O que faltou fazer em Las Vegas

Pra mim Las Vegas é uma daquelas cidades da qual você nunca se cansa, se tiver dinheiro e uma boa companhia.

Como já disse aqui, as opções de entretenimento – restaurantes, shows e etc – são infinitas e fazer a combinação de compras + relax na piscina ou cassino + jantar em restaurante estrelado + show incrível é possível por dias a fio.

Algumas dessas opções são essenciais e nós acabamos deixando muito coisa de lado por causa do casamento. Não quis comprar shows com antecedência, nem fazer passeios mais longos por exemplo. A lista do que faltou fazer é enorme, mas listei aqui o Top 10:

1. Assistir a um show do Cirque Di Soleil

São oito espetáculos em cartaz na cidade no total. O “O” – que dizem ser um dos mais bonitos e que acontece na água, o “Michael Jackson One” – uma homenagem ao rei do pop, o “Mystére” – criado especialmente para Las Vegas, “The Beatles Love” – que traz as famosas músicas da banda britânica, “Zumanity” – uma versão sensual e mais apimentada, “Criss Angel – Believe” – um espetáculo de ilusionismo com o famoso mágico, “Zarkana” – a mais recente das produções e “KÀ” – que mistura artes marciais, inclusive capoeira, as incríveis acrobacias.

Ciqeque di soleil o las vegas

Difícil é escolher entre tantas opções.

Vale lembrar que mesmo sendo mais fácil conseguir ingressos do que em outros lugares, vale a pena comprar com uma certa antecedência. Nós não conseguimos comprar pra o “O”, por exemplo. Os ingressos variam de $59 a $180 dependendo do espetáculo e do setor.

Mais informações: http://www.cirquedusoleil.com/en/destinations/las-vegas/cirque-vegas-shows.aspx

 2. Ir ao Grand Canyon

Considerado umas das sete maravilhas do mundo, o canyon de 446km fica no estado do Arizona. Há muitas maneiras de se chegar até ele partindo de Las Vegas, mas sem dúvida a mais inesquecível – e também a mais cara – é de helicóptero. Existem vários pacotes que podem incluir pouso com direito a parada para um picnic com champanhe, ida a Sky Walk – uma passarela de vidro localizada dentro de uma reserve indígena, passeio de barco pelo Colorado River, traslado em limousine e até mesmo uma pernoite em uma típica cabana indígena. Os preços variam entre $250 e $650.

grand canyon las vegas

Se o seu bolso não estiver cheio você pode ir de ônibus – o trajeto demora cerca de quarto horas – e passar o dia por lá por $70. Uma outra boa opção para quem tem mais tempo é ir com o próprio carro e passar a noite em uma das pousadas do parque. Essa opção permite que você conheça melhor o lugar e faça algumas das lindas trilhas.

Mais informações sobre os pacotes: http://www.alllasvegastours.com/grand-canyon-tours/c-952?sortBy=4

3. Conhecer Las Vegas Downtow e a Freemont Street

Eu sempre me interessei por Las Vegas e sua história – cheguei até a estudar como a arquitetura é usada para persuadir os visitantes – e por isso visitar o lugar onde tudo começou era primordial. Infelizmente não deu tempo. Mas se você é como eu e deseja conhecer um pouco da história da cidade não deixe de ir a Downtown.

Hotéis como o Golden Nugget, construído em 1946, se espalham pela Freemont Street, que abrigava os principais hotéis e casinos antes da Strip surgir. O lugar é um paraíso para quem gosta de neons e luzes ao estilo vintage.

las vegas downtown

Em 2004 uma grande tela foi construída acima do boulevard e faz parte hoje do Freemont Street Experience, que une as imagens a músicas e sons.

Um pedacinho da cidade diferente do que a gente costuma ver por aí.

Mais informações:

Hotéis:http://www.lasvegas.com/hotels/downtown/

História: http://en.wikipedia.org/wiki/Downtown_Las_Vegas

Freemont Street Experience: http://www.vegasexperience.com/

4. Participar de uma Pool Party

De maio a setembro as piscinas de muitos hotéis de Las Vegas se transformam. Deixam de ser simples piscinas para abrigarem festas diurnas com muita gente bonita, pouca roupa e muita música. O conceito já é conhecido aqui no Brasil atualmente, mas Vegas é Vegas não é mesmo? Existem coisas que você só vai ver por lá e por isso acho o programa no minimo interessante, mesmo para casais! Só não vale ser ciumento(a), por que com tantos corpos sarados passando fica difícil não dar uma olhadinha!

pool party vegas

Mais informações: http://www.vegaspoolparties.co.uk/

5. Assistir a um dos Shows de Mágica

Atualmente a cidade possui mais de dez shows de mágica em cartaz e eles vão dos mais básicos aos mais surpreendentes. Mas o que importa é que alguns dos ilusionistas mais conhecidos do mundo, como Criss Angel e David Copperfield, estão sempre se apresentando por lá. Os valores dos ingressos vão de $20 a $90.

magic las vegas

Mais informações: http://www.vegas.com/mytrip/app/Products/show?5&searchCat=Genre:genre+-+Magic

6. Assistir ao Show de alguma Diva

Celine Dion, Sher, Shania Twain  e outras divas estão sempre se apresentando na cidade e sua visita é uma ótima oportunidade para assistir a um show incrível em um lugar pequeno e super confortável. Os preços podem ser bem bacanas e é sempre bom acompanhar a programação para as datas da sua viagem.

