Roteiro do Jairo com dicas fresquinhas

Sempre deixo claro para quem comenta aqui no blog que a coisa que me deixa mais feliz de todas é quando vocês voltam para contar como foi a viagem, o que mais gostaram e agradecer a ajuda do Destino Califórnia. Quando esse relato vem cheio de dicas para os outros leitores  então, dá vontade de sair dando pulinhos por aí!

O Jairo foi um leitor super bacana, fez várias perguntas durante a sua fase de planejamento, sempre trazendo assuntos relevantes e que com certeza ajudaram outras pessoas que passaram por aqui. Ele voltou a menos de um mês e me enviou esse texto, que compartilho com vocês.

Aproveitem as dicas fresquinhas do Jairo!

DICAS GERAIS ANTES DE VIAJAR:

– POR ONDE COMEÇAR?

Há tanta fonte de informação que você pode passar dias lendo tudo o que encontrar na internet e em guias de viagens e se perder no meio de tantas dicas e sugestões de roteiros. Para se ter uma ideia mais abrangente do roteiro, sugiro começar pelo link abaixo do “Viaje na Viagem”, do Ricardo Freire. 

http://www.viajenaviagem.com/2012/03/california-las-vegas-yosemite-grand-canyon/ 

Esse é pra mim o “marco zero” ideal de quem quer planejar a viagem pela costa da Califórnia e tomar pé das distancias a percorrer e cidades a visitar. Não compre sua passagem aérea antes de acessar esse link!

Já para dicas mais específicas, achei o “Destino California” o blog mais completo de todos (Caru falando: “Uuuuhuuuu! Que orgulho!”). Mesmo que você não goste de surf, os inúmeros relatos, recheados de fotos, ajudaram muito na escolha dos meus roteiros. A dona do blog, Caru Valverde, responde rapidamente qualquer dúvida que você tenha. Dê uma olhada no link abaixo: 

http://destinocalifornia.com/nosso-roteiro/

Vale ainda conferir as dicas dos seguintes sites: 

http://www.voali.com.br/
http://hotelcaliforniablog.com/
http://www.topensandoemviajar.com/
http://ideiasnamala.com
http://www.spicyvanilla.com.br/
http://www.aprendizdeviajante.com/ 

 

Sugiro baixar no seu celular o App City Guides do Trip Advisor e ai selecionar os Apps específicos das cidades de Los Angeles, San Francisco e Las Vegas. A grande vantagem desse App pros demais similares é que ele funciona off-line – sendo muito útil para escolher um restaurante quando bater a fome, embora ele possua também informações sobre os pontos turísticos da região (nota: dicas de restaurantes dependem muito do gosto de cada um e de certa sorte na escolha dos pratos, então peguem essas e demais dicas que receberem com ressalvas).

Além das atrações fixas de Las Vegas, você pode aproveitar a sua passagem pelos EUA para assistir a algum show. Cheque o calendário de eventos nos links a seguir e já compre os que quiser (diretamente nos sites oficiais dos eventos escolhidos):

http://www.pollstar.com/
http://www.lasvegas.com/shows-and-events/live-music/
http://sanfrancisco.eventful.com/concerts
http://eventchimp.co/losangeles/concerts

 

– QUANDO FAZER, QUANTOS DIAS, POR ONDE COMEÇAR E COMO FAZER O TRAJETO?

– Na internet é muito comum achar diversos roteiros “fechados” e sugestões de números de noites em cada cidade visitada para essa viagem pela costa da Califórnia. Na minha opinião, isso depende muito do que cada um gosta de ver, de como gosta de fazer as coisas, se tem disposição para andar muito, etc. Eu fiz a viagem em 16 noites, assim distribuídas: 5 em San Francisco, 2 em Carmel, 1 em San Luis Obispo, 1 em Santa Barbara, 3 em Los Angeles, e por fim 4 em Las Vegas. Uma viagem um pouco maior permite incluir San Diego, Yosemite e/ou Lake Tahoe, que eu acabei não fazendo mas tinha vontade de conhecer. Fica para uma próxima! Eu não faria tudo isso em menos que 15 dias se você incluir Las Vegas nesse roteiro. Diz-se ainda que a melhor época para ir é entre setembro e outubro (fiz minha viagem de 22/10 a 07/11 e peguei temperaturas da ordem de 20 graus). Sempre faça a costa de carro, descendo no sentido San Francisco a Los Angeles (e não Los Angeles a San Francisco), porque desta forma você dirige acompanhando o lado da costa (que fica à sua direita) e não perde nenhum dos inúmeros mirantes que existem pelo caminho. Isso impacta na escolha dos voos e no aluguel do carro, o que discuto mais pra frente. Vai por mim, independente de suas outras escolhas, faça a costa neste sentido, ou seja, pegue a Highway 1 South! 

– Em geral, quem faz a costa acaba aproveitando a proximidade para ir a Las Vegas na mesma viagem, e fica a questão de deixa-la pro começo ou pro final. O que há para se considerar nessa escolha:

1- preço das passagens aéreas na época da sua viagem, considerando as diferentes opções de rota e as eventuais promoções para um certo trecho (monitore pelo site “Melhores Destinos” alguns meses antes).

