilyn!

Gift Store: Cheia de itens Marilyn!

A praia do hotel, a Coronado Beach, é bem bonita e rolam até umas ondinhas para iniciantes. Para quem estiver a fim de se hospedar lá prepare o bolso: as diárias não saem por menos de $270,00.

Coronado Beach: longa, com areia clara e mar azul.

Coronado Beach: longa, com areia clara, mar azul e algumas ondinhas.

Mais informações:

Hotel Del Coronado  – http://hoteldel.com/
1500 Orange Ave
Coronado, CA 92118

Nosso hotel em La Jolla, SD

Como eu já comentei por aqui, San Diego foi uma das partes mais sem planejamento da viagem. Além de não ter achado tanta informação sobre a cidade, nós já estávamos viajando à 20 dias e nossa vontade de fazer passeios para turistas já não era tão grande. Isso influenciou bastante a escolha da localização da nossa hospedagem.  Pra conhecer San Diego mesmo, o melhor é ficar na região do Gaslamp Quarter. Dali você vai ter fácil acesso a todas as regiões, compras e pontos turísticos.

Como essa não era a nossa itenção optamos for ficar em uma das regiões mais charmosa de San Diego. La Jolla (pronuncia-se La Roia) possui um dos m² mais caros da cidade e é cheia de mansões.


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Nosso hotel não era tão chique ou charmoso assim, mas foi uma ótima opção custoxbenefício. O Travelodge é uma rede de hotéis e motéis que traz como premissa a melhor tarifa unida a um atendimento cordial e instalações confortáveis e limpas.

A unidade de La Jolla – existem sete na região de San Diego conta com piscina, lavanderia à disposição dos hóspedes, estacionamento e internet wi-fi grátis além café da manhã incluso na diária – bagels, cream chesse, suco de laranja (de caixinha), muffins, leite, cereais, café e bananas – uma raridade nos hotéis americanos. Nosso quarto tinha ar condicionado, frigobar, microondas, cafeteira, secador de cabelo, ferro de passar e era espaçoso e limpo. O atendimento da recepção foi excepcional. Mas o melhor de tudo era a localização: o Travelodge La Jolla Beach fica a um quarteirão da Wind’n Sea Beach, aonde de quebra, rolam umas ondinhas.

Fachada, recepção e piscina.

Fachada, recepção e piscina.

O quarto e o banheiro.

O quarto e o banheiro.

O café da manhã e a praia próxima.

O café da manhã e a praia próxima.

O mapa mostra a distância da praia:


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O preço também foi excelente, pagamos um total de $265, já com as taxas, por quatro dias de hospedagem.

Confesso que a essa altura da viagem, já não tinha mais muito pique para as fotos. Eu não pretendia escrever um blog na época, deixei a preguiça falar mais alto e não me preocupei em tirar fotos do hotel e do café da manhã – arrependimento mata? As fotos do post são do site, mas prometo, condizem totalmente com a realidade.

Passamos no hotel só para fazer Check In e guardar as coisas. Saímos logo, com destino a Pacific Beach, para encontrar com uma das minhas mais queridas amigas que estava morando por lá. Mas isso eu vou contar no próximo post.

Travelodge La Jolla Beach
6750 La Jolla Blvd, Nautless & La Jolla Blvd, La Jolla, CA 92037 US
Mais informações: http://www.lajollatravelodge.com/

Crystal Cove Historic District

Acordamos cedo depois de uma deliciosa noite e fomos surpreendidos com o café da manhã da Linda. Sei que já postei fotos, mas foi tão gostoso, que acho que merece um replay.

O café da manhã que linda preparou para nós no primeiro dia.

O café da manhã que Linda preparou para nós.

Saímos de carro meio sem rumo com o intuito de conhecer algumas das praias de Newport e Laguna.

(Vale ressaltar que a primeira parte da viagem, até Santa Barbara, foi minuciosamente planejada. O blog Hotel California nos ajudou muito nessa missão e a partir dali ficamos meio sem ter a quem recorrer. Por isso a segunda etapa não teve tanto planejamento e foi mais na “cara e na coragem”.)

Fomos parar na “Crystal Cove”,  10 minutos ao sul de Balboa.


