Kitesurf: a gente quer velejar também – Aulas de Kite na Taíba – Parte II

Como prometido, vou relatar a minha experiência de aprendizado no Kitesurf mais detalhadamente, para que os iniciantes possam sentir o que vem pela frente. Eu amei velejar, a evolução é bem rápida e a sensação é incrível. Se você almeja praticar algum esporte nautico que envolva prancha e teve dificuldade ou frustrações anteriores (com surfe ou windsurf por exemplo), o kite é o caminho. É mais fácil e exige menos resistência física e força do que ambos e muitas mulheres praticam com excelência. É imprescindível contratar um bom professor para explicar toda a técnica e garantir a segurança nas primeiras vezes. Como já disse no post anterior meu professor foi o Roberto Rocha, da Taíba Kiteboarding School. Ele é fera e ajudou muito no meu aprendizado. Valeu Betinho!!!

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Dia 1 – No primeiro dia de aula fiz duas horas seguidas. Usei um kite 8, já que o vento não estava tão forte. Primeiramente trabalhamos um pouco do comando do Kite na areia. Fiz questão de colocar capacete, colete e todos os equipamentos de segurança que eu tinha direito – é meio mico mesmo, mas segurança em primeiro lugar. Depois fomos pra água praticar o que eles chamam de Body Drag. O Body Drag nada mais é do que velejar sem prancha. A vantagem é que o instrutor vai junto, segurando no seu trapézio e passando as instruções. Pratiquei para os dois lados com o Beto e depois ele me deixou fazer sozinha por mais algum tempo. O próximo passo foi o Beach Start. Da areia você pratica a saída, o comando que tem que dar para o Kite te levantar e você sair deslizando sobre a prancha. E o negócio cansa viu… Depois dessas duas horas o que eu mais queria era ficar mergulhada na lagoa, apreciando o por do sol.

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Dia 2 – O vento não estava dos mais fortes e mesmo assim, pelo menos para os padrões de SP, usei um kite pequeno, 7. Começamos relembrando um pouco da aula anterior, fazendo o Beach Start. Depois de 15 min, fui para água já com a prancha, porém com o instrutor me segurando pelo laish, para treinar o start da água. Em 15 min eu sai velejando pela primeira vez. Eu sou Goofy, o que significa que a minha base boa é para a direita. Por isso, nesse dia, fiquei treinando só ir para esse lado. Ia velejando, voltava andando e trazendo a pipa. Muitas vezes. E cansa. Sem contar os diversos arrastos e capotes que levei ao tentar sair com a prancha e dar o comando muito forte, ou embicar ou dar outro comando forte no meio do velejo. O bom é que a lagoa é rasa, e tudo fica mais fácil quando você pode ficar de pé. Mas é dificl aguentar essa maratona por horas seguidas, apesar de ser muito divertido. Por isso nesse dia, fiz uma hora de manhã e mais uma hora depois do almoço.

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Dia 3 – Infelizmente, depois de um dia inteiro debaixo de sol, com o vento forte batendo, minha imunidade caiu e eu fiquei com uma dor de garganta daquelas, com febre alta e tudo mais. Aproveitamos esse dia para fazer algo mais leve e fomos a Fortaleza, conhecer o Beach Park. Conto tudo depois, em outro post.

Dia 4 – O dia no Beach Park não foi suficientemente leve para minha recuperação, por isso, tirei a manhã desse dia para ficar em casa e tentar me recuperar. A tarde fui para a lagoa e fiz uma hora de aula, que apesar de não ter sido tão proveitosa rendeu boas pernadas para a direita.

Dia 5 – O dia amanheceu com o vento mais fraco. Fiz uma hora de aula, com kite 12. Foi o melhor dia pra mim, aproveitei muito. Comecei a dar o start para esquerda e tentar velejar para os dois lados. A tarde, fomos para Paracuru, que também vai ficar para outro post.

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Dia 6 – Fomos cedo para lagoa para tentar aproveitar o ultimo dia. Fiz 1h 30 min de aula e consegui velejar um pouco mais para a esquerda e atravessar a lagoa. Comecei com um kite 12, mas na última meia hora o vento aumentou muito e trocamos para um kite 6. O vento ficou bem forte e mais rajado e achamos que a melhor opção era parar por ali. A Taíba mostrou seu potencial e com aquela vontade de quero mais fomos embora. Era hora de partir rumo a Fortaleza.