2- o trajeto Las Vegas – San Francisco é mais longo para ser feito de carro. Já o trajeto Los Angeles – Las Vegas é um pouco menor, aproximadamente 450km, e cruzar o deserto com sua paisagem árida é uma experiência que eu achei interessante e não tão cansativa.

3- Os voos domésticos entre cidades dos EUA por aquelas companhias aéreas menores são baratos mas cobram um valor extra por mala. Como eu aproveitei a viagem para fazer compras, já sai do Brasil com as 4 malas que tinha direito, o que ia diminuir a eventual economia dessa opção. Em termos de tempo, considerando as perdas que se têm no processo de check in, retirada de malas, ida e volta dos aeroportos, etc., o ganho indo de avião não é grande coisa.

4- imagine que você comprou voos separados, por exemplo a ida São Paulo – Los Angeles pela United e um voo baratinho Los Angeles – Las Vegas pela Virgin America. Se o voo da United atrasar muito e você perder a conexão, o problema será todo seu. Comprar trechos fechados pela mesma companhia, já com todas as escalas (opção “multi-ponto” nos buscadores), ajuda num eventual problema desses (a companhia passa a ser responsável por te encaixar num voo subsequente).

 5- defina onde você pretende fazer suas compras, se no Outlet Camarillo (o melhor deles, entre Santa Barbara e LA), em Las Vegas (há 2, o Outlet Premium North dizem ser o melhor desses), ou em ambos (ou seja, avalie com quantas malas você estará ao pegar o avião). 

Considerando tudo isso, deixei Las Vegas para o fim e fiz Los Angeles – Las Vegas de carro, em umas 4h30min, e comprei ida São Paulo – São Francisco (via Houston, duração de aprox. 15hs no total, sem contar a diferença de fuso) e volta Las Vegas – São Paulo (novamente via Houston, com as mesmas 15hs), pela United.

– COMO ESCOLHER A HOSPEDAGEM?

Para a escolha dos hotéis, nada é mais confiável que o Trip Advisor. Além de acompanhar a opinião de centenas de hóspedes, existe uma ferramenta interessante que poucos usam (e que me ajudou bastante) que é a possibilidade de você mandar uma mensagem para quem escreveu o comentário (troca direta de informações de forma privada). Como durante a escolha dos hotéis fiquei na dúvida entre alguns, mandava uma mensagem para alguns dos autores dos comentários mais recentes perguntando itens específicos, como limpeza do quarto, eventual custo do estacionamento, como é a vizinhança do hotel, se é seguro andar à noite na região, etc.

– VALE A PENA ALUGAR CARRO?

Seguindo a ordem do roteiro que eu fiz (San Francisco – Los Angeles – Las Vegas) optei por alugar o carro no dia que estava de saída de San Francisco (os estacionamentos são caros e o transporte público funciona, por isso você pode dispensar o carro no começo). Mantive o carro em Las Vegas e o devolvi no aeroporto, no dia do embarque pro Brasil – não me arrependi, mas tem aqueles que preferem ficar em Las Vegas sem carro.

Cotei o aluguel do carro no site: https://www.americacarrental.com/ e também tentei uma cotação “personalizada” via e-mail, com o consultor deles, Jill Renton: jill@drive-usa.co.uk (consegui uma boa economia).

Muitas locadoras cobram uma taxa de deslocamento se você alugar o carro numa cidade (no meu caso, San Francisco) e devolver em outra (Las Vegas, ou Los Angeles). Por essa cotação supra, consegui isenção dessa taxa com a Dollar e marquei a retirada do carro numa loja perto da Union Square, do lado do meu hotel.

Além dos seguros obrigatórios, contratei o “Road Assistance“ , já que ia rodar muito de carro (só na costa da California são quase 800 km). Dispensei o GPS pois comprei um chip da T-Mobile em San Francisco (USD 60 te dão direito a 3Gb de dados e ligação ilimitada para telefones fixos, inclusive os do Brasil) e usei o Waze via celular. Em alguns pontos o sinal da internet falha, mas alguns mapas impressos me salvaram nessas situações. Dica: tente ver antes se o seu carro tem entrada USB para carregar o celular/iPad. Não passei por nenhum pedágio a viagem toda, então caso te ofereçam, não compre a versão deles do “Sem Parar”.

Dirigir nos EUA não tem nenhuma dificuldade, mas para os que não estão acostumados, é bom avisar de 3 regras no trânsito que funcionam um pouco diferentes daqui:
1) O pedestre tem sempre prioridade, e muitos deles atravessam a faixa sem se preocupar com os carros admitindo que eles irão parar. Tome cuidado!
2) Conversões à direita estão sempre liberadas (inclusive em cruzamentos com semáforo), exceto quando há uma placa indicando o contrário.
3) Pare completamente o carro ao ver uma placa ou sinalização de “STOP” pintada no asfalto, mesmo que você consiga ver que não tem nenhum carro vindo na outra direção do cruzamento.