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O lugar é na verdade um State Park com 3,2 milhas de praias. Além de atividades como surf, pesca e mergulho, também são bem populares pelas terras trilhas e escaladas.

Das três praias – Reef Point, Pellican Point e Los Trancos – decidimos conhecer a última. É nela que fica a parte mais interessante do parque, o Historic District.

Paramos o carro no estacionamento do parque – $15 a diária – e seguimos caminhando até a praia.


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A trilha que leva a praia.

A trilha que leva do estacionamento a praia.

Para chegar até o outro lado da estrada, você passa por um túnel em baixo dela.

Para chegar até o outro lado da estrada você passa por um túnel cheio de pinturas.

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A entrada da praia.

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O Historic Distric é um bairro a beira mar construído entre os anos 20 e 30. São 48 cottages – esse termo é usado para casas com estilo mais rústico – contruídas nessa época que foram restauradas e são mantidas pela Crystal Cove Alliance. Boa parte dessas casas funciona hoje como um hotel e você pode alugar a casa toda – diárias entre $160 e $230 – ou apenas uma suíte e compartilhar as áreas comuns como a cozinha e a sala com outros hóspedes – entre  $83 e $123. Com certeza quero me hospedar aqui na nossa próxima visita ao OC.

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As casas restauradas que funcionam como hotel.

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Casas ainda em processo de restauração.

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A paisagem é linda.

 

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Vista da praia.

A praia é bem bonita e pegamos um dia maravilhoso. Decidi então que esse seria um ótimo momento para o meu primeiro mergulho nas águas do Pacífico.

Primeiro banho nas águas congelantes do Pacífico.

Primeiro banho nas águas geladas do Pacífico.

A água é congelante e não consegui dar um mergulho por mais de 2 segundos. Tudo bem, eu não gosto de água gelada, mas é torturante. Estava um super calor e mesmo assim eu fiquei tremendo por alguns minutos.

Los Trancos tem mais um diferencial além do Historic District. Foi a única praia em que encontramos um restaurante a beira mar, gostoso, pra ir descalço mesmo. O The BeachComber Café fica na ponta esquerda, bem na entrada da praia.

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O restaurante visto de cima.

A espera estava enorme, mas pudemos ficar curtindo a praia e o sol enquanto esperavamos –o restaurante possui aquele sistema de espera eletrônico. Sentamos em uma mesa do lado de fora com uma vista deliciosa e pedimos o clássico Fish and Chips. Estava ótimo, mas o que eu amei mesmo foi o Coleslaw – aquela saladinha de repolho com maionese – que veio acompanhando o prato. Sonho com ela até hoje.  Gastamos cerca de $60.

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O ambiente do restaurante. Na entrada do banheiro uma escovinha para tirar a areia dos pés.

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Nossa mesa do lado de fora e o “Fish and Chips” acompanhado de saladinha de repolho e molho tartaro.

O BeachComber serve também café da manhã e jantar, e vale a visita. Não se preocupe em fazer reserva. Chegue um pouco mais cedo e aproveite para conhecer e curtir a praia.

Mais informações:

Crystal Cove Beach Cottageshttp://www.crystalcovebeachcottages.com/html/

5 Crystal Cove  – Newport Coast, CA 92657

The BeachComber Caféwww.thebeachcombercafe.com

15 Crystal Cove  Newport Beach, CA 92657

No próximo post: The Wedge – as bombas do O.C.

 

Nossa casa no O.C.

Mais uma vez usamos o site Air BNB para escolher a nossa hospedagem durante a viagem. Já expliquei como ele funciona e contei nossa primeira experiência em Santa Cruz aqui, e também contei como foi se hospedar na casa do George em Santa Monica aqui.

No caso do O.C., a escolha do lugar ocorreu de uma maneira um pouco diferente dos outros. Não sabíamos ao certo em que praia gostaríamos de ficar. Huntington, Newport, Laguna e San Clemente ficam todas dentro do condado e tem muitos atrativos que nos atraem.

A area de Newport.

A area de Newport.

Buscando no site por algum lugar bacana dentre essas possibilidades, me deparei com a casa da Linda e me apaixonei completamente por ela. A casa parecia ter saído de um sonho de verão, toda bem cuidada e cheia de detalhes charmosos. A anfitriã, parecia educada e preocupada com seus hóspedes.