Fiz o total de 7 horas e meia de aula. O fato de eu ter ficado doente atrapalhou bastante o meu rendimento nas últimas aulas e acredito que o total de dez horas aula é o mínimo mesmo para quem quer começar a praticar o esporte sozinho. Voltando da viagem, eu não me senti segura pra velejar sozinha no canal de são Sebastião – como comentei em um dos posts anteriores, o velejo aqui é mais dificil e precisa de bote de apoio. Fiz uma aula desde então, comprei meu equipamento e não vejo a hora de voltar para a Taíba para velejar na lagoa rasa de aguas doces, com o vento constante e lá dominar minha base contraria e aprender a orçar. (Sei que muitos vão me chamar de preguiçosa… e acho que sou. Mas por que ir pelo caminho mais complicado?rs). Aí quem sabe vou parar de morrer de vontade quando o vento entra e os kites colorem o céu da minha cidade. By the way, o Gui ajuda no colorido… sempre que pode ele coloca a pipa vermelha dele no ar.

Mais informações:
Taíba Kitebording – Roberto Rocha
Rua Capitão Inácio Prata – SN, Taíba, Ceara, Brazil (0xx85) 9127-6708
https://www.facebook.com/pages/Ta%C3%ADba-Kiteboardingcom-Kiteboarding-School/132439880265214 

 

No próximo post: Aonde comer na Taíba

Kitesurf: a gente quer velejar também – Aulas de Kite na Taíba

Diferente do que acontece em outros esportes, você não pode simplesmente pegar o seu equipamento de Kite e sair “tentando” velejar por aí. Primeiramente por que é um pouco perigoso, não só para o praticante, como para os que estão em volta – no dia que chegamos o Gui passou por um perrengue por tentar velejar sozinho – mas principalmente por que não é algo simples. É mais ou menos como dirigir, depois de receber instruções e de entender os principios de comando e funcionamento, fica fácil. Porém sem esses principios, você não vai saber nem por onde começar!

O Gui foi parar nas pedras no primeiro dia de velejo. Graças a Deus deu tudo certo e só o Kite saiu ferido!

O Gui foi parar nas pedras no primeiro dia de velejo. Graças a Deus deu tudo certo e só o Kite saiu ferido!

Nosso amigos mais experientes no Kite já conheciam a praia e os locais e nos indicaram como professor o Roberto Rocha. Atleta da Best Kitesurf, ele é um dos feras da cidade e dá aulas de Kite para os turistas, além de incentivar e dar suporte a mulecada local para a pratica do esporte.

Nos encontramos com ele na nossa primeira noite na Taíba, no bar em que ele faz caipirinhas e reúne a galera no centrinho do vilarejo. Combinamos mais ou menos qual seria o esquema e os horários da semana, demos uma olhada na previsão do vento e nos equipamentos.

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Nossa galera no bar do Beto, no centrinho da Taíba.

Para quem não sabe nada, o ideal é fazer no mínimo dez horas de aula. Nos valores já está incluso todo o equipamento, o preço é super justo e vale muito a pena para o resultado final.

Como iríamos ficar sete dias, e já possuímos um pequeno conhecimento prévio optamos por fechar inicialmente seis aulas para mim – duas horas por dia para os próximos três dias – e quatro para o Gui.

O Gui foi super bem. Já saiu velejando para os dois lados na primeira aula, orçou, e no fim das quarto aulas já foi dispensado pelo professor.

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A minha experiência vou relatar mais detalhadamente. Mas isso fica pro próximo post.

Mais informações:
Taíba Kitebording – Roberto Rocha
Rua Capitão Inácio Prata – SN, Taíba, Ceara, Brazil
(0xx85) 9127-6708
https://www.facebook.com/pages/Ta%C3%ADba-Kiteboardingcom-Kiteboarding-School/132439880265214

Como planejar sua viagem para a Califórnia em 10 passos

Uma das minhas partes preferidas em uma viagem começa muito antes da chegada ao aeroporto. O planejamento é o momento aonde descobrimos os lugares maravilhosos que iremos visitar e criamos o desejo e expectativa que irá permear todo o momento mágico e inesquecível que é viajar.

Se você está lendo esse blog é muito provável que você esteja vivendo essa fase. Começando pela escolha do destino, passando pela compra de passagens e reserva de hotéis, até a escolha dos passeios e lugares que você vai visitar, o planejamento é, ao menos para mim, fator determinante no sucesso e aproveitamento da viagem.

Não estou dizendo que isso precisa virar uma obsessão e que você deve planejar tudo hora a hora, mas o mínimo de programação e conhecimento sobre o lugar otmiza o tempo, evita gastos desnecessários, perrengues, estresses e decisões de última hora. Esse planejamento já foi motivo de muita discussão aqui em casa, mas depois da segunda vez, o Gui se convenceu que as viagens ficaram bem mais legais e proveitosas assim.

Segue abaixo minhas dicas para como planejar sua viagem para Califórnia em 10 passos, baseada nas perguntas mais freqüentes que recebo por aqui.

