Em busca de ondas por La Jolla, SD

Saímos de Black´s mortos de fome. Decidimos almoçar na mesma Deli que havíamos visitado no dia anterior e que eu contei nesse post aqui.

Estávamos acompanhados além do Lukinhas, por um amigo dele, brasileiro, mas morador de San Diego a muitos anos, o João Paulo. Como um bom local, o João levou a gente para dar um check nas praias de La Jolla e tentar achar a melhor opção de onda para a segunda queda do dia.


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Começamos pelos points de fundo de pedra que ficam ao sul da La Jolla Children’s Pool.

Existem vários points nessa região com nomes diferentes, sendo os mais famosos Hospitals – que quebra nos swells de oeste e noroeste – e Horseshoe – uma esquerda que quebra graças ao fundo em forma de ferradura. De onde estávamos conseguíamos ter uma visão dos dois picos e percebemos que enfim o swell tinha chegado. As ondas estavam grandes e ficamos mais de uma hora observando o mar. Ambas são difíceis e perigosas e até mesmo os locais exitam em cair por ali quando as condições não estão perfeitas. Haviam dois surfistas na água e eles remavam muito para fugir da correnteza e estavam com dificuldades em ficar no pico para conseguir dropar.


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Esquerda forte quebrando nos reefs de pedra.

Esquerda forte quebrando nos reefs de pedra.

Esquilos.

Enquanto as ondas rolavam dois esquilinhos tentavam se esconder da gaivota que queria roubar a comida deles.

Decidimos então descer mais um pouco e o João nos levou para a Marina Street Beach. A pequena praia fica meio escondida e por isso não é destino comum de turistas. O bairro é bem residencial e é possível estacionar o carro pelas ruas próximas. A onda, tubular e cavada, é famosa entre os bodyboards, e os meninos acharam que dava pra encarar de prancha.


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A praia.

Marina Street Beach.

Gui

Lukas Paris.

Gui

Gui Assis.

aaaa

Lá foi a primeira vez que vi Bodyboards praticando o Drop-Knee –   com um pé e um dos joelhos na prancha – e achei incrível.

aaaa

Praticamente todos bodyboards na água dropavam as ondas assim.

aaaa

E faziam coisas que eu nunca imaginei serem possíveis nesse tipo de prancha.

aaaa

É bom pra galera que tem preconceito contra o esporte mudar de opinião.

aaaaa

As pranchinhas e funs também aproveitaram as ondas.

aaaa

Havia um certo crowd na água.

aaaa

Do lado de fora, eu estava adorando! Consegui algumas imagens bacanas!

Ficamos por ali até anoitecer, mas se você tiver a oportunidade check também os dois pointbreaks mais ao sul – Little Point e Rockpile – tão perigosos e difíceis quanto os do norte.

No próximo post: nossa despedida da Ana no PB Shore Club

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