Mas o melhor ainda estava por vir: a localização. O paraíso da Linda fica dentro de outro paraíso e ele se chama Balboa Island.


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A pequena ilha artificial – além dela existem mais duas menores –  fica no meio do canal de Newport, uma das comunidades a beira mar mais chiques da Califórnia. A ilha em si, é mais exclusiva ainda. Com uma população de cerca de 3 mil habitantes, é um dos territórios com maior densidade demográfica da Califórnia. As pequenas casas têm preços estratosféricos.

A ligação com o continente é feita através de uma ponte que fica do lado norte da ilha, ou por uma pequena balsa ao sul, que liga o pedacinho de terra a peninsula de Newport.

A ponte que liga Balboa ao continente.

A ponte que liga Balboa ao continente.

O trajeto também pode ser feito pela pequena balsa.

O trajeto também pode ser feito pela pequena balsa.

Apesar da diária de $110 exceder um pouco nosso orçamento, decidimos nos dar o presente de fazer parte por três dias desse lugar que parecia só existir nos filmes.

Chegamos a Balboa – vou fazer um post depois só sobre a ilha, contando mais detalhes de como esse lugar é bacana –  por volta das seis da tarde da quinta-feira, 25 de agosto de 2011. Linda, a anfitriã, estava a nossa espera. Seguindo sua orientação, paramos o carro na rua em frente a casa e fomos conhecer seu paraíso. As fotos falam por si.

A fachada da casa e alguns detalhes do quintal.

A fachada da casa e alguns detalhes do quintal.

A rua da Linda e o quintal da casa.

A rua da Linda e o quintal da casa.

A sala com lareira.

A sala com lareira.

Linda nos surpreendia nos detalhes. Até plaquinha de boas vindas ela fez pra nós.

Linda nos surpreendia nos detalhes. Até plaquinha de boas vindas ela fez pra nós.

Nosso quarto: lindo como todo o resto. O colchão, os travesseiros e os cobertores eram perfeitos.

Nosso quarto: lindo como todo o resto. O colchão, os travesseiros e os cobertores eram perfeitos.

O banheiro não fica de fora de todo o cuidado. Adorei os sabonetes líquidos da Bath and Body Works. Comprei um estoque pra minha casa.

O banheiro não fica de fora de todo o cuidado. Adorei os sabonetes líquidos da Bath and Body Works. Comprei um estoque pra minha casa.

Além da hospedagem, Linda nos ofereceu também o café da manhã. Cada dia ela nos surpreendia com algo mais gostoso e reconfortante. Frutas vermelhas com iogurte grego e nozes, english muffins quentinhos, bolos e até uma torta de maçã fresquinha – e quentinha! –  de uma padaria próxima. Infelizmente não tiramos foto do café todos dias mas o cuidado da Linda me impressionou muito. Em um dos dias, ela saiu cedo para dar uma volta de kayak – um dos seus passeios favoritos pela ilha – e deixou tudo prontinho, acompanhado de um bilhete com as instruções. Coisa de mãe!

Linda's note. I love it!

O bilhete fofo da linda!

O café da manhã que linda preparou para nós no primeiro dia.

O café da manhã que linda preparou para nós no primeiro dia.

Linda foi a melhor surpresa dessa nossa hospedagem. Apesar de já pelos e-mails perceber que ela era uma pessoa educada e atenciosa, não esperava sentir essa afinidade por ela. Desde o momento em que chegamos sua atenção me encantou. Seu interesse pela nossa história, sua paciência ao nos ouvir falar em inglês e a preocupação em nos deixar informados de tudo – ela chegava a ver a previsão das ondas no jornal pra gente –  são algumas das coisas que posso citar e que muito provavelmente você vai receber também se escolher se hospedar com ela – de uma olhada no reviews sobre ela no site. Já a amizade que construímos, essa eu não posso garantir. É coisa que vai além de fatos, vem do coração.

Nós e a querida Linda.

Nós e a querida Linda.