Celine Dion Las Vegas

Mais informações: http://www.ticketmaster.com/lasvegas

7. Perder – ou com sorte ganhar – alguns dólares no cassino

Gente, como alguém pode ir pra Las Vegas e não arriscar sequer $1 em algum cassino? Nós conseguimos realizar essa façanha e olha que eu amoooo um jogo. Por isso jogar na roleta, no Black Jack e nos caça níqueis – o pôquer acho que vai ficar pra próxima encarnação porque não conseguimos apreender ainda – está na nossa lista de motivos pra voltar! Imagine acontece como no filme “Jogo de amor em Las Vegas”?? Mas sem a parte da separação! rs

cassinos las vegas

 

8. Experimentar as iguarias de pelo menos um dos restaurantes de chefs consagrados

Las Vegas pode ser considerada a cidade com mais restaurantes de chefs consagrados do mundo. Lá é possível experimentar o tempero de Wolfgang Puck, Emeril Lagasse, Gordon Ramsay, Joel Robuchon, Alain Ducasse e muitos outros por preços até que não tão altos – dá pra gastar $150 por casal e comer muito bem. Eu que amo comer considero esse um motivo muito forte pra voltar.

las vegas restaurants

Mais informações: http://www.forbes.com/sites/larryolmsted/2013/06/07/vegas-celebrity-chefs-2-0-the-next-wave/

9. Ver Las Vegas de cima da torre do Stratosphere

Da altura de um prédio de mais de 100 andares, a torre do Stratosphere oferece uma das mais lindas e completas vistas da Strip. O ingresso custo $18 para os adultos, mas vai render uma foto linda – na minha opinião mais linda ainda durante a noite. Além disso lá em cima ainda existe um restaurante que gira 360° e um Bug Jump bem emocionante.

stratosphere tower

Mais informações: http://www.stratospherehotel.com/Tower

10. Assistir ao famoso Show de águas do Bellaggio

Uma das coisas mais simples e fáceis de se ver foi ignorada por nós. Talvez por ser tão acessível, não tenhamos nos preocupado com o horário e acabamos perdendo um do clássicos de Vegas: o famosos show de águas do Bellaggio. O show acontece a cada meia hora durante o dia e de quinze em quinze minutos a noite e é de graça.

page9

Mais informações: http://www.bellagio.com/attractions/fountains-of-bellagio.aspx

No próximo post vocês vão ficar sabendo qual o destino do Destino Califórnia agora que nossa viagem acabou!

Buffets All You Can Eat: a maratona gastronômica de Las Vegas

Em Las Vegas tudo é possível e essa afirmação é válida também em termos gastronômicos. Você pode ter uma experiência inesquecível em um dos restaurantes de chefs estrelados, comer um Hot Dog na esquina por $0.99 ou ainda fazer uma maratona de comilança pelos Buffets All You Can Eat. Nós ficamos com a última opção.

Os Buffets All You Can Eat, como você já deve ter percebido pelo nome, são buffets aonde você come a vontade pagando um valor único. Praticamente todos os hotéis de Las Vegas tem um e a qualidade e serviço de cada local varia bastante.

Você vai encontrar centenas de reviews na internet com relação aos buffets e diversos rankings e tops 10. Pesquisando, decidimos conhecer o Village Sea Food no Rio, especializado em frutos do mar e com uma bela estação de comida japonesa. Pesquisando mais descobrimos o Buffet of Buffets, um combo que dá direito a 24h continuas de acesso ilimitado a seis buffets pertencentes ao grupo do Caesars –  Le Village Buffet (Paris), Spice Market Buffet (Planet Hollywood), Paradise Garden Buffet (Flamingo), Flavors (Harrah’s), Emperor’s Buffet (The Quad Las Vegas) e Carnival World Buffet (Rio) – e por valores adicionais inclui também o Bacchanal at Caesars Palace – que figura entre diversos Tops 10 – e o Village Sea Food, nosso escolhido.

Embarcamos na maratona de comilança durante nosso ultimo dia em Vegas. O valor do passe é de $49,99 mais o upgrade para o Village por $15, totalizando $65 por pessoa – se você quiser o upgrade para o Bacchanals tem que pagar mais $15 e acho que só vale a pena se você optar por dois jantares dentro das 24h.

Falando nisso você tem que pensar bem como vai aproveitar suas 24h. Nós íamos embora no dia seguinte, por isso começamos pelo café da manhã. Chegamos por volta das 10:30am, o que nos deu direito a entrar nos buffets até a mesma hora do dia seguinte – fizemos um café da manhã, almoço, jantar e café da manhã do dia seguinte. Mas eu acho a melhor opção começar por um jantar tarde – por volta das nove e meia – e terminar com um jantar cedo – antes da nove e meia.

Antes de começar a relatar nossa experiência quero ressaltar que você não pode esquecer que por mais maravilhoso que seja o buffet, ele é um buffet. Não espere que a qualidade dos pratos seja similar a de restaurantes comuns. A comida foi feita em uma quantidade considerável e está lá exposta no balcão a algum tempo,  o que faz a qualidade cair inevitavelmente. Se você quer sabores maravilhosos esqueça, mas se a sua intenção é comer bastante, por um preço bom e uma comida ok, vá em frente.