1. Decida quantos dias vai durar sua viagem

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Vamos partir do principio que quanto mais dias melhor, mas a realidade as vezes não condiz com a nossa vontade. Se você tem até 5 dias de viagem, se restrinja a uma região  – San Francisco, Los Angeles, San Diego ou Las Vegas. Se você tem de 7 a 10 dias dá para combinar duas regiões próximas  – San Francisco e litoral até o Big Sur, Los Angeles e Las Vegas, San Diego e O.C., Los Angeles e O.C., Los Angeles e San Diego. Entre 10 e 15 dias dá para fazer uma boa parte da costa, como o trajeto de San Francisco a Los Angeles, mas eu ainda acho que fica apertado descer até San Diego. Com mais dias que isso dá pra conhecer de tudo um pouco e o trabalho vai ser só decidir quantos dias passar em cada lugar.

2. Compre as passagens de avião pensando no seu roteiro

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A California é um estado grande e quando você decide fazer uma viagem para lá tem que ter uma coisa em mente: não é como ir para Nova Iorque que você chega e vai embora pelo mesmo aeroporto. Se você pretende ir para SF, LA e LV e comprar passagens de ida e volta para LA, vai gastar bastante tempo e dinheiro tendo que “voltar” a cidade de origem. O ideal é chegar numa ponta do seu trajeto e ir embora pela cidade final. Se você pretende percorrer a HWY 1, a minha dica é chegar pela cidade mais ao norte -normalmente SF – e ir embora pela cidade mais ao sul – que de maneira geral é San Diego, mas vai depender do seu roteiro. Isso porque se você descer a costa, vai ter o Oceano Pacifico do seu lado na estrada e isso além de proporcionar uma melhor visão, facilita bastante na hora das paradas. Se você pretende ir também para Las Vegas, precisa decidir se vai fazer isso no começo ou no fim da viagem – não é muito inteligente sair da California, ir para Vegas – que diga-se de passagem fica em outro estado – e voltar para California de novo.

3. Decida quais cidades vai visitar e quantos dias vai passar em cada uma delas

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Agora que você já sabe quantos dias tem para viajar e por onde vai chegar e partir falta decidir quais cidades vai conhecer. É nesse ponto que entra o SEU planejamento, extremamente pessoal e único. Recebo muitas perguntas referentes a esse tópico e sempre dou a mesma resposta: “Essa decisão só cabe a você.” Porém não é uma decisão fácil. Primeiro você precisa pesquisar quais são essas cidades e o que há de interessante para se fazer em cada uma delas – eu tinha um caderninho divido por regiões (San Francisco e arredores, Monterrey e Carmel, Big Sur, Santa Barbara, Los Angeles, OC, San Diego e Las Vegas) aonde eu anotava cada informação interessante que eu achava. De modo geral, recomendo entre 3 e 5 dias para as cidades maiores – SF, LA, SD e LV – e o restante vai do interesse de cada um.

4. Conheça o mapa da Califórnia

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Você precisa conhecer o mapa da California para planejar com excelência a viagem – no próximo post vou dar dicas de como usar o Google Maps. Não tem como planejar uma Road Trip se você não sabe a localização dos lugares que deseja parar, ou quanto tempo demora para ir de uma cidade para outra. Passe umas duas horas olhando para o mapa que você vai ver como fica mais fácil. San Francisco, Half Moon Bay, Santa Cruz, Monterrey, Carmel, Big Sur, San Simeon, San Luis Obispo, Santa Barbara, Ventura, Morro Bay, Los Angeles, O.C. (Anaheim (Disney), Huntington Beach, Newport Beach, Laguna Beach, San Clemente (Trestles)), San Diego: essa é a ordem das cidades de norte a sul. Mas você precisa saber mais do que isso para montar o roteiro.

5. Reserve os hotéis

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Muitas pessoas me perguntam se reservamos nossos hotéis com antecedência ou se deixamos para decidir lá e fazer uma viagem mais livre. Ficamos com essa dúvida também e acabamos optando pela primeira opção. Acho que reservar os hotéis com antecedência garante opções com melhor custo beneficio, além da economia de tempo durante a viagem. E tempo na viagem é o nosso bem mais precioso. Quem já ouviu alguém falar “Dormir? Não, dormir em dólar é muito caro!” ? O mesmo fale para tomar decisões e procurar hotéis. Atualmente existem centenas de opções para efetuar as reservas: agencias on-line, o Trip Advisor com centenas de reviews, o Air BNB aonde você pode alugar quartos e apartamentos inteiros, além dos sites dos próprios hotéis – a melhor opção para finalizar suas reservas sempre que possível, já que contam com mais flexibilidade nos preços, datas e escolha do quarto.