 

ROTEIRO:                 

– SAN FRANCISCO

HOSPEDAGEM – Existe uma dúvida geral de qual o melhor local para ficar: perto da Union Square ou do Fishermans Wharf. Apesar de ser um pouco mais caro, optei por ficar perto da Union Square, pois é uma região mais central para todas as atividades que eu pretendia fazer.Fiquei no Hotel Mayflower, que tem excelente custo/benefício para a região. O hotel é antigo, mas bem localizado e com um quarto espaçoso. Detalhe: não faz reservas online pelo site ou por algum parceiro: você precisa mandar um e-mail, eles te passam a cotação dos quartos (preços variam para quartos com vista para a cidade, recém-reformados, com cama king ou queen, etc.) e a confirmação é feita por e-mail mesmo, sem a necessidade de pagamento prévio ou informação do nº de seu cartão de crédito – paga-se somente no momento do check in.

TRANSPORTE – Comprei um passe de transporte público na  Walgreens por USD23 que me deu direito a usar sem limites, por 3 dias (a partir do 1º uso), o Cable Car (o famoso bondinho) e os ônibus comuns. Tenho lá minhas dúvidas se valeu a pena. Para mim, financeiramente compensou porque, como já tinha comprado o passe, usei muito o bondinho (USD 6 por viagem) ao invés dos ônibus (por volta de USD 2).Para se ter uma ideia das distancias e o que é atendido pelo transporte público, veja o mapa da cidade em: http://www.sanfrancisco.net/bus (no seu hotel certamente haverá um similar disponível na recepção).

 Dia 1: Chegada no Hotel + Union Square + City Hall e arredores: 

– Antes de sair para conhecer a cidade note que existe uma área específica de San Francisco não recomendada para turistas, por ser superpovoada de mendigos (veja mais em http://hotelcaliforniablog.com/2012/06/06/onde-nao-ficar-em-sao-francisco/). Peça no hotel para te indicarem no mapa esses bairros. Apesar da cidade ter de fato muitos moradores de rua, não há sensação de insegurança.

– A Union Square nada mais é que um praça (não muito grande) rodeada de lojas e restaurantes de tudo o que é tipo e preço. Você pode fazer nos fins de tarde/noite com facilidade. E ainda sobram algumas outras opções para encaixar no roteiro, como conhecer Chinatown. Pelo menos em um dia, vá comer no Cheesecake Factory, que fica no último andar da Macy´s na Union Square (mesmo que você não queira o famoso cheesecake).

Dia 2:  Fishermans Wharf + Embarcadero + Alcatraz:

– Saindo da região da Union Square, descemos a pé até a Market St e fomos em direção ao Ferry Building (para a esquerda). De lá, andamos pelo Embarcadero, conhecendo os Piers, até chegar em Fishermans Wharf. O Pier mais famoso é o 39, e é onde vimos os leões marinhos. É uma longa caminhada, mas bem agradável.

– Optamos por fazer o tour noturno de Alcatraz (saída do píer 33 por volta das 18hs). Além de ser mais sombrio, acho que é o melhor jeito para otimizar o dia, já que o passeio demora um tempo razoável. Peguamos o áudio em inglês (os fones já estão incluídos no preço) para ouvir as explicações diretamente dos ex-carcereiros da prisão. Tem que comprar com boa antecedência pela internet (aqui no Brasil!), no site oficial.

-Voltamos de Alcatraz para o hotel de bondinho. Andamos pelo Embarcadero do píer 33 até a Bay St. e o ponto de saída do Cable Car fica na Taylor St., a umas 5 quadras de distância. A Bay St. nessa hora é uma rua praticamente deserta e não muito bem iluminada; convém ficar atento.

Dia 3: Marina + Golden Gate + Sausalito:

– Pegamos o Cable Car e descemos na parada da Lombard Street, que é aquela famosa rua sinuosa. De lá, andamos até o Fishermans Wharf e conhecemos a fábrica de chocolates Ghirardelli.

– Alugamos uma bike para cruzar a Golden Gate e ir para Sausalito, passando pelo agradável bairro da Marina. Andamos no trecho final da Chesnut Street, que é cheio de lojas e bons restaurantes. Almoçamos no excelente Pacific Catch.

 – Em Sausalito, fizemos um wine tasting (5 tipos de vinho por uns USD 20) e na sequencia jantamos no Copita (um bom mexicano) antes de retornar de Ferry para SF (fique atento aos horários de volta).

Dia 4: Berkley:

– Pegamos o Bart (Metrô) da Union Square e fomos direto à estação Berkley Downtown. O Bart não faz parte do passe de transporte que citei antes e pagamos o trecho (veja mais em: http://www.sanfrancisco.net/bart).

– Diferente daqui de SP, trens com destinos diferentes passam pela mesma plataforma, ou seja, antes de embarcar, certifique-se que o trem que chegou é o com destino correto (veja painel luminoso quando o trem se aproxima).

– Em Berkley, tentei almoçar no Chez Panisse, famoso restaurante de lá. Sem reserva, a espera era enorme e acabei indo no Thai Delight Cousine, um dos poucos sem grandes filas: bom, mas nada de especial.