Como já disse, começamos pelo café da manhã e o escolhido foi o Le Village, no Paris Las Vegas. Com certeza é a melhor opção para o café dentre os buffets participantes. Crepes, quiches, omeletes, ovos pouchets, queijos, croissants, crème brule e bolos todos fresquinhos e gostosos. O preço original durante a semana é de $21,99 e nos fins de semana $23,99. O café da manhã foi na nossa opinião a refeição que mais valeu a pena – o preço é similar ao que você gastaria em outros lugares, e tem mais opções pra quem não gosta de café da manhã americano.

page1 page2

No almoço seguimos para o Spice Market, no Planet Hollywood. Foi nele também que tomamos o café da manhã, no dia seguinte. O Buffet é relativamente grande e tem estações de vários países. Acho que chegamos um pouco tarde para o almoço – por volta das duas da tarde – e a reposição dos pratos já estava bem lenta. A comida estava ok, as sobremesas estavam boas, mas não achamos que valeu a pena. O café da manhã no dia seguinte foi bom, haviam muitos sabores de cupcakes e vários tipos de bagels diferentes, além de ovos feitos na hora, pães e suco de laranja. Os preços originais são de $21,99 para o almoço e $19,99 no café da manhã.

page6

O jantar, no Villagge Sea Food Rio, foi um tanto quanto decepcionante. Os reviews falam maravilhas do lugar e nós esperávamos muito. A maioria dos pratos é servido frio, inclusive os camarões e lagostas. Isso é comum lá nos Eua, mas eu particularmente não gosto. O que mais valeu a pena foram as dezenas de patas de King Crab que estavam uma delícia, alguns dos sushis e a lagosta, apesar de ser fria, estava boa. O Buffet custa originalmente $40.99.

page3

page5

Eu não repetiria a experiência do Buffet of Buffets. A comida não é deliciosa, o que contribui para que você não coma tanto. Sabe aquele ‘Resort All Inclusive’ que tem toda aquela comida que na primeira refeição você acha ótima e depois não consegue mais nem olhar pra ela? Foi meio assim que eu me senti. Acho que com o valor que gastamos em um dia de comilança conseguiríamos comer muito melhor o dia todo – talvez gastássemos um pouco mais pelo segundo café da manhã. Também não pagaria novamente $40,99 pelo jantar do Village no Rio, mas a experiência foi válida – quando eu iria comer tanta pata de caranguejo em um dia só?

Falam super bem do Buffet do Aria, do Bellagio e também do Wynn. Alguém já foi e teve experiências positivas?

No próximo post vou falar sobre os shoppings da Strip e sobre o nosso almoço no meu restaurante preferido e com ótimo custo beneficio, inclusive se comparado aos buffets.

Mais informações:
Buffet of Buffets
Le Village Buffet, Paris  
Spice Market Buffet, Planet Hollywood 
Village Sea Food Buffet, Rio 

O que faltou fazer em Los Angeles

O Gui não gostou de Los Angeles. Eu amei. Queria muito voltar e vivenciar um pouco mais da cidade, por que acho que foi isso que faltou durante nossa estadia. Dos quatro dias que ficamos lá, dois nós passamos em parques e, apesar de eu achar divertido, não acho que esse tipo de passeio contribua muito para fazer uma viagem inesquecível e passar aquela sensação deliciosa de amor por um lugar. O parque não tem cultura, não tem sentimento, e o bacana quando você vai para um lugar tão longe, é sentir exatamente isso.

Talvez não seja tão fácil achar esse sentimento em LA, ela não é uma cidade que encanta os turistas. Mas a partir do momento que você achar, vai querer voltar muitas vezes. Eu sinto Los Angeles: pra mim a cidade reúne toda energia cultural e criativa que se expande pelo resto do estado. A Califórnia não seria a mesma sem ela.

Faltou fazer muita coisa e eu acho que quanto mais dos programas de turista você fugir, mais vai se apaixonar pelo coração da Califórnia. Da próxima vez que formos a LA não vamos deixar de:

– Conhecer a cena musical de West Hollywood

A Sunset Strip – faixa de 4 km da Sunset Blvd – reúne algumas das mais importantes e notórias casas de shows de rock. O histórico Whisky a GoGo – aberto em 1964, teve The Doors como uma das bandas da casa, o The Roxy – palco de gravações de DVDs e CDs ao vivo de bandas como Bob Marley e NOFX, o The Viper Room – que tem entre os frequentadores assíduos Angelina Jolie e Leonardo Di Caprio, e o House Of Blues – palco da última performance ao vivo de Tupac, estão entre os principais. Nesse site você encontra a programação completa do bairro. Com certeza vale a pena reservar um ou dois dias da sua estada em LA para assistir a shows por aqui. E se você estiver por lá em agosto, aproveite para conferir o Sunset Strip Music Festival, que rola anualmente e traz milhares de expectadores para as ruas.

View Larger Map page1

– Ir ao Coachella Valley Music and Arts Festival

O festival acontece anualmente nos dois últimos fins de semana de abril e dura três dias. Os palcos e tendas se instalam em meio ao deserto, na cidade de Indio, a cerca de duas horas de Los Angeles. O que faz dele especial, além das bandas e músicos bacanas, é o conceito. Atualmente não há nada mais hype do que ir ao Coachella e os gramados ficam cheios de celebridades em looks hippies e bohos. Dá pra acampar ou ficar em hotéis próximos, vai do gosto de cada um. Além dos palcos a edição passada contou com um mercado orgânico, tendas de massagem e arenas para jogos como queimada.