6. Pesquise por restaurantes

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Como disse em um dos tópicos acima, criei um caderno, dividido por regiões, aonde eu anotava todas as informações bacanas que conseguia, e isso incluía os restaurantes. Depois que você já sabe a região que irá se hospedar é legal pesquisar por restaurantes próximos. Seu hotel serve Café da manhã? Se não, procure opções pela região. Anote opções de almoço próximo aos pontos que você pretende visitar e também restaurantes bacanas para o jantar. É sempre bom já ter essas cartas na manga na hora de decidir aonde ir. Se quer visitar restaurantes concorridos, baixe o app do Open Table no celular e se programe para fazer a reserva com pelo menos um dia de antecedência, assim você não amarra sua programação.

 

7. Faça uma lista com os pontos de interesse e passeios

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Nessa fase do planejamento você já tem quase tudo decidido e chegou a hora de curtir. Pesquise os lugares que você gostaria de visitar e reserve os passeios mais concorridos – como shows em Las Vegas e o tour de Alcatraz em SF. Veja quais os possíveis Outlets a serem visitados e imprima os cupons de descontos disponíveis nos sites. Monte seu roteiro dia a dia e tenha em mente que não é preciso segui-lo minuciosamente durante a viagem, mas é muito bom acordar e já ter idéia do que fazer. Lembre-se de agrupar os passeios por região: se você vai para o bairro x, tente fazer o que há por lá de uma só vez.

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8. Decida como você vai se locomover por cada cidade

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Em San Francisco por exemplo, não vale a pena alugar um carro, pois o transporte público é excelente e os estacionamentos muito caros. Em Los Angeles, é praticamente impossível ficar sem carro. Depois de pesquisar e decidir quais serão suas opções reserve o carro e os shuttles.

9. Pesquise os itinerários e trajetos

Depois de decidir como se locomover em cada cidade é hora pesquisar os itinerários e trajetos. Se a opção for transporte público, pesquise se é melhor ir de ônibus, metro, taxi. Anote cada informação como o ponto, a linha e o tempo de viagem estimado. No caso de aluguel de carro, fique mais tranqüilo, já que o GPS vai fazer o trabalho. Porém, de uma olhada no trajeto, tempo de viagem e no caso das viagens mais longas, como a da costa, qual a melhor opção de trajeto. Se você quer ir de San Francisco direto pra Santa Barbara por exemplo e colocar isso no GPS, ele ira te mostrar o caminho pela I-5, e você vai perder todo o Big Sur e as paissagens lindas das praias. Você tem que armar uma estratégia para “enganar”seu GPS e fazer o trajeto que você quer e é mais interessante.


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10. Monte o seu próprio Guia

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Com todas as informações já coletadas, monte um livrinho com o seu roteiro final. Nele coloque informações dos vôos, reservas de hotéis e alugueis de carro. Monte o roteiro dia a dia, separe os pontos de interesse e restaurantes por cidade ou região. Anote as opções de itinerários do transporte público para cada lugar e dicas de como programar o GPS para cada trajeto. Imprima seu guia num formato reduzido, de maneira que fique fácil você carrega-lo pra cima e pra baixo, anexe os cupons de descontos e vouchers a ele.

BOA PLANEJAMENTO e BOA VIAGEM!

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Kitesurf: a gente quer velejar também – A lagoa de Taíba

Taíba não seria o paraíso do Kitesurf sem a lagoa que fica na ponta esquerda da praia. Conhecida também como lagoa Barra Mares, tem águas doces e refrescantes, na maior parte rasas.

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As condições são excelentes para quem está aprendendo. Não consegue redecolar o kite? É só ficar de pé e os perigos da correnteza vão embora. Sem falar no vento constante e “uniforme”, que facilita muito a vida dos iniciantes.

Para os mais experientes a lagoa também garante espaço e vento para praticar manobras e saltos com segurança.

O maior perigo do local é ser arrastado em direção as pedras que formam uma espécie de funil que levam para o outro lado da lagoa, esse mais raso ainda e com um fundo de pedras cortantes.  Por isso, é bom manter uma distância segura desse ponto. Fora isso é só aproveitar e se jogar.

O tamanho da lagoa varia conforme o volume das chuvas, e se a época for de seca vale ressaltar que ela pode ficar pequena demais para o velejo.

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A lagoa fica longe de tudo. Não há pousadas nem hotéis próximos. A única construção é uma casa com o maior muro que eu já vi na vida – dizem por lá que a casa já foi de Renato Aragão, Xuxa e que atualmente pertence a um português.

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Do Taiba Beach Resort, o trajeto até a lagoa demora cerca de 10 min se feito pela Estrada e um pouco menos que isso quando você vai pela praia de bugue.