Linda, saiba que você fez a nossa viagem um pouco mais especial e inesquecível. Eu e o Gilbert – é assim que ela chamava o Gui  – somos muito agradecidos por tudo e pensamos sempre em você.  A gente espera um dia poder te reencontar para compartilhar o que aconteceu com a gente desde aquele verão, que como você sabe, foi um dos mais especiais da nossa vida! Saiba que, se um dia você tiver a oportunidade, será muito bem vinda na nossa casa e na nossa Ilhabela, aqui no  Brasil!

Mantive contato com a Linda por um bom tempo após a viagem, mas faz algum tempo já que não falo com ela. Vou traduzir esse post para o inglês para que ela possa ver.

Se você quiser conferir a versão em inglês, clique aqui.

Link da casa da Linda no Air BNB: https://www.airbnb.com.br/rooms/70701

No próximo post: A arraia de Balboa Island

 

Nossa CASA em Sta Monica – LA

A gente já contou aqui no blog que em alguns dos nossos destinos tomamos uma decisão bem bacana: nos hospedamos em casas ao invés de hotéis. As reservas e contatos foram feitos através do site Air BNB e no post sobre a nossa primeira experiência em Santa Cruz, a gente explica direitinho como fizemos.

O segundo lugar em que optamos por esse tipo de hospedagem foi em Santa Mônica. Decidimos ficar nessa parte de Los Angeles para conhecer melhor a área próxima ao mar: Venice Beach, Santa Mônica e Malibu. Antes de fazermos a reserva pesquisamos bastante as opções de hospedagem nos três lugares e o lugar com melhor custo beneficio que achamos foi esse. Mas tanto Venice, como Malibu, também tem boas opções.

Vou dividir em tópicos as nossas impressões sobre o lugar que nos hospedamos.

– Localização: A casa do George, nosso anfitrião, fica na 14th St no bairro Santa Mônica em Los Angeles. Santa Mônica fica entre Malibu e Venice, ao sul de Hollywood e Bervely Hills. Segundo o George mesmo de ônibus dá pra conhecer a cidade toda facilmente partindo dali, incluse os estúdios da Universal e da Warner.


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O nosso objetivo era conhecer os lugares mais próximos dali, e de carro, chegávamos até Venice em 5 minutos e em  Malibu em cerca de vinte. Até o píer de Santa Mônica e o Palisades Park fomos a pé e apesar dos 14 quarteirões cansarem um pouco, valeu a pena, por que não é fácil estacionar na região. Há várias opções de restaurantes, farmácias e supermercados bem pertinho da casa.

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Da casa até o Píer: 14 quartéirões e quase meia hora de caminhada.

– A Casa: nosso quarto e o banheiro privativo eram confortáveis. O espaço foi sufiente para nossas malas e uma pequena varanda abrigou as pranchas. As toalhas e os lençóis estavam limpos. Além dessa área, George nos permitiu também usar a sala – com Tv e um sofá confortável – e a cozinha – com geladeira, fogão, forno elétrico e uma mesa de jantar.

A sala.

A sala.

A Tv da sala.

A Tv da sala.

A cozinha.

A cozinha.

 

O quarto.

O quarto.

O banheiro.

O banheiro.

– Privacidade: a casa era na verdade o escritório do George. Ele ficava a maior parte do tempo dentro de um dos quartos e por volta das cinco da tarde ia embora pra só voltar no dia seguinte por volta das oito.

– Estacionamento: O estacionamento nas ruas da região só é permitido para moradores. O George nos deu um cartão com a permissão para ser pendurado no para brisa e na maioria dos dias não tivemos problemas pra estacionar.

– O Anfitrião: sempre muito prestativo George esperou a gente chegar pra nos entregar a chave e o cartão do estacionamento. Junto nos deu algumas informações impresas referentes aos restaurantes e comércio próximo, linhas de ônibus e horários. Ele se mostrou também bem interessado no Brasil e conversou bastante com a gente.

– Valor: Pelos dois dias de hospedagem, pagamos $157, com as taxas.

Adoramos ficar na casa do George e super recomendamos. Um casal de amigos aqui do Brasil também se hospedeu lá um seis meses depois e adorou.

Esse é o link da casa: https://www.airbnb.com.br/rooms/24231

No próximo post: Palisades Park

Chegando em Santa Bárbara: Motel 6 Carpinteria South

Santa Barbara é linda e entra no roteiro de muita gente que vai pra essa região da Califórnia. Para nós a parada era obrigatória e o motivo foi um amigão que morava na cidade a quase seis anos e incentivou pra caramba a nossa ida pra Califa.