Esse post aqui tem informações e impressões mais detalhadas.

– Fazer uma tatuagem no Hight Voltage Tattoo 

O Hight Voltage Tatto é propriedade da diva da tatuagem Kat Von D, conhecida mundialmente através do seriado La Ink. É no estúdio localizado em West Hollywood, na esquina da Fountain com a La Brea Ave., que ela e seus companheiros de trabalho rabiscam corpos com tatuagens old schools da melhor qualidade.Se o seu sonho é ter uma tatuagem nesse estilo aqui é o lugar. Só não se esqueça de reservar um horário com antecedência através do site – aonde você encontra uma lista dos artistas que trabalham lá, assim como seus portifólios – e de ter bastante dinheiro guardado para isso – o valor mínimo é de $200. Se você não quiser radicalizar tanto será muito bem recebido para conhecer o espaço e levar um souvenir de lembrança.

page2

– Se deliciar com os sabores do Farm’s Market

O mercado fundado em 1934 reúne entre suas bancas de frutas e outros alimentos vários pequenos restaurantes com comidas deliciosas. Frequentado pelos locais é um daqueles passeios que fazem a gente se sentir um pouco parte da cidade. É imperdível para quem curte gastronomia e gosta de experimentar vários sabores. Vale a pena conferir o The Gumbo Pot, que oferece comida cajun, típica da cidade de New Orleans e que agrada somente aqueles com apreço pela comida forte e apimentada – como eu. Se você estiver hospedado em um lugar com cozinha, dá pra levar alguns ingredientes pra casa. Anexo ao mercado fica o shopping a céu aberto The Grove, que reúne algumas das mais tradicionais lojas americanas. É um programa para o dia todo  que pode, e deve, ser repetido.

page3

page9

– Conhecer os bons restaurantes da cidade

Se você gosta de restaurantes descolados e/ou estrelados, LA é sem dúvida um paraíso. Lá estão reunidos alguns dos melhores restaurantes do mundo que ditam tendência para muito do que vemos aqui. É claro que para conhecer vários o seu bolso precisa estar recheado, mas escolher pelo menos um é obrigação de quem está visitando a cidade. A Paulete, do blog Viagens da Paulate, traz uma boa seleção aqui.

page4

– Garimpar no Melrose Trading Post

Ótima opção para quem busca achados originais com preços razoáveis, a feirinha é hotspot para designers, estilistas e celebridades. Mais conhecida pelos locais como Fairfax Flea Market, tem música ao vivo, comidas típicas, antiguidades, quinquilharias  roupas, sapatos, móveis, artesanatos, bijuterias e o que mais você imaginar. Acontece todo domingo, das 9 as 5pm, na esquina da Melrose com a Fairfaix Ave, mais precisamente no estacionamento da Fairfax High School – que para quem interessar foi aonde Anthony Kiedis e Flea, do Red Hot Chilli Peppers, se conheceram . A entrada custa $2 e o estacionamento é grátis. Vale lembrar que dinheiro vivo é sempre melhor para conseguir descontos.

page5

 – Aprender um pouco mais sobre astronomia, no Griffith Observatory 

O lugar já vale a visita pela paisagem: fica no topo do Griffith Park, entre as montanhas de LA, com uma vista maravilhosa da cidade e do Hollywood Sign. Mas se isso não é o suficiente pra fazer você ir até lá, o museu de astronomia o planetário com certeza serão.  Além disso é um programa super em conta: o estacionamento é grátis e a sessão no planetário custa só $7 por pessoa. Eu iria lá pra assistir o por do sol e fazer um picnic romântico.

page6

– Visitar os museus da cidade

Deixamos de conhecer dois dos principais museus da Califórnia, o que eu lamento muito. Realmente não tínhamos tempo, mas dizem que o Getty Center é imperdível, que a arquitetura é linda, os jardins maravilhosos e a vista de tirar o fôlego (posts bacanas aqui, aqui e aqui). Já o LACMA não agrada a tantos, mas como uma artista plástica, não podia ter pulado essa (post com mais detalhes aqui).

page7

page8

Essas são só algumas das opções, podia citar mais pelo menos dez. Depois dessa, se alguém vier aqui e dizer que não tem o que fazer em Los Angeles vai levar bronca hem?

E eu, como sempre, não vejo a hora de voltar – e podia passar um mês inteiro por lá.

* As fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor, contate-nos.

 

 

 

 

O que faltou fazer em San Diego

Chegou a hora de escrever aquele post difícil, aonde fico tentando arrumar motivos para voltar. E não é que sempre encontro vários?

Balboa Park: Além do famoso Zoológico de San Diego – que é um dos melhores do mundo e um dos únicos a exibir espécies de urso panda na coleção – o parque é lindo e abriga quatorze museus, teatros, diversos jardins e mais um infinidade de coisas bacanas. É visita obrigatória para quem vai a cidade e nos arrependemos muito de ter pulado o passeio.

PageBalboaPark

Aonde? 1549 El Prado, San Diego, CA 92101
Quanto? O passaporte para visitar cinco dos quatorze museus no mesmo dia sai por $39. O ingresso do zoológico $41.
Mais informações: http://www.balboapark.org/ – http://www.sandiegozoo.org/

 

Sea World: O parque conhecido mundialmente tem sua unidade californiana. Além dos tradicionais shows com animais, você vai poder alimentar golfinhos e dar uma volta na Manta, a montanha russa do parque. Vale a pena para quem não conhece o parque da Disney ou está com crianças.