Existe um pequeno quiosque na beira da lagoa que nos finais de semana e dias de maior movimento serve pequenas porções, água, refrigerante, coco e uma sombrinha esperta – essa última disponível diariamente. Se ele não estiver aberto é essencial levar algum lanchinho e principalmente água, pois o sol e o calor são fortíssimos e o risco de insolação e desidratação é constante.

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Nas horas de descanso a gente ficava mesmo era mergulhado na lagoa, conversando com os amigos e babando nas manobras de kite feitas muitas vezes por cima da gente. Estender até o por do sol também garante boas fotos.

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No próximo post: Mão na massa, ou melhor, na barra! Nossas aulas de Kitesurf!

Os 25 melhores Apps para quem vai viajar para a Califórnia

Todo mundo já está acostumado a usar os aplicativos para facilitar tarefas simples do dia-a-dia. Mas quando viajamos esquecemos que a tecnologia pode tornar mais simples algumas coisas que fora do nosso país não são tão simples assim.

Fizemos uma seleção de alguns apps que vão ajudar você a tornar sua viagem para a Califórnia ainda mais gostosa. A maioria deles é para Iphone – já que esse é o meu aparelho – mas muitos funcionam também para Android.

Outra dica bacana quando se trata de app é que alguns estão disponíveis somente na Apple Store USA e por isso é bom fazer um login da Apple americana para ter acesso a eles.

1. Tripadvisor City Guides – GRÁTIS –  São mais de 80 cidades disponíveis, entre elas Las Vegas, San Diego e San Francisco. A maior vantagem é que você baixa o Guia que escolher e depois tem acesso a todas as informações – dicas de restaurantes, atrações e hotéis com reviews, mapas e fotos –  mesmo off line. Como eu sempre consulto as opniões no site, acho esse app ótimo tanto para planejar, quanto para resolver algo de última hora.

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2. Rove  Diary – GRÁTIS – Se você é daqueles que nunca lembra o que fez nas viagens esse é o app certo pra você. É só deixar o GPS ligado que o Rove memoriza os pontos que você visitou e liga as fotos aos lugares e datas. Você pode ainda adicionar notas e compartilhar as informações nas redes sociais.  E você fica aí se perguntando como que a Caru lembra tudo com tantos detalhes né?

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3. Waze – GRÁTIS – Velho conhecido dos moradores das metropoles brasileiras, o Waze funciona como um GPS mais inteligente, que dá alternativas de rotas para fugir do trânsito. Você sabia que ele funciona no mundo todo? Então pode consultar o Waze na Califa também.

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4. Maps With Me – GRÁTIS – Quem nunca ficou desesperado em perder a conexão com a internet e ficar perdido em meio a uma cidade completamente desconhecida? Esse app permite que você baixe mapas do mundo todo e utilize-os offline. Ele não dá o trajeto, mas mostra a sua localização através do GPS.

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5. Taxi Magic – GRÁTIS – Funciona mais ou menos como os já conhecidos por aqui Easy Taxi e Taxi Beat. Você pede o taxi, indica o destino, acompanha o trajeto pelo GPS e ainda pode fazer o pagamento com o cartão de crédito direto pelo celular! Disponível para mais de 60 cidades nos EUA e alguns lugares do México e Canadá.

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6. Routesy Free Bay Area – GRÁTIS – Funciona para o Muni e Bart da cidade de San Francisco. É só indicar a linha que ele dirá qual o ponto mais próximo, tempo de espera e horário de chegada do próximo veículo.

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7. Around Me – GRÁTIS –  Identifica sua posição rapidamente e permite que você escolha o Banco, o Bar, Posto de Gasolina, Hospital, Hotel, Cinema, Restaurante, Supermercado, Teatro ou Ponto de Táxi mais próximos.  Mostra uma lista completa de todos comércios na categoria que em que você tocou junto com a distância de onde você está.

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8. Gas Buddy – GRÁTIS – Com esse app você localiza os postos mais próximos e compara o preço da gasolina. Muito útil para quem vai fazer a Road Trip pela costa.

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9. Cheap Eats in San Francisco – GRÁTIS –  Reúne restaurantes de San Francisco com preços acessíveis divididos por categoria e tipo de cozinha, listando os que estão próximos a você. Mostra comentários de outros usuários, fotos, menu e preços.

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10. Trux Map – GRÁTIS – Funciona para 34 cidades americanas (entre elas Los Angeles, Las Vegas, Santa Barbara, San Diego, San Francisco e Sacramento). Mostra o mapa das redondezas com a localização e o horário de funcionamento dos Food Trucks – a nova moda gastronômica nos EUA. Você vai encontrar também reviews, fotos dos pratos e o trajeto para chegar até os caminhões.