– O passeio se resume a uma rua principal de comércio, bem agradável, e a visita à bela universidade, tudo logo na saída da estação do Bart (faz-se à pé sem dificuldades). Gostei, mas não achei nada demais. Se você tem um roteiro apertado, por mim pode cortar Berkley sem grandes problemas.

Dia 5: Mission + Castro + Golden Gate Park + Alamo Square:

– Comecei indo direto para a Balmy Alley, rua onde os muros são todos grafitados (http://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g60713-d2155273-Reviews-Balmy_Alley_Murals-San_Francisco_California.html#photos). Apesar de ter o passe, achei mais fácil e bem mais rápido pegar o Bart da Union Square e ir até a estação 24th St (comprei só a ida, por volta de USD 2).

– De lá, segui direto para o “Women´s Building”, que não fica muito longe (http://www.womensbuilding.org/twb/). O bairro Mission em si não me agradou tanto, então me restringi a esses dois locais que valem a visita, e na sequencia fui conhecer o bairro Castro, tudo a pé.

– No Castro, tinha a dica de almoçar um sanduiche no Ike´s Place, mas o lugar não tem mesas, você pega a comida pra viagem. Resolvi então ir no restaurante vizinho, Kitchen Story, que apesar da fila enorme, era bem fraquinho (provavelmente nossa pior refeição durante a viagem).

– Saindo de Castro, fizemos todos os trechos subsequentes de ônibus: primeiro para o Golden Gate Park (é um parque enorme, com muita coisa para se ver. Não confunda com a ponte, é bem longe dela!), onde visitei o jardim japonês (entrada paga). Para chegar de Castro, peguei a linha 24 e depois a 71.

-De lá, fomos para a Alamo Square (é só pegar na saída do parque a linha 71 no outro sentido), e no fim do dia voltamos ao hotel (pela linha 24 até a Sutter e depois linha 2/3 até a Powell) para mais um passeio pela Union Square.

– COSTA PELA HIGHWAY 1 – PARTE 1: SAN FRANCISCO A CARMEL 

DICAS GERAIS: 

– Como já citei, sugiro não usar um GPS tipo Garmin e sim o App do Waze no celular, comprando antes um chip americano na T-Mobile e um bom pacote de dados. A agilidade na entrada de dados e as informações em tempo real são incomparáveis. O Waze vai tentar sempre te levar pela auto-estrada, o caminho mais rápido, então é importante dar alguns pontos de parada intermediários para dirigir o seu caminho.

– Em muitos locais da Highway 1 o celular fica sem sinal, mas estando nela, é quase impossível errar a rota. É só tomar cuidado com as paradas que você pretende fazer, pois muitas delas são mal sinalizadas.

– Como uma alternativa ao Waze, para você ter uma referência caso esteja sem sinal, sugiro marcar as paradas que pretende fazer ao longo da Highway 1 no Google Maps, marcando as distancias entre os pontos. Imprima esses mapas trecho a trecho, deixe no carro e fique atento às quilometragens.

– Evite abastecer ao longo da Highway 1, os preços são muito abusivos. Ao alugar o carro, pergunte sobre a capacidade do tanque e mais ou menos quantas milhas seu carro faz com tanque cheio para se programar, tentando sempre abastecer nas paradas principais. 

PARADAS: 

– Half Moon Bay
–  Pigeon Point Lighthouse (o farol em si está fechado para visitação, mas a vista da costa é bacana)
– Davenport
– Santa Cruz (foi onde almocei: El Palomar, mexicano, bom)
– Moss Landing.

                 

CARMEL

Existe uma dúvida geral ao planejar a viagem de onde ficar (Carmel ou Monterey) e quantas noites ficar (1 ou 2). Apesar de ser um pouco mais caro, optei por ficar em Carmel. Pra mim, apenas 1 noite é pouco, já que você aproveita a estada para também conhecer Monterey e o dia em que você chega é em boa parte sacrificado pelas inúmeras paradas que você fez na Highway 1 depois de sair de SF.

– Fiquei num B&B chamado Green Lantern, super bem localizado e excelente. Nada de luxo, obviamente, mas serviço super cortês, café da manhã gostoso e clima intimista.

– Jantei no Dametra Café e no Flying Fish Grill, ambos em Carmel. Ambos excepcionais e próximos do hotel. Se precisar escolher só 1, vá no Dametra.

 – Em Monterey, cheguamos cedo e paramos num estacionamento perto do aquário (algo por volta de USD 10 pelo dia todo), a principal atração do local. Saindo do aquário, almoçamos no First Awakenings, em Pacific Groove (apenas razoável). Conhecemos também a Cannery Row e o Píer.

 – Depois disso, pegamos o carro e fomos até o Lovers Point (há vagas próximas na rua mesmo), que é uma pracinha bem bonita, junto da praia. Na sequência, você fomos direto para a 17-Mile, que é uma estrada paga (USD 10) com uma vista incrível da costa, e de lá voltamos pro hotel (tente ver o pôr do sol estando na praia em Carmel).

– COSTA PELA HIGHWAY 1 – PARTE 2: CARMEL A SAN LUIS OBISPO

– O trecho entre Carmel e San Luis Obispo tem a paisagem mais bonita (Big Sur) e com a pior sinalização dos pontos que você deve visitar. É nesse trecho que aquele mapa do Google Maps que eu citei com a distância em km entre cada parada vai ser muito útil para evitar que você passe lotado por algum lugar.