PageSeaWorld

Aonde? 500 SeaWorld Dr – San Diego, CA 92109
Quanto? O ingresso para adultos sai $88. Eles também tem combos para quem deseja ir a Disney e ao Universal.
Mais informações: http://seaworldparks.com/seaworld-sandiego/

 

Gaslamp Quarter: a área de San Diego, além de ser histórica, reúne a maior parte de lojas, restaurantes, bares e baladas da cidade. Depois de uma fase decadente, a prefeitura resolveu revitalizar o bairro na década de 80, preservando os prédios históricos que hoje funcionam como comércio. São cerca de 4 quarteirões aonde você pode caminhar, fazer compras e ainda se deliciar em algum dos muitos restaurantes. Se o foco da nossa estada em San Diego não fosse o surf, era por aqui que iríamos nos hospedar.


View Larger Map

PageGaslamp

Aonde? No centro de San Diego, entre as ruas Market e Brodway.
Mais informações: http://www.gaslamp.org/

 

Atravessar a fronteira: Para quem não sabe, San Diego é a cidade mais ao sul da Califórnia e faz fronteira com a cidade de Tijuana, no México. Queria muito ter atravessado e conhecido um pouco mais da cultura do país vizinho e ir a um dos clubes de salsa que ficam na redondeza. Dizem também que a cidade é ótima para fazer compras, o Outlet mais popular de San Diego fica bem próximo a linha que separa os dois países.  Porém, fiquei sabendo que Tijuana é uma cidade perigosa e que não era seguro – nem simples –  atravessar sozinho de carro. O melhor jeito é ir de excursão, por isso, acabamos deixando o passeio de lado. Alguém atravessou e pode contar a experiência pra gente?


View Larger Map

PageTijuana

Mais informações: http://viagem.uol.com.br/guia/cidade/san-diego—tijuana.jhtm

Conhecer Oceanside: a cidade fica ao norte do condado de San Diego e respira surf. O Califórnia Surf Museum exibe pranchas, fotos e objetos ligados a história do surfe, além de sediar eventos ligados ao esporte. Se você precisa de uma prancha, a cidade é famosa por ser o lar de muitos shapers talentosos que ocupam a área chamada de Shapers Alley. Veja uma lista aqui. Na hora de botar pra baixo, a praia tem três picos que oferecem ondas consistentes: o porto, o lado norte e o lado sul do píer. Agora, se o mar estiver flat, vale a pena ir conhecer o Skate Park Robb Fiels, conhecida como uma das melhores pistas do sul da Califórnia.

PageOceanSide

Wave House: Considerada a melhor piscina de ondas da California, oferece duas opções: a Flowrider se assemelha as piscinas de ondas que são vistas aqui no Brasil e a Flowbarrel recria uma onda tubular. Parece difícil, mas tem uma galera que manda bem no brinquedo, dando várias manobras como aéreos e 360°. Ano passado, Heitor Alves e Gabriel Medina deram uma passada por lá para ver o que conseguiam fazer.

Aonde? 3125 Ocean Front Walk – San Diego, CA 92109
Quanto? Você pode comprar de 5 a 20 sessões em cada uma das ondas e o valor varia entre $75 e $300.
Mais informações: http://www.wavehousesandiego.com/

 

Assistir a um jogo de baseball no Petco Park, o estádio do time local: Já ouvi muitas pessoas dizendo que o jogo de baseball é chato e monótono. Mas acho que ir a um evento como esse é vivenciar a cultura do país, e é isso que sempre buscamos nas nossas viagens. Além do mais, todos sabem que estádio é igual a cachorro quente, e eu amo cachorro quente. Portanto esse sempre será um programa interessante pra mim.

PagePetco

Aonde? 100 Park Boulevard – San Diego, CA 92101
Quanto? Os ingressos dos jogos custam em média $15.
Mais informações: http://sandiego.padres.mlb.com/sd/ballpark/index.jsp

 

Nos próximos post: De San Diego a Los Angeles

* As fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor, contate-nos.

 

 

O que faltou fazer em Santa Barbara

Santa Barbara é uma cidade bem bacana. A gente não fez tanta coisa por lá. Estavamos viajando há mais de 10 dias e decidimos curtir o lado menos turístico, ficarmos mais tranqüilos, sem programações e roteiros planejados. Por isso temos vários motivos pra voltar, como de costume.

Santa Barbara Museum of Art – O museu tem um bom acervo, com destaque para as obras do período impressionista – é o museu da costa oeste que possui mais obras de Monet.  As exposições temporárias costumam ser bacanas.

Santa Barbara Museum of Art.

Santa Barbara Museum of Art.

Mais informações: www.sbmuseart.org

1130 State Street
Santa Barbara CA 93101-2746
Tel: 805.963.4364

Ingressos: $10

Abre de Terça a Domingo das 11h as 17h

Courthouse Tower – O prédio do tribunal da cidade de Santa Barbara construído em 1929 já é bonito por si só. Cercado por gramados e por um jardim submerso tropical, seu interior é repleto de tetos pintados a mão, murais e lustres de ferro. Dificilmente uma tarde de domingo passa sem que um festival, concerto ou algo do gênero abuse do maravilho cenário para ficar ainda melhor. Mas o “Must-see” está na vista 360° da cidade que se tem da torre do edifício. As fotos explicam melhor.