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11. Open Table – GRÁTIS – Indispensável para quem pretende visitar um restaurante concorrido, o site de reservas on line tem a versão em aplicativo. A vantagem é que ele utiliza a localização para indicar restaurantes próximos com mesas disponíveis.

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12. Domino’s USA – GRÁTIS – Com versão em Inglês e Espanhol, o app da Domino’s Pizza salva qualquer pessoa naquele dia em que você chega acabado no hotel e não tem forças nem para fazer uma ligação telefônica. Monte e faça seu pedido para retirada ou delivery de forma fácil e interativa. Depois é só se deliciar.

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13. Yelp – GRÁTIS – O já conhecido site traz um ótimo app que reúne todas as informações aliadas a localização e busca pelo GPS. Através dele é fácil descobrir restaurantes e bares próximos. Cada lista vem com fotos, numero de telefone, endereço e reviews de clientes. Você pode ainda adicionar suas próprias fotos e fazer sua avaliação.

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14. EveryTrail Pro – 3,99 – Ideal para quem pretende fazer caminhas e trilhas o app permite que você procure por trajetos próximos a sua localização ou baixe tours por cidades como San Francisco e Los Angeles.

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15. Chef’s Fedd – GRÁTIS –  Quer saber aonde os chefs mais famosos do mundo fazem suas refeições? O app indica quais restaurantes indicados por chefs como Wolfgang Puck estão próximos a você e mostra as opiniões e fotos.

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16. Tipulator – GRÁTIS –  Ótimo para quem sempre fica confuso na hora de pagar a gorjeta, o app faz o calculo das taxas, tips e ainda divide pelo número de pessoas. Nâo tem mais desculpa para não pagar a caixinha que é tão comum por lá e que os brasileiros insistem em não entender!

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17. Postale – $1,99 – O aplicativo permite que você produza seu próprio cartão postal, com foto, selo e mensagem personalizada. Pode ser enviado por e-mail, facebook ou Twitter. Ótimo jeito de surpreender alguém que a gente ama né?

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18. San Francisco Travel and Photo Guide – GRÁTIS –  O app indica quais os lugares para conseguir os melhores ângulos fotográficos da cidade mais fotogênica da América. Divide os pontos por categorias interessantes como “As 10 Top fotos”, “Luz Baixa”, “Natureza” e “Pontos Turísticos”.pagesftravel

19. California Photo Scout – $6,99 – Lista os melhores pontos de norte a sul da California para se fotografar. Indica o local, melhor hora para fotografar, equipamento ideal, lentes e até se é necessário repelente para mosquitos. Atualização: O App foi retirado do ar, mas todas as informações estão disponíveis no site http://ca.myphotoscout.com.

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20. CalParks – GRÁTIS – O App official da  California State Parks Foundation’s , com mapas das trilhas, pontos de interesse e fotos.

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21. Right Size – $1,99 – O aplicativo Right Size converte os tamanhos das roupas e sapatos para o padrão brasileiro e ainda armazena as informações de amigos e parentes.

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22. Outlet Finder – $1,99 – Todos os outlets dos Eua reunidos com lista de lojas e outras informações utéis.

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23. Surfline – GRÁTIS –  O app official do site Surfline traz previsões e cameras ao vivo de mais de 140 picos nos EUA e Havai.

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24. Shralp Tide  – GRÁTIS – Cheque a maré antes de ir surfar em Trestles, ir explorar as Low Tide Pools da Fitzgerald Marine Reserve, ou caminhar até Black’s Beach pelas pedras. Não é necessária conexão com a internet.

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25. California Surf Way – $3,99 – Não sabe as condições climáticas? Primeira vez em um lugar e não faz idéia dos melhores picos para surfar? Ou não quer perder tempo pensando em qual o point mais perto de você? Esse app resolve todos esse problemas. Além disso ele ainda informa qual dos 200 picos ao longo da costa californiana está mais perto de você  e apresenta as melhores condições do dia, a direção do swell e as condições do vento. Eu não testei, mas se esse app fizer tudo isso mesmo, ele é indispensável para quem quer surfar!!

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Kitesurf: a gente quer velejar também – Surf na Taíba

O objetivo principal da viagem era o Kitesurf, mas se o pico tivesse umas ondinhas não seria nada mal. E na Taíba tem. Se você der sorte pode se deparar com ótimas condições – o que eu já adianto, não foi o nosso caso – e pegar ondas realmente boas.  Os  dois picos principais – Morro do Chapéu e Taibinha – costumam ser palco de competições amadoras e profissionais e deixam os cearences orgulhosos da sua terra.

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Taíba tem potencial para o surf e é palco de diversos campeonatos.

O Morro do Chapéu fica no canto direito, bem em frente ao Taíba Beach Resort, onde estávamos hospedado.