– Torça para pegar tempo aberto, com sol nos dias que fizer a Highway 1 de San Fransciso a Carmel e de Carmel a San Luis Obispo. O reflexo do sol na água é um bônus na paisagem que não tem preço.

– Saindo de Carmel, marcamos a Highway 1 no Waze (referência: Point Lobos) e seguimos pelas seguintes paradas:

a) Bixby Creek Bridge: não há sinalização antes da ponte, então se você não estiver atento, vai passar sobre ela sem parar num mirante que existe um pouco antes, e que permite uma bela vista de sua estrutura. 
b) Pfeiffer Big Sur State Park: é um parque, pra mim sem grandes atrativos, e a entrada fica à sua esquerda, ou seja, você precisa cruzar a rodovia (a costa está sempre à sua direita, por onde você trafega). Não se perde muita coisa caso resolva passar lotado, mas fique atento à sinalização deste parque porque você já estará muito próximo da Pfeiffer Beach, sua próxima parada!
c) Pfeiffer Beach: Praia espetacular, onde a água passa por dentro de “fendas” nas pedras. Paga-se USD 10 para ter acesso, e a saída que você pega da Highway 1, a mais ou menos 1 km do parque acima, não é sinalizada! A placa que consta na estrada é a da foto abaixo, e a entrada é uma curva bem fechada à direita. Repare que essa será a única foto que coloco no meu texto, para que você se lembre disso e não perca essa parada)

 

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d) Sierra Mar: eventual pausa para um almoço no restaurante no hotel de luxo Post Ranch Inn (bela vista lá de cima; comida boa, preços salgados)
e) Julia Pfeiffer Burns State Park: é onde se vê uma cachoeira que cai nas areias de uma praia. Infelizmente a praia não tem acesso para os turistas e você se limita a uma vista de longe. Observação: cuidado com a confusão de nomes “Pfeiffer”!
f) Seguindo pela Highway 1, antes de San Simeon tem um mirante para observação de dezenas de leões marinhos na areia (com um amplo estacionamento, mas não muito bem sinalizado). Preste atenção na estrada!
g) San Simeon (é onde fica o Hearst Castel. Não me animei a conhecer)
h) Morro Bay

Passamos  por Morro Bay já no fim do dia, e a maioria das vinícolas que estão perto de San Luis Obispo fecham por volta das 17hs. Assim, não consegui visitar nenhuma. Caso pretendam visita-las, se tiverem oportunidade, pense em adicionar uma noite em Passo Robles, Cambria ou outra cidadezinha. Ou então façam a visita no dia seguinte. 

Em San Luis Obispo não há praticamente nada para se fazer, e chegamos um pouco cansado da viagem. Jantamos no Ciopinot, excelente restaurante de frutos do mar indicado pelo hotel.

Fiquei hospedado no Avenue Inn, um motel super em conta mas com quarto enorme, TV grande de LCD e bem equipado, café da manhã simples e com um pequeno problema de barulho de encanamentos e dos carros da avenida ao lado (nada de muito alarmante). Para apenas dormir, não se precisa mais do que isso. 

Para quem tiver disposição ou tempo mais apertado, pode pular a estada em San Luis Obispo e ir direto para Santa Barbara.              

– COSTA PELA HIGHWAY 1 – PARTE 3: SAN LUIS OBISPO A SANTA BÁRBARA

Cogite parar em Los Olivos e em Solvang. Esta última é uma cidade com motivação dinamarquesa na arquitetura e que possui a famosa panqueca do Paula´s Pancake House (boa, mas nada de excepcional). É uma parada que não leva mais de 1h. 

Visitar uma vinícula dessa região vai depender de como você quer passar pelo Outlet Camarillo conforme já mencionei. O que eu fiz foi sair cedo de SLO para chegar o quanto antes em Santa Barbara e curtir a cidade já nesse primeiro dia, uma vez que pretendia sair cedo no dia seguinte com destino ao Outlet.

Em Santa Barbara fiquei no Eagle Inn, outro B&B com excelente custo-benefício e localização privilegiada (rua calma próxima da praia, pier e da rua principal da cidade). 

Também dei sorte com restaurantes lá: almocei no C´est Cheese (sanduiches) e jantei no Toma (faça reserva). Próximo ao píer existe uma região onde vinícolas instalaram lojas nas quais se pode fazer um wine tasting bem barato (da ordem de USD 10-15), sem a necessidade de pegar carro para ir até uma vinícola.                 

– COSTA PELA HIGHWAY 1 – PARTE 4: SANTA BÁRBARA A LOS ANGELES 

Dia de compras! No caminho para Los Angeles tem o Outlet Camarillo (funciona das 10-21hs) com todas as lojas que você possa pensar num Outlet, dividido em 3 grandes blocos ao ar livre. É um dos maiores da região, então nem cogitei ir por exemplo para o Outlet Gilroy que fica na saída de San Francisco e ia me roubar um tempo precioso da Highway. Para almoçar, como padrão de Outlets, as opções são ruins (o melhor lugar é o Johnny Rockets) 

Algumas dicas sobre o Outlet: 

– no site http://www.couponsherpa.com/printable-coupons/ tem vários cupons legais, até de comida (Olive Garden, etc.). É ir navegando pelas seções e ver o que interessa, caso a data esteja boa para a sua viagem, e imprimir. 