O prédio e seu interior.

O prédio e seu interior.

Uma das facetas da vista da torre.

Uma das facetas da vista da torre.

Mais informações: http://www.santabarbaracourthouse.org/sbch/

1100 Anacapa Street, Santa Barbara, CA 93101, Estados Unidos

Telefone:+1 805-962-6464

De Segunda a Sexta das 8h as 17h (a torre costuma fechar mais cedo)

Sábado e Domingo das 10 as 16:30h

Channel Islands – O arquipelogo tem oito ilhas que se dividem entre os distritos de Santa Barbara, Ventura e Los Angeles.  A mais próxima da costa fica a cerca de      duas horas de barco de Ventura. Você pode fazer um passeio de um dia para ver as baleias ou acampar em uma delas e explorar melhor o local. A fauna das ilhas é bem variada e em alguns lugares rolam até umas ondinhas. Com certeza entra no nosso próximo roteiro com direito a acampamento. A empresa Island Packers faz variados passeios para o destino. Para saber mais accese essa matéria da Folha em português.

O mapa mostra s oito ilhas pertencentes ao arquipelogo. Abaixo, algumas das praias.

O mapa mostra as oito ilhas pertencentes ao arquipelogo. Abaixo, algumas das praias.

Camino al mar – 1000 Steps Beach – Muitos dizem que a praia é uma das mais bonitas de Santa Barbara. Com certeza é uma das mais privadas e tranqüilas. O nome se refere a escada – que não tem 1000 e sim 150 degraus – construída nos anos 20 que dá acesso a pequena enseada da onde é possível se ter uma bela vista das ilhas e do mar. Quando a maré está baixa dá pra passear também pelas “Low Tide Pools” e observar parte da vida marinha. Fica em East Mesa, ao norte de East Beach. Acho um passeio bem romântico: descer os degraus, apreciar a vista, pegar conchinhas…

A beleza da praia depois de descer os 150 degraus.

Mais informações: http://cartas.typepad.com/main/2009/03/camino-al-mar-1000-steps-a-santa-barbara-beach.html

Lotus Land – Uma coleção de lindos jardins, a propriedade tem cerca de 37 acres. Construído por uma cantora de ópera rica e exêntrica nos anos 40, o lugar foi aberto ao público após a sua morte nos anos 80. Por causa da vizinhaça, o lugar é bem discreto, e só aceita visitantes mediante reserva. O valor da entrada é alto – $35 por pessoa – mas o tour guiado te leva a conhecer espécies de plantas bem diferentes do mundo todo.

os jardins da Lotus Land.

Mais informações: www.lotusland.org

695 Ashley Rd
Santa Barbara, CA 93108

Santa Barbara Mission – Já falamos da importância das missões na história da Califórnia antes – aqui, aqui aqui. A Santa Barbara Mission é conhecida como a Rainha das Missões e foi a décima a ser construída em 1786.

A rainha das missões.

A rainha das missões.

Mais informações: http://www.santabarbaramission.org/

2201 Laguna Street, Santa Barbara, CA 93105

Tours a partir de $5

Ver os picos de surf funcionando – A gente foi até alguns lugares em que rolam umas ondas, mas o swell não entrou. O próximo post vai ser só sobre os points de surf da região.

Altas ondas em Santa Barbara.

Altas ondas em Santa Barbara.

* Algumas das fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor contate-nos.

E se a prancha quebrar?

Eu já contei aqui que apesar das merrequinhas de Jalama, o Gui voltou de lá com um prejuízo. Enfiou a quilha da prancha na areia, ficou sem ela e ainda arrancou fora o copinho.

A prancha precisava urgente de um conserto e graças a Deus estávamos com o Thiago, que nos indicou um lugar para arrumar. O Green Room Surfboard Repair fica nos fundos de uma casa na Goleta, bairro ao norte de SB. O concerto ficou em $20, demorou um dia e ficou perfeito.

Agora se a sua prancha quebrar em Santa Barbara você já sabe aonde ir!

Mas isso me levou a pensar na possibilidade da prancha ter quebrado aonde não tinha o Thiago, por isso, resolvi pesquisar aonde nas principais cidades de surf da Califórnia você pode reparar a sua prancha caso ela sofra um acidente. Imprima a lista a baixo e leve com você.

Aonde concertar a prancha em:

San Francisco – Alex Martins Surf Board Repair– A loja do recifence Alex é uma das mais bem cotadas no Yelp. Além do que, falar português um pouquinho, ainda mais nessas horas, não é nada mal.

3653 Lawton Street @ 43rd Ave, Ocean Beach
San Francisco, CA 94122

Phone:415-699-2380

Santa Cruz – Be Sanding

1336 Brommer Street STE A2
Santa Cruz, CA 95062

Phone: 831-331-8507

Santa Barbara – Green Room Surf Board Repair

286 S Fairview (In the back) – Goleta 93117

Phone: 805 284 7254

2248 w 26th Place, Los Angeles, CA.

Phone: 323-952-0669

Huntington Beach: Ding Doctor

311 5th Street – Huntington Beach, CA 92648

Phone: 714 721-3767

San Diego: Joe Ropers Surfboard Repair

1460 Morena Blvd. – San Diego, CA

Phone: 619 275 – 0447

As outras possibilidades do Big Sur: Trilhas e Point Sur Light Station

Além das praias, o Big Sur é repleto de trilhas que levam a elas e também a cachoeiras e a lugares com vistas deslumbrantes. Tudo é muito organizado, já que a maioria delas está dentro de reservas ambientais, geridas pela Califórnia State Parks – vamos fazer um post depois sobre o departamento.