Por estarmos na companhia desse amigo, a nossa visita fugiu um pouco dos programas mais comuns e lugares turísticos.

Começando pela localização do hotel que escolhemos. Não precisava ser no centro, na praia ou próximo a restaurantes: só queríamos ficar perto da casa do Thiago! E a casa dele ficava na Carpinteria, um subdistrito 20 milhas ao sul de SB.


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Os preços dos hotés na cidade não são dos mais baixos, por isso já corremos para o site do Motel 6 e lá encontramos duas opções: o Motel 6 Carpinteria North– mais perto da casa e mais barato, porém com a configuração padrão mais antiga – e o Motel 6 Carpinteria South – mais longe e caro, porém totalmente renovado. Escolhemos a segunda opção.

Era uma sexta feira e a fila pro check in estava grande, mas o atendimento atencioso não nos deixou ligar para a demora. O quarto era pequeno e simples, mas confortável e limpo.

Os quartos renovados do Motel 6 contam com Tv de LCD, frigobar, microondas e uma decoração bem mais bacana.

Com as diárias dos hotéis em Santa Barbara por volta dos $200, pagar $120,00 aqui valeu a pena.

Haviam restaurantes e mercearias próximas e o bairro é bem tranqüilo e gostoso. Além disso Rincon fica logo ali, e se você for um surfista que se preze sabe que eu estou falando de direitas perfeitamente longas.

A perfeição das direitas de Rincon.

Mas se Rincon nem o Thiago forem os seus objetivos principais nessa parada, fique mais próximo ao centro. A economia com gasolina vale a pena!

Ficamos descanso um pouco por ali e a noite fomos a casa do Thiago comer uma pizza – a idéia inicial era ir pra balada, mas uma amiga que estava vindo de San Diego nos acompanhar bateu o carro e acabamos ficando sem  ânimo. Ele então nos convidou para ir até umas das suas praias preferidas no dia seguinte. E é sobre ela que vamos falar no próximo post.

Mai informações:

Motel 6 Carpinteria South – 5550 Carpinteria Avenue
Reservas: http://www.booking.com/hotel/us/motel-6-carpinteria.pt-br.html?aid=363621
US 101 at Bailard Avenue/Casitas Pass Road
Carpinteria CA 93013

San Simeon x San Luis Obispo

Depois de percorremos o Big Sur chegamos a uma cidadezinha chamada San Simeon. O dia tinha sido longo e as seis horas da tarde quando chegamos no hotel estavamos mortos.

Mais uma vez, optamos por passar a noite no Motel 6, que atendeu muito bem as nossas expectativas e foi a melhor escolha custo x beneficio que podiamos ter feito.

Já não podemos dizer o mesmo quanto a cidade que escolhemos para pernoitar.

San Simeon é uma cidade bem pequena, que não tem nada de interessante, a não ser o Hearst Castle, que foi o motivo da nossa escolha. Mas a cerca de 45 milhas de distância, 1 hora e 10 de carro, fica São Luis Obispo, uma cidade super bacana, cheia de lojas, barzinhos e restaurantes. Super vale a pena se hospedar lá e fazer o trajeto para ir pro Heast Castle durante o dia. Pior é fazer como a gente, que teve que viajar a noite, depois de perambular o dia inteiro, até a cidade vizinha para encontrar um pouco de agitação.


Ver mapa maior

A.Hearst Castle, B.San Simeon e C.San Luis Obispo.

 

Fazer a viagem valeu a pena, chegando na rua principal de SLO uma feirinha animada estava acontecendo e jovens lotavam os barzinhos. Deu até pra fazer umas comprinhas básicas. Pena que não tiramos fotos, pq realmente não esperavamos nada de mais dali e a camera ficou no hotel.

Motel 6 San Simeon: 9070 Castillo Drive, SR 1/Cabrillo Highway at Vista del Mar – San Simeon CA 93452

Reservas e valores: http://www.booking.com/hotel/us/san-simeon-9070-castillo-drive.pt-br.html?aid=363621

No próximo post vou contra sobre a nossa visita ao Hearst Castle na manhã seguinte.