– todo Outlet tem o seu “livrinho de descontos”: você paga em geral USD 5,00 e ganha um livrinho cheio de cupons de desconto (a maioria é de 10%). Antes de viajar, entre no site do Premium Outlets (https://www.premiumoutlets.com/), cadastre-se e imprima os cupons de desconto que deseja usar na viagem, porque os descontos que constam no site em geral não são os mesmos do livrinho – alguns são bem maiores!!! (além disso você ganha um voucher para pegar esse livrinho de graça)

– cadastre-se também nos sites da Gap, Carters e etc. para receber cupons via e-mail antes da viagem. Às vezes essas promoções da loja que você recebe no seu e-mail são melhores que as do próprio Outlet. 

– é bom passar depois num supermercado (em Los Angeles ou Las Vegas) para comprar plástico bolha, fita adesiva, tesoura e aqueles sacos organizadores à vácuo (pegue emprestado o aspirador de pó no hotel) para embalar todas as suas compras. 

– a Disney Store de outlets não é grande coisa. Para quem tem filhos pequenos e quer voltar com roupas, pratos, talheres, bonecas e etc. (principalmente se tiver pedidos específicos), sugiro passar também nas lojas Disney Store da Union Square (San Francisco) e Santa Monica (no piso superior de um mini-shopping no começo da 3rs St. Promenade).

– é comum que, após uma compra, conste na nota fiscal um pedido para que você preencha uma pesquisa de satisfação online para ganhar descontos de 10 a 15% em compras futuras. Fique de olho!

Como sai tarde da noite do Outlet, dispensei o trecho final da Highway 1 e fui direto pela auto-estrada para o hotel em Los Angeles.

– LOS ANGELES 

Ai é onde os roteiros divergem mais. Uns odeiam, uns adoram. O fato é que há sim o que se fazer em LA (e arredores) e você consegue se ocupar ficando de 3 a 5 noites sem problemas (lembre-se que há muitos parques na região, como Disney, Six Flags e Universal). De novo, depende muito do seu gosto…

O que eu mais gostei foi Santa Monica e o Getty Museum. Em Santa Monica, se gosta de frutos do mar, vá comer no Blue Plate Oysterette. 

Fiquei no Hollywood Orchid Suites, numa rua sem saída (e portanto bem tranquila) atrás da caçada da fama. É uma opção barata pra quem busca bom custo/benefício. Numa próxima viagem, avaliaria com mais carinho a opção de gastar um pouco mais e ficar em Santa Monica perto do píer / 3rd St. Promenade.            

– LOS ANGELES A LAS VEGAS

Para quem estiver disposto a dirigir de uma vez 450km (como referência, na costa da CA, parando em SLO como eu fiz, o maior trecho diário é da ordem de 200km, e você ainda faz paradas no caminho), recomendo muito fazer esse trecho da viagem de carro.

Fui na dica do “Destino California” e não me arrependo…as paisagens ao longo do caminho são espetaculares (mas, claro, tem momentos que você não vê a hora de chegar e não aguenta mais ver as montanhas e aquela vegetação árida característica de deserto).

Para um descanso, há 2 paradas opcionais no caminho: a cidade fantasma Calico Ghost Town e a saída pra famosa Rout 66. Como em parte da estrada o sinal do celular cai, caso queira fazer uma pausa na Calico (eu não fiz), por garantia adicione a parada no Waze quando for sair de Los Angeles. A saída pra Rout 66 é super bem sinalizada, não tem como errar caso queira ir por lá. 

Não se preocupe quanto a abastecimento de gasolina. Há postos em número suficiente pelo caminho, mas em alguns pontos da estrada você chega a umas 50 milhas sem pontos de abastecimento. Saia de LA com tanque cheio e acompanhe o seu consumo!

Para chegar com a vista dos hotéis e passar pela famosa placa “Welcome to Las Vegas”, programei no Waze uma parada na “Las Vegas Blvd” antes do endereço do hotel. O Waze nos tirou da auto-estrada (que passa por trás dos hotéis), mas cuidado: logo depois ele tentou nos jogar de volta pra ela! Assim, a partir dai seguimos ignorando-o e fomos direto pela Las Vegas Blvd até passar pela tal placa (que ficará à sua esquerda), e só então voltamos a seguir as instruções do Waze para chegar no hotel.          

– LAS VEGAS 

Fui em 3 shows: Le Revê – The Dream, Rod Stewart e o Cique du Soleil Michael Jackson. Os 3 foram espetaculares, com a ressalva que o Michael Jackson é mais um espetáculo musical que um circo.

Compramos todos os shows aqui no Brasil para garantir o nosso lugar. Você pode deixar para comprar em Las Vegas, correndo o risco de não conseguir o evento ou o setor desejado, mas com a vantagem de talvez conseguir um desconto nos ingressos que não foram vendidos para o dia nos stands do Tix4Tonight ou similares.