São quase 20 e pra gente, que não fez nenhuma delas, listar todas, ou mesmo escolher algumas não seria uma tarefa fácil.

Por isso vamos indicar aqui um site super bacana, porém em inglês – nada que um Google Translate não resolva. O “Hiking In Big Sur” dá detalhes sobre cada trilha como distância, tempo do percurso, nível de inclinação, como chegar e mostra mapas e fotos. Pesquise um pouco no Google Maps e você vai virar quase um expert.

As trilhas do Big Sur são lindas!

Outra dica bacana é conhecer  o “Point Sur Light House” a 19 milhas de Carmel. O farol foi construído em 1889 e fica 361 pés acima do nível do mar em uma pedra vulcânica. Há tours guiados pelo lugar que duram cerca de 3 horas e percorrem cerca de meia milha.

A pedra aonde fica o farol; a vista de cima e o edificio visto mais de perto.

Alem de tudo que a gente contou aqui, o Big Sur ainda tem restaurantes, galerias de arte e vários eventos como shows que ocorrem em datas especificas. Agora deu pra entender por que ficamos com essa sensação de só ter passado por lá?

Acima foto do Big Sur fashion Show, em 2010, que mostrava roupas feitas de materias reciclaveis e feitas a mão. Em baixo, show surpresa do Red Hot Chili Peppers ano passado em uma livraria local.

Chegou a hora de seguir em frente e a nossa visita ao Hearst Castle é o que eu vou contar nos próximos posts.

* As fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor contate-nos.

As outras possibilidades do Big Sur: Praias – Parte I

Quando você passa pelo Big Sur de carro vê um monte de praias lindas e desertas ao pé das montanhas. Dá uma vontade imensa de pisar naquela areia branquinha, sentir o vento  no rosto e até de dar um mergulho no mar gelado. Mas a dúvida, pelo menos pra nós foi: “Como a gente faz pra chegar lá?”

E essa dúvida não foi a toa. Muitas das praias não tem acesso público seja por que estão cercadas por propriedades privadas ou por conta do terreno ingrime que as cerca. Mas há outras que escondem suas entradas entre a mata e garantem paisagens deslumbrantes e até boas ondas.

Vindo de Carmel, a cerca de 23 milhas ao sul fica o primeiro pico com acesso livre, o Andrew Molera State Park.  Para chegar a praia você deve entrar no parque pela Hwy 1  nas placas que indicam o local.


Ver mapa maior

Pague a entrada de $8, pare o carro no estacionamento e siga a pé pela trilha, que demora cerca de 2 horas.

Estacionamento e inicio da trilha.

A trilha margeia, e por muitas vezes cruza, o Big Sur River, que deságua no Pacifico.  A praia é um ótimo lugar para encontrar lontras e observar baleias durante a temporada de migração.

Molera’s Beach

O Big Sur River desaguando no mar.

Fim de tarde.

Se você der sorte pode encontrar também algumas ondas, lembrando que apesar do pico parecer inofensivo, a correnteza é forte.

Direita próxima ao rio.

No video dá pra ver melhor as ondinhas!

No Surfline, você encontra mais informações sobre o mar e a previsão das ondas.

Além da praias, o parque tem um monte de trilhas e também um lugar para acampar – mas infelizmente não é permitido a entrada de motorhomes.

Há também trilhas a cavalo que levam a praia. O tour de duas horas sai $60.

O segundo lugar com acesso é Pfeiffer Beach, com certeza a praia mais famosa do Big Sur, mas que apesar disso, tem a entrada um pouco escondida. Para chegar a ela você tem que pegar a  Scycamore Canyon Road a direita se vc vem do norte – para ser bem sincera mesmo estudando detalhadamente no Google Maps como entrar nessa rua, eu continuei confusa. Dizem que tem uma placa “Caution, Narrow Road”e é aí que vc tem que virar.


Ver mapa maior

Depois que você conseguir achar a entrada fica fácil: siga por mais duas milhas  até a avenida acabar. Você vai chegar a um estacionamento – $5 por carro – e então seguir por um pequeno caminho até a praia.

Estacionamento da Pfeffeir Beach e a pequena trilha até a praia.

A praia é linda, tem um arco nas pedras que proporciona fotos incríveis, além da areia roxa que eu não sei se é mesmo tudo isso que dizem por aí. Na dúvida, leve um garrafinha para trazer a tal areia de suvenir!

Vista panorâmica da praia.

O tão famoso arco.

E a areia roxa ou “purple sand”

As próximas praias ficam para outro post! É muita beleza para um dia só!

* As fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor contate-nos.

As outras possibilidades do Big Sur: Hospedagem

Hoje vamos começar uma série de posts sobre o Big Sur baseada em informações que surgiram a nós através das pesquisas que fizemos antes da viagem. Coisas que a gente gostaria de ter feito e não fez.

Como dissemos no post anterior, a gente PASSOU pelo Big Sur. Apreciamos a paisagem, sentimos a brisa do pacífico e dirigimos pelas suas curvas sinuosas. Mas ficamos morrendo de vontade de CONHECER o Big Sur de verdade e explorar as outras possibilidades da região que é linda!