As ondas quebram em cima de uma bancada de corais – é bom tomar cuidado na hora da vaca –  e ficam melhores na maré baixa. Se estiver ventando – o que acontce 99% do tempo – a melhor opção é surfar bem cedo ou no fim da tarde quando o vento está mais fraco, pois apesar de ser terral pode dar uma segurada nas ondas.  Nós não pegamos um bom swell, e as ondas estavam bem pequenas, mas o pico tem potencial para receber ondulações de até um metro e meio e proporcionar um bom surf para quem der sorte.

O Waves tem uma câmera ao vivo que mostra as condições do mar.

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Lívia e Mau: primeiro em ondas separadas e depois quase trombando e atropelando a Janine.

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Caru e Gui Saindo do mar. Janine em uma das muitas ondas do dia.

Taibinha fica no meio da praia. As ondas também quebram numa bancada de corais e funcionam melhor do que o Morro do Chapéu na maré cheia. O pico é ótimo para prática de Kitewave pois além das boas ondas, a direção do vento em relação à praia é excelente.

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Os meninos até tentaram fazer um Kitewave, mas as condições realmente não ajudaram.

Nossa rotina durante a semana que passamos lá era surf de manhã e kitesurf depois do meio dia. Quando a gente volta pra lá mesmo?

*** Algumas das fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos autorais de alguma das imagens e deseja que ela seja creditada ou retirada por favor contate-nos.

CALIFORFUN, no canal OFF

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Um ótimo jeito de conhecer um pouco mais da cultura do skate e programar sua ida as melhores pistas e cenários para a prática do esporte na Califórnia é assistir aos episódios de Califorfun, no canal OFF.

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A série – que está na segunda temporada – tem formato de documentário e roda a costa oeste de norte a sul, mostrando a importância desse cenário para todas as gerações.  Depoimentos e performances de grandes ídolos do skate californiano – como Tony Alva, Tony Hawk e Steve Caballero – se juntam a perspectiva de um grupo de jovens brasileiros que se divertem pelas pistas, piscinas e ruas de cidades como Santa Cruz e Los Angeles.

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Um dos últimos da temporada, o episódio 12 foi sensacional e mostrou a sede da NHS, grupo que  fabrica marcas pioneiras no esporte como Santa Cruz, Independent e Road Ride Wheels, entre outras. Recentemente, a NHS criou um museu do Skate dentro da sua sede e o documentário gira em torno da história contada nele.

Vale a pena conferir o site da série que conta com teasers dos episódios e bastante informação bacana .

CALIFORFUN passa todas as quartas, as 21h, no canal OFF.

Cinco de Mayo: a cultura mexicana na Califórnia

cinco-de-mayoCinco de Mayo, 1862. Data em que o exército Mexicano derrotou as forças armadas francesas na batalha de Puebla. No México o feriado é só reconhecido na própria cidade de Puebla. Já no território americano o dia é de festa e por todo o canto os descendentes de mexicanos aproveitam para celebrar sua herança e cultura.

A tradição se iniciou em cidades com grande número de imigrantes mexicanos – como Chicago, Houstoun, San Diego e Los Angeles –  e foi se espalhando até que em 2005 o Congresso Nacional declarou o dia oficialmente, solicitando que todos os lugares celebrassem a data.

A Califórnia – como um dos estados com maior número de imigrantes vindos do México – é sem dúvida o melhor lugar pra conhecer a tradição.  Já falamos aqui como várias cidades são influenciadas pela cultura do país vizinho e incorporam ao cotidiano a culinária, a arte, as cores, a música, a dança e a maneira de ser dos mexicanos.

Se você está com viagem programada para a data tente encaixar alguma visita a um dos eventos que acontecerão.  Com certeza você encontrará muitas cores e muita alegria.

Em San Francisco a festa acontece no bairro de Mission District – já fizemos post sobre o bairro aqui. A festa é bem familiar e o local tem capacidade para receber mais de 3000 pessoas.  Esse ano acontecerá no Sábado, dia 3 de maio, das 10 am as 6 pm, na Valencia Street, entre a 21th e a 24th St.

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Mais informações: http://www.sfcincodemayo.com/

Em Los Angeles o local da celebração é a Olvera Street, em Downtown. A rua é famosa por abrigar festivais e eventos da cultura Mexicana. O evento dura o fim de semana todo e mais a segunda feira – de 3 a 5 de maio de 2014 das 10am as 10 pm.

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Mais informações: http://www.olvera-street.com/Calendar/calendar.html

Em San Diego o evento também dura três dias, e é o maior do sul da Califórnia. Serão quatro palcos com musica ao vivo, duas cantinas com comidas e bebidas, além de uma área especialmente reservada para crianças. Toda a estrutura será montada na Old Town – post aqui – a partir da sexta feira, dia 2 de maio, até domingo. Vale a pena conferir a programação, que é bem extensa e parece ser a mais organizada das opções.