Com disposição para enfrentar mais uma longa viagem de carro, decidimos ir conhecer o Death Valley (paga-se USD 20 para ter direito a andar de carro no parque). 

Colocamos no Waze “Furnace Creek Visitor Center” (é onde você pega o mapa da região e as dicas do que fazer por lá) e encaramos 2h30 de viagem (uns 200km de Las Vegas) para encontrar uma série de paisagens espetaculares (Zabriskie Point, Badwater Basin, Devil´s Golf Course, Artist´s Palette, etc.). Saímos cedo, pois o programa é longo – e levamos muita água porque o calor também é forte. O Waze perde o sinal em boa parte do caminho, tanto para chegar no parque, quanto dentro dele.

Depois de tanto dirigir, eu já estava muito cansado para ir pro Canyon, e ai acabei visitando só a Hoover Dam, que fica a 50km de Las Vegas. Existe no local um estacionamento pago (USD 10), mas sugiro seguir adiante pois existem pontos de parada gratuitos, logo mais à frente (é o que a maioria dos visitantes faz). Não fui no tour que visita a represa – veja mais informações nesse link: http://www.usbr.gov/lc/hooverdam/service/index.html

Novamente, questão de gosto, tem gente que acha o passeio de helicóptero sobre o Canyon o melhor programa de Las Vegas…Para quem não leu nada a respeito, sugiro consultar o Viaje na Viagem para entender as diferenças entre o South Rim (o melhor trecho do Canyon, mas bem mais longe de Las Vegas) e o Grand Canyon West (onde está a passarela de vidro) no link: http://www.viajenaviagem.com/2011/07/vai-por-mim-grand-canyon/

De resto, vai de cada um quanto tempo quer passar conhecendo os hotéis (pra mim, de marcantes mesmo, o Bellagio e sua fonte, Paris, New York New York, Wynn e o Venetian) e/ou curtir a estrutura do seu hotel (cheguei em Las Vegas em novembro e peguei temperaturas da casa de 20 graus, o que não me animou a curtir uma piscina). 

Para a escolha do hotel em Las Vegas, consideramos o quanto queriamos aproveitar o hotel e se queriamos um hotel com ou sem Cassino. Há opções para todos os gostos e bolsos, e Las Vegas é o local onde talvez se pague mais barato por um hotel 5 estrelas. 

Fiquei no Signature MGM. O hotel é composto por 3 torres e é anexo ao MGM. Não tem cassino, fica a duas quadras (uns 15 min andando) da Strip – indo por dentro do MGM demora até mais. É portanto mais reservado, longe do agito, o que parecia ser bom para o meu perfil de viagem (li muito antes de viajar sobre o cheiro de cigarro nos hotéis que tem cassino), mas no final das contas achei que não foi uma boa decisão…Apesar do Signature ser um bom hotel, recomendo ficar em outro. 

Detalhe: cobraram no mínimo USD 7 (dependendo do peso) para receber encomendas (não sei se é um padrão da cidade). Fique atento caso faça algum pedido na Amazon ou outra loja virtual! 

Uma coisa inesperada foi descobrir que grande parte dos restaurantes fecham cedo, a maioria por volta das 23hs. Fui em 2 shows às 21:30 (que duram em média 1h30) e na saída foi um sufoco para achar onde comer (depois do 1º show, consegui reservar o PF Chang no Planet Hollywood para as 23:30; e no outro dia, já comprei à tarde comida num Whole Foods e jantei no quarto do hotel).

Todos hotéis, shoppings e etc. tem serviço de vallet gratuito para visitantes, e espera-se que você dê alguma gorjeta ao retirar o carro na saída (algo a partir de USD 2). Assim, para quem pretende fazer os passeios citados e/ou ir pro Outlet de Las Vegas (dizem que o North é melhor), manter o carro confirma-se ser uma ótima opção (em termos de praticidade e custo). 

DÚVIDAS? Mande um e-mail para jgarten@uol.com.br

Muito obrigada Jairo por todo o cuidado, paciência e dedicação ao descrever sua viagem. Tenho certeza que os leitores do Destino Califórnia vão aproveitar muito suas dicas!

24 ideias sobre “Roteiro do Jairo com dicas fresquinhas

  1. Que demais esse post!
    Parei na metade porque estou trabalhando mas são tantos detalhes, que incrível, amei!!!! já salvei aqui no meu computador para continuar a ler depois!!
    Muito obrigada por compartilhar! Me ajudou muito! Estava cheia de dúvidas. Estou pensando em ir em Março/15.
    😉

  2. Vou ficar exatamente 5 dias em São Francisco e 7 dias em Los Angeles. Serão um total de 15 dias, descontando os dias de viagem – de Los Angeles a São Francisco optei ir de Coast Starlight que era um velho sonho! Vou pela CVC. O problema é que descobri que meu hotel em São Francisco fica bem na área da cidade menos recomendada para turistas. O Embassy. Aliás, muitos dos reviews que vi dele no TripAdvisor são bastante negativos. Quis mudar o hotel mas a moça da CVC disse que não seria possível se mudar todo o programa…Você pode me dizer se tenho razão em ficar preocupado??…

    • Marcos! Que legal que você vai fazer essa viagem de trem! Volta aqui depois pra me contar como foi? Morro de curiosidade e tenho muita vontade também.