Você pode apenas prolongar essa passagem, fazer mais paradas, um picnic ou uma trilha. Mas para realmente conhecer o Big Sur o ideal é se hospedar por lá por pelo menos um dia.

De todos os lugares possíveis, três me chamaram a atenção.

O primeiro foi o Big Sur Camp. Lá você pode tudo: passar a noite em uma suíte confortável com lareira, estacionar um motor home na beira do rio ou acampar.

Essa, claro, é a opção mais bacana em nossa opinião. E não se preocupe se você não vai ter uma barraca em mãos porque há tendas dispostas ao lado do Big Sur River no meio da floresta de Redwoods que contam com camas Queen sizes, roupas de cama e banho e amenites. Do lado de fora há mesas para picnics, firepits e uma casa de banho com chuveiros quentes. Antes de chegar aqui, passe no Bruno’s Market em Carmel, abasteça a mochila com lenha, gelo,queijos, salames, pães, vinhos e o que mais delicioso você encontrar que com certeza você terá uma noite incrível.

O interior das suítes, o rio e os “sites” – espaços demarcados – onde você pode instalar a sua barraca.

As tendas já montadas que possuem cama queen size no interior.

Principalmente se for alta temporada e você quiser ficar próximo ao rio, faça reserva para o camping. Lá não é que nem no Brasil que você chega e vai montando sua barraquinha aonde bem entende! Os espaços são delimitados e numerados e pelo que eu li no Trip Advisor vale a pena entrar para ler os reviews e pegar algumas dicas mais especificas se você estiver mesmo pensando em ficar aqui – o lugar fica bastante cheio e os “sites” são bem próximos uns dos outros. Isso pode ser um inconveniente se você estiver lá em pleno verão e quiser sossego. As tendas custam de $45 a $60 dependendo da época do ano.

Mas se a sua praia não for acampar não se preocupe. Há também inúmeras pousadas ao longo do Big Sur – veja lista aqui.

Gostamos muito do Lucia Lodge e o motivo disparado foi a localização. Os dez chalezinhos charmosos se debruçam no Oceano Pacífico. As vistas são maravilhosas e ter o privilégio de olhar para elas todo o tempo vale o preço. O hotel é um ótimo lugar para avistar baleias, portanto não esqueça seu binóculo.

Um charme passar noite assim no Big sur não é?

As diárias variam de $150 a $275 mais taxa, dependendo do tipo de suíte e da época.

Agora se você quiser arrasar vá para o Post Ranch Inn. Não é a toa que ele é o #1 do Big Sur. Escolha entre ficar em uma casa na árvore, em uma suíte linda com piscina privativa em cima do pacifico, ou em uma das suítes ultra românticas com lareira e vista para as montanhas. Faça uma aula de Yoga pela manhã, saia para uma caminhada guiada a tarde e a noite vá observar as estrelas no telescópio do hotel. As tarifas começam em $675, e eu que não sou muito de gostar de hotéis luxuosos morri de vontade de ficar aqui!

Acima a área comum do Hotel. Abaixo, a casa da árvore.

As suítes são um sonho: espaçosas e lindas por dentro contrastam com a beleza e infinitude da vista!

Mais informações e mapa de localização

A. Big Sur Campground: www.bigsurcamp.com – 47000 Highway 1, Big Sur, CA

B Post Ranch Inn – www.postranchinn.com – 47900 Highway 1, Big Sur, California

C. Lucia Lodge: www.lucialodge.com – 62400 Highway 1, Big Sur, CA,


Ver mapa maior

Agora que a gente já sabe onde ficar, falta saber aonde ir. No próximo post vamos falar sobre as praias do Big Sur.

O que faltou fazer em Santa Cruz

Eu não sei se Santa Cruz estaria no nosso roteiro se fossemos de novo pra Califórnia.

Mas para uma primeira vez na região, acho que vale a visita, principalmente se você curte skate e surf. A cidade faz parte da história desses dois esportes e deixa uma sensação de que você passou a fazer um pouquinho de parte também.

Mas quem sabe na próxima vez bata uma vontade súbita de ir pra lá e o que não pode faltar é motivo. Vamos lá então, o que faltou fazer em Santa Cruz:

– Visitar o Surfing Museum:  O museu fica em um farol, em cima de Steamer Lane. Pequenininho e muito charmoso o museu foi aberto em 1986 e foi o primeiro do mundo dedicado unicamente ao esporte. Só vimos de fora e ficamos cheios de curiosidade para ver por dentro.

O Surfing Museum em cima dos Cliffs que rodeiam Steamer Lane.

– Realmente conhecer a Santa Cruz Beach Boardwalk, o famoso parque de diversões na beira da praia. Aí você vai dizer: Mas vocês não foram? Sim, fisicamente. Mas nosso espírito não chegou até lá. Para realmente aproveitar a Boardwalk deixe as frescuras de lado e se jogue nos brinquedos e nas comidas gordurosas. Aposto que vai ser muito divertido e é isso que a gente pretende fazer se um dia voltar lá. Ai a gente conta como foi dar uma volta na montanha russa olhando pro Oceano Pacífico, comer maçã do amor e jogar tiro ao alvo igual a gente vê nos filmes.

A Boardwalk no por do sol: vale ou não a pena se jogar?

No próximo Post: Roteiro Resumido de Santa Cruz