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Mais informações: http://www.oldtownsandiegoguide.com/cinco_de_mayo/cinco_de_mayo.html

Quem comparecer pode vir aqui contar no blog como foi!

Happy Cinco de Mayo!

 

Chasing Mavericks (Tudo por um sonho), USA, 2013, 1h56min

Dias frios fazem a gente querer ficar em casa. E não tem coisa melhor para fazer do que assistir um bom filme acompanhado de um cobertor quentinho e de um balde de pipoca.

Essa semana, em um dia como esse, zapeando a TV em busca de algo interessante, o Gui se deparou com o titulo Chasing Mavericks. Como tudo que diz respeito a Califórnia nos interessa, ele leu a sipnopse e decidimos assistir, sem muita expectativa.

E é tão bom quando somos positivamente surpreendidos, não é?

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Chasing Mavericks – com o título em português Tudo por um Sonho (?) – conta a história verídica do surfista Jay Moriarity que no final dos anos 80, aos 15 anos, descobre Mavericks, uma onda gigante que fica a poucos minutos da sua casa em Santa Cruz. Com a ajuda do vizinho e veterano Frosty Hesson – interpretado por Gerard ButlerJay vai atrás do sonho de encarar e surfar o pico, que na época não passava de uma lenda.

A história é envolvente, Jay é carismático e logo já estamos torcendo para que ele consquiste seu objetivo.  A relação dele com Frosty cresce durante a trama e se trasforma em uma linda amizade, que toca o espectador. Há ainda a relação de sintonia do surfista com o mar – que para mim, uma surfista, é algo indescritivel e mágico – e que consegue ser passada de uma maneira real e significativa.

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As cenas de paisagem e surf são lindas e mostram além de Mavericks outros picos da area, como Steamer’s Lane.

Cenas dos bastidores.

Cenas dos bastidores.

O verdadeiro Frosty, acompanhou de perto as gravações.

O verdadeiro Frosty acompanhou de perto as gravações.

Tudo por um Sonho está disponivel nas locadoras, no Telecine Play e na programação do Telecine Pipoca desse mês.

Se você ama a Califórnia ou curte surf ou ainda está atrás de boas emoções, aproveite o feriado para conhecer essa história. Nós adoramos e ficamos ainda mais apaixonados por Santa Cruz, pelo oceano e pelo  #LiveLikeJay – que você vai entender melhor depois que assistir o filme.

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Curiosidades:

– Gerard Butler quase se afogou durante as filmagens, quando uma onda de 20 pés quebrou em cima dele, em Mavericks.

– Durante as filmagens em Mavericks, seis cameras do modelo Red Epics  – que custam cerca de R$35 mil cada – foram perdidas.

– Há uma versão literária da história. O livro Chasing Mavericks, escrito por Christine Peymani, está disponível na Amazon e custa $10.

 

 

O.C. SSW Swell – April, 2014

Essa semana a combinação de um swell de sudoeste com ventos noroeste que atingiram a costa da Califórnia, geraram ótimas ondas em praias do Orange County como Newport, Huntington, Santa Ana e San Clemente.

Fizemos uma seleção das melhores fotos que circularam pela internet. Se você estiver por lá nesse feriado do dia do trabalho, aproveite! Ainda tem uma raspinha do swell rolando.

The Wedge, Newport Beach - Foto: Richard Fenwick

The Wedge, Newport Beach – Foto: Richard Fenwick

 

River Jetties, Santa Ana - Foto: Craig Larson

River Jetties, Santa Ana – Foto: Craig Larson

River Jetties, 72 Street, Newport Beach - Foto: Thiago Portes

River Jetties, 72 Street, Newport Beach – Foto: Thiago Portes

River Jetties, 72 Street, Newport Beach - Foto: Tad Collister

River Jetties, 72 Street, Newport Beach – Foto: Tad Collister

Pier South Side, Huntington Beach - Foto:

Pier South Side, Huntington Beach – Foto: Diane Edmonds

Pier South Side, Huntington Beach - Foto:

Pier South Side, Huntington Beach – Foto: Tad Collister

Pier South Side, Huntington Beach - Foto: Tad

Pier South Side, Huntington Beach – Foto: Tad Collister

 

Pier South Side, Huntington Beach - Foto: Diane Edmonds

Pier South Side, Huntington Beach – Foto: Diane Edmonds

Pier South Side, Huntington Beach - Foto: Diane Edmonds

Pier South Side, Huntington Beach – Foto: Diane Edmonds

Pier South Side, Huntington Beach - Foto: Tad

Pier South Side, Huntington Beach – Foto: Tad Collister