      Quanto ao Hotel… Sim, acho que você tem motivos para se preocupar. Em todos os sites (Booking, Expedia, Yelp, Trip Advisor etc) há reviews muito negativos tanto com relação a localização – o que eu acho o menos preocupante dos fatores – mas também com relação as acomodações, limpeza (!) e serviços.

      O bairro não é dos mais turísticos, mas de dia é super Ok. A noite você pode pegar taxis para ir e vir se se sentir inseguro. Mas, dormir 5 dias em um lugar sujo não tem muita solução né? Bata o pé com a CVC, não sei ao certo o que estão alegando mas seja incisivo.

      Boa sorte, Caru

  3. Oi Caru/Jairo.

    Meu chamo Nathalia, tenho 25 anos, moro atualmente em Curitiba PR e em Agosto/2015 farei intercambio de 4 semanas na escola St Giles em San Francisco.
    Parabens pelo blog e as otimas postagens!!

    Mas fiquei em duvida em relação a comunicação…
    Há muitos pontos de wifi por San Francisco?
    Há alguma operadora telefônica que pode me ofertar um chip com pacote de dados para isso?
    (obs: não tenho SSN, apenas o passaporte mesmo, meu visto é o b1/b2)
    Em caso afirmativo, recomenda? Tens noção de preço?

    Valeu!
    Bjs

    • Nathalia,

      Vários parques e praças possuem wi-fi gratuito em SF, a lista completa você encontra aqui http://www6.sfgov.org/index.aspx?page=246!
      Além disso você pode comprar um chip e colocar em um aparelho daqui do Brasil sem problemas, desde que ele seja desbloqueado. Lembro de ter pago cerca de $10 no chip e contratado um plano pré-pago de internet e ligações locais por $45, mas existem várias opções. Você encontra esse chip nas lojas das operadoras, como a At&t e também em lojas como Best Buy, Wallmart e Target!

      Espero ter te ajudado! Boa viagem e aproveite muito!

      • Obrigada mais uma vez Caru.
        Em minhas pesquisas, me interessei pelos planos da AT&T e T-Mobile, chegando la eu verifico isso com mais profundidade.

        Assunto agora é sobre o TRANSPORTE PUBLICO.
        Vi que o mesmo é muito eficiente e gostaria de sua opiniao sobre o Cartão Clipper, compensa pagar o plano mensal? O City Pass permite por 1 semana transporte no Muni e no Bart ne?

        xOxO

        • Nathalia,

          Esse passe que vem junto com City Pass se chama Muni Passport, e ele é válido por até uma semana. Nesse post falo mais detalhes sobre ele: http://destinocalifornia.com/2011/11/08/chegando-em-san-francisco/. Na epóca em que estiv e lá ele não era vválido para o BART, mas não fez muita falta.
          Não testei o Clipper Card, mas já ouvi dizer que é meio complicado. Entrei no site e não entendi muito, mas pelo que eu vi o desconto é o mesmo do Muni Passport: viagens ilimitadas para uma semana por $35,00. A diferença é que vc vai ter o cartão e terá que pagar $3 por ele! Pelo menos eu acho…rs!
          Espero ter ajudado! Beijos

  4. Olá !!
    estou indo para california e gostaria de fazer uma estimativa com os gastos com gasolina. Existe algum site que eu posso ver isso?

    • HAyala,
      A quantidade de gasolina que você vai gastar depende de muitos fatores, como o tipo do carro, se vão usar ar condicionado etc. Por isso, é difícil precisar essa informação! Veja quantas milhas o carro que vcs vão alugar faz por litro e tente calcular por cima!
      Boa viagem!

  5. Ola Caru, estou muito curiosa para visitar os destinos mencionados no blog, porém vi que os posts e comentários sempre são de pessoas acompanhadas. Estou pensando em ir, mas irei sozinha… Dá para fazer o mesmo trajeto sem problemas? Tem alguma outra recomendação?

  6. Olá! Estou programando uma viagem parecida com esta, mas sem o trecho final até Las Vegas. Gostaria de ter uma média do custo total da viagem, excluindo Las Vegas. Obrigada!

  7. Ola, eu estou na duvida de uma coisa, vc comprou duas passagens entao? Sao paulo – sao francisco e las vegas – sao paulo…. Fazendo uma viagem dessas nao da pra aproveitar passagens ida/volta ne?
    Eu pretendo fazer las vegas, san francisco, san diego e los angeles…
    Obrigada

  8. Jairo, que dicas úteis! Muito obrigada, tudo bem detalhado e fácil de entender. Já salvei o link e vou usar muito, pretendo ficar uns 6 ou 7 dias em SF, estou viajando sozinha e infelizmente tudo será resolvido meio em cima da hora, pois tenho uma remoção de emprego no meio da história. Você acha que este hotel aceita cancelamentos de última hora? Fiquei bem interessada e com vontade de fazer reserva nele mesmo. Obrigada.

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